Gonzaga Patriota envia requerimento solicitando a nomeação dos aprovados no concurso da PRF
Por Nill Júnior
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) entregou o requerimento nesta terça-feira (05), aos membros da Comissão dos Concursados aprovados, o nome daqueles que foram aprovados fora do número de vagas para a Polícia Rodoviária Federal. O requerimento sugere a Presidenta da República, Dilma Rousseff, a assinatura de Despacho Presidencial para nomeação de todos os concursados aprovados fora do número de vagas para a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo Gonzaga Patriota, estão aguardando nomeação apenas 950 candidatos formados no concurso em questão com previsão para o preenchimento de 1000 vagas autorizadas para o cargo de Policial Rodoviário Federal. Além do quantitativo inicial de vagas, já defasado, existem 766 candidatos aprovados e aptos, constando no cadastro de reserva deste mesmo certame.
No requerimento, o socialista destaca que a Policia Rodoviária garante a segurança pública, especialmente no combate ao tráfico de armas, drogas e pessoas e na fiscalização do transito nas rodovias federais, contribuindo de forma decisiva para a redução dos acidentes de transito. Atua também nos grandes eventos, promovendo a segurança de dignatários e resguardando a segurança dos cidadãos, visto que o âmbito de sua competência institucional estabelecido no art. 144, da Constituição Brasileira, inclui no rol de suas competências o patrulhamento integral de aproximadamente 70.000 quilômetros de rodovias e estradas federais em todas as Unidades da federação.
Diante disto, o deputado federal Gonzaga Patriota solicita à Presidenta Dilma Rousseff que assine autorização para nomeação de todos os 766 candidatos aprovados no concurso da PRF em 2013.
*Por Adelmo Santos As eleições municipais de 2012 foram fundamentais para ratificar a fragilidade e decadência do sistema político brasileiro, essa realidade é mais evidente nos pequenos e médios municípios do país. Os métodos praticados no último pleito dão a dimensão do contexto político-eleitoral vigente, calcados no clientelismo arcaico, requintado de corrupção e amparados por […]
As eleições municipais de 2012 foram fundamentais para ratificar a fragilidade e decadência do sistema político brasileiro, essa realidade é mais evidente nos pequenos e médios municípios do país. Os métodos praticados no último pleito dão a dimensão do contexto político-eleitoral vigente, calcados no clientelismo arcaico, requintado de corrupção e amparados por uma legislação frouxa, necessitada de reformas que previna abusos de toda ordem e adote punições rigorosas para gestores e candidatos a cargos do executivo e do legislativo. Outro ponto de partida desse debate são os custos gerados pelas campanhas eleitorais realizadas a cada dois anos, com sérios prejuízos para a população brasileira.
A imprensa escrita e falada tem denunciado em parte, as mazelas do atual sistema político, as práticas ilícitas durante os períodos eleitorais e a ressaca pós-eleição, resultando em Prefeituras “quebradas”, algumas sucateadas de recursos financeiros e materiais, uma esculhambação; importante reconhecer que nessa regra, há gestores e candidatos idôneos que ainda zelam pela coisa pública.
O financiamento das campanhas eleitorais continua causando estragos, pois alimenta a antiga prática do voto clientelista, moeda de troca, agora mais valorizada do que nunca. Nas últimas eleições, as campanhas nos pequenos e médios municípios do interior custaram milhões, na maioria das pequenas cidades, um vereador para se eleger gastou cifras que variam na média de 10 a 200 mil reais, houve gastos muito mais exorbitantes, para se eleger vereador, em média 90% dos votos são trocados por favores. Em se falando de eleições para prefeito, os custos são até milionários. De onde sai esse dinheiro e como se dá o caminho de volta para quem financiou, eis a questão de fundo que a legislação e a justiça não atuam e muito menos co-respondem à sociedade.
O país a cada dois anos realiza eleições, um evento que mobiliza os três poderes da República nas esferas Federal, Estadual e Municipal. A legislação engessa a celebração de convênios e liberação de recursos da União e dos Estados para Prefeituras e entidades da Administração direta durante 180 dias, no período pré e pós-eleição, um prejuízo para a sociedade, em síntese, a cada quatro anos, um ano perdido. Outro relevante custo é o envolvimento de parte de servidores públicos efetivos ou comissionados, estratégicos nos cargos que ocupam, muitas vezes com dedicação exclusiva deixando de trabalhar para o cidadão que paga impostos durante meses a cada eleição. Considere-se ainda o tempo disponibilizado pelos integrantes do Poder Judiciário e Ministério Público que atuam nos pleitos eleitorais, sobretudo Juízes e promotores públicos, com dedicação de boa parte do tempo às atividades de mais uma eleição. Outro fator relevante é o envolvimento da gestão municipal, logo em seguida no segundo ano de governo colocando a máquina pública a serviço da eleição dos seus candidatos, sobretudo os deputados. As “engenharias” políticas para uma eleição já estão atreladas à próxima, não dar nem para respirar.
A Lei de Responsabilidade Fiscal, importante instrumento de controle e eficiência dos gastos públicos deveria ser mais rigorosa em punir crimes de ir-responsabilidade fiscal. Como exemplos mais comuns deixados pelos maus gestores municipais em 31 de dezembro, destacam-se o descumprimento com os gastos previstos em Lei com Educação e Saúde e em muitos casos o desvio de finalidade dos recursos, folhas salariais atrasadas, dívidas com fornecedores, o não recolhimento para os fundos de previdência dos servidores municipais. Na maioria dos municípios os novos gestores levam tempo para “arrumar a casa”.
O Congresso Nacional está discutindo a PEC da Reforma Política, são muitas propostas apresentadas por diversos parlamentares, algumas são mais consensuais, a exemplo das eleições unificadas a cada cinco anos, acabando com a reeleição para os cargos de Presidente da República, Governadores e Prefeitos. O financiamento público das campanhas é outra proposta polêmica e que divide opiniões.
Uma coisa é certa, o povo brasileiro não suporta mais eleições a cada dois anos. A aprovação da Reforma com eleições gerais a cada cinco anos fortaleceria nossa democracia, pois o sistema político precisa estar em consonância com os interesses da população brasileira. Consideremos como pontos relevantes uma maior dedicação dos Prefeitos, governadores e Presidente da República à gestão do interesse público em detrimento da dedicação a eleição de seus candidatos ou de sua reeleição.
O período das campanhas precisa de uma redução de tempo, o que implica em menos gastos com as eleições. O candidato dispor de 90 dias para discutir, formular e divulgar seu Plano de Governo com a sociedade e apenas os 60 dias finais para a propaganda eleitoral, não deixa de ser uma proposta razoável. O estilo das campanhas precisa ser reformado, as carreatas em cidades do interior, cavaletes poluindo ruas são custos de campanhas que não influenciam em nada a decisão do eleitor.
O Brasil precisa de um sistema político que fortaleça os partidos, a fidelidade partidária, no atual contexto, a estrutura partidária vigente transforma os partidos em verdadeiros balcões de negócios. Os movimentos sociais liderados pela Central única dos Trabalhadores (CUT) promoverão no Brasil inteiro um grande plebiscito popular visando uma constituinte exclusiva para a Reforma do Sistema Político, a mobilização para recolhimento de assinaturas do documento, reivindicando uma constituinte exclusiva acontecerá de 1 a 7 de setembro próximo, todas as cidades terão os locais definidos para que cada cidadão e cidadã exerça esse direito.
O ano de 2015 se apresenta como o cenário mais favorável para uma verdadeira e abrangente Reforma Política, condição básica para o aprimoramento da democracia representativa, regime adotado pelo Estado brasileiro.
Candidata esteve ao lado de João Campos, parceiro de chapa, do prefeito Patriota, vereadores e de nomes da Frente Popular A Frente Popular lançou hoje em ato no Cine Teatro São José as candidaturas de Aline Mariano (Progressistas) para Deputada Estadual e João Campos (PSB) para Federal. O encontro foi comandado pelo prefeito do município, […]
Candidata esteve ao lado de João Campos, parceiro de chapa, do prefeito Patriota, vereadores e de nomes da Frente Popular
A Frente Popular lançou hoje em ato no Cine Teatro São José as candidaturas de Aline Mariano (Progressistas) para Deputada Estadual e João Campos (PSB) para Federal. O encontro foi comandado pelo prefeito do município, José Patriota (PSB) e contou com várias lideranças locais e regionais.
De Afogados , acompanharam o evento o vice prefeito Alessandro Palmeira, os nove vereadores que dão sustentação à chapa, mais nomes como Edson Moura, Joseph e Maria do Carmo, Secretários Municipais, gerentes de órgãos regionais e uma militância que ocupou as dependências do cinema.
Da região, nomes como Lino Morais, prefeito de Ingazeira, Gilberto Rodrigues, de São José do Egito, Zé de Bira e Pipi da Verdura, de Tabira, estiveram presentes.
Representando os nove vereadores, falaram Augusto Martins e Igor Mariano. “Todos nós votamos nessa dupla de jovens com projetos para Afogados da Ingazeira”, disse Augusto. Igor lembrou o pai de Aline, Antonio Mariano. “Ele já dizia que devemos lutar pelo povo e depois o povo lutará por nós. Essa é a prova viva disso”, afirmou.
O candidato a Federal João Campos disse que Aline já demonstrou ter muita garra pelas missões que enfrentou na vida pública. João defendeu um plano de valorização do professor e do Fundeb, além da luta por mais recursos hídricos como bandeiras do mandato. “Não tenho pretensão de ser o mais votado e sim o que mais trabalha”, destacou, para depois homenagear o pai Eduardo e Antonio Mariano, pai de Aline.
Aline Mariano se emocionou em vários momentos lembrando o desejo que o pai tinha de estar naquele ato. Aproveitou para agradecer as orações e solidariedade da população. Falou de sua trajetória na política, desde o primeiro mandato, aos 22 anos até a função de líder do governo Geraldo Júlio no Recife e enobreceu o gestor José Patriota destacando que era uma grande responsabilidade receber seu apoio.
A fala final foi do prefeito que fez um resumo da história política recente da cidade, as suas conquistas e a importância de Eduardo Campos e Paulo Câmara nessa construção. “Todos os avanços de Eduardo, Paulo manteve”, disse. O gestor destacou que o apoio para João e Aline tinha como contrapartida projetos para a cidade. “Vou bater na porta de cada um. Não tem para onde correr”, brincou.
Em seguida, houve o corte da fita e inauguração do Comitê de Aline e João Campos, na Avenida Rio Branco, 317.
O Secretário de Educação de São José do Egito, Henrique Marinho, disse ao programa Debate do Sábado, na Gazeta FM, ter ficado extremamente satisfeito com a adesão na volta das aulas desde o dia 13. Henrique informou que além dos que aderiram à volta com protocolos, muitos pais que estavam temerosos e visitaram as escolas […]
O Secretário de Educação de São José do Egito, Henrique Marinho, disse ao programa Debate do Sábado, na Gazeta FM, ter ficado extremamente satisfeito com a adesão na volta das aulas desde o dia 13.
Henrique informou que além dos que aderiram à volta com protocolos, muitos pais que estavam temerosos e visitaram as escolas decidiram voltar atrás e autorizar a ida dos filhos.
“Havia cerca de 30% dos pais que não haviam aderido ao ensino presencial. Hoje esse número é estimado em 15%”, comemorou. Ele agradeceu ao corpo funcional das escolas, entre gestores, professores, pessoal da alimentação e limpeza pelo trabalho em conjunto.
Outra notícia importante foi a volta do transporte escolar, que reaquece a economia. “São 56 rotas. Dessas, 15 tem transporte próprio da Educação e as demais, contratadas. Esses pais estavam a meses sem essa atividade. Isso também ajuda a economia”.
O Secretário cobrou à Celpe celeridade na ligação de rede para funcionamento da nova escola Romero Dantas, pronta para funcionar e aguardando apenas o trabalho da concessionária. “Não entendo porque estão demorando tanto”, reclamou.
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de Tuparetama, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, interrompeu a celebração que presidia neste sábado pela manhã na Catedral do Senhor dos Remédios para reclamar da perturbação de sossego através de carros de som. Ele presidia a Missa dos Feirantes, que acontece aos sábados pela manhã. “Desculpe-me interromper o […]
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de Tuparetama, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, interrompeu a celebração que presidia neste sábado pela manhã na Catedral do Senhor dos Remédios para reclamar da perturbação de sossego através de carros de som. Ele presidia a Missa dos Feirantes, que acontece aos sábados pela manhã.
“Desculpe-me interromper o momento da oração que é o momento alto mas eu estou achando em Afogados da Ingazeira um desrespeito ao culto religioso, que é um direito constitucional pra durante as celebrações da Santa Missa carros de som desrespeitarem o momento que nós estamos vivendo”.
O sacerdote lembrou que a legislação federal, através da constituição garante o direito e a liberdade ao culto. “Mas aqui em Afogados no dia de feira nós estamos sendo desrespeitados. Porque durante a celebração tanto barulho, que realmente é lamentável essa situação. Que as autoridades competente tomem as devidas providências ara que tenhamos o direito de rezar que é um direito constitucional”.
Problemas relacionados a abuso e perturbação de sossego são recorrentes na cidade. A maior queixa é a de que há proliferação de carros de som sem alvará ou qualquer tipo de autorização. A Prefeitura também não fiscaliza usando o decibelímetro, aumentando o descontrole.
Na semana, várias queixas chegam sobre a situação à Rádio Pajeú, principalmente nas áreas comerciais. A cobrança não quer impedir carros de som, mas sim que funcionem regulamentados e cumprindo o limite de decibéis. Outra solicitação é de respeito a igrejas, hospitais e escolas.
Em Serra Talhada, o assunto do momento é a acusação de suposta interferência no resultado final da seleção para o Hospital Eduardo Campos e de Campanha para Covid-19. Áudios vazados nas redes sociais mostram o vereador Pinheiro do São Miguel afirmando que uma lista com aliados que fizeram a seleção foi levada para a Casa […]
Em Serra Talhada, o assunto do momento é a acusação de suposta interferência no resultado final da seleção para o Hospital Eduardo Campos e de Campanha para Covid-19.
Áudios vazados nas redes sociais mostram o vereador Pinheiro do São Miguel afirmando que uma lista com aliados que fizeram a seleção foi levada para a Casa Civil e que o suplente de Senador Waldemar Oliveira teria ficado contrariado porque não foram atendidos.
Em outro áudio o pré-candidato a vereador conhecido por Ryncon reclama que um nome “de sua lista” teve que ser cortado. Em rádios locais, alguns candidatos que teriam ido bem nas provas reclamam que foram eliminados após a entrevista. Após os áudios vazados, os envolvidos reafirmaram que não tiverem ingerência.
Uma candidata ao cargo de farmacêutica no Hospital de Campanha diz que na avaliação curricular foi aprovada, sendo depois se colocado em quinto lugar na prova prática. “A entrevista era bem simples, sobre expectativas, etc. Pra minha surpresa fui desclassificada”.
Agora, há expectativa sobre atuação do MP, procurado por candidatos, e a Justiça. Nos áudios fica claro que pessoas da oposição fizeram uma relação de indicados para serem aprovados na seleção e levaram pra Casa Civil. Não fica evidente se houve e qual o nível da interferência a partir daí. A tentativa é evidente. As unidades são geridas pela OS Hospital Tricentenário.
Candidatos que ficaram nas primeiras posições na prova reclamam que sequer apareceram na lista final, como chegou a ser relatado em emissoras de rádio locais que receberam as queixas.
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