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Governo libera dados do cartão corporativo de Bolsonaro; veja a lista de gastos

Por André Luis

Presidência gastou mais de R$ 13 milhões em hospedagens nos quatro anos de mandato; no total, gestão gastou R$ 27,6 milhões

O governo federal divulgou o detalhamento dos gastos em cartões corporativos da Presidência da República durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (veja o detalhamento abaixo).

Os dados divulgados mostram que a gestão Jair Bolsonaro gastou R$ 27,6 milhões em cartões corporativos em quatro anos. O valor inclui o cartão pessoal de Bolsonaro e, também, outros cartões usados por ajudantes de ordens e funcionários da presidência.

Os dados foram incluídos no último dia 6 no repositório de informações classificadas da Secretaria-Geral da Presidência da República e identificados nesta semana pela agência de dados públicos Fiquem Sabendo – especializada em pedidos pela Lei de Acesso à Informação (LAI). Veja gastos por categoria clicando aqui.

Outras Notícias

José Pimentel: “É desse Ariano que eu gostaria de falar, o Ariano humano, simples”

por Bruna Verlene Na tarde desta sexta (25) o Blog foi recebido por um dos mestres do teatro Pernambucano, José Pimentel. Em entrevista exclusiva, Pimentel falou sobre os desafios e o convite para dirigir “O Massacre de Angicos, a morte de Lampião”, ele falou ainda sobre sua demissão de Nova Jerusalém e sua amizade com […]

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por Bruna Verlene

Na tarde desta sexta (25) o Blog foi recebido por um dos mestres do teatro Pernambucano, José Pimentel. Em entrevista exclusiva, Pimentel falou sobre os desafios e o convite para dirigir “O Massacre de Angicos, a morte de Lampião”, ele falou ainda sobre sua demissão de Nova Jerusalém e sua amizade com Ariano Suassuna.

Pimentel como você recebeu o convite de Anildomá Williams e Cleonice para dirigir “O Massacre de Angicos” ?

Faz tempo, eu tinha vindo aqui a convite deles também para participar de um festival de teatro para ser jurado e ia dar uma oficina também, então meu conhecimento em Serra Talhada começou por aí. Um ano depois, dois anos, não me lembro mais, Domá me procura para dirigir um espetáculo dele, no começo ainda fiquei meio assim, porque eu não gosto de dirigir teatro ao ar livre, eu gosto de dirigir um texto que eu faço, porque eu já fico imaginando cenário, como vai ser isso aquilo, então era um desafio, um texto alheio, mas vim embora para cá.

Peguei um texto, fiz uma ligeira adaptação para servir, porque eu tinha que fazer um espetáculo, eu digo sempre que texto de teatro enquanto não é montado é literatura. Então, vim para cá e comecei a cuidar do espetáculo, e graças a Deus deu certo, hoje a gente já tá no terceiro ano é um sucesso e que ninguém pode negar.

Qual foi o seu maior desafio no espetáculo?

Primeiro atores que eu não conhecia, mesmo alguns atores do Recife que estavam no elenco, o elenco também já tinha sido mais ou menos arranjado aqui. Eu tive que ajeitar esse elenco, a experiência de alguns, como a Maria Bonita, a Roberta Aureliano, e outros que vinheram do Recife, mas o restante era um pessoal daqui que não conhecia esse tipo de teatro, que é um teatro dublado, um teatro ao ar livre, e a dublagem nem todo ator consegui fazer a dublagem, é um problema de ritmo, se o ator não tem o ritmo interno dele, ele dificilmente vai conseguir dublar. Mas eu tive sorte nisso, os atores daqui conseguiram.

Aí eu vim, teve um cronograma complicado, vim uma primeira vez para ensaiá-los e depois ir para o estúdio e gravar, depois tive que colocar trilha sonoras, músicas, acordes e tudo que compõe um espetáculo. E depois disso eu voltei aqui para ensaiar as marcas, já tinha as vozes, e aí eles tomaram um susto, porque quem dava o ritmo era eu, há essa pausa tá muito grande, e ia lá no computador e cortava ou aumentava, agora eu estava pensando  no espetáculo, na concepção do espetáculo.

Quando voltei foi uma surpresa, porque eles dublaram bem, e aí comecei a fazer as marcas. Os cenários eu já tinha uma ideia do que precisava, depois uma iluminação boa, porque em um espetáculo desse você tem que se agarrar a profissionais, você tem que usar equipamentos bons, um espetáculo desse é complicado, e era a primeira vez, e havia uma responsabilidade sobre os meus ombros, e dar vida há um texto de Anildomá, eu acredito que correu tudo bem, consegui ajustar as equipes, tanto de atores e atrizes, quanto a de infraestrutura, mas até nisso eu tive sorte.

A primeira vez que eu vim eu fui entrevistado em rádio, eu disse até um coisa presunçosa, a gente vai estar fazendo o melhor espetáculo do sertão Pernambucano, mas eu fui além, e eu não conheço outro espetáculo parecido, então eu disse dos sertões. Aí a profecia se cumpriu e hoje a gente está fazendo o melhor e maior espetáculo.

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Ao acrescentar a última cena, onde Lampião “ressuscita”, houve toda uma polêmica, qual foi a mensagem que vocês quiserem passar?

Eu acho que por eu ter feito a Paixão de Cristo e ter um elevador, as pessoas ligaram isso a ressurreição, só que não tem nada haver com isso. O texto no final diz, “o homem morreu, mas o mito se eternizou”, Ariano morreu mas a sua memória e as suas obras vão ser lembradas, Lampião vai ser lembrado pelas coisas más e boas que ele fez.

A polêmica eu acho que existe, ela ficou, era um desejo de Domá, e eu disse a ele você tem criar uma polêmica no seu texto, e eu como diretor não podia ir além, aí você mexe com a base do texto. A música de Amelinha por exemplo, eu não poderia colocar só porque era mais sertaneja, antes era uma música Francesa, e que todos já sabiam o que ia acontecer, então eu peguei só a parte que fala de Lampião, e criei uma cena em cima disso.

A cena final o elenco entra todo em cena, uma coisa meio louca, que eu misturo realidade, com fantasias, e depois eu disponho todos eles de uma ponta a outra do cenário, até para o publico ter ideia da grandiosidade do que a gente está fazendo.

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 O porque de deixar Nova Jerusalém?

Eu não deixei Nova Jerusalém, eu fui demitido. É uma história que eu ainda conto um dia antes de morre, ainda espero ter tempo e paciência para escrever um livro sobre isso, porque ninguém sabe direito a história. Eu não sair porque quis, eu fazia parte da sociedade, era o diretor do espetáculo, fazia Cristo, fiz Pilatos, fiz demônios.

Fiz Cristo por uma necessidade, porque o ator Carlos Reis não queria mais fazer. Um ano implorei para ele fazer o Cristo, e isso foi na minha casa. No ano seguinte eu disse Plínio, Carlos é muito interesseiro diz aí um valor para oferecer a ele, e foi na minha casa de novo, e era um cachê jamais pago em Nova Jerusalém, e Carlos aceitou.

No outro ano, Carlos Reis chega no primeiro ensaio com um rapaz dizendo, “está aqui o Cristo, já ensaiei e ele está prontinho”, eu parei e disse como é rapaz? Devia ter falado comigo primeiro, e aí foi um ano terrível, todo grupo ficou contra a mim, mas como eu sou brigador eu fui lá e fiz o Cristo, e nesse ano quando terminou o espetáculo eu chorei feito um “bezerro desmamado”.

A minha saída foi terrível também, era uma sexta, todo mundo reunido em Nova Jerusalém. Eu disse olhe, vocês tão brigando tanto, e eu faço parte da sociedade, então vou dirigir os atores que vocês querem, aí ficou acertado que eu iria viajar para o Rio de Janeiro para ensaiar os atores. Quando foi na segunda liguei para Nova Jerusalém, e quem atendeu foi o filho de Plínio, e ele perguntou o que eu queria, e eu disse eu quero acertar com ele a minha viajem pro Rio, e o filho de Plínio respondeu que ele não estava.

Quando foi meio dia, Tibi, que cuida dos cenários daqui de Serra Talhada e de Nova Jerusalém, me liga dizendo que eu não era mais o diretor do espetáculo, e eu disse que a ele não estava tudo certo, e Tibi disse que Plínio falou que eu ia causar problemas.

Um jornalista depois foi e publicou que eu ia pedir demissão, e Plínio depois me enviou uma carta dizendo que aceitava o meu pedido de demissão, querendo mudar toda história.

Ariano Suassuna – Ao ser perguntado sobre a importância de Ariano Suassuna na sua vida José Pimentel, foi  enfático ao recordar da sua história de guando saiu de Sertânia, e que devido a morte do seu pai ter ido para o Recife, e ao chegar lá foi estudar na Escola Comércio Prático, onde o seu professor de Português era Ariano Suassuna.

“Ariano soube da minha história, e me colocou para fazer a chamada nos dias das aulas dele, e com isso ele me dava um dinheiro para me ajudar”.

Pimentel relata que antes de terminar os estudos na Escola de Comércio, Ariano lhe disse que tinha um emprego, com três engenheiros amigos dele, “eu fazia de tudo nessa empresa de construção”, declarou Pimentel.

Após um certo tempo distante de Ariano, aparece a oportunidade para estrear “O Auto da Compadecida”, peça montada pelo Teatro Adolescente do Recife, onde houve a reaproximação dos dois.

“Quando eu escrevi meu primeiro poema, eu levei para Ariano, e aí o professor de estética, uma aula do que era poesia. Eu disse Ariano e teatro, ele disse, está aqui esse conto de Balzac teatralize, aí inventei umas coisas para solucionar, levei para ele e ele disse é por aí”, declarou Pimentel.

Qualquer livro de peça de teatro de Ariano que você pegar vai está o meu nome, como o criador de Benedito, João Grilo.

“Ninguém conhece o homem Ariano como eu conheço. O meu primeiro dicionário quem me deu foi ele, com uma dedicatória “arretada”, e é desse Ariano que eu gostaria de falar, o Ariano humano, simples”.

Márcia Conrado comemora saldo positivo na economia de Serra Talhada após Festa de Setembro

Após vários dias de festividades, a 233ª edição da Festa de Nossa Senhora da Penha, a tradicional Festa de Setembro, encerrou com um saldo positivo para o comércio e turismo de Serra Talhada. De acordo com dados da Câmara de Dirigentes e Lojistas da cidade, o evento contribuiu com um aumento de 15% nas vendas […]

Após vários dias de festividades, a 233ª edição da Festa de Nossa Senhora da Penha, a tradicional Festa de Setembro, encerrou com um saldo positivo para o comércio e turismo de Serra Talhada.

De acordo com dados da Câmara de Dirigentes e Lojistas da cidade, o evento contribuiu com um aumento de 15% nas vendas em relação ao evento realizado no ano passado.

Além do aumento no fluxo de vendas, a cidade também atraiu diversos visitantes para região, lotando pousadas e hotéis durante o período, além de movimentar os setores de alimentício, de transporte, vestuário e beleza. 

O evento proporcionou um giro na economia de aproximadamente R$ 23 milhões. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, circularam pelo Polo Nacional aproximadamente 210 mil pessoas durante os dias de festa, com destaque para o dia 07 de setembro, durante o show de Léo Santana, que reuniu cerca de 60 mil pessoas. 

Já no Polo Cultural, mais de 100 mil pessoas circularam durante os dias de festividades, com recorde de público de 25 mil pessoas no show de Padre Fábio de Melo. A procissão reuniu aproximadamente 50 mil pessoas. 

A prefeita Márcia Conrado comemorou a repercussão positiva da Festa de Setembro de 2023. “Fizemos um grande evento, pensando em todos os setores, desde o pequeno comerciante, aos grandes empreendimentos. Sabemos o quanto essa atividade é importante para nossa região e não poderíamos fazer diferente. Tenho certeza que foi a maior Festa de Setembro já vivenciada na nossa cidade”, afirmou. 

Maurício Melo, presidente da CDL Serra Talhada, também enfatizou a importância do evento para o comércio local. “Tivemos um incremento de 15% da movimentação financeira nas nossas lojas, aquecendo a economia da cidade e movimentando toda uma cadeira produtiva. Sem dúvida, é um período muito importante para todos que fazer o comércio de Serra Talhada”, destacou.

O reflexo da movimentação financeira foi sentido por diversos comerciantes, como o barbeiro Almir. “Uma semana antes da festa já estava fechando a minha barbearia às dez horas da noite, minha clientela aumentou e faturei o que eu não esperava faturar”, disse. Já o barraqueiro José Carlos, morador da COHAB, comemorou a venda de todas as bebidas durante a festa.  Comerciante de uma loja de calçados, Maria José destacou que a loja, em 15 dias, vendeu mais do que todo mês de julho.

Lula vem visitar Transposição, confirma Humberto

Roteiro ainda não foi confirmado, mas municípios como Sertânia e Monteiro poderão estar na rota Depois de visitar um trecho do projeto de Transposição do Rio São Francisco no fim de semana, em Sertânia (PE), onde defendeu o legado dos governos Lula e Dilma na região, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), […]

Lula, quando esteve com Dilma visitando a obra.

Roteiro ainda não foi confirmado, mas municípios como Sertânia e Monteiro poderão estar na rota

Depois de visitar um trecho do projeto de Transposição do Rio São Francisco no fim de semana, em Sertânia (PE), onde defendeu o legado dos governos Lula e Dilma na região, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), anunciou, nesta terça-feira (7), que o ex-presidente Lula vai a Pernambuco e à Paraíba este mês. As cidades ainda não foram anunciadas, mas municípios como Sertânia e Monteiro podem estar na rota.

O senador disse, no plenário da Casa, que conversou ontem com Lula sobre a obra, iniciada durante o seu segundo mandato, e que o ex-presidente decidiu ir ver de perto a transformação do antigo sonho do sertanejo em realidade.

“Vai ser um momento importantíssimo, de reencontro de Lula com o seu povo e com as suas realizações, um momento em que o presidente estará com o pé na estrada para mostrar a sua disposição de continuar com um projeto de país que foi abruptamente interrompido. Ele vai receber o abraço dos sertanejos, uma gente que, antes de tudo, sabe o valor da gratidão”, declarou Humberto. Ele ainda destacou a participação da presidenta Dilma na obra.

O parlamentar também voltou a criticar os políticos do PSDB por tentarem se apropriar da obra da transposição, empreendimento descartado pelos tucanos durante o governo Fernando Henrique Cardoso e tão criticado durante as gestões do PT.

Humberto ironizou ao destacar que os tucanos, ave raríssima na região, têm aparecido por lá para tentar tirar proveito político do projeto. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (SP), inclusive, postou um vídeo em suas redes sociais falando sobre o empreendimento.

“Ele não tirou foto ao lado do volume morto da Cantareira, mas teve a cara de pau de ir posar nos canais da transposição emprestando maquinário velho para a obra. Logo eles, essas aves de mau agouro, que tanto falaram mal da obra, como o presidente do PSDB, Aécio Neves, que criticou duramente a transposição na sua campanha fracassada de 2014”, disparou.

Hoje, a imprensa noticiou que Lula  anunciará sua pré-candidatura à Presidência dia 20, na sede do PT de São Paulo, e contará com a presença de artistas e intelectuais como Chico Buarque, Leonardo Boff e Aderbal Freire Filho. Dirigentes nacionais de partidos aliados, como PDT e PCdoB, também vão participar da cerimônia.

Armando fecha agenda no Pajeú

Depois de ser recebido com uma carreata em Tabira, Sertão do Pajeú, Armando Monteiro encerrou o giro por 15 municípios sertanejos com uma carreata e comício promovidos pela prefeita de Calumbi, Sandra Magalhães, Sandra da Farmácia, do PT. Ela , que defendia a candidatura própria de seu partido, aderiu à sua candidatura a governador de […]

Depois de ser recebido com uma carreata em Tabira, Sertão do Pajeú, Armando Monteiro encerrou o giro por 15 municípios sertanejos com uma carreata e comício promovidos pela prefeita de Calumbi, Sandra Magalhães, Sandra da Farmácia, do PT.

Ela , que defendia a candidatura própria de seu partido, aderiu à sua candidatura a governador de Pernambuco, com o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. No sábado, com Duque, Armando participou da procissão de Nossa Senhora da Penha, padroeira de Serra Talhada.

Luciano Duque, que participou do ato, voltou a criticar Câmara. “Eles agora querem se aproveitar de Lula. É uma vergonha Jarbas fazer o Lula Livre depois de ter comemorado a prisão dele”. O prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Tássio Bezerra foi outro que esteve no ato.

Acompanhado do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco José Marcos de Lima, que o recebeu em São José do Egito, Armando terminou o giro no sábado à noite com um comício organizado pelo prefeito de Tabira, Sebastião Dias, do PTB, e de Tuparetama, Sávio Torres.

Neste domingo, junto com seus candidatos ao Senado, Mendonça Filho e Bruno Araújo, participou de atos em Flores e Calumbi, antes de retornar para compromissos no Recife.

“O povo de Pernambuco sofre com o aumento desenfreado da violência, com a buraqueira e a insegurança nas estradas, com hospitais e UPAs sem funcionar ou operando precariamente e com o desemprego batendo recordes. É hora de mudar esse quadro e reconquistar a posição de liderança que tínhamos no Nordeste”, ressaltou Armando.

Morre Tainara Souza, símbolo do combate à violência contra mulher

Tainara Souza Santos (31) morreu após ter sido atropelada e arrastada por um homem na Marginal Tietê, em São Paulo, no final de novmebro. Ela estava internada há 25 dias, passou por 3 cirurgias e teve as pernas amputadas devido à gravidade das lesões, mas não resistiu aos ferimentos. Tainara teve as duas pernas amputadas […]

Tainara Souza Santos (31) morreu após ter sido atropelada e arrastada por um homem na Marginal Tietê, em São Paulo, no final de novmebro.

Ela estava internada há 25 dias, passou por 3 cirurgias e teve as pernas amputadas devido à gravidade das lesões, mas não resistiu aos ferimentos.

Tainara teve as duas pernas amputadas após ser arrastada por mais de 1 km. O suspeito, Douglas Alves da Silva, de 26 anos, foi preso em um hotel na zona leste da capital paulista em 30 de novembro.

Na última segunda-feira (22), Tainara passou por uma nova amputação na altura da coxa para reconstruir parte dos glúteos.

“É com muita dor que venho avisar que nossa guerreirinha, a Tay, nos deixou. Descansou, agradeço desde já todas as mensagens de oração, carinho e amor que vocês tiveram comigo e pela minha filha. Ela acabou de partir desse mundo cruel e está com Deus. É uma dor enorme, mas acabou o sofrimento e agora é pedir por justiça”, escreveu a mãe de Taynara nas redes sociais.

O caso, que chocou o país, é investigado como tentativa de feminicídio, e o acusado é Douglas Alves da Silva, réu confesso. A morte foi divulgada pela mãe de Tainara nas redes sociais e confirmada ao UOL pelo advogado da família.