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Grupo é preso por tentar fraudar concurso da Polícia Militar em PE

Por Nill Júnior
Delegado Joselito Amaral deu detalhes sobre a Operação Ponto Eletrônico (Foto: Thays Estarque/G1)
Delegado Joselito Amaral deu detalhes sobre a Operação Ponto Eletrônico (Foto: Thays Estarque/G1)

Do G1 PE

A Polícia Civil de Pernambuco desarticulou um grupo suspeito de tentar fraudar o concurso da Polícia Militar (PM), que ocorreu na manhã deste domingo (29) em várias cidades de Pernambuco.

De acordo com a corporação, a quadrilha tentou burlar o certame com a utilização de pontos eletrônicos para repassar gabaritos a uma pessoa que estava do lado de fora do prédio onde a prova era realizada. O grupo planejava atuar tanto na capital como no interior do estado. Ao todo, 13 pessoas foram presas, incluindo professores, candidatos e o líder do esquema.

De acordo com o diretor metropolitano da Polícia Civil de Pernambuco, Joselito Amaral, os professores fizeram as provas relativas às suas matérias e, faltando 15 minutos para o fim do tempo estipulado, saíram e entregaram os gabaritos para o líder, que estava dentro de um carro, em local não divulgado, no Recife.

Segundo o policial, o concurso não foi prejudicado, pois os agentes prenderam o cabeça da operação antes que pudesse repassar os gabaritos aos candidatos que seriam beneficiados com a fraude. Amaral acrescentou que a regra que estipula que os candidatos só podem deixar os locais de prova faltando 15 minutos para o fim, foi criada, justamente, para pegar esse grupo que já vinha sendo investigado.

“As famílias [dos candidatos] têm muito a lamentar. Pais e mães que estiveram aqui e presenciaram seus filhos sendo presos por fraude, justamente em um concurso de pessoas que vão tentar combater a criminalidade”, afirmou Joselito Amaral.

Os suspeitos foram pegos em várias cidades do estado, mas a maioria deles na Região Metropolitana do Recife.

Outras Notícias

Ipespe/XP: Lula cresce e vai a 46%, e Bolsonaro estabiliza com 35%

Pesquisa do Instituto Ipespe contratada pela XP Investimentos e realizada por telefone aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida eleitoral pela presidência, com 46% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL), que obteve 35%. A apuração é do cenário estimulado, quando eleitores escutam os nomes concorrentes ao […]

Pesquisa do Instituto Ipespe contratada pela XP Investimentos e realizada por telefone aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida eleitoral pela presidência, com 46% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL), que obteve 35%.

A apuração é do cenário estimulado, quando eleitores escutam os nomes concorrentes ao Palácio do Planalto. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos, Lula cresceu em relação ao último levantamento, quando registrou 43%, e Bolsonaro ficou com o mesmo percentual.

Depois, aparecem empatados tecnicamente Ciro Gomes (PDT), com 7% das intenções, e Simone Tebet (MDB), com 4%. Soraya Thronicke (União Brasil), que obteve 1%, empata com Tebet. Ciro oscilou dois pontos para baixo dentro da margem de erro — estava com 9% na pesquisa de agosto; Tebet oscilou um ponto negativo, já que havia registrado 5%. Soraya, por sua vez, não havia marcado acima de 1% anteriormente.

A pesquisa foi realizada com 2 mil pessoas entre os dias 19 e 21 de setembro a um custo de R$ 84.000,00, e possui nível de confiança de 95,5%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-08425/2022.

Djalma Nogueira adere à campanha de Marília Arraes

Nesta quarta-feira (5), o presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira (PT), aderiu à campanha de Marília Arraes ao Governo do Estado.  Djalma votou em Danilo Cabral (PSB), no primeiro turno e confirma sua decisão por não apoiar candidatos que estejam alinhados com Bolsonaro e sim com o projeto de Brasil liderado pelo […]

Nesta quarta-feira (5), o presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira (PT), aderiu à campanha de Marília Arraes ao Governo do Estado. 

Djalma votou em Danilo Cabral (PSB), no primeiro turno e confirma sua decisão por não apoiar candidatos que estejam alinhados com Bolsonaro e sim com o projeto de Brasil liderado pelo ex-presidente Lula.

“Estou com Marília Arraes no 2º Turno e com fé em Deus, buscarei junto a nossa futura governadora muitas melhorias para nossa querida Tabira, que precisa evoluir e a população ser assistida com o progresso e mais desenvolvimento.”, afirmou Djalma.

A reunião aconteceu com a presença da ex-secretária de  assistência social de Tabira Yêda Dias, do ex-prefeito Sebastião Dias e Allan Dias presidente municipal do Solidariedade.

Nesta quarta-feira, o vice-prefeito de Tabira, Marcos Crente, também anunciou apoio a Marília.

João de Maria perde base de apoio e ameaça romper com Evandro

A movimentação de bastidores na política de São José do Egito está pegando fogo. Segundo fontes ao blog, tudo porque parte da base de apoio ao atual Presidente da Câmara, João de Maria, estaria migrando de novo para o alinhamento com o bloco governista de Evandro Valadares. Dentre os que estariam na clássica “volta dos […]

A movimentação de bastidores na política de São José do Egito está pegando fogo.

Segundo fontes ao blog, tudo porque parte da base de apoio ao atual Presidente da Câmara, João de Maria, estaria migrando de novo para o alinhamento com o bloco governista de Evandro Valadares.

Dentre os que estariam na clássica “volta dos que não foram” da política, estariam Maurício de São João, Patrícia de Bacana e Gerson de Souza, realinhados com a orientação governista.

O movimento estaria isolando João de Maria, mais os já oposicionistas Albérico Thiago, Aldo da Clips, Jota Ferreira e Alberto Loló. Na conta de bastidores, oito vereadores estariam alinhados com Evandro e cinco isolados no grupo que articulou a eleição de João.

Relembre o rolo: Em 23 de novembro,  base do prefeito Evandro Valadares havia fechado o nome de Beto de Marreco  para presidir a Câmara no biênio 2021-2022.  Participaram da reunião que bateu o martelo além dos oito vereadores da base, o vice-prefeito Eclérinston Ramos, o Secretário de Saúde Paulo Jucá, mais o advogado e prefeito eleito de Ouro Velho, Augusto Valadares.

Mas pouco depois aumentou a articulação em torno do nome de João de Maria. Em dezembro, no dia 2, ele negou. Dizendo “não fazer politicalha”, o vereador confirmou que apoiaria Beto.  Clique aqui e veja sua declaração no Facebook.

Mas em 21 de dezembro tomou forma a virada de mesa, com  a nova composição da Mesa Diretora. Os vereadores João de Maria, Gerson Souza, Maurício do São João e Patrícia de Bacana, fecharam acordo para a composição da nova mesa diretora.

Pouco depois da posse, a oposição de São José do Egito acusou o bloco da Mesa Diretora, encabeçada por João de Maria, do PSB, de declarar aprovado um projeto sem a maioria absoluta de dois terços, no chamado quórum qualificado. O projeto permitia a antecipação da eleição para o segundo biênio. A Justiça derrubou a votação.

TSE nega pedido do PSDB para cassar mandato de Dilma

Do Blog da Folha A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido feito pelo PSDB para cassar o diploma da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) para o mandato iniciado neste ano. No entendimento da ministra, os tucanos apresentaram “de forma genérica supostos fatos ensejadores […]

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Do Blog da Folha

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido feito pelo PSDB para cassar o diploma da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) para o mandato iniciado neste ano. No entendimento da ministra, os tucanos apresentaram “de forma genérica supostos fatos ensejadores de abuso de poder econômico e fraude” e não apresentam “início de prova que pudesse justificar o prosseguimento de ação tão cara à manutenção da harmonia do sistema democrático”.

Ela negou o prosseguimento da ação de impugnação de mandato, apresentada pelo PSDB no dia 2 de janeiro. “Como justificado no início desta decisão, entendo que a inicial apresenta uma série de ilações sobre diversos fatos pinçados de campanha eleitoral realizada num país de dimensões continentais, sobre os quais não é possível vislumbrar a objetividade necessária a atender o referido dispositivo constitucional”, apontou a ministra.

O partido alegava na justiça eleitoral que houve abuso de poder político na campanha de Dilma, com convocação de rede nacional de rádio e televisão, manipulação na divulgação de indicadores sociais, uso indevido de prédios e equipamentos públicos para atos próprios de campanha e veiculação de propaganda institucional em período proibido.

Também era apontado suposto abuso de poder econômico com realização de gastos de campanha acima do valor limite, financiamento de campanha com doações oficiais “contratadas pela Petrobras como parte da distribuição de propinas”, entre outros. O partido solicitava que a justiça eleitoral requisitasse, entre outras coisas, cópias dos inquéritos policiais produzidos no âmbito da Operação Lava Jato.

Ao analisar o pedido do PSDB, a ministra do TSE considerou que há “elevado grau de subjetivismo” nas informações prestadas, “a demonstrar a enorme distância existente entre os fatos de que dispõem e a descrição que deles fazem”.

O despacho foi dado no último dia 4 e publicado na quarta-feira, 18, pela Justiça Eleitoral.

Arcoverde: Madalena é condenada por improbidade administrativa

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), foi condenada por atos de improbidade administrativa e multada pela realização de despesas sem licitação dos serviços de coleta, transporte e descarga de lixo no município. A sentença foi proferida pelo juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Arcoverde, Cláudio Márcio Pereira de Lima, com […]

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), foi condenada por atos de improbidade administrativa e multada pela realização de despesas sem licitação dos serviços de coleta, transporte e descarga de lixo no município.

A sentença foi proferida pelo juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Arcoverde, Cláudio Márcio Pereira de Lima, com base em Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público de Pernambuco, através do Processo nº 0004373-89.2016.8.17.0220.

Segundo a sentença, os auditores detectaram a prática de irregularidades e atos de improbidade administrativa ocorrido na gestão da prefeita no seu primeiro ano de governo, em 2013, que deu ensejo à rejeição das contas de gestão da Prefeitura Municipal pelo Tribunal de Conas do Estado de Pernambuco.

Na decisão, o juiz  diz que “os argumentos defendidos em sede de contestação pela requerida (Madalena Britto), de que teria agido dentro dos ditames legais, esclareço que, compulsando os autos, não vislumbro qualquer indício capaz de comprovar tal alegação. Desse modo, concluo, que resta devidamente comprovada nos autos a violação dos preceitos constitucionais pela requerida (Madalena), bem como a prática de ato ímprobo, plenamente caracterizado”.

No relatório, o juiz é enfático sobre o caso e diz claramente que “o caso dos autos não demonstra hipótese de caso fortuito ou força maior (para a dispensa de licitação) e sim clara ausência de planejamento, ensejando na responsabilidade da prefeita Arcoverde, Madalena Britto, em razão de sua inércia…”.

Em outro trecho da sentença condenatória, a juiz reprova com veemência a conduta da prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), no caso, dizendo claramente que “a conduta da requerida (Madalena) se mostra extremamente reprovável, uma vez que inobservou os preceitos constitucionais e legais…que regem as condutas da administração pública, em flagrante deslealdade institucional e imoralidade”.

Diante dos fatos, o juiz da 1ª Vara de Arcoverde reconheceu a prática de atos de improbidade administrativa por parte da prefeita Madalena Britto (PSB) e determina o pagamento de multa civil no valor equivalente a 5% do valor do contrato com a empresa de coleta de lixo, em valores corrigidos com juros e correção monetária. O valor não foi especificado, será apurado quando da liquidação da sentença, mas hoje ultrapassa a casa dos R$ 200 mil. Além da condenação de pagamento da multa, a prefeita ainda terá que arcar com as custas do processo. Cabe recurso.