Homem é preso após tentar esfaquear prefeita de Trindade
Por André Luis
A prefeita de Trindade, Helbinha Rodrigues, foi alvo de uma tentativa de homicídio neste domingo, 1º de setembro. Um homem tentou esfaqueá-la, mas felizmente a gestora conseguiu escapar ilesa. Até o momento, poucos detalhes sobre o ocorrido foram divulgados.
O suspeito foi localizado e detido pela Polícia Militar, que o encaminhou para a delegacia de Polícia Civil. As autoridades estão investigando o caso, e novos desdobramentos devem ser revelados em breve.
O incidente ocorre poucos dias após o ataque ao prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, esfaqueado por um desafeto político no centro da cidade na semana passada. O prefeito está se recuperando bem, enquanto o autor do ataque permanece foragido. As informações são do blog Sertão Central.
A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar […]
A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar escolhas difíceis e romper com práticas históricas. “É difícil fazer mudança, porque muita gente fala sobre ela, mas não quer fazer”, afirmou.
Raquel destacou que o processo não se resume ao volume de investimentos, estimados em cerca de R$ 20 bilhões, mas à definição de prioridades. Segundo a governadora, os recursos obtidos com a outorga serão utilizados exclusivamente pelo Estado para a produção e a distribuição de água, com foco em infraestrutura hídrica. Ela citou como exemplo a construção da adutora que beneficiará Petrolina, Afrânio e Dormentes, com investimento previsto de R$ 300 milhões, ressaltando que se trata de uma escolha que não segue lógica eleitoral.
Ao abordar o impacto das decisões, a governadora afirmou que não é aceitável que problemas herdados do século passado continuem presentes no cotidiano das famílias pernambucanas. Para Raquel Lyra, a concessão marca o início de um novo ciclo na política hídrica do Estado, sustentado por decisões que priorizam o enfrentamento de carências históricas, mesmo diante de resistências.
A decisão da governadora Raquel Lyra de levar adiante a concessão dos serviços da Compesa é, antes de tudo, uma escolha de alto risco político. Trata-se de uma aposta clara: ou o modelo entrega resultados concretos e melhora um serviço historicamente mal avaliado pela população, ou o ônus recairá integralmente sobre o Palácio do Campo das Princesas. Ao assumir o protagonismo do processo, Raquel retira de si a possibilidade de terceirizar responsabilidades no futuro.
Se a concessão produzir os efeitos prometidos, ampliação da oferta de água, regularidade no abastecimento e avanço da infraestrutura hídrica nos municípios, a governadora acumulará um ativo político relevante. Poucos temas são tão sensíveis quanto água no cotidiano da população, especialmente no interior. Melhorar um serviço que há décadas simboliza ineficiência pode consolidar a imagem de uma gestora disposta a enfrentar problemas estruturais e a tomar decisões impopulares no curto prazo para colher resultados no médio e longo prazo.
Por outro lado, o histórico da Compesa pesa contra a margem de erro do governo. O serviço é reconhecidamente precário em grande parte do Estado, e a população tende a reagir com desconfiança a mudanças que envolvem concessões. Caso os investimentos não se traduzam em melhorias perceptíveis, ou se o modelo falhar na execução, a responsabilidade política será direta. A concessão deixará de ser vista como solução e passará a ser associada a uma promessa frustrada, com impacto potencial no capital político da governadora.
Em síntese, Raquel Lyra fez uma escolha que não admite meio-termo. Ao optar pela concessão, colocou sua gestão como fiadora de um novo modelo para um velho problema. O sucesso pode reposicionar seu governo como agente de transformação; o fracasso, no entanto, tende a reforçar a descrença da população e cobrar um preço ele
Nesta segunda-feira (28), Dia Nacional da Caatinga, a Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú participa do lançamento da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), que acontece na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em Brasília. Representada no evento pelas assessoras técnicas Apolônia Gomes da Silva e Ana […]
Nesta segunda-feira (28), Dia Nacional da Caatinga, a Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú participa do lançamento da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), que acontece na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em Brasília.
Representada no evento pelas assessoras técnicas Apolônia Gomes da Silva e Ana Cristina Nobre dos Santos, a Rede de Mulheres toma posse como membro da comissão de combate à desertificação na categoria Assessoria Técnica e Extensão Rural do estado de Pernambuco, um reconhecimento pela atuação da Rede na região do Sertão do Pajeú.
Promovido pelo Departamento Nacional de Combate à Desertificação, do Ministério do Meio Ambiente – MMA, o lançamento da comissão acontece dentro do seminário “A Caatinga e os Impactos das Mudanças Climáticas e da Desertificação”, que discute os seguintes temas: Instrumentos de políticas públicas para a conservação, promoção do desenvolvimento sustentável e proteção da Caatinga; Os Impactos das mudanças climáticas sobre a Caatinga e o compromisso do Brasil com a agenda LDN; e a Instalação da comissão Nacional de Combate à Desertificação.
“A reunião de instalação e posse dos membros da comissão marca o início de uma nova fase para o enfrentamento dos desafios ambientais que afetam diversas regiões do país, especialmente o Semiárido brasileiro, e o nosso papel é trazer para o debate a contribuição das agricultoras na preservação e conservação do bioma a partir de suas experiências”, explicou Apolônia Gomes.
Na semana decisiva que antecede as eleições 2020, quatro cidades terão oportunidade de acompanhar os últimos embates da série O Grande Debate, promovida pela Rádio Pajeú. Parceira, a Cidade FM retransmite os embates. Os encontros acontecem sempre no Cine São José onde foi montado um estúdio para apresentação dos encontros. Nesta segunda, os convidados são […]
Na semana decisiva que antecede as eleições 2020, quatro cidades terão oportunidade de acompanhar os últimos embates da série O Grande Debate, promovida pela Rádio Pajeú. Parceira, a Cidade FM retransmite os embates.
Os encontros acontecem sempre no Cine São José onde foi montado um estúdio para apresentação dos encontros. Nesta segunda, os convidados são Cida Oliveira (Podemos) e Djalma Alves (PSB). Há quatro anos, Cida apoiou Djalma. Agora, os dois se enfrentam nas urnas.
Terça, Rogério Lins do MBD e Zeinha Torres (PSB) debatem o futuro de Iguaracy. Zeinha é candidato à reeleição e Rogério, nome da oposição, apoiado pelo ex-prefeito Dessoles Monteiro.
Na quarta-feira o debate reúne candidatos de Carnaíba. Anchieta Patriota (PSB), que tenta a reeleição, disputa com Gleybson Martins, do Podemos, atual presidente da Câmara de Vereadores.
E na quinta, o último Grande Debate com candidatos à prefeitura de Afogados da Ingazeira. Capitão Sidney (PSC), Sandrinho Palmeira (PSB) e Zé Negão, do Podemos se encontram no último debate, o quinto considerando os promovidos pela Rádio Pajeú, Blog do Finfa, Afogados FM e CDL.
À noite, a Pajeú ainda transmite o Último Debate com cabdidatos à prefeitura de Serra Talhada promovido pela Rádio Cultura FM.
Na série da Pajeú, além de candidato perguntando a candidato, haverá um quadro sobre temas de gestão, de perguntas feitas pelos ouvintes e também um momento com a participação do Grupo Fé e Política, que tem feito um importante debate em ligação com a Diocese de Afogados da Ingazeira.
A série será gerada para a emissora e em suas redes sociais, com destaque para o YouTube da Rádio Pajeú, com geração profissional através da Wally Filmes.
Em respeito aos ouvintes, ausências e eventuais justificativas só serão informadas na abertura do debate, com a indicação do púlpito que foi reservado para o(a) candidato (a) faltoso (a).
A Rádio Pajeú, que formatou o modelo dos debates, é emissora da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, ligada à Diocese de Afogados da Ingazeira.
A emissora tem apelado para que os encontros sejam rigorosamente propositivos, em respeito à sociedade do Pajeú.
O suporte técnico tem Wally Filmes, WN Empreendimentos, Júnior e Emanuel Sonorização, Bruno Chateubriant Comunicação Visual, Roberto Gouveia, Cláudio Gomes e Rádio Cidade FM.
A Justiça acatou o pedido do Ministério Público e converteu a prisão em flagrante por preventiva contra Gesualdo Pereira da Silva Neto, o Júnior do Gás. Ele guiava sob efeito de álcool o carro que atropelou a senhora Maria do Socorro Oliveira, 89 anos, na Rua Antônio Rafael de Freitas, em Afogados da Ingazeira. A […]
A Justiça acatou o pedido do Ministério Público e converteu a prisão em flagrante por preventiva contra Gesualdo Pereira da Silva Neto, o Júnior do Gás.
Ele guiava sob efeito de álcool o carro que atropelou a senhora Maria do Socorro Oliveira, 89 anos, na Rua Antônio Rafael de Freitas, em Afogados da Ingazeira.
A Polícia Civil tratou o caso como delito de trânsito, mas o Ministério Público, através da promotora Carolina Rangel, entendeu tratar-se de crime mais grave, tentativa de homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco ao beber e dirigir.
Diz o juiz Bruno Querino Olímpio: “Diante desses elementos, entendo que há necessidade de se garantir a ordem pública, fundamento do art. 312 do CPP, diante do modus operandi no cometimento do crime, pois o autuado, de forma livre e consciente, ao dirigir sob o efeito de álcool, se colocou em total estado de embriaguez, assumindo assim o risco de produzir o resultado, o que provocou o evento com a vítima, pessoa idosa com 89 anos de idade. Somado à embriaguez, verificou-se, pelas provas trazidas no APF, que o agente adotou comportamentos que acentuaram o potencial de dano, revelando que ele assumiu o risco de causar o resultado final (dolo eventual), uma vez que, além de embriagado, vinha em alta velocidade e não prestou qualquer socorro à vítima.
Assim, o caso posto denota gravidade concreta da situação, revelada através de tentativa de homicídio, da condução sob efeito de álcool e em velocidade incompatível, sobretudo em rua movimentada da cidade e no instante de entrar em rua estreita, conforme vídeo anexado ao feito, o que impõe o necessário resguardo da ordem pública com a custódia do acusado”.
E converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.
Mais cedo, uma filha de Júnior lamentou o ocorrido e disse que o pai sofria de alcoolismo, mas que “deveria pagar pelo que fez”. A idosa segue em observação com quadro estável, aguardando resultados de exames. Teve lesões no corpo. Mas ter sobrevivido dada a idade e circunstâncias é tido como um milagre.
Nova marchinha do Japonês da Federal por thevideos11 Sucesso musical do Carnaval, a marchinha Japonês da Federal acaba de ganhar uma nova versão. A música, que ajudou a popularizar a figura do agente Newton Ishii que ficou conhecido por participar das conduções da Operação Lava Jato, agora tem versos que falam da prisão do policial […]
Sucesso musical do Carnaval, a marchinha Japonês da Federal acaba de ganhar uma nova versão. A música, que ajudou a popularizar a figura do agente Newton Ishii que ficou conhecido por participar das conduções da Operação Lava Jato, agora tem versos que falam da prisão do policial preso na terça (7), em Curitiba, por facilitação de contrabando.
A letra original, que falava de um cidadão comum que era acordado surpreendido pelo policial japonês, foi substituída por versos sobre a prisão de Newton Ishii. “Ai, meu Deus, me dei mal. Bateu à minha porta o Japonês da Federal” virou o “Ai, meu Deus, se deu mal. Foi preso em Curitiba o Japonês da Federal.”
A nova música ainda lembra que em tempos de sucesso, o agente “acordava o povo no susto. Raiava o dia já era xadrez” em substituição às frases “Dormia o sono dos justos/Raiava o dia era quase seis. Mas agora o japonês foi enquadrado e agora ele está em cana lá no Paraná.
A versão foi feita na manhã desta quarta (8) pelos compositores Thiago de Souza, Dani Battistonni, Jabolinha, Gustavo Moscardini e Tigrão. Juntos eles formam o grupo Marcheiros, que se especializaram em fazer sátiras em cima do noticiário político. “Esse desdobramento é a cara do Brasil. Criamos heróis imaginários que são destruídos pela realidade”, diz Thiago de Souza, autor da letra.
A marchinha Japonês da Federal foi um fenômeno do Carnaval. Viralizou na internet, foi executada nos blocos do Rio e São Paulo, ganhou enquete no UOL, concurso na rádio CBN, virou camiseta e até máscara. “Ele era aquela figura estereotipada que estava prendendo pessoas importantes. E ganhou uma áurea de super-herói, mas é mais um Macunaíma”, diz Thiago, referindo-se ao anti-herói de Mário de Andrade.
Os Marcheiros já fizeram músicas sobre a presidente afastada Dilma Rousseff, o presidente interino Michel Temer, o ex-presidente Lula, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, e os senadores Romero Jucá e Aécio Neves. “Não temos lado. Fazemos crônicas musicadas sobre o tudo o que acontece. O humor na música é a nossa forma de indignação”, diz Thiago.
Para o compositor, o Japonês da Federal não será o único a ir em cana. “Muitos outros ex-heróis também terão o mesmo fim”, diz ele, pronto para escrever as próximas músicas.
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