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Grupo preso em operação agiu contra bancos e carros fortes em Carnaíba, Triunfo, Salgueiro e Buíque

Por Nill Júnior

Cidades como Águas Belas, Ipubi, Verdejante, Tacaratu e Juazeiro-BA também foram alvos de ações da quadrilha

O  sub-chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Nehemias Falcão, apresentou nesta terça-feira, o balanço da Operação Fulni-ô, deflagrada no início do dia para prender integrantes de uma quadrilha envolvida em roubos a agências bancárias e carros-fortes, homicídios, tráfico de drogas e roubo a veículos, com atuação no Sertão de Pernambuco.

Foram cumpridos mandados nas cidades de Floresta, Serra Talhada, Salgueiro, Cabrobó, Petrolina, Trindade, Garanhuns e Bom Conselho.

Ao todo, a operação visou cumprir 43 mandados de prisão preventiva, sendo 15 referentes a presidiários e 28 de busca e apreensão domiciliar.

Um total de 112 policiais civis participam dos trabalhos, com apoio de Policiais Militares do BEPI. A operação foi coordenada pela Diretoria Integrada do Interior 2, a frente o Diretor, Delegado Bruno Vital e supervisionada pela Chefia de Polícia.

As investigações tiveram início há pouco mais de um ano e foram realizadas pela Força Tarefa de Bancos do Sertão e pelo Centro Integrado de Inteligência de Defesa Socia (CIIDS).

Integrantesde uma organização criminosa envolvida em roubos a agências bancárias e carros-fortes, homicídios, tráfico de drogas e roubos de veículos são o alvo da operação Fulni-ô, deflagrada na manhã desta terça-feira (13), pela Polícia Civil de Pernambuco (PCPE). Segundo a corporação, o grupo tem atuação predominante no Sertão do Estado. As investigações tiveram início há pouco mais de um ano.

Segundo Nehemais Falcão, o grupo operava nos estados de Pernambuco, Paraíba, Bahia e Ceará.

O grupo foi responsável por explosões a bancos em Águas Belas, Buíque,  Missão Velha, Terra Nova, Ipubi, Carnaíba e Verdejante. Também agências do Bradesco em Missão Velha e Tacaratu.

Quanto a ações em carros fortes, o grupo participou das ações em Triunfo, Cabrobo, Verdejante, Salgueiro, Serrita e Juazeiro-BA. “É um grupo altamente perigoso e nocivo à sociedade. Em 2016 em Águas Belas usaram reféns”, exemplificou.

Outras Notícias

Reclamação é injusta, diz secretário estadual sobre cidades que apontam privilégio do Recife na vacinação

O secretário estadual de Saúde, André Longo, classificou como “injusta” a reclamação de prefeitos que dizem que o Recife está sendo privilegiado na divisão de doses de vacinas contra a covid-19. Enquanto a capital já vacina até profissionais de educação, há município no interior que nem sequer conseguiram vacinar idosos com 62 anos de idade. […]

O secretário estadual de Saúde, André Longo, classificou como “injusta” a reclamação de prefeitos que dizem que o Recife está sendo privilegiado na divisão de doses de vacinas contra a covid-19.

Enquanto a capital já vacina até profissionais de educação, há município no interior que nem sequer conseguiram vacinar idosos com 62 anos de idade.

Questionado em entrevista ao Passando a Limpo da Rádio Jornal sobre a reclamação dos prefeitos, Longo respondeu: “Primeiro, essa reclamação é injusta, é rinha política. Todos sabem que há critérios técnicos desde o Ministério da Saúde e que nós seguimos a risca”, afirmou o secretário.

“Nós temos uma pactuação dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), existe uma comissão de gestores, que se reúne para discutir essa divisão. Não há que se falar [em privilégios]. São críticas injustas e impróprias. É disputa política”, disse categórico.

Por outro lado, André Longo disse que os municípios são autônomos para organizar a vacinação como preferirem. “Essa mesma autonomia fez com que o prefeito de Petrolina resolvesse vacinar os garis. Em Igarassu, os guardas municipais. E, agora, no Recife, os professores. Nenhum dos três seguiu o que foi pactuado”, completou.

“Claramente, não há vacina distribuída para gari, para guarda municipal e para professor. Não há crime em vacinar professor, gari e guarda municipal. Só se coloca em uma ordem de prioridade por questões técnicas”, argumentou. “A gente refuta qualquer privilégio para qualquer cidade”, reforçou.

CPI da Pandemia e CPMI das Fake News dão início a cooperação técnica em agosto

Em agosto, a CPI da Pandemia passará a ter a colaboração técnica da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News. A intenção é investigar uma possível rede de disseminação de notícias falsas sobre temas como a eficácia das vacinas contra o coronavírus e a existência de “tratamentos precoces”. Indicados pela relatoria da comissão mista, […]

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Em agosto, a CPI da Pandemia passará a ter a colaboração técnica da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News. A intenção é investigar uma possível rede de disseminação de notícias falsas sobre temas como a eficácia das vacinas contra o coronavírus e a existência de “tratamentos precoces”.

Indicados pela relatoria da comissão mista, os técnicos vão ajudar a analisar documentos probatórios.

A parceria é fruto de requerimento do relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), aprovado em 15 de julho. Ele destaca “a notória especialização” da equipe da CPMI em averiguar as ações relacionadas às fake news no território brasileiro e considera uma linha importante das investigações apurar a existência de uma ação coordenada, quais seriam seus integrantes, sua organização e seu modo de atuação em relação à epidemia de covid-19.

Renan ressalta que já requereu da CPMI das Fake News o compartilhamento de dados relativos à temática do combate ao coronavírus e afirma que essas  informações deverão ser inseridas em seu relatório. Requerimentos nesse sentido também foram apresentados pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Pandemia.

“É importante apurar o alcance dessas notícias. Práticas com o claro objetivo de tornar o ambiente profícuo à disseminação de uma determinada ideologia política visando a sua hegemonia, bem como para o atingimento de outros objetivos ilícitos, inclusive de caráter econômico e financeiro”, argumenta Renan na justificativa de seu requerimento (REQ 949/2021).

Compartilhamento de dados
Presidente da CPMI das Fake News, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) disse à Agência Senado nesta quarta-feira (21) que, antes do pedido de liberação de uma equipe técnica pela CPI da Pandemia, a comissão mista já havia compartilhado dados e informações sobre possíveis crimes relativos à crise sanitária.

O senador pediu a sua assessoria que passasse “um pente-fino” nos dados levantados pela CPMI e afirmou estar à disposição para tratar de fatos novos.

Para Coronel, a desinformação sobre a vacinação é o principal problema relativo à pandemia de coronavírus. Ele é autor de um projeto de lei (PL 5.555/2020) que torna crime a propagação de notícias falsas sobre a eficácia da vacina ou que desestimulem a população a aderir ao programa de imunização do governo federal.

O ofício para a formalização da cooperação técnica entre as duas comissões foi recebido na terça-feira (20) pela relatora da CPMI, deputada Lídice da Mata (PSB-BA). Em nota, ela disse ter “plena certeza de que os dados já colhidos pela CPMI serão determinantes no cruzamento de informações, para identificar os autores de desinformação sobre o coronavírus”. As informações são da Agência Senado.

Com Antônio Nóbrega e maracatus, domingo é multicultural no Recife

Do G1 Uma noite multicultural, que mostra que o carnaval do Recife tem fantasias, mas tem uma variedade que vai do frevo ao samba. O domingo (7) na região central da capital teve apresentações de grupos de maracatu, tribos de índios, caboclinhos, além de shows de Antúlio Madureira, Antônio Nóbrega e Gaby Amarantos. Nóbrega já […]

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Do G1

Uma noite multicultural, que mostra que o carnaval do Recife tem fantasias, mas tem uma variedade que vai do frevo ao samba. O domingo (7) na região central da capital teve apresentações de grupos de maracatu, tribos de índios, caboclinhos, além de shows de Antúlio Madureira, Antônio Nóbrega e Gaby Amarantos.

Nóbrega já foi homenageado no carnaval do Recife em 2014 e aproveitou o show deste domingo para prestar um tributo ao Caboclinho 7 Flexas, umas das agremiações sempre presentes na folia,  e à secretária de cultura, Leda Alves. Estudioso da cultura pernambucana, o artista misturou no palco do Marco Zero o frevo, o Cavalo-marinho e outras manifestações culturais.

Genilda da Silva Corrêa, 55 anos, se encantou pelos maracatus que passaram pelo Marco Zero neste domingo. Como mora longe, lamentou não ver Antônio Nóbrega até o fim. “Minha casa é no Curado I, então ficar muito ruim ficar até tarde. Cheguei umas 15h e já deu pra curtir bastante. As apresentações de maracatu foram lindas”, relatou.

Os turistas Sônia Fagundes, 52, e Edimar Xavier, 63, vieram de Formosa, em Goiás , e só estavam interessados no show de Antônio Nóbrega. “Todo dia nós vemos a programação e avaliamos o que queremos ver. O dele não queríamos perder”, disse Sônia. Este é o oitavo ano que os dois passam o carnaval no Recife. “De manhã, vamos para Olinda e a noite ficamos aqui. Gostaríamos de ficar até mais tarde hoje, mas se fizermos isso, não dá para ir para Olinda amanhã de novo”, explicou Edimar.

Os dois tiveram que esperar uma hora a mais do que o esperado para o show de Antônio Nóbrega, que montou o início de seu espetáculo com o objetivo de prestar homenagem ao Caboclinho pernambucano, o que o público adorou e aplaudiu.

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Mais cedo, foi a vez de Antúlio Madureira, que recebeu uma cobra gigante no palco e passistas de frevo. Tatiana Lima Pereira, de 46 anos, foi justamente para ver esse show e se surpreendeu com a extensa programação. “Fico até quando aguentar. Não sabia que tinha todas essas apresentações”, revelou.

Gêmeos, João Gabriel e João Vitor Araújo, 6 anos, assistiram às apresentações de maracatu do Marco Zero bem pertinho da grade. Enquanto Gabiriel gostava do que via, Vitor tinha suas dúvidas. “É muito barulho”, apontou o menino, sobre a apresentação de um maracatu de baque solto.

Fantasias: No meio da tarde, o Bairro do Recife foi sendo tomado por crianças e adultos fantasiados. Heróis, personagens de filmes e figuras místicas foram representadas nas ruas. Famílias inteiras brincaram pelas ruas, com confete e serpentina, animadas por orquestras de frevo.

Os irmãos Anita, 8, e Heitor Barbosa, 5, não quiseram combinar as fantasias. Ela quem escolheu sua própria roupa, um vestido brilhoso, enquanto ele disse que foi vestido de Anakin Skywalker. “Quando ele ainda era do bem”, destacou o menino. As primas Maria Clara Paiva, 7 anos, e Anna Luisa Veiga, 8 anos, foram  de gueixas porque elas acham a roupa muito bonita e queriam vir combinando.

A virada de ano do super ciclista

O ciclista afogadense Cláudio Kennedy vai virar o ano em cidade próxima a Corrientes, capital da província argentina de mesmo nome. Já pedalou entre 9 e 10 mil quilômetros desde que saiu de Afogados dia 26 de setembro. “Me aproximo da fronteira com o Uruguai. devo chegar até terça-feira. Vai depender de desempenho, vento, clima. […]

O ciclista afogadense Cláudio Kennedy vai virar o ano em cidade próxima a Corrientes, capital da província argentina de mesmo nome. Já pedalou entre 9 e 10 mil quilômetros desde que saiu de Afogados dia 26 de setembro.

“Me aproximo da fronteira com o Uruguai. devo chegar até terça-feira. Vai depender de desempenho, vento, clima. Estou pegando muito vento lateral, frontal e muito sol. Lembra muito o Nordeste essa região. Ontem à sombra eram 39 graus”. Ele disse que a região onde está é voltada para o agronegócio.

Cláudio tem usado a mesma tática de sair às 4 horas da manhã para pegar clima mais ameno. “Claro que temos alguns problemas na viagem. Uma afta, uma unha encravada, sinusite que tive na Bolívia. Mas estou sendo bem acompanhado”, disse, dando como exemplo o odontólogo Bruno Senhor.

“Isso soma-se á minha experiência e ajuda de amigos que orientam”. Emocionado, ele agradeceu às orações do povo afogadense e da região. Ele deve chegar ao território brasileiro por volta do dia 10, por Rosário do Sul, Rio Grande do Sul. da fronteira até Afogados, 4.200 quilômetros. Ele ainda vai parar em Araraquara, Aparecida do Norte, São Paulo, Jequié e Feira de Santana, Bahia. Ao Cláudio, o super ciclista, Feliz Ano Novo! Veja fotos:

ASSERPE esclarece novas regras da Mídia Institucional e calendário eleitoral

Do Site da ASSERPE A partir desta semana, entram em cena algumas alterações propostas e aprovadas na Mini Reforma Eleitoral, na Emenda Constitucional 107. Uma das mais importantes para a radiodifusão é a que trata do novo formato da Mídia Institucional. Antes, a regra previa a suspensão desse tipo de publicidade dos atos governamentais nos […]

Do Site da ASSERPE

A partir desta semana, entram em cena algumas alterações propostas e aprovadas na Mini Reforma Eleitoral, na Emenda Constitucional 107.

Uma das mais importantes para a radiodifusão é a que trata do novo formato da Mídia Institucional. Antes, a regra previa a suspensão desse tipo de publicidade dos atos governamentais nos municípios três meses antes do pleito.

Com a mudança, fruto de empenho da ABERT com o apoio institucional da ASSERPE, ela é possível, com a finalidade de prevenir, prestar contas e trazer mais informações sobre as ações institucionais no combate à pandemia da Covid-19.

O Texto é claro em seu VIII :”no segundo semestre de 2020, poderá ser realizada a publicidade institucional de atos e campanhas dos órgãos públicos municipais e de suas respectivas entidades da administração indireta destinados ao enfrentamento à pandemia da Covid-19 e à orientação da população quanto a serviços públicos e a outros temas afetados pela pandemia”.

O texto diz que, “resguardada a possibilidade de apuração de eventual conduta abusiva nos termos do art. 22 da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990”. Esse item refere-se apenas ao princípio da impessoalidade. Gestores já não podiam, por exemplo, vincular seus nomes às peças institucionais, evitando desequilíbrio em casos, por exemplo, onde há candidatos à reeleição.

Outra recomendação é para que se amplie o rigor na oferta dos princípios da imparcialidade e isonomia quando as emissoras tratarem de temas ligados às eleições.

Associados receberam esta semana última uma cartilha da ABERT sobre o tema, que deve ser estudada. O jornalismo dos prefixos deve ser ainda mais fortalecido com oportunidades iguais a todos que pretendam disputar as eleições, fazendo com que a sociedade faça seu juízo.

Da mesma forma, aconselha-se evitar na linha editorial dos prefixos, críticas ou elogios exacerbados a pré-candidatos. Também observar o princípio do equilíbrio e de ferramentas como o Direito de resposta, quando pré-candidatos forem atacados por outros, por exemplo. Ideal é que essa iniciativa parta da emissora, garantindo uma condução séria, independente e imparcial.