Homem é condenado a 39 anos de prisão por homicídio em Triunfo

O Fórum Dr. Juiz Ruy Patu, em Triunfo, sediou nesta terça-feira (27) o julgamento de Derivaldo Alves, condenado a 39 anos, 5 meses e alguns dias de reclusão pelo homicídio de Higino Soares, de 65 anos.
O júri popular teve início às 8h e se estendeu até cerca das 15h, sendo aberto ao público.
O crime ocorreu no Sítio Santo Antônio, zona rural de Triunfo. De acordo com a polícia, Derivaldo invadiu a residência da vítima pela porta dos fundos, armado, após não aceitar o fim de um relacionamento. Durante a ação, ele atacou membros da família de Higino e um vizinho que tentou intervir.
Higino Soares morreu no local em decorrência dos ferimentos. As demais vítimas foram socorridas e levadas a uma unidade de saúde.
Inicialmente registrado como tentativa de homicídio, o caso foi posteriormente classificado como homicídio consumado.
O julgamento, realizado na Rua Antônio Alberto Cortês de Alencar, no bairro do Rosário, foi acompanhado por familiares, amigos da vítima e moradores da cidade.
A sentença foi proferida após horas de depoimentos e deliberações, encerrando um caso que mobilizou a comunidade local. As informações são do Baixa Verde Notícias.







O empresário Edílio Lira e membros do diretório do partido União Brasil, Hugo Rabelo e Ronaldo Muniz, entraram em contato com o Blog do Marcello Patriota, na tarde deste sábado.
O Ministério Público Eleitoral se manifestou pela impugnação da candidatura de Marcílio Pires a vereador de Tabira citando como motivo a ausência de comunicação da alteração de sua filiação partidária ao Diretório do PP e ao Juízo Eleitoral. 

Victor também bateu, afirmando que havia farra com verba de gabinete na Prefeitura. “Os gastos são de R$ 3,5 milhões por ano”, criticou. Outra crítica, que já tinha se revelado no curso da campanha, foi de que obras em Serra Talhada beneficiariam um shopping na cidade, sendo construído e tendo como de um irmão de Duque. Sobrou para Inocêncio Oliveira também, lembrado por Duque pela acusação de manter trabalho escravo no Maranhão.











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