Afogados: Tô na Folia entrega alimentos arrecadados com foliões
Por Nill Júnior
O bloco Tô na Folia arrecadou mais de 350 cestas de alimentos no carnaval de Afogados da Ingazeira de 2017.
Com 17 anos de tradição, prestou contas e agradeceu em nota ao blog a todos foliões e parceiros que contribuem para essa realização solidária.
A doação foi feita durante a semana Santa, para entidades como ASAVAP, Pastoral da criança, Pastoral Carcerária, Abrigo São Vicente, Conjunto Miguel Arraes, Conjunto Laura Ramos e outros bairros.
“Agradecemos de coração a todos que ajudam a 17 anos esse bloco a cada carnaval ser o maior, mais alegre, e mais solidário bloco carnavalesco do Pajeú” comentou em nota o coordenador do bloco e vereador Daniel Valadares.
A Prefeitura de Sanharó inaugurou uma nova praça e entregou uma ambulância e uma Van especialmente equipada para quem precisa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD). A inauguração da Praça José Rodrigues da Silva, a Praça da Lingueta, aconteceu na noite da última sexta-feira (14). No sábado (15), os moradores do Distrito de Mulungu receberam […]
A Prefeitura de Sanharó inaugurou uma nova praça e entregou uma ambulância e uma Van especialmente equipada para quem precisa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD).
A inauguração da Praça José Rodrigues da Silva, a Praça da Lingueta, aconteceu na noite da última sexta-feira (14). No sábado (15), os moradores do Distrito de Mulungu receberam a ambulância que vai atender à comunidade, que também passa a contar com um médico diariamente na Unidade Básica de Saúde (UBS).
A Praça José Rodrigues da Silva, na Rua da Lingueta, conta com árvores, jardins, bancos, e rampas de acessibilidade, além de iluminação especial. Segundo os moradores do local, há mais de 12 anos eles esperam pela obra.
“Trabalhamos sempre para melhorar a qualidade de vida da população. Agora, os moradores vão contar com mais uma praça e isso significa mais qualidade de vida”, disse o prefeito Heraldo Oliveira.
O nome da praça, José Rodrigues da Silva, foi dado em homenagem a um antigo morador do local, conhecido como Zé Rodrigues, que morreu em 2010, aos 93 anos. Zé Rodrigues era agricultor e considerado um homem sábio, que gostava de ajudar. Ficou conhecido também por ter sido o primeiro evangélico de Sanharó.
Já a nova ambulância vai atender aos moradores do Distrito de Mulungu e de toda a região e a Van, com capacidade para 15 passageiros, poderá ser utilizada por todos os moradores de Sanharó que precisem deste tipo especial de transporte.
“Além da ambulância, já entregamos vários equipamentos aos moradores de Mulungu, como o novo consultório odontológico. E a partir desta semana, a UBS vai contar com um médico atendendo exclusivamente aos moradores locais”, destacou Heraldo Oliveira.
O Deputado Federal Sebastião Oliveira falou ontem em entrevista ao comunicador Francys Maya na Vila Bela FM depois de um período sem pronunciamentos depois da derrota de Socorro Brito para Márcia Conrado em novembro. Sebá não quis apontar um culpado para a derrota de Socorro e falou em “fatores” que determinaram o insucesso. Só errou […]
O Deputado Federal Sebastião Oliveira falou ontem em entrevista ao comunicador Francys Maya na Vila Bela FM depois de um período sem pronunciamentos depois da derrota de Socorro Brito para Márcia Conrado em novembro. Sebá não quis apontar um culpado para a derrota de Socorro e falou em “fatores” que determinaram o insucesso.
Só errou quando insistiu na falácia de que Carlão, como é conhecido, não foi candidato por problemas de saúde. A verdade é que o ex-prefeito, principal nome para enfrentar a petista, foi barrado na Lei da Ficha Limpa por conta de condenação por colegiado, quando a Câmara de Serra votou pela desaprovação de suas contas. Depois de seguidas derrotas jurídicas na tentativa de reverter o quadro, o grupo foi convencido de que teria que escolher outro nome.
Foi o começo do fim, pois a condução mau feita e a palavra final do próprio Carlos racharam a base do grupo, com Victor Oliveira e Marquinhos Dantas candidatos em vias independentes, Socorro Brito sendo candidata em cima da hora, dissidências para a base e o favoritismo da petista frito da aprovação de Luciano Duque. Tudo isso somado revertesse na maior vitória da história do município em favor da petista cujo palanque pelo contrário, cometeu poucos erros.
Outro fator que chamou a atenção foi a fala do Federal acenando para o bom convívio com Luciano Duque, pré-candidato a estadual e a Márcia Conrado. Chegou a falar em dobradinha com Luciano em outros municípios que não Serra Talhada e afirmou estar a disposição da prefeita de Serra Talhada para parcerias em prol do município. Em resumo, acenou com a bandeira branca.
Por Heitor Scalambrini* A reestruturação do setor elétrico brasileiro completará 27 anos em 2022. Teve início em 1995 com a lei no 8987 de 13 de fevereiro, que tratou do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. Um dos objetivos desta reforma, como diziam na época, era a criação de um mercado competitivo, […]
A reestruturação do setor elétrico brasileiro completará 27 anos em 2022. Teve início em 1995 com a lei no 8987 de 13 de fevereiro, que tratou do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.
Um dos objetivos desta reforma, como diziam na época, era a criação de um mercado competitivo, através de investimentos privados, que resultaria no aumento da eficiência dos serviços elétricos oferecidos à população, e a diminuição do preço da energia para o consumidor.
Promessa enganosa, mentirosa, pois hoje pagamos, segundo a Agência Internacional de Energia, a terceira maior tarifa de energia elétrica do mundo, e os serviços prestados são de qualidade questionável.
Hoje é evidente uma deterioração dos serviços elétricos prestados por falta de gestão, planejamento, investimentos e de organização. O que tem resultado nos preços das tarifas, pago principalmente pelo consumidor cativo (pequeno e médio consumidor industrial e residencial e serviços públicos), literalmente nas nuvens. O espírito da privatização e do neoliberalismo dos anos de 1990 foi mantido inteiramente, com suas mentirosas e enganosas justificativas de sempre.
Segundo os “especialistas (?)”, transvestidos de lobistas, aqueles mesmos que, ora estão no balcão da iniciativa privada, ora no balcão do setor público; o que impactam nas tarifas para o consumidor são: os impostos, subsídios, cobrança de outorgas em licitações, não autorização e demora de liberação para os empreendimentos energéticos, entre outros pontos. Lembrando também as acusações recorrentes feitas a São Pedro, pela falta de chuvas. Todavia tais posições devem ser refutadas, pois geralmente defendem seus próprios interesses, e de seus “patrões”, agindo como lobistas, e contra o interesse da grande maioria da população. Não vão ao ponto central da questão, obviamente.
E o ponto central são os contratos de concessão realizados na privatização. Tais contratos têm pontos extremamente favoráveis às empresas, ao concessionário, pois transferem à população todos os riscos do negócio, criando uma situação excepcional e de privilégios para as concessionárias que deveriam prestar o serviço com continuidade, qualidade e modicidade tarifária, por sua própria conta e risco.
Mas porque as distribuidoras ganham tanto dinheiro, cobrando tarifas que fogem da realidade econômica do país? Se tem dúvida, nobre leitor, veja os balancetes anuais das empresas. Cito como exemplo o grupo Neoenergia, cujo lucro líquido em 2020 foi de 2,8 bilhões de reais. A Companhia Energética de Pernambuco-Celpe, uma de suas distribuidoras, teve crescimentos de lucro líquido extraordinários. Saltou em 2018, 98,4% em relação a 2017, 62% em relação a 2019, e 20% a mais em 2020.
A resposta a esta enorme transferência de recursos para as empresas está nos contratos draconianos de privatização (contratos de concessão), reconhecidos como “juridicamente perfeitos”, garantindo que não haja a diminuição de lucros das empresas.
A noção de equilíbrio econômico-financeiro, introduzida nos contratos, funciona como mecanismo de proteção ao capital (estrangeiro) investido no setor elétrico, garantindo que tais investimentos sejam sempre muito bem remunerados. Criando no setor elétrico o “capitalismo sem risco”.
Na prática os aumentos nas tarifas das concessionárias, concedidos pela ANEEL, está previsto na lei. As distribuidoras serão ressarcidas desde que ocorra qualquer interferência que afete os preços da energia por elas adquirida. Até interferências divinas são levadas em conta. Assim é o consumidor que sempre paga, via aumento das tarifas, subsidiando a saúde financeira das empresas, e seus ganhos estratosféricos.
Os conhecidos defensores do processo de privatização, se confundem com os mesmos que querem taxar o Sol, instalar novas usinas nucleares, instalar mais e mais termelétricas a combustíveis fósseis, em nome da diversificação da matriz elétrica e da segurança energética. Escondem da população seus reais interesses, que não tem nada a ver com uma política energética sustentável, justa, democrática e de interesse nacional.
Estes mesmos “vendilhões da Pátria” propagavam (propagam) aos “quatro cantos” que com a privatização das empresas estatais, inclusive da Eletrobrás, haveria redução das tarifas e melhoria dos serviços prestados à população. E que os Estados assim poderiam (poderão) investir mais e mais nas áreas sociais, como educação e saúde, deixando para o capital privado a tarefa de ampliar e melhorar o setor. Quem não se lembra deste discurso tão presente? Quem ainda acredita neste blá, blá, blá?
Então, como únicas alternativas aos consumidores restam duas saídas. Reclamar ao Bispo de Itu, ou como cidadãos conscientes, se insurgir contra mais este descalabro que avilta seus interesses e os interesses nacionais (tudo “legal” e com a conivência dos governos).
Que não reste dúvidas. Foi a maracutaia do famigerado equilíbrio econômico-financeiro, introduzida sob encomenda nos contratos de privatização, é quem garante que as distribuidoras sempre ganhem (muito) às custas do consumidor.
Daí a necessidade de reverter esta situação com a modificação destes contratos draconianos.
A consequência desta desastrada e nefasta política no setor elétrico penaliza perversamente os consumidores que estão pagando uma conta abusiva para altos lucros de poucos, em detrimentos do prejuízo de muitos. Revisão já dos contratos de privatização das distribuidoras de energia elétrica. O resto são churumelas.
*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
Conforme prometido no seu discurso de posse, o prefeito de Solidão, Djalma Alves (PSB), divulgou nesta segunda-feira, a relação dos secretários e demais integrantes da equipe de governo. Dos secretários da sua primeira gestão, o prefeito modificou somente a Secretaria de Assistência Social, com a entrada da primeira dama, Irene Espinhara, definindo Silvia Almeida como […]
Conforme prometido no seu discurso de posse, o prefeito de Solidão, Djalma Alves (PSB), divulgou nesta segunda-feira, a relação dos secretários e demais integrantes da equipe de governo.
Dos secretários da sua primeira gestão, o prefeito modificou somente a Secretaria de Assistência Social, com a entrada da primeira dama, Irene Espinhara, definindo Silvia Almeida como Secretária Executiva de Assistência Social.
Confira a lista do secretariado e demais integrantes do primeiro escalão do governo Djalma Alves:
Secretário de Administração – Maurício Batista
Secretária de Educação – Aparecida Ramos
Secretária Executiva de Educação – Márcia Assunção
Secretária de Saúde – Damiana Alves
Secretária de Assistência Social – Irene Espinhara
Secretária Executiva de Assistência Social – Silvia Almeida
Secretário de Obras – Claudeci Paulino
Secretário de Transportes – Damião Alves
Secretário de Cultura, Turismo e Juventude – Antônio Correia
Secretária de Agricultura – Safira Luisa
Secretária de Finanças – Elizete Pereira
Tesouraria – Mônica Morais
Procurador Municipal – Juvânez Júnior
Controle Interno – Emannuelle Winni
Comandante da Guarda Municipal – José de Anchieta Júnior
Setor de Convênios – Aparecida Silva
Segundo nota, “o objetivo do gestor municipal foi dar sequência ao trabalho que vem sendo desenvolvido desde 2017, de crescimento e desenvolvimento de Solidão em diversas áreas, como saúde, educação, assistência social e outras áreas”.
Outro ponto abordado é que “importantes ações já em andamento terão continuidade e novos planos serão implementados, com investimentos para garantia de mais qualidade de vida para a população solidanense, além de otimizar os projetos previstos para os próximos quatro anos de governo”.
O prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, confirmou a ida do presidente Lula à cidade. Será terça-feira, às 15 horas. Lula visita a estação EBI 3 da Transposição do Rio São Francisco. Depois da repercussão, o gestor disse que a “data está a confirmar”. A EBI 3 estava sem funcionar desde novembro do ano passado por […]
O prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, confirmou a ida do presidente Lula à cidade.
Será terça-feira, às 15 horas. Lula visita a estação EBI 3 da Transposição do Rio São Francisco. Depois da repercussão, o gestor disse que a “data está a confirmar”.
A EBI 3 estava sem funcionar desde novembro do ano passado por anomalias no funcionamento da bomba. Após verificação, para conservação da estrutura e segurança dos trabalhadores envolvidos, foi decidida a paralisação da bomba, ocorrida em janeiro desse ano.
O trecho paralisado atende o Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
É esperado que o presidente trate também da rodovia Transnordestina.
Após ser retirado do projeto original pelo governo Bolsonaro durante o final do ano passado, o ramal Salgueiro-Suape da Transnordestina deverá ser reincluído no traçado da ferrovia. O anúncio foi realizado em maio pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, após reunião com a governadora Raquel Lyra (PSBD).
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