Homenageado do 7º Pajeú em Poesia diz que “um homem de bem não tem estímulo para entrar na política de Tabira”
Por Nill Júnior
Homenageado do 7º Pajeú em Poesia, o poeta Genildo Santana não se furtou de falar sobre a política de Tabira, alvo de tantos questionamentos por conta da sequência de escândalos administrativos nas últimas gestões.
A pergunta para Genildo e outros poetas tabirenses que estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú foi porque Tabira era tão negativamente exposta na região ao passo em que sua condição de berçário de poetas faziam dela uma vitrine tão positiva.
Genildo foi direto ao dizer que a luta de grupos políticos na cidade acabava gerando uma série de condutas que não estimulavam a entrada de homens de bem na política tabirense. Santana afirmou que chegou em um momento a pensar em ingressar na política, mas, citando um pensador, afirmou que todo homem tem um imite ético que é inegociável.
Ele afirmou que só uma reforma política séria pode ajudar a purificar a politica em cidades como Tabira. “Infelizmente hoje nem Jesus governaria Tabira. Mesmo sendo o Príncipe dos Príncipes não conseguiria gerir porque não teria como fazê-lo sem ceder ao esquema que existe”.
Ao final arrematou, depois de perguntado: “um homem de bem não entra na política de Tabira”. Ele afirmou que há problemas similares em outras cidades do Pajeú, com os mesmos vícios de favorecimento a grupos e corrupção.
Sessão que reelegeria atual presidente, foi suspensa por uma liminar da justiça Por André Luis Primeira mão Nesta segunda-feira (17), às 8h30, a Câmara de Vereadores de Tuparetama realiza Sessão Ordinária com eleição da Mesa Diretora para o biênio 2023/2024. O atual presidente, Arlã Markson, que é governista, tenta a reeleição numa chapa composta por […]
Sessão que reelegeria atual presidente, foi suspensa por uma liminar da justiça
Por André Luis
Primeira mão
Nesta segunda-feira (17), às 8h30, a Câmara de Vereadores de Tuparetama realiza Sessão Ordinária com eleição da Mesa Diretora para o biênio 2023/2024.
O atual presidente, Arlã Markson, que é governista, tenta a reeleição numa chapa composta por vereadores de oposição a gestão Sávio Torres: Joel Gomes (vice-presidente); Domenico Perazzo (1º Secretário); e Plécio Galvão (2º secretário).
A outra chapa, toda formada por governistas, tem: Luciana Paulino – atual 1ª secretária (presidente); Valmir Tunú (vice-presidente); e Vandinha da Saúde – atual vice-presidente (1ª secretária).
Apenas os vereadores Danilo Augusto e Tanta Sales não fazem parte de nenhuma das duas chapas.
A eleição da Mesa Diretora acontece após muita polêmica envolvendo o atual presidente da Casa, vereador Arlã Markson.
Relembre o caso
Uma decisão liminar havia suspendido até segunda ordem a sessão que elegeria a Mesa Diretora da Câmara de Tuparetama. A liminar foi concedida pelo judiciário local.
A sessão aconteceria no dia 1º de setembro. A ação foi capitaneada pelos vereadores Luciana Paulino, Vandinha da Saúde e Valmir Tunú.
Antes, em uma sessão bastante tumultuada, recheada de queixas por traição e puxar de tapete, o vereador Arlã Markson conseguiu aprovar o direito à reeleição na Câmara de Tuparetama.
Para ser reeleito, Arlã colocou em votação emenda à Lei Orgânica do município e Regimento Interno da Câmara que permitiram o direito à reeleição dentro do mesmo mandato.
Para conseguir e driblar os colegas governistas, Arlã conseguiu os votos de Tanta Sales, Joel Gomes, Domenico Perazzo, Plécio Galvão e Danilo Augusto. A mudança passou por 6 a 3.
A união dos Entre Serras Pankararu, de Petrolândia, e os Truká, de Orocó, ambos povos indígenas de Pernambuco, deu início ao ato público pelo Dia Nacional em Defesa do Velho Chico, nesta terça-feira ( 03/06), em Petrolina, cidade também localizada às margens pernambucanas do Velho Chico. O ato, organizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do […]
A união dos Entre Serras Pankararu, de Petrolândia, e os Truká, de Orocó, ambos povos indígenas de Pernambuco, deu início ao ato público pelo Dia Nacional em Defesa do Velho Chico, nesta terça-feira ( 03/06), em Petrolina, cidade também localizada às margens pernambucanas do Velho Chico.
O ato, organizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco-CBHSF, movimentou o centro da cidade, com uma caminhada em direção à Orla, onde a união dos indígenas continuou com um ritual simbólico de devolução de água limpa para o rio, que passa por uma série crise de degradação.
Durante o trajeto, que passou pela Prefeitura da Cidade e pela Praça da Catedral, onde o CBHSF instalou a exposição fotográfica ‘Os Chicos’, a população das lojas comerciais e repartições públicas eram mobilizadas por meio de músicas, faixas e palavras de ordem. Alguns preferiram fazer o roteiro de bicicleta, a exemplo das participantes do movimento Pedal Rosa, que reúne mais de 80 mulheres ciclistas, defendendo o transporte que impacta menos no meio ambiente.
“O rio é nosso maior patrimônio, por isso estamos aqui e queremos planejar outras ações mais efetivas, como um mutirão de limpeza”, destacou Patrícia Souza, uma das ‘rosinhas’, como são chamadas as participantes desse movimento sobre duas rodas, de Petrolina.
Também na Orla da cidade, os participantes, entre eles muitos jovens, puderam conferir de perto o nível de degradação do Velho Chico, cuja poluição é agravada pelo esgoto jogado direto nas águas do rio. Entre os indignados com a situação presenciada, estava o poeta, compositor e cantador Reinivaldo Pinheiro, da cidade de Ouricuri, Pernambuco, que ainda encontra no São Francisco inspiração para sua arte.
“A beleza das águas não perde seu brilho mesmo com a sujeira jogada pelo ‘emporcalhador’ do rio: o homem, que cada dia tem demonstrado ser incapaz de viver em harmonia com a natureza”. A revolta do artista, diante das residências de luxo cujo esgoto é lançado no rio, gerou versos como os seguintes:
Nessa vida o que me espanta / É gente que mora na beira do rio / Jogando lixo e esgoto a fio / Na água que bebe, almoça e janta / O rio deitado não se levanta / Pra se defender desse povo rico / que não se preocupa nem um tico / Em jogar fezes na água santa / Aí eu termino virando carranca / Pra defender o Velho Chico!”
O cacique Uilton Tuxá, coordenador da Câmara Consultiva do Submédio São Francisco, fez uma avaliação positiva das atividades realizadas em Juazeiro e Petrolina, no dia 3 de junho, pela mobilização de diferentes setores da sociedade, entre ambientalistas, lideranças ribeirinhas, estudantes e políticos.
“A sociedade está desprovida de conhecimento sobre a gravidade da situação do rio. Cabe a cada um de nós espalhar essa informação e tentar conscientizar a todos de que o futuro do rio está comprometido e depende da nossa mobilização”, ressaltou Tuxá.
Estudantes da Rede Municipal de Ensino de Afogados da Ingazeira participaram, nesta segunda-feira (25), do Seminário Estadual Programa Educação Integrada, que aconteceu no Recife. Segundo o site do Governo do Estado, durante o seminário foram apresentados trabalhos realizados na área da leitura, com crianças da Educação Infantil e ensino fundamental como peça teatral, literatura de […]
Estudantes da Rede Municipal de Ensino de Afogados da Ingazeira participaram, nesta segunda-feira (25), do Seminário Estadual Programa Educação Integrada, que aconteceu no Recife.
Segundo o site do Governo do Estado, durante o seminário foram apresentados trabalhos realizados na área da leitura, com crianças da Educação Infantil e ensino fundamental como peça teatral, literatura de cordel, pintura em tela e contação de histórias.
O município de Afogados foi representado por nove alunos da Escola Geraldo Cipriano e dois da Escola Domingos Teotônio. Os estudantes Gabriel Henrique, de oito anos, e Cauane, ambos da Domingos Teotônio, foram os únicos representantes do Estado que tiveram suas cartas escolhidas para serem enviadas à escritora Ruth Rocha. A proposta das cartas foi orientada pela professora Mariza Rodrigues, em parceria com o Programa Alfabetizar com Sucesso.
“Eu gosto muito de ler e também de escrever estorinhas, e já até escrevi alguns livros. Eu sei que ainda sou muito criança, mas quando eu tiver grande eu vou continuar escrevendo e vou publicar meus livros, porque é a coisa que eu mais gosto de fazer, é ler e inventar estórias. Também gosto muito de gibis e de ler sobre o espaço, então eu vou ser escritor e também quero ser astronauta”, conta Gabriel.
Atualmente, o Programa Educação Integrada atende a 15 municípios e beneficia mais de 70 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino. As unidades, que funcionam em tempo integral, estão localizadas nos municípios de Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Bom Conselho, Bonito, Cabrobó, Camaragibe, Flores, Itapissuma, Salgueiro, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, São Bento do Una, Tamandaré e Trindade, como informa o Governo do Estado.
Ao som de muito forró, a primeira noite da festividade do padroeiro São Pedro 2014, em Itapetim, reuniu uma multidão de forrozeiros na Praça Rogaciano Leite, para acompanhar os shows de Carneiro do Acordeom, Forró Pegado, Forró das Estrelas e Cesar Amaral e Banda. A primeira atração a subir ao palco foi o cantor Carneiro […]
Ao som de muito forró, a primeira noite da festividade do padroeiro São Pedro 2014, em Itapetim, reuniu uma multidão de forrozeiros na Praça Rogaciano Leite, para acompanhar os shows de Carneiro do Acordeom, Forró Pegado, Forró das Estrelas e Cesar Amaral e Banda.
A primeira atração a subir ao palco foi o cantor Carneiro do Acordeom com o seu tradicional forró pé de serra.
Na sequência, a Banda Forró Pegado botou os forrozeiros para dançar com o seu repertorio recheado de sucessos que marcaram a trajetória da banda. O grande público cantou e vibrou a cada musica interpretada pelos cantoresDouglas Pegador e Kelly Silva.
A terceira atração da noite foi a Banda Forró das Estrelas, que fez a alegria dos forrozeiros com seu repertório envolvente. O grupo musical é comandado pelo vocalista Diego Mel e se apresentou pela primeira vez no São Pedro do Ventre Imortal da Poesia.
A primeira noite do maior São Pedro do Pajeú Pernambucano terminou com o show do cantor Cesar Amaral.
Exame O governo acompanha atentamente as primeiras movimentações de caminhoneiros no País, que ameaçavam dar início a nova paralisação. A classe entende que os principais compromissos assumidos pelo governo Michel Temer no ano passado não estão sendo cumpridos. Os monitoramentos são feitos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem por missão se antecipar aos […]
O governo acompanha atentamente as primeiras movimentações de caminhoneiros no País, que ameaçavam dar início a nova paralisação. A classe entende que os principais compromissos assumidos pelo governo Michel Temer no ano passado não estão sendo cumpridos.
Os monitoramentos são feitos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem por missão se antecipar aos fatos para evitar problemas para o governo. As investigações apontam que teve início uma articulação por meio de mensagens de WhatsApp, que já começam a falar em paralisações para o dia 30 de março. O governo quer evitar, a todo custo, que qualquer tipo de paralisação aconteça. Não quer, nem de longe, imaginar que pode enfrentar o mesmo problema que parou o país no ano passado.
Os primeiros dados são de que, neste momento, o movimento não tem a mesma força percebida no ano passado, mas há temor de que os caminhoneiros possam se fortalecer e cheguem ao potencial explosivo da última greve. Dentro do Palácio, o objetivo é ser mais ágil e efetivo e não deixar a situação sair de controle por ficarem titubeando sobre o assunto, como aconteceu com o ex-presidente Michel Temer, no ano passado.
Na semana passada, Wallace Landim, o Chorão, presidente das associações Abrava e BrasCoop, que representam a classe de caminhoneiros, teve reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Chorão também teve encontro com a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e, ontem, se reuniu com o secretário executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.
Segundo Landim, os ministros disseram que, até a próxima semana, o próprio presidente Jair Bolsonaro deve se manifestar sobre os pedidos dos caminhoneiros. Na pauta de reivindicações da classe estão três pleitos. O primeiro pedido diz respeito ao piso mínimo da tabela de frete. Os caminhoneiros reclamam que as empresas têm descumprido o pagamento do valor mínimo e cobram uma fiscalização mais ostensiva da ANTT. A agência, segundo Landim, prometeu mais ações e declarou que já fez mais de 400 autuações contra empresas.
O segundo item da pauta é o preço do óleo diesel. Os caminhoneiros querem que o governo estabeleça algum mecanismo para que o aumento dos combustíveis, que se baseia em dólar, seja feito só uma vez por mês, e não mais diariamente.
Wallace Landim afirma que não é a favor de uma paralisação no próximo dia 30, porque acredita que o governo tem buscado soluções, mas diz que “o tempo é curto” e as mudanças estão demorando. “Não acredito que deva ocorrer greve no dia 30, mas paralisações não estão descartadas. Estamos conversando.”
Por meio de nota, o Ministério de Infraestrutura declarou que, no Fórum dos Transportadores Rodoviários de Cargas realizado ontem, esteve reunido com lideranças do setor e ouviu as demandas. O governo confirmou que tratou do piso mínimo, pontos de paradas e descanso e o preço do óleo diesel. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
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