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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Márcia Conrado e Alessandro Palmeira estão ou não fazendo campanha antecipada?

Nas duas principais cidades do Pajeú, nomes governistas que pretendem ter sucesso eleitoral em 2020 começam a ter maior exposição na mídia, nos debates, na opinião pública e acabam, por sua presença nas gestões levantando o debate: o que pode e o que não pode ser configurado como campanha antecipada?

Em Serra Talhada, a Secretária de Saúde Márcia Conrado já tem status de preferida na corrida sucessória à prefeitura da Capital do Xaxado. Mesmo os outros nomes que pleiteavam a vaga e apoio do prefeito Luciano Duque já sabem que o nome que mais tem conseguido agregar imagem, apoio e condições de encabeçar a disputa, por vários fatores é o dela.

Esta semana, Márcia foi a protagonista de uma campanha pelo Dia Internacional da Mulher, com outdoors e uma programação em que ela era o centro das atenções e participou efetivamente da maior atividade carnavalesca de Serra, na sexta posterior à festa de Momo, no Bloco As Lacraias da Pitu, com direito a fala no trio elétrico.

Em Afogados da Ingazeira, toda a orientação era a de que o vice, Alessandro Palmeira, que o prefeito José Patriota quer bancar na disputa em 2020, fosse o protagonista de todas as atividades do carnaval. Sob alegação de que Patriota havia sido orientado a se reservar no carnaval, Sandrinho circulou por todos os polos de animação e pela primeira vez, encerrou oficialmente o carnaval. A orientação nos bastidores era muito clara no sentido de levar os holofotes ao vice, para ganhar mais aliados no bloco que pretende liderar de verdade: o da disputa sucessória.

A movimentação de Márcia e Sandrinho já levantou, de maneira mais forte pela oposição no primeiro caso e mais sutil no segundo, já que ainda não há um adversário oficial e o ex-prefeito Totonho Valadares, por exemplo, permanece na Frente Popular, questionamentos sobre o uso da máquina pública em favor dessas pré-candidaturas.

Se serve de aviso aos navegantes, a legislação ainda deixa muito subjetiva a interpretação do que é e do que não é campanha antecipada. Nesse caso, como são agentes públicos, Alessandro e Márcia podem alegar que as atividades tidas como antecipação eleitoral são nada mais nada menos que atos institucionais. Nos dois casos é muito complexo, por mais evidente que seja pro cidadão comum, provar a antecipação. No caso de Sandrinho, até mais difícil, por ser o vice, primeiro  na linha sucessória do prefeito, assumindo o posto por questão de força maior.

A legislação, segundo Anna Paula Oliveira Mendes é advogada pública, Mestranda da Escola Superior de Direito Eleitoral (ESDEL), nunca definiu o que seria uma “propaganda eleitoral”, mas tão somente fixou o termo a partir do qual sua veiculação seria permitida, de modo que a definição coube ao Tribunal Superior Eleitoral.

A Lei 13.165/2015 aumentou consideravelmente o leque de ações que, realizadas no período pré-eleitoral, não caracterizam a prática de propaganda eleitoral extemporânea, mas sim atos de “mera promoção pessoal”. baste recorrer ao período pré-eleitoral do ano passado, com as campanhas de Bolsonaro e Lula correndo trecho muito antes do período legal. Como nem há pré campanha ainda, mais complexo ainda.

Os clássicos outdoors de Bolsonaro, por exemplo, foram mantidos por entendimento do TSE, mesmo fora do prazo de campanha.  Então, pra fechar a conta: Sandrinho e Márcia vão continuar fazendo o que vem fazendo e, dificilmente, terão a caminhada barrada pelo judiciário. Segue o bloco…

O recado do “dotô”

O Prefeito José Patriota disse que por recomendação médica não esteve em todos os eventos carnavalescos e se viu muito bem representado pelo vice Sandrinho. Mas, pouco antes da Festa de Momo, manteve atividades intensas na prefeitura e AMUPE, apesar do tratamento. Pra alguns, é como se tivesse dito ao médico: “mais doutor, se eu for pras atividades do carnaval Sandrinho não aparece como eu quero”. E o médico: “então, fique em casa”.

Sem saber

Não teve aparentemente a tutela do prefeito Luciano Duque a confecção de outdoors pró Márcia Conrado na campanha do Dia Internacional da Mulher. Duque teria ficado em saia justa porque vive dizendo a outros nomes que não favorece de forma alguma a Secretária de saúde. A ideia teria partido mesmo de um grupo de militantes e articuladores chamado nos bastidores de “tropa de choque” da Secretária. Duque não soube, assim, não teve como dizer se apoiava ou vetava a ideia.

Novo site

Felipe Cassimiro, o mesmo que articula os projetos do PATRIOTAS, antigo PEN, agora lançou o seu portal de notícias “Expresso do Sertão”. O site vai trazer informações de toda a a região e noticias em destaque do Brasil e do Mundo.  Faça uma visita: www.expressodosertao.com.br

Quase lá

Um vídeo do afogadense Alexandre Virgínio mostra que com mais uma boa chuva a Barragem de Brotas pode voltar a sangrar. A notícia desmonta a tese de que quando pronta a Barragem da Ingazeira dificultaria  a possibilidade de armazenamento de água da barragem em Afogados.

De novo a mais cobrada

A COMPESA foi mais uma fez o saco de pancadas da semana, com várias queixas de ouvintes que entraram em contato com a Rádio Pajeú. Além de áreas de Afogados da ingazeira, comunidades de Ingazeira, Carnaíba e Iguaracy também reclamaram. Qualquer manutenção na Adutora do Pajeú, como a anunciada dia 4 de março gera um efeito dominó. Por outro lado, nomes como o do Padre Luizinho, do Grupo Fé e Política, sob o manto da CF 2019, já se mexem para cobrar prioridade do órgão para as constantes interrupções.

Deu a luz em banheiro do Emília Câmara

Depois de meses sem denúncia grave, o Hospital Regional Emília Câmara  é acusado de negligência no caso de Rayana Silva. Ela deu à luz no banheiro da unidade com apoio da mãe depois de reclamar horas atenção, perder líquido 15 dias, contrações a cada dois minutos e estar sangrando muito, segundo seu próprio relato. Médicos e enfermeira que a atenderam não deram atenção. Os relatos são de uma cena de terror, com muito sangue, dano grave à mãe e risco de morte do bebê. A criança escapou por pouco. A Direção prometeu apurar.

Frase da semana: “Democracia só existe quando suas Forças Armadas assim o querem”.

Jair Bolsonaro, sendo Jair Bolsonaro pra quem concorda ou não.

Outras Notícias

Brasil passa a saber quem realmente é Flávio Nantes Bolsonaro

Em meu comentário desta quarta-feira (28), para o Jornal Itapuama, analisei a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil em direção aos Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. A viagem, com passagem pela Argentina e escala no Equador, ocorreu em meio a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal […]

Em meu comentário desta quarta-feira (28), para o Jornal Itapuama, analisei a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil em direção aos Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. A viagem, com passagem pela Argentina e escala no Equador, ocorreu em meio a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibia o parlamentar de deixar o país.

Abordei as circunstâncias dessa saída, as informações desencontradas divulgadas por aliados do senador e os questionamentos que surgem diante do descumprimento da decisão judicial.

Também retomei as investigações e suspeitas que envolvem o nome de Flávio Bolsonaro, incluindo episódios relacionados às chamadas rachadinhas, à aquisição de imóveis com pagamentos em dinheiro e às recentes apurações sobre operações financeiras e possíveis conexões com o grupo do empresário Daniel Vorcaro.

Outro ponto da análise foi a repercussão internacional da viagem, especialmente a relação da família Bolsonaro com setores políticos dos Estados Unidos, o possível acolhimento do senador pelo governo Donald Trump e as consequências desse episódio para a oposição brasileira.

Questionei ainda os efeitos políticos da decisão de Flávio, que havia anunciado a intenção de assumir a liderança da oposição ao presidente Lula, mas deixou o Brasil poucos dias depois do resultado eleitoral.

Mais do que a viagem em si, o episódio levanta questões sobre o comportamento de lideranças políticas diante das instituições, das investigações e das decisões da Justiça.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, meu comentário completo desta quarta-feira no Jornal Itapuama.

Fonte: Jornal Itapuama/Rádio Itapuama FM
Vídeo: Reprodução

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Veja imagens: Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA após fugir do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL), sua esposa e as filhas do casal chegaram aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) após fuga do Brasil. O avião utilizado pela família aterrissou em um aeroporto de Miami nesta manhã. Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL), sua esposa e as filhas do casal chegaram aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) após fuga do Brasil. O avião utilizado pela família aterrissou em um aeroporto de Miami nesta manhã.

Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes à Polícia Federal:

Na noite de terça-feira (27), Flávio entrou na Argentina por terra. O senador então embarcou em um avião particular com destino aos EUA. O trajeto evitou o espaço aéreo brasileiro e incluiu uma escala no Equador.

Flávio e família desembarcaram em Miami, às 10h24. O avião que transportou a família até os Estados Unidos é um jatinho particular Gulfstream G400, aterrisou no aeroporto executivo Opa-locka, em Miami, na Flórida. Ainda não havia informações, até a última atualização desta reportagem, sobre o proprietário da aeronave.

Flávio Bolsonaro também ainda não havia se manifestado. Após a aterrissagem, Flávio e a família entraram em um carro que os aguardava na saída do aeroporto, onde seguiam.

Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, vive na Flórida, mas o destino da família era desconhecido.

Estratégia de Janones na campanha de Lula inspira grupos de esquerda na França, Espanha e Argentina

A estratégia de mobilização digital utilizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser adotada por grupos de esquerda em outros países. Segundo reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta quarta-feira (28), apoiadores de lideranças políticas da França, Espanha e Argentina criaram […]

A estratégia de mobilização digital utilizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser adotada por grupos de esquerda em outros países. Segundo reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta quarta-feira (28), apoiadores de lideranças políticas da França, Espanha e Argentina criaram comunidades inspiradas no modelo brasileiro.

A principal referência é o canal de WhatsApp Exército do Lula, organizado por Janones durante a disputa presidencial. A comunidade ultrapassou 10 milhões de integrantes e se tornou uma das ferramentas de mobilização dos apoiadores do presidente no segundo turno das eleições.

O funcionamento do grupo envolve a distribuição de tarefas, o compartilhamento de materiais políticos e a realização de ações coordenadas para ampliar o alcance de publicações nas redes sociais.

Na França, simpatizantes de Jean-Luc Mélenchon, uma das principais lideranças da esquerda do país, organizaram uma comunidade chamada Les Soldats Insoumis (Soldados Insubmissos).

Posteriormente, o partido França Insubmissa (LFI) criou um canal oficial, denominado L’équipe de Mélenchon officielle (A equipe oficial de Mélenchon), que também utiliza orientações para mobilizar participantes e ampliar a circulação de conteúdos políticos.

Algumas mensagens são divulgadas em francês e português, com referências diretas à experiência brasileira.

Na Espanha, apoiadores do primeiro-ministro Pedro Sánchez, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), organizaram o grupo La fuerza de la gente (A força das pessoas).

A comunidade compartilha discursos, vídeos e imagens do primeiro-ministro. Entre os materiais divulgados estão orientações identificadas como as seis regras da estratégia digital de Janones, adaptadas à mobilização política espanhola.

Já na Argentina, integrantes da ala jovem e de setores mais à esquerda do peronismo criaram o Ejército del Peronismo (Exército do Peronismo), reunindo opositores do presidente Javier Milei.

O grupo utiliza vídeos e publicações da campanha de Lula como referências para organizar ações nas redes sociais. Os participantes recebem tarefas para divulgar a comunidade, compartilhar conteúdos e ampliar a participação de novos integrantes.

A reportagem aponta que as três iniciativas adotaram características semelhantes às utilizadas por Janones no Brasil, embora estejam inseridas em contextos políticos diferentes.

A expansão dessas comunidades ocorre após a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno presidencial de domingo (25). A mobilização digital foi uma das estratégias utilizadas pelos apoiadores do petista durante a disputa eleitoral.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro acaba de desembarcar nos EUA após fugir do Brasil

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou […]

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou o Brasil depois de uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes.

Segundo o Metrópoles, a aeronave Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertence à empresa argentina Baires Fly. O avião partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami.

A passagem de Flávio Bolsonaro pela Argentina foi confirmada oficialmente pela Direção Nacional de Migrações do país. De acordo com o órgão, o senador cruzou a fronteira pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú, às 22h50 da terça-feira (27).

Flávio estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas. As autoridades argentinas informaram que os quatro apresentaram documentos válidos e não tinham impedimentos legais para ingressar no país. Cerca de 40 minutos depois, a família embarcou no avião particular com destino ao Equador.

A viagem ocorreu após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou, na segunda-feira (26), a entrega dos passaportes do senador à Polícia Federal. A medida foi adotada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz.

O parlamentar não entregou os documentos dentro do prazo estabelecido, e a Polícia Federal realizou o cancelamento dos passaportes. Antes de deixar o país, Flávio havia afirmado publicamente que cumpriria a decisão judicial e que não pretendia sair do Brasil.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump manifestou disposição para receber o senador brasileiro e sua família. Questionado sobre a viagem, afirmou desconhecer a localização exata de Flávio, mas declarou que aprovaria sua entrada no país.

O Departamento de Estado norte-americano também informou que concederia vistos ao parlamentar e aos familiares.

A possível participação do secretário de Estado, Marco Rubio, na articulação da viagem foi mencionada pelo advogado mexicano Simón Levy, ligado ao movimento político de Trump. Segundo Levy, Rubio teria coordenado a operação para levar Flávio aos Estados Unidos. A alegação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelo governo norte-americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, diz Malafaia ao defender saída do senador do Brasil

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Queriam o quê? Que […]

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, questionou Malafaia, ao reagir às críticas sobre a viagem do senador aos Estados Unidos.

O pastor também classificou como perseguição a decisão de Moraes que determinou a entrega dos passaportes de Flávio à Polícia Federal.

“Ele não é magistrado, é um agente político no STF. Vocês queriam o que? Eu estou vendo a esquerda espernear. Queria que Flávio ficasse aqui para ser preso? Sem o devido processo legal?”, declarou.

Ao defender a decisão do senador, Malafaia acrescentou: “Está corretíssimo”.

Flávio deixou o Brasil na terça-feira (27), acompanhado da esposa e das duas filhas. A passagem da família pela Argentina foi confirmada pelas autoridades migratórias do país.

O governo dos Estados Unidos também informou que emitiria vistos para o senador e seus familiares. Segundo o Metrópoles, o presidente Donald Trump autorizou a entrada da família em território americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Danilo M. Yoshioka/Especial Metrópoles

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