Com 43%, Armando Monteiro lidera 1ª pesquisa Ibope em Pernambuco
Por Nill Júnior
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) mostra Armando Monteiro (PTB) com 43% das intenções de voto para governador de Pernambuco. Em seguida, aparecem Paulo Câmara (PSB) com 11%, Zé Gomes (PSOL) com 2%, e Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO), os três empatados com 1%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor:
Armando Monteiro (PTB): 43%
Paulo Câmara (PSB): 11%
Zé Gomes (PSOL): 2%
Jair Pedro (PSTU): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 1%
Pantaleão (PCO): 1%
Brancos e nulos: 19%
Indecisos: 22%
A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho. Foram entrevistados 1.204 eleitores em 57 municípios do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, a probabilidade do resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) sob o número 00012/2014, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 00269/2014.
Rejeição
A pesquisa também mediu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. Veja os números:
Pantaleão: 26%
Zé Gomes: 24%
Jair Pedro: 21%
Paulo Câmara: 20%
Miguel Anacleto: 19%
Armando Monteiro: 14%
Não rejeitariam nenhum dos candidatos: 15%; Não souberam ou não responderam: 35%
Em agenda na capital federal, o prefeito Miguel Coelho se reuniu, nesta terça (04.05), com o ministro do Turismo, Gilson Machado. O encontro foi promovido para tratar de recursos destinados à oferta de espaços de lazer e de empreendimentos a fim de atrair mais turistas ao município sertanejo. O Ministério do Turismo e a Prefeitura […]
Em agenda na capital federal, o prefeito Miguel Coelho se reuniu, nesta terça (04.05), com o ministro do Turismo, Gilson Machado. O encontro foi promovido para tratar de recursos destinados à oferta de espaços de lazer e de empreendimentos a fim de atrair mais turistas ao município sertanejo.
O Ministério do Turismo e a Prefeitura de Petrolina têm dois convênios formalizados. Um deles é para a requalificação de 15 praças públicas. A verba já está garantida e o município deve iniciar a licitação das obras ainda neste semestre. O outro convênio é para a revitalização do Centro de Convenções, que deve começar em 2022.
Miguel também falou com o ministro sobre a intenção de potencializar a rede hoteleira e firmar parcerias com o Ministério do Turismo com o objetivo de atração de resorts e outros empreendimentos.
“Petrolina tem enorme potencial turístico. Infelizmente, com a pandemia, esse foi um dos setores mais prejudicados da economia. É o momento de discutir como recuperar o segmento e ampliar investimentos. Por isso, pedi apoio ao ministro Gilson Machado, que se comprometeu a colaborar para fazer nossa cidade expandir a rede hoteleira e instalar novos empreendimentos para recepção de turistas”, disse Miguel após o encontro.
O prefeito de Petrolina também visitou os ministérios da Educação e de Desenvolvimento Regional, além da Codevasf para destravar recursos para obras estruturantes. Miguel continua em Brasília nesta quarta (05), quando terá outra rodada de reuniões.
O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, vai realizar mais uma tradicional Festa de Réveillon e Ano Novo do Distrito de São Vicente. O evento acontece nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2024. No dia 31 de dezembro, shows com Seu Marquinhos e Bedeu Quirino. Já no dia […]
O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, vai realizar mais uma tradicional Festa de Réveillon e Ano Novo do Distrito de São Vicente.
O evento acontece nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2024.
No dia 31 de dezembro, shows com Seu Marquinhos e Bedeu Quirino. Já no dia 1° de janeiro tem Ramon e Randinho, Cavaleiros do Forró e Adriano Silva.
A festa, que acontece todos os anos, tem uma realização do Governo Municipal, através da Secretaria de Cultura.
A praça em frente a capela recebeu iluminação em LED e a ornamentação natalina que deixaram o distrito ainda mais bonito para a grande festa da virada.
Eugênio Marinho, do Grupo Referencial, uma referência em empreendedorismo no estado, é o convidado do Momento Empreendedor de hoje, às 10h, na Cultura FM, 92,9. Eugênio também é consultor e participa com uma reflexão semanal no programa, geralmente bastante compartilhada, por ser uma verdadeira pílula de sabedoria para o mundo empresarial e das vocações para […]
Eugênio Marinho, do Grupo Referencial, uma referência em empreendedorismo no estado, é o convidado do Momento Empreendedor de hoje, às 10h, na Cultura FM, 92,9.
Eugênio também é consultor e participa com uma reflexão semanal no programa, geralmente bastante compartilhada, por ser uma verdadeira pílula de sabedoria para o mundo empresarial e das vocações para o setor.
Na pauta de hoje, ele fala sobre o tema “Custo Brasil: você aumenta ou diminui com ele?”. O Custo Brasil é uma expressão muito utilizada para fazer referência aos fatores negativos do nosso país em termos de custos e despesas, afetando assim a capacidade empresarial e a produtividade das nossas empresas.
Esse é um cenário negativo, pois acaba por limitar o desempenho econômico nacional. Como veremos ao longo do texto, existem alguns fatores que levam a esse cenário, afastando assim o interesse e até mesmo a qualidade dos negócios aqui instalados.
Atualmente, por exemplo, o Custo Brasil já supera a faixa de 20% do PIB. Isso representa um custo superior a R$1,5 trilhão para os empreendedores brasileiros.
O pior, no caso do Brasil, é que muitos desses custos e despesas poderiam ser bem menores e estimular a produção nacional. Além de atrapalhar os resultados com exportação, esse cenário ainda gera dificuldades de lidar com a disputa interna diante de mercadorias importadas.
Esse custo Brasil gera impactos e amplo debate em cidades que se desenvolvem como Serra Talhada. Entidades como CDL e Sindcom tem travado um debate com agentes locais sobre a redução dos impactos da carga tributária e maior desburocratização no município para os próximos quatro anos, a ponto de entregarem uma carta de propostas para os candidatos à prefeitura de Serra Talhada.
Durante seis dias o Vale do Catimbau, em Buíque, foi um dos principais destaques dos festejos juninos na região de Arcoverde com a realização do I São João do Vale. Um evento eco-cultural turístico que atraiu turistas de vários locais do Nordeste e do Brasil para ver de perto as belezas do Parque Nacional do […]
Durante seis dias o Vale do Catimbau, em Buíque, foi um dos principais destaques dos festejos juninos na região de Arcoverde com a realização do I São João do Vale. Um evento eco-cultural turístico que atraiu turistas de vários locais do Nordeste e do Brasil para ver de perto as belezas do Parque Nacional do Catimbau, a gastronomia e o artesanato daquela comunidade. No sábado, o prefeito Arquimedes Valença esteve participando do encerramento do evento ao lado do vice-prefeito Dr. Dilson Santos, vereadores, secretários e lideranças.
“Demos o primeiro passo agora em 2018 e podemos avaliar positivamente o evento que ganhou notoriedade em todo o estado através da TV Asa Branca e Globo Nordeste, além de destaque nacional através do jornal e site da Folha de São Paulo. Foi um sucesso, mas temos ainda muito que melhorar e em 2020 vamos incrementar ainda mais para que mais turistas venham visitar o Catimbau e gerem renda para nosso povo”, avaliou o prefeito Arquimedes Valença.
O São João do Vale foi encerrado neste sábado (29) com a realização de trilhas e apresentações artísticas e culturais com a Quadrilha Junina Encanto do Vale Catimbau e Forró Pé de Serra com Geovane do Acordeon. Turistas e visitantes puderam assistir a performance dos jovens que compõem a quadrilha junina e se deliciar com a gastronomia local.
Para o Secretário de Turismo Esildo Barros, o “São João do Vale abriu uma nova perspectiva de incremento do turismo local a partir do grandioso e belíssimo patrimônio do Vale do Catimbau. Era um desejo do prefeito Arquimedes que implementamos e agora vamos trabalhar para fazer ainda melhor no próximo ano”.
Durante os dias 22 a 25, 28 e 29 de junho, das 8h às 17h, a Praça de São José, na Vila do Catimbau, recebeu dezenas de caravanas de turistas que puderam percorrer as trilhas pré-selecionadas pela associação dos guias turísticos do Catimbau: Chapadão e Homens sem Cabeça; Igrejinha, Morro do Pititi e Cemitério Indígena, além de visita aos ateliês dos mestres artesões Luis Benício, Fábio Ramos e Zé Bezerra. Na Praça de São José ainda tiveram barracas de artesanato, bebidas e gastronomia.
O evento foi uma parceria da Prefeitura de Buíque, através da Secretaria de Turismo, com as associações comerciais de Buíque e Arcoverde, além da ATAAG (Associação dos Transportadores Alternativos do Agreste), OQQBT (O que é que Buíque tem), e Bruno Viagens.
Estavam também presentes ao encerramento do São João do Vale os vereadores Elson Francisco e Euclides do Catimbau; os secretários Esildo Barros (Turismo) e Santina Teresa (Mulher), além do artesão Luis Benício e a gestora da Escola EMABSM, Cristina Alves.
G1 Deputados e senadores que disputaram a eleição neste domingo (7), mas ficarão de fora na nova legislatura atribuíram o revés nas urnas a diferentes fatores, entre as quais a divulgação de informações falsas e a influência de uma “onda conservadora” com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente. Dados do Tribunal Superior Eleitoral […]
Deputados e senadores que disputaram a eleição neste domingo (7), mas ficarão de fora na nova legislatura atribuíram o revés nas urnas a diferentes fatores, entre as quais a divulgação de informações falsas e a influência de uma “onda conservadora” com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 240 dos 513 deputados federais eleitos em 2014 conseguiram garantir a permanência no cargo por mais quatro anos (46,8% do total). O número representa 62,8% dos 382 que tentaram a reeleição.
No Senado, dos 54 senadores eleitos em 2010, 32 tentaram um novo mandato, mas só oito (25% do total), conseguiram votos suficientespara assegurar a reeleição.
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Após 32 anos de mandatos como deputado federal, prefeito de Campina Grande (PB), governador da Paraíba e senador, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) não conseguiu se reeleger para o Senado.
Ele ficou em quarto lugar, atrás de Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), Daniella Ribeiro (PP-PB) – os eleitos – e Luiz Couto (PT-PB).
Atual vice-presidente do Senado, o tucano utilizou as redes sociais para comentar o resultado eleitoral. Ele afirmou que fez uma campanha sem “populismo” e disse que, “para praticar o bem”, não é necessário mandato.
“Fiz uma campanha ética e transparente, sem concessões ao populismo ou à irresponsabilidade. Ninguém fica bom ou ruim da noite para o dia”, declarou.
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Deputado federal por quatro mandatos consecutivos, Chico Alencar (PSOL) tentou, desta vez, uma cadeira no Senado Federal. Recebeu 1.281.373 votos – número que considera expressivo –, mas acabou ficando em quinto lugar.
Conhecido entre os parlamentares pelo perfil combativo, atribuiu o resultado a “um tsunami da extrema-direita”.
Das duas vagas em disputa de senador pelo Rio de Janeiro, a primeira ficou com Flávio Bolsonaro (PSL), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A segunda, com Arolde de Oliveira (PSD), eleito com 2,38 milhões de votos.
“O filho do Bolsonaro é a truculência, a solução simplista para problemas complexos: arma na mão como solução. E o Arolde é o projeto da Bíblia fundamentalista, que também não é caminho para enfrentar os gravíssimos problemas do estado perpetrado por uma máfia do MDB. Mas reconheço que eles estão legitimados pelas urnas”, afirmou ao G1.
Alencar lamentou estar fora do Parlamento, mas disse que continuará militando de outras formas. “O que ameniza a tristeza é o fato de ter uma bancada do PSOL que cresceu bastante e também nas bancadas estaduais, e que me representam muito”, disse. Após deixar o mandato, ele pretende voltar a lecionar na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Ex-governador, Cristovam Buarque (PPS) concorreu ao terceiro mandato de senador pelo Distrito Federal. Ficou em terceiro lugar na votação, que elegeu Leila do Vôlei (PSB) e Izalci Lucas (PSDB).
Cristovam afirmou ao G1 que entende como “natural” a derrota, já que exerceu dois mandatos seguidos.
Na avaliação dele, os votos favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff, à reforma trabalhista e ao teto de gastos, mais o apoio à reforma da Previdência, desagradaram o eleitor. Ele disse que não pretende disputar outras eleições.
“Estava há tempo demais. Foi natural surgir a fadiga dos materiais. Há uma ânsia muito grande de mudar porque o povo está cansado de todos nós. Não fui derrotado por escândalo de corrupção, por ser ficha suja, foi por discordância do eleitor com as minhas posições”, disse.
Darcísio Perondi (MDB-RS)
Vice-líder do governo na Câmara dos Deputados e um dos principais defensores do presidente Michel Temer, Darcísio Perondi (MDB-RS) não conquistou o sétimo mandato consecutivo de deputado federal. Ficou entre os suplentes na bancada do Rio de Grande do Sul.
Perondi declarou ao G1 que repercutiu mal entre seus eleitores a defesa das reformas propostas por Temer, um governo com alto índice de rejeição. O “fenômeno Bolsonaro” e “ataques feitos pelo PT” em seus redutos eleitorais também pesaram no revés eleitoral, segundo o deputado.
“Ser um dos líderes das reformas, com alta visibilidade, influenciou no resultado, porque o povo não entendeu a necessidade das reformas. No Rio Grande do Sul, o fenômeno Bolsonaro pesou muito na última semana. Parecia que os nomes apoiados por Bolsonaro tinham um bênção divina”, afirmou.
Eunício Oliveira (MDB-CE)
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) não obteve votos suficientes para se reelegersenador pelo Ceará. Ele obteve 1.313.793 votos – os eleitors foram Cid Gomes (PDT), com 3.228.533 votos, e Eduardo Girão (PROS), com 1.325.786.
Eunício foi deputado federal por três legislaturas (entre 1999 e 2010) e ministro das Comunicações do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2004 e 2005.
“Recebo com reverência e respeito essa determinação imposta a todos nós pelas regras democráticas, pelas quais tanto lutei. Agradeço, com muita honra e humildade, aos 1.313.793 cearenses que seguiram confiando em mim”, disse por meio da assessoria.Com a derrota, disse que agora vai se dedicar à vida pessoal. “Desejo boa sorte e energia para os que foram eleitos. Recolho-me agora à vida pessoal”, afirmou.
Magno Malta (PR-ES)
Depois de 16 anos no Senado, Magno Malta não conseguiu se reeleger para um terceiro mandato.
Aliado de Jair Bolsonaro, Malta chegou a ser cotado para candidato a vice na chapa do presidenciável do PSL. Mas preferiu disputar mais oito anos no Senado e foi derrotado por Fabiano Contarato (Rede-ES) e Marcos do Val (PPS-ES).
Após o resultado, Magno Malta divulgou um vídeo no qual diz que foi cumprida “a vontade de Deus”.
“Não tem desculpa para nada disso. ‘Ah, o Magno Malta viajou, foi cumprir agenda de Bolsonaro, abandonou a campanha’. Não, não, esquece. Tudo foi feito, tudo direito. O comando da vida é de Deus”, afirmou.
Miro Teixeira (Rede-RJ)
Após 11 mandatos como deputado federal, o decano da Câmara, Miro Teixeira (Rede-RJ), se lançou ao Senado, mas acabou ficando em sétimo lugar, com cerca de 430 mil votos.
“São pessoas que votaram em mim pelo livre convencimento, sem qualquer outra espécie de influência. E, quando se tem voto, se ganha. Não há uma explicação para o resultado eleitoral, faltou voto”, disse.
Ele também considera que o resultado se deve ao reflexo da conquista expressiva de votos de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro para eleger seu filho ao Senado.“Foi uma eleição notoriamente puxada pela expressiva votação do [Jair] Bolsonaro no Rio de Janeiro, que acabou influenciando na eleição do filho como senador”, avaliou.
Roberto Requião (MDB-PR)
Ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba, Roberto Requião (MDB) tentou o terceiro mandato de senador. Com 1,52 milhão de votos, ele ficou em terceiro lugar, atrás dos eleitos Professor Oriovisto (Pode), com 2,95 milhões, e Flavio Arns (Rede), com 2,33 milhões.
Ao G1, Requião afirmou ter sido “atropelado” por informações falsas nas redes sociais, pela “onda Bolsonaro”, por ter se posicionado contra a prisão de Lula e pelas pesquisas de intenção de voto, que, para ele, induziram o voto útil a fim de tirar Beto Richa (PSDB) da disputa. Requião aparecia na frente nas sondagens até a véspera da eleição.
“Induziram o voto útil no Arns e no Oriovisto em função da altíssima rejeição do Beto Richa. Me transformaram no símbolo do político que defendia o PT. Fui atropelado pelo tsunami de direita. Não me abalo um milímetro. As coisas não têm que ser lamentadas, têm de ser entendidas”, declarou.
Romero Jucá (MDB-RR)
Líder no Senado dos governos Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer, Romero Jucá não conseguiu o quarto mandato consecutivo como senador. Ele obteve 84,9 mil votos ficou atrás de Chico Rodrigues (DEM-RR), com 111,4 mil e Mecias de Jesus (PRB-RR), com 85,3 mil.
Presidente nacional do MDB, Jucá é réu na Lava Jato, acusado pelo Ministério Público de corrupção e lavagem de dinheiro com base nas delações da Odebrecht. Ele nega as acusações.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (8), Jucá atribuiu a perda de votos a “ataques” e “mentiras”.
“Infelizmente, por 434 votos, não entramos no Senado. Essa é uma decisão soberana da população, eu respeito, apesar de saber que muitos ataques, muitas agressões, muitas mentiras fizeram com que eu tivesse essa condição de perder votos”, afirmou.
O emedebista lembrou que continua no Senado até fevereiro de 2019, quando os eleitos neste ano tomam posse.
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