Guarda municipal de Tabira realiza Blitze Educativa no carnaval
Por Nill Júnior
Com o objetivo de reduzir os índices de acidentes de trânsito, a Guarda Municipal de Tabira (GMT), realizou nesse domingo, 11 de fevereiro, uma Blitz Educativa.
“Nós estamos conscientizando esses condutores sobre a importância do uso do cinto de segurança, de respeitar os limites de velocidade e de não dirigir após consumir bebidas alcoólicas”, explica o comandante da Guarnição Rondas de Apoio ao Cidadão (RONDAC), GM Venceslau.
A iniciativa foi realizada em parceria com a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU). “Essas ações são boas para que as pessoas se conscientizem sobre o perigo que é beber e depois dirigir, principalmente no feriadão, em que as pessoas acabam bebendo mais”, destacou o GM Tavares, comandante da Guarnição ROMU.
Condutores aprovam a ação: como sempre ocorre nas blitz educativas, a maioria dos condutores abordados se mostraram satisfeitos ao receberem as dicas de segurança no trânsito.
O bloco Tô na Folia arrecadou mais de 350 cestas de alimentos no carnaval de Afogados da Ingazeira de 2017. Com 17 anos de tradição, prestou contas e agradeceu em nota ao blog a todos foliões e parceiros que contribuem para essa realização solidária. A doação foi feita durante a semana Santa, para entidades como […]
O bloco Tô na Folia arrecadou mais de 350 cestas de alimentos no carnaval de Afogados da Ingazeira de 2017.
Com 17 anos de tradição, prestou contas e agradeceu em nota ao blog a todos foliões e parceiros que contribuem para essa realização solidária.
A doação foi feita durante a semana Santa, para entidades como ASAVAP, Pastoral da criança, Pastoral Carcerária, Abrigo São Vicente, Conjunto Miguel Arraes, Conjunto Laura Ramos e outros bairros.
“Agradecemos de coração a todos que ajudam a 17 anos esse bloco a cada carnaval ser o maior, mais alegre, e mais solidário bloco carnavalesco do Pajeú” comentou em nota o coordenador do bloco e vereador Daniel Valadares.
O Gerente de Planejamento da Codecipe, Major Leonardo Rodrigues, falou hoje em entrevista à Rádio Pajeú sobre o atendimento a comunidades através de carros pipa, retomado esta semana. Segundo ele, são mais de 3.000 pessoas atendidas em Afogados da Ingazeira, 3.555 em Carnaíba e 1.177 em Brejinho. Uma equipe da Codecipe está no município para […]
O Gerente de Planejamento da Codecipe, Major Leonardo Rodrigues, falou hoje em entrevista à Rádio Pajeú sobre o atendimento a comunidades através de carros pipa, retomado esta semana.
Segundo ele, são mais de 3.000 pessoas atendidas em Afogados da Ingazeira, 3.555 em Carnaíba e 1.177 em Brejinho. Uma equipe da Codecipe está no município para retomada da distribuição. Atualmente, a Codecipe atua em 22 municípios. “Houve pequeno aumento na demanda em relação ao atendimento anterior”, relata.
“A Casa Militar implantou um sistema de monitoramento, que conduz água até a cisterna cadastrada com toda a viagem monitorada”. O major garantiu não haver interferência política na distribuição. “O Conselho Municipal informa as localidades”.
Segundo Leonardo, ainda não há colapsos em pontos de captação, apesar da estiagem na região há cerca de três anos. “Com a Compesa, quando necessário remanejamos os pontos de captação. Mas até o momento, situação é de tranquilidade”, garante. Denúncias ou informações à Codecipe podem ser repassadas pelo 81 3182-2493.
Falhas de gestão prejudicam estudantes. Prejuízo potencial é de R$ 4,3 milhões O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) divulga o resultado da avaliação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O objetivo foi analisar a regularidade no processo de aquisição dos alimentos pelas secretarias de educação nos estados e no Distrito […]
Falhas de gestão prejudicam estudantes. Prejuízo potencial é de R$ 4,3 milhões
O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) divulga o resultado da avaliação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O objetivo foi analisar a regularidade no processo de aquisição dos alimentos pelas secretarias de educação nos estados e no Distrito Federal e pelas prefeituras municipais; armazenamento e distribuição dos gêneros alimentícios nas escolas públicas; e a atuação dos profissionais de nutrição, dos representantes das instâncias de controle social e do gestor federal para garantir refeições de qualidade aos estudantes.
O tema foi selecionado por critérios de relevância social (para muitos alunos, a alimentação escolar constitui-se na única fonte de refeição diária); de criticidade (elevado número de denúncias recebidas); e materialidade, isto é, o volume de recursos públicos envolvidos – o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transfere, por ano, cerca de R$ 3,5 bilhões à conta do Pnae em Estados, Municípios e no DF.
O trabalho consolida ações realizadas no período 2011 a 2015, durante as 34ª, 35ª, 36ª, 37ª, 38ª, 39ª e 40ª edições do Programa de Fiscalização a partir de Sorteios Públicos, que envolveu 371 municípios, seus Conselhos de Alimentação Escolar (CAE) e 1.797 escolas, nas 26 Unidades da Federação. Os auditores analisaram um montante de R$ 161 milhões e, desse universo amostral, identificaram prejuízo potencial de R$ 4,3 milhões.
Constatações – As falhas encontradas pelo Ministério da Transparência comprometem a finalidade do Pnae, que é contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos alunos. Entre as principais irregularidades, destacam-se:
Licitações irregulares: Fragilidades na gestão administrativa das entidades executoras provocaram gastos de R$ 2,4 milhões sem a devida comprovação documental. Também foi constatada restrição à competitividade em 45 municípios e direcionamento/simulação de processo licitatório em 32 entes.
Descumprimento contratual pelos fornecedores: Fragilidades na relação entre o objeto contratado e o entregue em 24 municípios. Já sobre a aquisição de produtos alimentícios oriundos da agricultura familiar, verificou-se que 176 municípios fiscalizados não adquiriram nenhum produto ou adquiriram em percentual inferior ao mínimo exigido em lei (30%).
Despesas irregulares: No que se refere aos gastos com aquisições de gêneros alimentícios, foi identificada em 42 municípios a execução de recursos no valor de R$ 347.523,67 com itens que não possuíam relação com o objeto do Pnae (material de limpeza e produtos alimentícios proibidos ou restritos, como refrigerantes, doces e embutidos).
Superfaturamento: Fragilidades na pesquisa, orçamento e escolha dos fornecedores, tendo em vista que, em 25 municípios, as aquisições foram realizadas com valores acima da média de mercado, o que após a efetivação do pagamento gerou superfaturamento de R$ 543 mil.
Armazenagem irregular: Em 575 escolas visitadas, as instalações não estavam adequadas para garantir o bom acondicionamento dos produtos alimentícios (ausência de forro sob o telhado, de telas nas janelas, de ventilação adequada, paredes e teto com mofo e infiltrações, fiação exposta). Já em 493 escolas, foram os equipamentos que se mostraram inadequados (ausência de estantes ou armários; uso de baldes e caixas de papelão para estocar alimentos; ausência de refrigeradores e geladeiras ou, quando existentes, deteriorados).
Alunos sem merenda: Em 73 escolas, a quantidade servida aos alunos é insuficiente. Já em 156 unidades visitadas, os professores, merendeiras, diretores, pais de alunos, alunos, entre outros membros da comunidade escolar, relataram que houve períodos em que a alimentação não foi fornecida – o que além de prejudicar os estudantes, ocasionou dano ao erário de R$124.342,44. Os principais motivos foram a falta de alimentos, de condições de preparo e de merendeira.
Falta de cardápio e de higiene: Em 451 escolas as refeições foram preparadas sem base em um cardápio elaborado por nutricionista. Em 302, a alimentação é elaborada de forma inadequada (utilização de água de poço ou trazida em baldes de plástico pela vizinhança; preparo em tanques da área de serviço ou em pias quebradas e mal higienizadas; problemas no sistema de esgoto da cozinha; presença de lixeiras sem tampa e próximas à área de manipulação dos alimentos; sujidades nas paredes e bancadas).
Falta de nutricionistas: O quantitativo mínimo legal de um profissional de nutrição não estava sendo cumprido em 195, o que impacta negativamente na oferta de uma merenda escolar balanceada e de qualidade aos alunos. Além disso, 57 nutricionistas possuíam mais de dois vínculos simultâneos, o que leva a necessidade de a prefeitura verificar a compatibilidade de horários das jornadas de trabalho.
Dificuldade ao exercício do controle social: Em 223 Conselhos fiscalizados não foi elaborado planejamento das atividades para o exercício. No tocante à disponibilização pelo Município de infraestrutura adequada para o CAE exercer suas atribuições, verificou-se que em 138 não havia condições suficientes para seu funcionamento. Esses motivos geram atuação deficiente dos CAE, uma vez que não acompanham o processo de aquisição dos gêneros alimentícios, a verificação da qualidade dos alimentos, as condições de armazenagem, dentre outros aspectos.
Controle frágil: Verifica-se, portanto, que o FNDE ainda não estruturou completamente um mecanismo de controle interno administrativo que permita a detecção tempestiva de inconsistências da gestão do Pnae, o que fragiliza o controle e o monitoramento da política, além da detecção de irregularidades nas prestações de contas dos recursos já liberados.
Recomendações – O Ministério da Transparência efetuou recomendações para que o gestor federal adotasse as medidas necessárias ao saneamento das falhas verificadas, além de recomendações para a devolução dos recursos referentes aos prejuízos potenciais identificados. No entanto, até a presente data o FNDE não adotou todas as providências recomendadas.
Além de publicado na internet, o resultado do trabalho foi encaminhado ao Ministério da Educação e ao FNDE, para a adoção das medidas corretivas. O Ministério da Transparência permanece na busca conjunta por soluções e realiza sistemático acompanhamento da adoção das providências por parte dos gestores responsáveis.
Carnaíba confirmou um óbito pela doença Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta terça-feira (28), nas últimas 24h, foram notificados dez novos casos positivos, três casos recuperados e um novo óbito. Nesta terça-feira, dez cidades não registraram novos casos da doença. São elas: […]
De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta terça-feira (28), nas últimas 24h, foram notificados dez novos casos positivos, três casos recuperados e um novo óbito.
Nesta terça-feira, dez cidades não registraram novos casos da doença. São elas: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Calumbi, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito e Solidão.
Flores, Quixaba e Tuparetama não divulgaram boletim epidemiológico. Carnaíba, Serra Talhada, Tabira e Triunfo registram novos casos da doença. Carnaíba confirmou um novo óbito pela doença.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 33.280 casos confirmados, 32.587 recuperados (97,91%), 654 óbitos e 39 casos ativos da doença.
Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú nas últimas 24 horas:
Afogados da Ingazeira não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 5.465 casos confirmados, 5.391 recuperados, 72 óbitos e 2 casos ativos da doença.
Brejinho registrou dois casos recuperados. O município conta com 764 casos confirmados, 740 recuperados, 21 óbitos e 3 casos ativos.
Calumbi não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 737 casos confirmados, 732 recuperados, 5 óbitos e nenhum caso ativo da doença.
Carnaíba registrou um novo caso positivo e um novo óbito. O município conta com 2.226 casos confirmados, 2.187 recuperados, 37 óbitos e 2 casos ativos da doença.
O 37º óbito se trata de paciente do sexo feminino, 43 anos, apresentando SRAG. O óbito ocorreu no dia 25 de junho de 2021, tendo diagnóstico fechado, após investigação.
Flores não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 1.083 casos confirmados, 1.044 recuperados, 39 óbitos e nenhum caso ativo.
Iguaracy não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 835 casos confirmados, 807 recuperados, 28 óbitos e nenhum caso ativo da doença.
Ingazeira não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 462 casos confirmados, 455 recuperados, 7 óbitos e nenhum caso ativo.
Itapetim não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 1.474 casos confirmados, 1.439 recuperados, 33 óbitos e 2 casos ativos.
Quixaba não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 519 casos confirmados, 504 recuperados, 15 óbitos e nenhum caso ativo.
Santa Cruz da Baixa Verde não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 643 casos confirmados, 623 recuperados, 20 óbitos e nenhum caso ativo.
Santa Terezinha não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 1.053 casos confirmados, 1.023 recuperados, 29 óbitos e 1 caso ativo.
São José do Egito não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 2.569 casos confirmados, 2.510 recuperados, 57 óbitos e 2 casos ativos.
Serra Talhada registrou dois novos casos positivos. O município conta com 10.245 casos confirmados, 10.053 recuperados, 185 óbitos e 7 casos ativos da doença.
Solidão não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 680 casos confirmados, 677 recuperados, 3 óbitos e nenhum caso ativo.
Tabira registrou um novo caso positivo. O município conta com 2.933 casos confirmados, 2.883 recuperados, 48 óbitos e 2 casos ativos.
Triunfo registrou seis novos casos positivos e um recuperado. O município conta com 990 casos confirmados, 945 recuperados, 28 óbitos e 17 casos ativos.
Tuparetama não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 602 casos confirmados, 574 recuperados, 27 óbitos e um caso ativo da doença.
O Governo Municipal de Itapetim (PE) deu início à complementação do calçamento da Rua Professor Antônio Nunes, via que dá acesso à caixa d’água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A intervenção integra o programa de pavimentação urbana desenvolvido pela gestão municipal. De acordo com a Prefeitura, a obra está em andamento e tem como […]
O Governo Municipal de Itapetim (PE) deu início à complementação do calçamento da Rua Professor Antônio Nunes, via que dá acesso à caixa d’água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A intervenção integra o programa de pavimentação urbana desenvolvido pela gestão municipal.
De acordo com a Prefeitura, a obra está em andamento e tem como objetivo melhorar as condições de tráfego, facilitar o deslocamento de moradores e garantir mais conforto e segurança para quem utiliza a via. A expectativa é de que os serviços sejam concluídos em breve.
A iniciativa faz parte das ações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana do município, buscando atender às demandas da população e promover melhores condições de mobilidade e qualidade de vida para a população.
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