Helicóptero da PF leva EPI’s para posto em Serra Talhada
Por Nill Júnior
Curiosos chegaram a pensar que era fechamento de BR
Na manhã de hoje (20) vários motorista foram surpreendidos pelo pouso de um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal no meio da BR 232 em frente ao posto da PRF no município de Serra Talhada, sertão de Pernambuco.
Alguns curiosos gravaram vídeos e espalharam nas redes sociais, desinformando a população de que aquele pouso era para fechar a BR 232 por causa das barreiras de contenção contra o Coronavirus.
Segundo informações obtidas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), visando a segurança dos policiais que ficam expostos a grandes riscos devido a pandemia do Covid-19, enviou a aeronave ao interior para entregar, de forma emergencial, os EPI’s (equipamentos de proteção individual) nos postos da PRF.
Por André Luis Aconteceu na manhã desta quinta-feira (17), no Cine Teatro São José, a cerimônia de diplomação dos eleitos no pleito municipal de 2020 em Afogados da Ingazeira. Foram diplomados, além do prefeito eleito, Sandrinho Palmeira (PSB) e o vice-prefeito, Daniel Valadares (MDB), os vereadores: Rubinho do São João (PSD); Sargento Argemiro (PSD); Reinaldo […]
Aconteceu na manhã desta quinta-feira (17), no Cine Teatro São José, a cerimônia de diplomação dos eleitos no pleito municipal de 2020 em Afogados da Ingazeira.
Foram diplomados, além do prefeito eleito, Sandrinho Palmeira (PSB) e o vice-prefeito, Daniel Valadares (MDB), os vereadores: Rubinho do São João (PSD); Sargento Argemiro (PSD); Reinaldo Lima (PSB); Douglas Eletricista (PSD); Vicentinho (PSB); Cícero Miguel (PSB); Raimundo Lima (PSB); Gal Mariano (PDT); Edson Henrique (PTB); Ericson Torres (PSD); Cancão (MDB); César Tenório (PDT) e Toinho da Ponte (Podemos).
No último sábado (15), o deputado estadual Diogo Moraes realizou uma carreata que atraiu cerca de 1 mil motos e 300 carros, segundo a organização. O parlamentar percorreu cerca de 10 quilômetros em Brejo da Madre de Deus, Agreste pernambucano, ao lado de Rubinho Nunes, liderança política da região, do vereador do município, Wagner Bolão, […]
No último sábado (15), o deputado estadual Diogo Moraes realizou uma carreata que atraiu cerca de 1 mil motos e 300 carros, segundo a organização.
O parlamentar percorreu cerca de 10 quilômetros em Brejo da Madre de Deus, Agreste pernambucano, ao lado de Rubinho Nunes, liderança política da região, do vereador do município, Wagner Bolão, e de Pedro Campos, que participou representando o candidato a deputado federal João Campos.
“Seja no Tambor, Caldeirão lá em Mandaçaia onde levamos água. Nós somos reconhecidos por aqui pelo que fizemos, como na área da saúde, na área da educação com a Escola Técnica. Também na área da segurança, onde trouxemos efetivos e diminuímos a violência. Sem falar da questão hídrica, onde Brejo seria a última cidade a ser beneficiada com água”, disse o deputado.
No início da noite, antes de partir para Brejo, Diogo esteve no distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte, onde participou de adesivaço e carreata ao lado do prefeito Ivanildo Lero, do deputado federal Ricardo Teobaldo, vereadores do município.
Mais cedo, a agenda do deputado teve início em Caruaru, onde almoçou com os amigos Gel, Toinho do Pará, vereador de Santa Cruz do Capibaribe, amigos e lideranças políticas.
Na sexta-feira, Diogo esteve em Sertânia, onde participou das comemorações ao Dia da Independência, prestigiando o Desfile Cívico de Rio da Barra, distrito do município, ao lado do prefeito do município Ângelo Ferreira, dos vereadores Tadeu Queiroz, Washington Passos, Mundico e Cândido Rocha, além do ex-vereador Jesus Passos.
O relator das contas da Prefeitura do Recife, conselheiro Carlos Porto, enviou um “alerta de responsabilização” ao prefeito Geraldo Júlio (PSB), sobre a necessidade de maior transparência nos gastos do Recife e nos repasses às organizações sociais da saúde, no enfrentamento da covid-19. Carlos Porto foi informado da expedição de recomendação do Ministério Público Federal […]
O relator das contas da Prefeitura do Recife, conselheiro Carlos Porto, enviou um “alerta de responsabilização” ao prefeito Geraldo Júlio (PSB), sobre a necessidade de maior transparência nos gastos do Recife e nos repasses às organizações sociais da saúde, no enfrentamento da covid-19.
Carlos Porto foi informado da expedição de recomendação do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público de Contas (MPCO), dirigida na semana passada ao prefeito do Recife, cobrando transparência dos gastos da covid-19 que, segundo análise do Ministério Público, estaria “deficiente e incompleta”.
Após análise do procurador Cristiano Pimentel, do MPCO, o relator Carlos Porto considerou que o TCE também deveria acompanhar o integral cumprimento das recomendações pela Prefeitura do Recife e determinou a notificação, em “alerta de responsabilização”, do gestor do Recife.
Carlos Porto informou ao prefeito que o eventual descumprimento das recomendações do MPF e MPCO será item no processo de prestação de contas do gestor, em 2020, sob sua relatoria.
“O eventual descumprimento das recomendações pode levar a parecer pela rejeição de contas e nota de improbidade no TCE”, disse o procurador Cristiano Pimentel, do MPCO.
O prefeito Geraldo Júlio e a Controladoria Geral do Município foram informados por ofício, nesta terça-feira (12).
RECOMENDAÇÕES
Na recomendação, expedida na semana passada, MPF e MPCO cobraram da Prefeitura do Recife e da Secretaria Municipal de Saúde que “seja dada transparência às contratações e aquisições realizadas para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus, além de transparência na aplicação dos recursos repassados às organizações sociais da saúde (OSS), que estão responsáveis, por exemplo, por hospitais de campanha”.
A recomendação foi assinada pelos procuradores do MPF João Paulo Holanda Albuquerque, Rodrigo Tenório e Silvia Regina Pontes Lopes, pela procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, e pelo procurador Cristiano Pimentel.
MPF e MPCO destacaram que recente lei municipal, sobre gastos com a covid-19, violam publicidade e transparência.
Segundo o MPF e MPCO, quando expediram as recomendações, a página do Portal da Transparência da covid-19 do Recife “não estava sendo alimentada satisfatoriamente nem apresenta transparência útil”.
A recomendação do MPF e MPCO para a Prefeitura fixou prazo de dez dias úteis para que MPF e MPCO sejam informados sobre o acatamento. Em caso de descumprimento, segundo o MPF, poderão ser adotadas as medidas administrativas e judiciais cabíveis contra o Governo do Estado.
O presidente Lula se recuperou mais rápido do que o esperado da cirurgia realizada na sexta e recebeu alta no fim da tarde de hoje. A data inicial prevista pelos médicos era terça-feira. Ainda que as sessões de fisioterapia foram sem auxílio, nas primeiras semanas ele vai precisar de auxílio para caminhar e usar andador, […]
O presidente Lula se recuperou mais rápido do que o esperado da cirurgia realizada na sexta e recebeu alta no fim da tarde de hoje.
A data inicial prevista pelos médicos era terça-feira. Ainda que as sessões de fisioterapia foram sem auxílio, nas primeiras semanas ele vai precisar de auxílio para caminhar e usar andador, muletas ou bengalas.
Na hora de deixar o hospital, o presidente saiu pelos fundos. O motivo da decisão, mesmo com estrutura montada para a imprensa, não foi informado.
O dispositivo que Lula vai usar para andar durante a recuperação gerou polêmica porque o presidente disse que não desejava ser fotografado com andador. Integrantes de associações de pessoas com deficiência e políticos protestaram.
A frase de Lula foi explorada politicamente. A situação ganha maior repercussão ainda porque a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem atuação e simpatia de pessoas com deficiência.
Lula está no Palácio da Alvorada e não há informação sobre a data quando volta ao trabalho. Às 17h, o perfil oficial do presidente no X (antigo Twitter) publicou que Lula já estava na residência oficial da presidência da República. O petista agradeceu as orações e mensagens positivas.
A Aliança Medicinal, associação de pacientes de Cannabis medicinal, recebeu a sentença judicial que autoriza o cultivo da Cannabis sativa como insumo para produção de medicamentos destinados aos seus associados. A sentença, assinada pela Juíza Federal Titular da 7ª Vara/PE, Amanda Torres de Lucena Diniz Araujo, determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), […]
A Aliança Medicinal, associação de pacientes de Cannabis medicinal, recebeu a sentença judicial que autoriza o cultivo da Cannabis sativa como insumo para produção de medicamentos destinados aos seus associados. A sentença, assinada pela Juíza Federal Titular da 7ª Vara/PE, Amanda Torres de Lucena Diniz Araujo, determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não imponha as exigências das resoluções de sua Diretoria Colegiada (RDC nº 327/2019 e RDC nº 658/2022), destinadas à indústria farmacêutica, à associação canábica.
A sentença, emitida na última sexta-feira (20), traz segurança jurídica para a Aliança que, desde 2023, operava sob liminar favorável do Tribunal Regional Federal da 5a. Região que, diante da necessidade de medicamentos à base de cannabis, expressa pelos associados, assegurou o direito à produção própria. “A Aliança consolidou seu trabalho nos últimos anos respaldada pela liminar, também da Justiça Federal, e vem recebendo novos associados todos os dias em busca dos tratamentos com a cannabis medicinal. Agora com a sentença,nossa associação pode continuar fornecendo seus medicamentos para os atuais e novos associados ainda mais respaldada”, declarou o diretor executivo da Aliança Medicinal, Ricardo Hazin Asfora, engenheiro agrônomo que desenvolveu o sistema de cultivo indoor da planta.
Avanço legal e social
A decisão significa ainda que a proteção ao direito à saúde, determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), e cumprida pela Anvisa no último dia 28 de janeiro com a regulamentação de todas as etapas de produção da cannabis para fins medicinais no Brasil, traça um novo cenário para a vida dos pacientes. “A magistrada destacou que a Aliança atende seus associados sem registro de intercorrências, considerando esse dado um forte indicativo de segurança. Também foi reconhecido o esforço contínuo para organizar processos, garantir controle de qualidade e atuar com responsabilidade”, observa Rafael Asfora, advogado da Aliança Medicinal.
Hélida Lacerda, presidente da Aliança Medicinal e Ricardo Hazin Asfora, diretor Executivo da Aliança Medicina / Fotos: Rebeca Freitas
Para a presidente, Hélida Lacerda, o resultado jurídico é um reconhecimento do direito à saúde e ao uso terapêutico com respaldo médico. “Este é o propósito que me levou a unir pacientes, mães e familiares que já não tinham mais esperança com tratamentos convencionais para diversas doenças, e precisavam usar o óleo medicinal. Enfrentamos riscos, até de prisão, mas contamos com a sensibilidade de médicos pesquisadores, que já prescreviam a cannabis, e seguimos em frente. Hoje temos a garantia de que não vai faltar o óleo para o tratamento de todos”, destaca.
Na sentença, a juíza federal determinou que a Anvisa continue acompanhando as atividades da Aliança, o que reforça mais ainda a qualidade e a segurança dos medicamentos produzidos. “É uma decisão de mérito amplamente fundamentada”, completa o advogado.
“Fomos reconhecidos pelo esforço em cumprir as principais determinações da Anvisa, mesmo não sendo uma indústria. Fazemos de tudo para produzir e dispensar medicamentos de qualidade, com supervisão técnica e legalizada. É num trabalho sério e estruturado que vem sendo desenvolvido por nossa associação, desde o cultivo da cannabis até a entrega do medicamento ao associado”, afirma Asfora.
Sandbox regulatório
A regulamentação aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa, em janeiro passado, abriu um espaço legal para que as associações canábicas como a Aliança possam produzir os medicamentos com os princípios ativos da planta, conhecida como maconha, com segurança jurídica – desde que cumpram as exigências sanitárias da Agência.
Conhecido como Sandbox regulatório, este espaço permite que as regras da regulamentação sejam adotadas de forma experimental, podendo ser alteradas e adequadas à realidade das associações de pacientes e instituições de pesquisa. “O sandbox regulatório representa um reconhecimento de que as associações de pacientes já desempenham um papel essencial no acesso à cannabis medicinal no Brasil”, resume a advogada da Aliança Medicinal, Lyane Menezes.
No caso da Aliança Medicinal, segundo ela, a sentença deixa claro que é possível conciliar controle sanitário, qualidade e responsabilidade sem aplicar, de forma automática, regras pensadas para a indústria farmacêutica. “Trata-se de um modelo que permite à Anvisa aprender com a realidade concreta dessas entidades, ao mesmo tempo em que garante o direito fundamental à saúde e preenche uma lacuna histórica deixada pelo Estado”, complementa.
Sobre a Aliança Medicinal
A Aliança Medicinal é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em Olinda, Pernambuco, para atender pacientes que possuam prescrição médica e laudo para tratamento com medicamentos à base de Cannabis.
Qualquer pessoa que tenha indicação médica formal pode solicitar sua associação, observados os critérios administrativos e sanitários exigidos. O vínculo associativo é gratuito e permite o acesso regular aos medicamentos produzidos com supervisão técnica, rastreabilidade e padrões de qualidade compatíveis com as exigências regulatórias aplicáveis às associações.
O modelo associativo foi estruturado para ampliar o acesso: ao produzir diretamente para seus associados, a entidade consegue oferecer medicamentos a custo significativamente inferior ao de produtos importados ou industrializados, sem comprometer controle de qualidade, acompanhamento técnico ou conformidade sanitária.
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