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Heleno Mariano diz que chance de André de Paula continuar na Frente Popular é de 0%

Por André Luis

Ainda segundo o ex-presidente do PSD de Afogados, PSB deve perder mais nomes

Por André Luis

O coordenador da Ciretran de Afogados da Ingazeira e ex-presidente do PSD municipal, Heleno Mariano, revelou nesta terça-feira (3) ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que não foi nenhuma surpresa o desenrolar da história envolvendo o deputado federal e presidente do PSD de Pernambuco, André de Paula, que já é tido por toda a imprensa como rifado da vaga do Senado pelo PSB.

“Há noventa dias tive uma conversa com o deputado André de Paula no Recife e eu disse a ele que acreditava que esse quadro poderia acontecer, o que realmente aconteceu. O deputado achava que podia ser escolhido pela Frente Popular e na verdade não foi, o cenário que eu vejo, até porque eu digo o que eu penso, o que eu imagino do que eu conheço de política, o PSB em Pernambuco não está bem. A verdade é essa”, afirmou Heleno.

Heleno disse que está vendo as pessoas se afastando do partido e o cenário que desenha é de que deve se perder muito mais. “E isso tudo em função de uma falta de articulação maior para as pessoas que participam do governo que trabalha no governo. Porquê, na verdade, é mais gente para dizer que tá tudo muito bem porque tá comendo alguma coisa e sem dizer a verdade”, avaliou.

Ele avalia ainda que não tem sentido o PT não indicar o nome para o Senado. “Como é que o PT, o partido que todo mundo aposta que Danilo tem que tá perto de Lula, junto de Lula, tem que estar com o Lula vai ficar sem ninguém na chapa? Não tem o menor sentido”, disse.

Heleno disse que a chance de André de Paula Continuar na Frente Popular é de zero porcento. Segundo ele, a prova é a forma como o deputado anunciou a sua pré-candidatura.

“Ele está no grupo, quem tem que anunciar é o grupo. Quando anunciaram o deputado Danilo Cabral como pré-candidato a governador foi convocado a imprensa, todas as lideranças políticas do estado de Pernambuco, o governador estava presente, a vice-governadora Luciana, o prefeito da capital, toda a bancada federal, bancada estadual foi um evento grande. E para se lançar um candidato a senador é um evento também, porque é um nome representativo na chapa”, observou Heleno.

Mariano ainda revelou que soube que ainda deve sair muita gente da Frente Popular, inclusive prefeitos da região do Pajeú.

“Conheço prefeito aqui da região que eu acho que também sai. Agora, tem muita gente esperando não é nem uma definição, mas convênio que está pendurado. Está só esperando, quando bater na conta tem um bocado de gente que eu acho que corre. É o que a gente escuta onde eu convivo”, revelou.

Sobre como deve se comportar o grupo do PSD em Afogados da Ingazeira que tem quatro vereadores eleitos na Frente Popular (Rubinho do São João – presidente da Câmara e presidente do partido no município; Erickson Torres, Sargento Argemiro e Douglas Rodrigues) caso André de Paula confirme a saída da Frente Popular, Heleno disse que o grupo vai fazer uma avaliação ver que destino ele vai tomar e conversar.

A princípio, eu particularmente, voto nele em qualquer circunstância, para governador voto em Danilo Cabral”, afirmou.

Outras Notícias

O Blog e a História: um ano da rota Serra Talhada-Recife

Como alguém que acompanhou toda a saga e luta de autoridades e instituições para que o Aeroporto Santa Magalhães pudesse operar voos regionais começando por Recife, foi um orgulho ser o primeiro jornalista a experimentar essa rota. E já faz um ano. Foi em 13 de novembro de 2020. O voo 5366 da Azul partiu […]

Como alguém que acompanhou toda a saga e luta de autoridades e instituições para que o Aeroporto Santa Magalhães pudesse operar voos regionais começando por Recife, foi um orgulho ser o primeiro jornalista a experimentar essa rota.

E já faz um ano. Foi em 13 de novembro de 2020. O voo 5366 da Azul partiu de Recife às 15h36, por conta do tráfego aéreo. Antes, no embarque, era possível ver os funcionários da companhia ainda se adaptando à rota, com um mais inteirado dando explicações para os que assumiam a responsabilidade de embarcar os passageiros.

O voo partiu com oito dos nove lugares ocupados, uma boa notícia. Prova da importância da rota é que dentre os passageiros, pessoas a negócios, sertanejos que retornavam à região e senhoras como dona Ana Pereira, de São José do Belmonte, que voltava para casa sem a preocupação com as sete ou oito horas que a levariam de carro. “Foi a melhor coisa que fizeram com esse voo”.

No meu caso por exemplo, depois do debate da Cultura FM, que ocorreu numa quinta, tinha agenda médica inadiável e visita à nova sede da Asserpe, que passa por mudanças importantes.

Depois de ir a Recife no busão da Progresso, o retorno de Azul com o Cessna Gran Caravan. Uma mão na roda pra quem precisava de uma noite de sono para o fim de semana das eleições.

Claro, muitos queriam saber sobre o voo. Garanti que é, na definição de quem nunca tinha experimentado esse tipo de aeronave, uma experiência deliciosa. Como amigos e pais de pilotos haviam me relatado, um voo para apreciar a vista.

Isso também pela eficiência dos pilotos Isis Tavares e Emílio Mansur. Trouxeram o asa dura na ponta dos dedos. De baixa altitude e velocidade média, o “trator dos céus” como é chamado pela robustez, favorece uma visão de cidades, regiões montanhosas, rios que cortam a rota com uma nitidez impressionante.

Ao menos nesse voo – cada voo uma história – não houve episódios de grave turbulência. Ao contrário, um trajeto suave até a chegada em solo serra-talhadense. Uma hora e meia de uma bela experiência. O valor da passagem oscila entre R$ 220 e R$ 350. Esse valor oscila para mais ou menos a depender da data de reserva e outros fatores.

Veja: Mandetta balança mas não cai

Veja O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, balançou forte nesta segunda-feira, 6, mas não irá cair, ao menos por ora. O presidente Jair Bolsonaro já tinha se decidido pela exoneração do principal nome do governo no combate ao coronavírus, mas no final da tarde foi convencido por militares, como os ministros Walter Braga Netto (Casa Civil) e Luiz […]

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Veja

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, balançou forte nesta segunda-feira, 6, mas não irá cair, ao menos por ora. O presidente Jair Bolsonaro já tinha se decidido pela exoneração do principal nome do governo no combate ao coronavírus, mas no final da tarde foi convencido por militares, como os ministros Walter Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Governo), de que a melhor decisão seria manter o ministro por enquanto.

A possibilidade de exoneração, no entanto, continua forte. Mandetta bateu de frente com Bolsonaro principalmente por causa da questão da quarentena ampla, que o ministro e as principais autoridades de saúde do mundo defendem, entre elas a Organização Mundial da Saúde (OMS), que lidera os esforços mundiais de combate à pandemia. Bolsonaro prefere flexibilizar o isolamento social por acreditar que a adoção da quarentena vai “quebrar” a economia do país e provocar caos social, o que pode ferir de morte o seu governo.

O deputado federal Osmar Terra, ex-ministro da Cidadania, a imunologista e oncologista Nise Yamaguchi, diretora  do Instituto Avanços em Medicina, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, são apontados como favoritos a ocupar o cargo. Terra, inclusive, já teria ligado para alguns governadores para anunciar a decisão do presidente.

Terra, que foi ministro da Cidadania até fevereiro deste ano, tem defendido nos últimos dias posição contrária à de Mandetta na questão do isolamento social – alega que a medida não resolve e pode prejudicar a economia, mesma tese defendida pelo presidente.

Barra Torres também pensa como Bolsonaro e chegou a acompanhá-lo no dia em que ele cumprimentou apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada durante as manifestações de 15 de março. Já Yamaguchi é defensora do uso da cloroquina no tratamento do coronavírus – Bolsonaro é um entusiasta da ideia

Moro presta depoimento à Polícia Federal neste sábado em Curitiba

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai prestar depoimento neste sábado (2) na Polícia Federal, em Curitiba (PR). Moro será questionado sobre as acusações de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. A informação é de Camila Bomfim/TV Globo. As acusações foram […]

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai prestar depoimento neste sábado (2) na Polícia Federal, em Curitiba (PR). Moro será questionado sobre as acusações de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. A informação é de Camila Bomfim/TV Globo.

As acusações foram feitas pelo ex-ministro quando ele anunciou sua saída do governo, há uma semana.

O depoimento foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, que preside a investigação.

Nesta quinta-feira (30) Celso de Mello determinou que Moro fosse ouvido em 5 dias, atendendo a pedido de parlamentares. O prazo anterior dado pelo ministro era de 60 dias.

O inquérito foi autorizado pelo STF e vai investigar se as acusações de Moro são verdadeiras. Se não forem, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

Em Petrolina, Paulo Câmara visita 2º BIESP

Em visita ao Sertão do São Francisco, nesta quarta-feira (05.09), o governador Paulo Câmara visitou as instalações do 2º Batalhão Integrado Especializado de Policiamento (BIESP), localizado neste município. Inaugurado no último mês de julho, a unidade, que conta com um efetivo de 200 homens e mulheres da Polícia Militar de Pernambuco. “A implementação do 2º […]

Em visita ao Sertão do São Francisco, nesta quarta-feira (05.09), o governador Paulo Câmara visitou as instalações do 2º Batalhão Integrado Especializado de Policiamento (BIESP), localizado neste município.

Inaugurado no último mês de julho, a unidade, que conta com um efetivo de 200 homens e mulheres da Polícia Militar de Pernambuco. “A implementação do 2º BIESP fez parte do nosso planejamento de reforçar a atuação da nossa polícia, com a atuação de especializadas que só víamos no Recife. Agora, temos BIESP aqui e em Caruaru, proporcionando mais segurança para os cidadãos”, afirmou Paulo Câmara.

A unidade especializada segue o modelo de atuação do 1º BIESP, implantado em Caruaru, no Agreste Central, contemplando a atuação das operativas especializadas do BPChoque, Radiopatrulha, Motopatrulhamento (Rocam), Policiamento de Trânsito e Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

O BIESP é responsável por prevenir e combater crimes de tráfico de drogas, assaltos, porte ilegal de armas, desarticulação de grupos de extermínio, entre outros, sendo realizado patrulhamento rural e de trânsito nas rodovias estaduais do município e da região. O novo Batalhão atende a Área Integrada de Segurança 26 (AIS-26), composta pelos municípios de Afrânio, Petrolina e Dormentes, além dos municípios de Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, que pertencem à AIS-25.

Esses veículos fazem parte de um conjunto de 700 motos que foram adquiridas pelo Governo, com o intuito de reforçar a estrutura operacional da PMPE no combate à criminalidade. Destas, 625 já foram entregues. A expectativa é que, até a próxima semana, as demais motocicletas sejam disponibilizadas ao efetivo pernambucano.

Vera Magalhães anuncia saída imediata da TV Cultura após conflito

A jornalista Vera Magalhães anunciou nesta terça-feira (6), por meio das redes sociais, que deixará a TV Cultura, onde apresentava o programa Roda Viva. Segundo a apresentadora, a decisão partiu da emissora, que já havia acertado a renovação do contrato anual para 2026, mas voltou atrás. A diretora de jornalismo do canal, Marília Assef, ainda […]

A jornalista Vera Magalhães anunciou nesta terça-feira (6), por meio das redes sociais, que deixará a TV Cultura, onde apresentava o programa Roda Viva. Segundo a apresentadora, a decisão partiu da emissora, que já havia acertado a renovação do contrato anual para 2026, mas voltou atrás.

A diretora de jornalismo do canal, Marília Assef, ainda pediu que Vera permanecesse por mais quatro meses no ar. A jornalista, no entanto, recusou o convite. As informações são do Metrópoles.

“Diante da quebra de um acordo já selado presencialmente, optei por me desligar de imediato”, compartilhou.

Vera estava à frente da atração desde 2019. A próxima seria sua sétima temporada no ar, coincidindo com os 40 anos do Roda Viva e com a cobertura eleitoral. Na publicação, a jornalista relatou que a renovação havia sido acertada em reunião realizada em 10 de dezembro de 2025.

“Falei do meu desejo de coroar este ciclo virtuoso para o programa com a celebração dos 40 anos e a cobertura eleitoral. Ficou tudo acertado com a direção da emissora neste sentido e fui avisada de que seria chamada em breve para assinar o contrato”, escreveu.

O cenário mudou após voltarem a circular notas na imprensa especulando sua saída da emissora. Diante disso, Vera procurou a presidente da Fundação Padre Anchieta, Maria Ângela de Jesus, em busca de um posicionamento. Em seguida, em reunião com Marília Assef, foi informada da mudança de planos.

Leia o comunicado na íntegra:

Venho por meio desta comunicar que, por decisão da TV Cultura, deixo de apresentar o Roda Viva a partir de fevereiro.

Em reunião em 10 de dezembro de 2025, tinha acertado a renovação do meu contrato por mais um ano. Eu mesma alertei que seria importante renovar por apenas um ano e fazer a transição no programa, uma vez que esta seria minha sétima temporada.

Falei do meu desejo de coroar este ciclo virtuoso para o programa com a celebração dos 40 anos e a cobertura eleitoral. Ficou tudo acertado com a direção da emissora neste sentido e fui avisada de que seria chamada em breve para assinar o contrato.

Como isso não aconteceu até o fim do ano e voltaram a sair notas na imprensa colocando a renovação em dúvida, escrevi para a presidente da Fundação Padre Anchieta, Maria Ângela de Jesus, no último dia 2, pedindo um posicionamento.

Ela realizou uma reunião com a diretora de jornalismo, Marília Assef, que me comunicou da mudança de planos e me pediu para permanecer até abril.

Diante da quebra de um acordo já selado presencialmente, optei por me desligar de imediato.