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Estudantes têm até amanhã para aderir à lista de espera do ProUni

Por Nill Júnior

Prouni-2016-Programa-Universidade-Para-Todos1Agência Brasil

Os estudantes que não foram pré-selecionados para as bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) tem até amanhã (11) para aderir à lista de espera. A lista será usada pelas instituições de ensino para ocupar as bolsas que não foram preenchidas nas etapas anteriores.

A relação dos candidatos participantes da lista de espera será divulgada no dia 14 de julho. Os estudantes incluídos na lista deverão comparecer aos estabelecimentos de ensino, nos dias 18 e 19 de julho, e entregar a documentação que comprova as informações prestadas na inscrição.

Pode participar da lista de espera, exclusivamente para o curso correspondente à primeira opção, o candidato que não foi pré-selecionado nas chamadas regulares e os pré-selecionados na segunda opção de curso, reprovados por não formação de turma.

Para o curso correspondente à segunda opção, pode participar da lista de espera apenas o candidato que não foi pré-selecionado nas chamadas regulares, na hipótese de não ter ocorrido formação de turma na primeira opção; os que não foram pré-selecionados nas chamadas regulares, na hipótese de não haver bolsas disponíveis na primeira opção; e os pré-selecionados na primeira opção de curso, reprovados por não formação de turma.

Pelo ProUni, os estudantes podem concorrer a bolsas de estudo parciais e integrais em instituições particulares de educação superior, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para a edição do segundo semestre de 2016 foram oferecidas 125.442 bolsas. Do total, 68.350 são parciais (50% da mensalidade) e 57.092, integrais. O sistema recebeu 1.215.768 inscrições de 627.978 participantes. Cada candidato pôde se inscrever em até dois cursos.

Outras Notícias

Chuva torrencial traz alegria e preocupação a áreas do Pajeú

Vídeo enviado por Márcio Araújo mostra situação da Diomedes Gomes Uma chuva torrencial atingiu várias cidades do Pajeú nesta quinta (30), chegando às regiões do Médio e Alto Pajeú. Há registro de chuvas em cidades como Itapetim, Carnaíba, São José do Egito, Tabira e Afogados da Ingazeira. Em Afogados, áreas do Bairro São Francisco, centro […]

Vídeo enviado por Márcio Araújo mostra situação da Diomedes Gomes

Uma chuva torrencial atingiu várias cidades do Pajeú nesta quinta (30), chegando às regiões do Médio e Alto Pajeú. Há registro de chuvas em cidades como Itapetim, Carnaíba, São José do Egito, Tabira e Afogados da Ingazeira.

Em Afogados, áreas do Bairro São Francisco, centro e outras comunidades tiveram relatos de problemas pelo forte volume de chuvas.

Algumas ruas pareciam rios com a força da água, como no vídeo mostrando a situação da Rua Diomedes Gomes (acima). Também houve registros de problemas similares em outras vias nos bairros São Braz, Costa. Um  muro caiu próximo à Escola Eremmaps.

Número extra oficial, aferido pelo pluviômetro do programa Rádio Vivo indicou 60 milímetros em cerca de duas horas de chuva em Afogados.

Rua Nova, Carnaíba, agora a noite

A Quinta Cultural, que teria a participação de Sebastião Dias, Zé Carlos do Pajeú, Diomedes Mariano e Edesel Pereira, na Praça Arruda Câmara, foi cancelada, como confirmou o Secretário Executivo de Cultura e Esportes, César Tenório. Uma nova data será marcada.

Em Carnaíba, a chuva também foi muito forte. Na Rua Nova, importante artéria da cidade, a imagem da rua deu a dimensão da força das chuvas. Era muita água percorrendo sua extensão.

Ontem,  Afogados da Ingazeira havia registrado apenas um sereno próximo de meia noite e outro às 3h da madrugada de hoje. Em Carnaíba 5 mm foram anotados. Em Serra Talhada o dia começou com chuva.

Na zona rural de Afogados choveu 9 mm em Dois Riachos e também na Carnaúba dos Vaqueiros e Pintada, Riacho Fundo, Leitão, Capim Grosso 8 mm e Góis de Carnaíba onde foram registrados 15 mm. Os números oficiais de hoje só serão conhecidos amanhã.

Em Serra, candidato que trocou de palanque culpa PR por decisão

O candidato a vereador de Serra Talhada, Ginclécio Oliveira, o Gin Oliveira, do PROS, chamou a atenção na campanha de Serra Talhada ao deixar o palanque de Victor Oliveira e migrar para o bloco governista, de Luciano Duque. Assim como fizeram outros que na pré campanha haviam migrado, Gin culpou a condução do PR, grupo […]

170000005858O candidato a vereador de Serra Talhada, Ginclécio Oliveira, o Gin Oliveira, do PROS, chamou a atenção na campanha de Serra Talhada ao deixar o palanque de Victor Oliveira e migrar para o bloco governista, de Luciano Duque. Assim como fizeram outros que na pré campanha haviam migrado, Gin culpou a condução do PR, grupo liderado por Sebastião Oliveira, por sua decisão.

“Devido à proximidade e aos trabalhos que já havíamos feito junto decidi caminhar com o grupo liderado por Sebastião Oliveira, com quem firmei alguns acordos para um projeto político bem-sucedido”, afirmou.

E segue na nota: “como sou marinheiro de primeira viagem, sob orientação dele, optei por começar minha pré-campanha muito cedo, a fim de ampliar o leque de possibilidades para atingir o principal objetivo. Em função desse início tão cedo, as demandas também começaram mais cedo”.

“Porém, infelizmente, o apoio prometido não veio na mesma proporção mas eu não poderia desistir pois, com a graça de Deus, muitas pessoas resolveram acompanhar o nosso projeto, e com isso a campanha vem tomando corpo dia após dia”, afirmou.

O candidato acrescentou que além da falta de apoio para atender as demandas naturais do processo, o grupo liderado pelo PR, “criou deliberadamente um clima de animosidade” com ele e com outras pessoas que já se afastaram da caminhada com o PR.

“Com frequência venho sendo tratado com desrespeito pelos membros principais da coordenação do PR, onde chacotas e fuxicos têm se confundido com uma coerência política que nos levaria ao êxito em outubro próximo”, disse.

“Esse tratamento desrespeitoso para comigo, também tem sido percebido por outras pessoas, dentre as quais meus amigos e familiares, os quais me exigiram uma tomada de decisão que ensejasse uma postura mais firme e que eu não preciso passar por essas humilhações, até porque fica evidente o tratamento privilegiado que vem sendo dado a alguns candidatos, em detrimento a outros que fazem parte do mesmo grupo. Fica claro, portanto, que há grandes privilégios para os candidatos apenas do PR”, criticou.

Uma semana depois da morte de Geraldo Trepidant’s, morre o filho Júlio, aos 53 anos

Uma semana depois da morte de Geraldo Trepidant’s, o filho, Júlio Trepidant’s,  de 53 anos, morreu hoje no Hospital Eduardo Campos,  em Serra Talhada. Segundo informações apuradas pelo blog,  ele faleceu por complicações de uma trombose. O velório e sepultamento devem ocorrer nesta quinta-feira,  em Iguaracy,  onde ele residia. O amigo e jornalista Roberto Murilo,  […]

Uma semana depois da morte de Geraldo Trepidant’s, o filho, Júlio Trepidant’s,  de 53 anos, morreu hoje no Hospital Eduardo Campos,  em Serra Talhada.

Segundo informações apuradas pelo blog,  ele faleceu por complicações de uma trombose. O velório e sepultamento devem ocorrer nesta quinta-feira,  em Iguaracy,  onde ele residia.

O amigo e jornalista Roberto Murilo,  amigo dos dois, homenageou pai e filho:

Na semana passada, a cidade de Iguaracy ficou mais silenciosa. A notícia da morte de Geraldo Trepidant’s ecoou como um lamento nas esquinas e nas praças. Já agora noite fui pego de surpresa com a notícia de um outro homem que sempre teve um sorriso fácil e uma palavra de conforto para quem precisava. Ele era mais do que um amigo; era um confidente, um daqueles raros seres humanos que se importavam de verdade. Nossos encontros eram recheados de risadas e confidências, e cada conversa nos unia mais.

Mas o destino, com sua ironia cruel, não parou por aí. Hoje, a dor se intensificou com a notícia da morte de seu filho, Julio Cersa, conhecido por todos como Júlio Trepidant’s. O garoto que cresceu sob a sombra do pai, aprendendo a ser gentil e generoso, partiu também. A vida pareceu fazer questão de nos lembrar da fragilidade do ser humano.

Júlio sempre foi uma presença leve em minha vida. Ele tinha o dom de transformar até os dias mais cinzentos em momentos de alegria. Lembro-me das longas conversas sobre sonhos e planos, sobre o futuro que ambos desejávamos alcançar. Ele escutava minhas confidências com atenção, sempre oferecendo conselhos sábios e cheios de esperança.

Agora, ao olhar para o vazio deixado por esses dois homens incríveis, sinto uma mistura de tristeza e gratidão. Tristeza pela perda irreparável, mas gratidão por ter tido a chance de conhecê-los. Eles me ensinaram que a amizade é um tesouro que deve ser valorizado todos os dias.

A cidade vai seguir em frente, mas não será a mesma sem Geraldo e Julio Trepidant’s. Seus legados de bondade e amizade permanecerão vivos em nossas memórias e corações. Que possamos honrar suas vidas lembrando-nos dos ensinamentos que nos deixaram: o valor da amizade verdadeira e a importância de estar presente na vida uns dos outros.

Adeus, amigos! Que vocês encontrem paz onde quer que estejam. E que nós nunca esqueçamos das lições que vocês nos deixaram.

Minha solidariedade a família e amigos.

Primeira-dama Rejane Maciel será secretária de Assistência Social de Arcoverde

Dando prosseguimento a reforma administrativa, o prefeito Wellington Maciel (MDB) anunciará nos próximos dias o nome da primeira-dama Célia Rejane Maciel como nova secretária de Assistência e Ação Social. O anúncio deverá ser feito nos próximos dias, segundo informações da Rede Vale. Com um currículo amplo na área administrativa, ela dará uma nova roupagem a […]

Dando prosseguimento a reforma administrativa, o prefeito Wellington Maciel (MDB) anunciará nos próximos dias o nome da primeira-dama Célia Rejane Maciel como nova secretária de Assistência e Ação Social.

O anúncio deverá ser feito nos próximos dias, segundo informações da Rede Vale. Com um currículo amplo na área administrativa, ela dará uma nova roupagem a pasta, que é uma das mais importantes do governo municipal.

Wellington Maciel está realizando gradativamente a reforma administrativa. Com o anúncio, deixará a pasta a atual secretaria Patrícia Padilha. As informações são da Rede Vale.

Quem paga, não manda: o rádio não é palanque de governo

Foto: ilustrativa/Freepik Por André Luis – Jornalista do blog A notícia da Coluna do Domingão do blog deste domingo (3) é preocupante e merece toda a atenção de quem defende a liberdade de imprensa. Em pleno 2025, episódios de intimidação e assédio a rádios e jornalistas continuam se multiplicando em Pernambuco, especialmente no interior, onde […]

Foto: ilustrativa/Freepik

Por André Luis – Jornalista do blog

A notícia da Coluna do Domingão do blog deste domingo (3) é preocupante e merece toda a atenção de quem defende a liberdade de imprensa. Em pleno 2025, episódios de intimidação e assédio a rádios e jornalistas continuam se multiplicando em Pernambuco, especialmente no interior, onde o rádio ainda exerce papel central como elo entre o poder público e a sociedade.

Segundo a coluna, há gestores exigindo, de forma explícita ou velada, uma linha editorial “alinhada” com os interesses de seus governos, como se a publicidade institucional fosse autorização para interferência no conteúdo jornalístico. Trata-se de um grave equívoco — ou, pior, de uma prática autoritária que fere diretamente o princípio da liberdade de expressão. Publicidade pública não é moeda de troca. Não autoriza silenciar críticas ou transformar veículos em extensão da assessoria de governo.

O caso mais simbólico relatado foi o do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, que, por discordar da linha editorial da Cidade FM, decidiu excluir a emissora do espaço reservado à cobertura da imprensa. Um gesto claro de retaliação, prontamente repudiado pela ASSERPE. É o tipo de atitude que revela o desprezo de certos gestores pela democracia e pela independência da imprensa — valores que deveriam ser inegociáveis.

Diante da recorrência desses casos, a ASSERPE pretende lançar uma plataforma para registrar oficialmente denúncias de assédio, censura e violações à liberdade editorial no Estado. A iniciativa, inspirada no relatório da ABERT, é fundamental para mapear e dar visibilidade a esse tipo de ataque que, muitas vezes, acontece longe dos grandes centros e do escrutínio público.

Não se trata de defender uma imprensa imune a críticas — muito pelo contrário. O debate público exige responsabilidade, equilíbrio e pluralidade. O que não se pode aceitar é que veículos sejam punidos por cumprir sua função jornalística, especialmente quando isso se dá por meio de perseguição institucional.

O rádio não pertence a governos, nem deve ser usado como palanque de quem está no poder. Ele pertence ao povo. E cabe à sociedade, às entidades representativas e aos próprios profissionais da comunicação defender esse espaço de autonomia, que é condição básica para a democracia florescer. É hora de dar um basta à lógica do “quem paga, manda”. Informação livre é direito, não concessão.