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Acusado de homicídio em Afogados se entrega à polícia

Por Nill Júnior

Atualizado às 17h45

Um homicídio foi registrado na madrugada desta segunda em Afogados da Ingazeira. Foi na Rua 07 de Setembro, Bairro São Francisco, Afogados da Ingazeira. Ocimar Soares da Silva, 27 anos, demais dados não informados, foi morto após uma discussão em uma seresta que acontecia no Bairro.

Segundo boletim da PM, a morte se deu por esfaqueamento e o acusado já foi identificado. Ele tem várias passagens pela polícia, como exemplo, latrocínio e furtos.

Dagner May Bandeira Leite, o acusado de acordo com informações da polícia ao blog, se entregou esta tarde à Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira. Ele foi ouvido e em seguida foi solicitada a Ordem de Prisão preventiva pelo delegado de plantão.

Ocimar foi lesionado no lado direito do pescoço por arma branca. Quando os PMs chegaram, ele já não possuía mais sinais vitais. Outar vítima, de 16 anos, conhecido por Arthur Mendes, também foi golpeada, sofrendo uma lesão no ombro esquerdo.

Outras Notícias

Estudantes têm até amanhã para aderir à lista de espera do ProUni

Agência Brasil Os estudantes que não foram pré-selecionados para as bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) tem até amanhã (11) para aderir à lista de espera. A lista será usada pelas instituições de ensino para ocupar as bolsas que não foram preenchidas nas etapas anteriores. A relação dos candidatos participantes da lista de espera […]

Prouni-2016-Programa-Universidade-Para-Todos1Agência Brasil

Os estudantes que não foram pré-selecionados para as bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) tem até amanhã (11) para aderir à lista de espera. A lista será usada pelas instituições de ensino para ocupar as bolsas que não foram preenchidas nas etapas anteriores.

A relação dos candidatos participantes da lista de espera será divulgada no dia 14 de julho. Os estudantes incluídos na lista deverão comparecer aos estabelecimentos de ensino, nos dias 18 e 19 de julho, e entregar a documentação que comprova as informações prestadas na inscrição.

Pode participar da lista de espera, exclusivamente para o curso correspondente à primeira opção, o candidato que não foi pré-selecionado nas chamadas regulares e os pré-selecionados na segunda opção de curso, reprovados por não formação de turma.

Para o curso correspondente à segunda opção, pode participar da lista de espera apenas o candidato que não foi pré-selecionado nas chamadas regulares, na hipótese de não ter ocorrido formação de turma na primeira opção; os que não foram pré-selecionados nas chamadas regulares, na hipótese de não haver bolsas disponíveis na primeira opção; e os pré-selecionados na primeira opção de curso, reprovados por não formação de turma.

Pelo ProUni, os estudantes podem concorrer a bolsas de estudo parciais e integrais em instituições particulares de educação superior, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para a edição do segundo semestre de 2016 foram oferecidas 125.442 bolsas. Do total, 68.350 são parciais (50% da mensalidade) e 57.092, integrais. O sistema recebeu 1.215.768 inscrições de 627.978 participantes. Cada candidato pôde se inscrever em até dois cursos.

Caso Claudelino: vereador torce pelo recesso; advogados de empresário cobram apreciação

No Jornal Itapuama desta terça-feira (16), analiso a movimentação em torno do pedido feito pelos advogados Lucas Wesley e Eldy Magalhães, que representam o empresário Micael Lopes, para que a Câmara de Vereadores dê continuidade ao julgamento do caso envolvendo o vereador Claudelino Costa antes do recesso parlamentar. Segundo os advogados, há indícios de crime […]

No Jornal Itapuama desta terça-feira (16), analiso a movimentação em torno do pedido feito pelos advogados Lucas Wesley e Eldy Magalhães, que representam o empresário Micael Lopes, para que a Câmara de Vereadores dê continuidade ao julgamento do caso envolvendo o vereador Claudelino Costa antes do recesso parlamentar.

Segundo os advogados, há indícios de crime de peculato atribuídos ao vereador, enquanto a defesa sustenta que Micael não aceitou qualquer vantagem indevida e se afastou imediatamente ao identificar a tentativa de barganha política. A cobrança agora é para que o Legislativo cumpra o rito previsto no Decreto-Lei 201/1967.

A disputa se intensifica entre dois lados: um que aposta no silêncio e no adiamento para 2026, e outro que pressiona por celeridade e transparência. A decisão final passa pelo presidente da Câmara, Luciano Pacheco, diante de uma pressão política que tende a crescer.

Irmão de José Dirceu admitiu que recebia R$ 30 mil por mês de lobista

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, prorrogou por mais cinco dias, nesta sexta-feira (7), as prisões temporárias de Roberto Marques, ex-assessor do ex-ministro José Dirceu; de Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de Dirceu, e de Pablo Alejandro Kipersmit, ex-sócio de Dirceu na JD Assessoria e Consultoria. […]

O irmão do ex-ministro José Dirceu, Luiz Eduardo, preso na 17ª fase da Lava Jato (Foto: Paulo Lisboa/ Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
O irmão do ex-ministro José Dirceu, Luiz Eduardo,
preso na 17ª fase da Lava Jato (Foto: Paulo Lisboa/
Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, prorrogou por mais cinco dias, nesta sexta-feira (7), as prisões temporárias de Roberto Marques, ex-assessor do ex-ministro José Dirceu; de Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de Dirceu, e de Pablo Alejandro Kipersmit, ex-sócio de Dirceu na JD Assessoria e Consultoria. O grupo está detido na carceragem da Superintendência da Polícia Federal (PF) desde segunda-feira (3).

A atual fase da Lava Jato, batizada de “Pixuleco” (apelido para propina), investiga um esquema de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras. O foco são irregularidades em contratos com empresas terceirizadas.

“A medida, por evidente, não tem por objetivo forçar confissões. Querendo, poderão os investigados permanecer em silêncio durante o período da prisão, sem qualquer prejuízo a sua defesa”, escreveu o juiz no despacho.

Prisões prorrogadas: No despacho, o juiz Sergio Moro diz que Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de José Dirceu, admitiu à Polícia Federal que recebia pagamentos mensais de R$ 30 mil em dinheiro, em espécie, do lobista Milton Pascowitch. Ele afirmou, porém, que desconhecia a origem do dinheiro ou o motivo dos pagamentos, conforme o despacho.

“Também admitiu aparentemente que pagamentos efetuados por empreiteiras após a condenação de José Dirceu não teriam sido efetuados a título de consultoria, como anteriormente afirmava a empresa JD em sua defesa, mas a título de “auxílio”.”, cita o juiz.

Roberto Marques, que foi assessor de Dirceu, também admitiu à PF que recebia R$ 30 mil por mês, em espécie, do escritório de José Dirceu. Os pagamentos eram feitos a título de “ajuda financeira”, segundo o depoimento, e duraram 35 meses. Ele negou relação com os crimes.

Com relação a Kiepersmit, presidente da Consist Software, a PF relatou que apreendeu material que permitiu concluir que as empresas do Grupo Consist pagaram mais de R$ 15 milhões em contratos com a JAMP – empresa de Pascowitch. “Pablo Alejandro Kiepersmit confirmou o contrato com a JAMP e Milton Pascowitch, mas, aparentemente não conseguiu explicar os serviços contratados pela JAMP”, diz o juiz.

Para justificar a prorrogação das três prisões, Sergio Moro afirmou que é preciso que sejam feitos mais exames de materiais apreendidos, e investigações “sem perturbação da prova”. (G1)

As lições do ciclo Wellington Maciel

Da Coluna do Domingão Nas últimas horas,  dentre os temas mais debatidos entre os entendedores e curiosos sobre a política,  está a decisão anunciada nesta sexta pelo prefeito Wellington Maciel,  de Arcoverde,  de não disputar a reeleição. Wellington recebeu três tacadas em uma semana, com a divulgação das pesquisas Ipec, Múltipla e Opinião. Em reprovação,  […]

Da Coluna do Domingão

Nas últimas horas,  dentre os temas mais debatidos entre os entendedores e curiosos sobre a política,  está a decisão anunciada nesta sexta pelo prefeito Wellington Maciel,  de Arcoverde,  de não disputar a reeleição.

Wellington recebeu três tacadas em uma semana, com a divulgação das pesquisas Ipec, Múltipla e Opinião.

Em reprovação,  apareceu com 81% em um instituto, 75% em outro e 73,4% no último,  média de 76,4% de não aceitação da gestão.  Como pré-candidato,  apareceu com 6%, 5% e finalmente,  6,3% das intenções de voto, média pífia de 5,8%.

Mas a pergunta que precisa ser levada a estudos por analistas políticos,  acadêmicos e nas disciplinas e cursos ligados a ciências políticas é: como se dilui em três anos e meio tão acentuadamente uma aprovação de governo? Que fenômeno foi esse?

O primeiro passo seria avaliar as motivações administrativas,  de gestão.  Para isso, é fundamental analisar o perfil do candidato,  como se colocou e sua plataforma de governo.

Wellington se apresentou à sociedade como o empresário bem sucedido que faria na gestão pública o sucesso que teve na gestão privada,  empresarial. Era tido numa expressão moderna um outsider da política.  Alguém que não é do jogo tradicional e que,  portanto, não teria os vícios de quem já estava nesse campo. Na prática,  essa previsão de um gestor moderno não se confirmou.

Outro ponto fundamental é analisar a proposta de governo de Wellington Maciel.

O documento que sua campanha disponibilizou para a justiça eleitoral em 2020 é genérico,  vago, e relativamente pobre, que não preenche quatro páginas,  mas passava eixos que considerava essenciais em sua gestão.

Ele tratava da “Gestão do Cotidiano”, com limpeza urbana, a segurança cidadã, a cultura de paz, a preservação do meio ambiente a conservações das vias e a melhoria das condições de moradias saudáveis. Ainda “Organização Urbana”, com oferta de praças, equipamentos de saúde, transporte, lazer e segurança cidadã para todas as crianças, jovens e adultos, mais abertura de novas vias urbanas, a melhoria da preservação do patrimônio histórico e cultural, a segurança cidadã, o turismo e a atração de novos negócios.

No eixo “Políticas Sociais Estruturadoras”, mais avanços nos indicadores sociais,  políticas como educação em tempo integral, e uma saúde diferenciada, ampliação da tecnologia, das jornadas ampliadas nas escolas e novos equipamentos na saúde, serviços de média complexidade – incluindo um Centro Cirúrgico e a intensificação do programa da saúde da família ampliando a assistência laboratorial, além de manutenção de remédios continuados.

Também “Promoção Social e Solidariedade”, incluindo a conclusão do famigerado Compaz e o eixo mais importante,  fazer de Arcoverde uma “Cidade Empreendedora”, com “agência de fomento para realizar feiras, exposições, ter um plano de articulação permanente com outras cadeias produtivas regionais e nacionais complementares a produção do município”.

Não precisa dizer, nenhuma área estratégica teve o avanço esperado, principalmente no desenvolvimento de Arcoverde como potencial gerador de empregos, polo de empreendedorismo e desenvolvimento.

Outros pecados giraram em torno da demora em se adaptar ao ritmo e condicionantes da gestão pública,  muito diferentes da privada, pela negação da política,  os erros grotescos de condução e até uma boa dose de esquizofrenia política, rompendo com aliados e vendo potenciais parceiros como adversários.

Muito desse último fenômeno se credita à esposa, Rejane Maciel, tida como uma personagem que,  lamentavelmente,  mais atrapalhou que ajudou. Dos relatos de auxiliares que simplesmente não a suportavam a decisões administrativas e políticas atabalhoadas e da passividade de LW, muito cai na conta da primeira-dama.

Sexta-feira,  Wellington ao menos se mostrou humano, de carne e osso,  impotente em reverter a curva que decretou seu fracasso administrativo e político.  Agora, se souber também ouvir conselhos,  evita se envolver na sua própria sucessão,  foca todas as suas forças em um fim de governo digno, sem o erro dos que lavam as mãos,  se entregam e até permitem o aumento do desmantelo gerencial. Conclui a sucessão,  retoma a rédea dos seus bem sucedidos negócios e, repetindo como um mantra que ao menos tentou, vai viver em paz.

Com Lenine comandando a festa, aberto carnaval do Recife

O Carnaval do Recife 2026 foi oficialmente aberto na noite desta quinta-feira (12), no Marco Zero, com uma grande celebração que marcou mais uma tradicional Quinta-feira de Carnaval. A abertura reuniu milhares de foliões e deu início à maior festa popular da cidade com shows de Lenine, João Gomes, Jota Pê, Mestrinho e Priscila Senna, […]

O Carnaval do Recife 2026 foi oficialmente aberto na noite desta quinta-feira (12), no Marco Zero, com uma grande celebração que marcou mais uma tradicional Quinta-feira de Carnaval. A abertura reuniu milhares de foliões e deu início à maior festa popular da cidade com shows de Lenine, João Gomes, Jota Pê, Mestrinho e Priscila Senna, reafirmando o protagonismo da cultura pernambucana e da música brasileira.

Presente na abertura oficial, o prefeito do Recife, João Campos, destacou a força cultural do Carnaval da cidade, o impacto positivo para a economia e o caráter democrático da festa. “São mais de 3 mil apresentações, com cerca de 98% da programação formada por artistas da nossa terra, representando dezenas de linguagens culturais, do maracatu ao frevo, da ciranda às agremiações de samba. É um carnaval de rua, gratuito, democrático e inclusivo”, afirmou.

Ao som dos tradicionais clarins de Momo, o Palco do Marco Zero deu início oficial à folia com o Tumaraca, abrindo caminho para uma noite marcada por emoção, tecnologia e celebração da cultura popular. Com o tema “Carnaval do Futuro”, a edição de 2026 homenageia grandes nomes da cultura brasileira.

Após o toque dos clarins, o palco recebeu o show de Lenine, um dos homenageados deste ano, que contou com participações especiais de Ana Vitória, Os Garotin, Bongar, Maestro Spok e Lula Queiroga. Na sequência, João Gomes, Jota Pê e Mestrinho apresentaram o espetáculo Dominguinho, vencedor do Grammy Latino 2025 na categoria “Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa”, emocionando o público no coração do Carnaval recifense.

Fechando a primeira noite do Palco do Marco Zero, os foliões apaixonados cantaram junto com o brega de Priscila Senna.