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Gestão Nicinha quer extinguir cargos em Tabira

Por Nill Júnior

O petista e nome da oposição Flávio Marques acusou em rede social a gestão Nicinha Brandino de querer extinguir os cargos efetivos de Motorista I – categoria B, Motorista II – categoria D, Vigia, Recepcionista, Telefonista e Auxiliar de Serviços Gerais.

“Essa ação prejudica os atuais servidores e impossibilita a realização de novos concursos públicos no município de Tabira”, reclamou.

Segundo ele, o sistema constitucional vigente prevê como regra que a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvada as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, nos exatos termos do art. 37, II, da Constituição Federal.

“No entanto, a gestão desastrosa da Prefeita de Tabira, que não cumpre o que diz, apresentou o Projeto de Lei dispondo sobre a extinção de cargos efetivos no âmbito do Executivo Municipal para terceirizar, acabando de vez com o sonho dos concurseiros”, diz Flávio. A manobra favorece contratar apadrinhados políticos.

Outras Notícias

Prefeito de Ingazeira anuncia pagamento da segunda parcela do 13º salário aos servidores

Nesta quarta-feira (10), o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, anunciou o pagamento da segunda parcela do 13º salário aos servidores municipais. “A medida reafirma o compromisso da gestão com o equilíbrio fiscal e a valorização do funcionalismo público, além de aquecer a economia local neste fim de ano”, diz a municipalidade em nota. Segundo o […]

Nesta quarta-feira (10), o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, anunciou o pagamento da segunda parcela do 13º salário aos servidores municipais.

“A medida reafirma o compromisso da gestão com o equilíbrio fiscal e a valorização do funcionalismo público, além de aquecer a economia local neste fim de ano”, diz a municipalidade em nota.

Segundo o prefeito, a antecipação do pagamento é fruto de uma gestão responsável e focada no bem estar dos trabalhadores e da população.  

“Nosso compromisso é manter as contas em dia e valorizar quem trabalha pelo município. Com responsabilidade e planejamento, conseguimos garantir esse direito aos nossos servidores antes do prazo final”, destacou Luciano Torres.

“Com o pagamento da segunda parcela do décimo, a gestão municipal injeta recursos importantes no comércio local, movimentando a economia e contribuindo para um fim de ano mais tranquilo para as famílias ingazeirenses”, destaca a assessoria.

Temer manda suspender patrocínio da Caixa a evento em apoio a Dilma e irrita petistas

O governo Michel Temer mandou nesta quinta-feira (19) suspender patrocínio da Caixa Econômica Federal a evento de blogueiros e ativistas contrários ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. O patrocínio da empresa estatal foi autorizado pela administração petista em março e totalizou R$ 100 mil, segundo publicação no “Diário Oficial da União”. Intitulado 5º Encontro Nacional […]

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Folha

O governo Michel Temer mandou nesta quinta-feira (19) suspender patrocínio da Caixa Econômica Federal a evento de blogueiros e ativistas contrários ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. O patrocínio da empresa estatal foi autorizado pela administração petista em março e totalizou R$ 100 mil, segundo publicação no “Diário Oficial da União”.

Intitulado 5º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais, o evento será realizado entre os dias 20 e 22 de maio, em Belo Horizonte (MG). A presidente afastada confirmou presença na abertura, na noite desta sexta-feira (20). A programação do evento ressalta que ele discutirá “a defesa da democracia” e a “luta contra o golpismo midiático” e terá as participações de blogueiros de esquerda.

O governo interino justifica a decisão de suspender o patrocínio a uma reorganização da estratégia midiática da nova gestão, que pretende também reavaliar todos os contratos de publicidade do governo de Dilma Rousseff com veículos de imprensa, sejam eles tradicionais ou sites e blogs alinhados à gestão petista.

O peemedebista solicitou a todos os ministérios o envio de seus respectivos planos de mídia, que sofrerão um pente-fino com a intenção de cortar ou suspender patrocínios que não sejam considerados estratégicos para a máquina federal ou não estejam ligados a campanhas emergenciais de interesse nacional.

Vacina da Pfizer é aprovada no Reino Unido e estará disponível na próxima semana

Segundo um porta-voz do governo britânico, a vacina estará disponível em todo país, a partir da próxima semana Por AFP A autorização por parte do Reino Unido da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech é um “momento histórico” na batalha contra a pandemia – afirmou o CEO do grupo americano Pfizer, Albert Bourla, nesta quarta-feira […]

Segundo um porta-voz do governo britânico, a vacina estará disponível em todo país, a partir da próxima semana

Por AFP

A autorização por parte do Reino Unido da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech é um “momento histórico” na batalha contra a pandemia – afirmou o CEO do grupo americano Pfizer, Albert Bourla, nesta quarta-feira (2).

“A autorização no Reino Unido marca um momento histórico na luta contra a covid-19”, afirmou Albert Bourla.

Segundo um porta-voz do governo britânico, a vacina estará disponível em todo país, a partir da próxima semana.

Já o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, comemorou a aprovação no Reino Unido da vacina da Pfizer/BioNTech contra o coronavírus, a primeira autorizada contra a covid-19 por um país ocidental. 

“É a proteção das vacinas que finalmente nos devolverá nossas vidas e fará a economia se mover de novo”, tuitou sobre esta notícia que chega no mesmo dia em que a Inglaterra sai de um segundo confinamento de quatro semanas.

João Gomes: show pula de R$ 120 mil para R$ 400 mil

Prefeitura do Pajeú tentou e desistiu A informação foi da Coluna do Domingão. A prefeitura de São José do Egito tentou firmar contrato com o nome do momento, o cantor João Gomes, para a Festa de Reis. O contrato só não foi assinado porque ainda não sabe se haverá a festa em virtude do avanço […]

Prefeitura do Pajeú tentou e desistiu

A informação foi da Coluna do Domingão. A prefeitura de São José do Egito tentou firmar contrato com o nome do momento, o cantor João Gomes, para a Festa de Reis.

O contrato só não foi assinado porque ainda não sabe se haverá a festa em virtude do avanço ou não dos protocolos. A municipalidade aguarda uma definição do estado sobre eventos dessa natureza.

Ao lado do Secretário de Cultura, Henrique Marinho, o Secretário de saúde, que também responde pelo Planejamento, Paulo Jucá, revelou que de uma pedida inicial de R$ 120 mil, passando pra R$ 150 mil no segundo contato, hoje o show não sai por menos de R$ 400 mil. A prefeitura desistiu.

João Fernando Gomes Valério é deSerrita, sertão de Pernambuco. Nascido em  31 de julho de 2002, tem apenas 19 anos. Alcançou destaque nacional já com o seu álbum de estreia, tornando-se o cantor mais ouvido do país no período.

As músicas “Meu Pedaço de Pecado”, “Se for Amor” e “Eu Tenho a Senha” apresentaram-se como os principais sucessos do primeiro álbum do cantor, rendendo-lhe indicações a prémios relevantes, tais como Artista revelação de 2021 e hit do ano, no Prêmio Multishow.

Suas músicas despontaram inicialmente em aplicativos como o TikTok rapidamente chegando ao topo das mais tocadas no Brasil na plataforma Spotify, junto com quase todo o restante do álbum, sendo o único artista brasileiro a estar entre os 50 mais tocados no mundo no mesmo período na referida plataforma, alcançando ainda, já no mês seguinte à estreia do primeiro álbum, a posição 40 entre os mais tocados da Billboard Global 200.

‘Não tenho apego ao cargo. Se houver irregularidade, eu saio’, diz Sergio Moro

O ministro da Justiça, Sergio Moro, disse em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (19) que não tem apego ao cargo ocupado por ele no governo Bolsonaro e que sai se houver alguma irregularidade da parte dele. O ex-juiz respondeu a pergunta do senador Jaques Wagner (PT-BA), que lembrou o fato […]

Foto: Gabriel Matos/Senado Federal

O ministro da Justiça, Sergio Moro, disse em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (19) que não tem apego ao cargo ocupado por ele no governo Bolsonaro e que sai se houver alguma irregularidade da parte dele.

O ex-juiz respondeu a pergunta do senador Jaques Wagner (PT-BA), que lembrou o fato de o ministro ser o chefe da Polícia Federal, o que poderia comprometer a imparcialidade das investigações.

— Não tenho apego ao cargo em si, se houver irregularidade de minha parte eu saio. Mas não houve, porque sempre agi com base na lei e de modo imparcial. Se o site divulgar tudo sem adulteração e sem a construção de interpretações, vai se verificar que minha atuação foi íntegra — afirmou Moro, que insistiu em dizer que o site The Intercept Brasil (que divulgou mensagens trocadas entre o ex-juiz e procuradores da Lava Jato) faz sensacionalismo.

Ao apoiar o ministro, o senador Major Olimpio (PSL-SP) disse que Moro agiu o tempo todo amparado na lei e nos princípios e, por isso, não há que se falar no afastamento do ministro, até porque não é o que a população deseja.

— Tenha certeza de que o povo brasileiro conta demais com Vossa Excelência […] Não há nada comprometedor, por isso a sua tranquilidade, a tranquilidade do povo brasileiro. Uma diminuição da imagem de Vossa Excelência é uma derrota da Justiça desse país — afirmou.

Comissão de inquérito

As conversas vazadas entre o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol são motivo para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI), na opinião do senador Cid Gomes (PDT-CE). O parlamentar sugeriu a criação de CPI para investigar não só os vazamentos, mas para apurar e sugerir medidas legislativas para dar mais segurança ao sigilo das comunicações no país.

O senador sugeriu também a alteração na lei processual penal para que o juiz que instrui o processo não seja o mesmo que vai julgar. Para ele, seria uma medida fundamental para garantir a imparcialidade do julgador e serviria de medida protetiva para o futuro dos processos. Cid Gomes deixou claro não ser a favor do fim da Lava Jato e fez críticas à postura do ministro na audiência da CCJ:

— O ministro trouxe três ou quatro mantras e tem repetido aqui. Da mesma forma que citou juristas que não enxergam o conluio, há outros juristas que dizem o contrário. Eu não quero tomar partido e nem jamais defenderei que se ponha fim à Lava Jato. Penso que a Justiça tem que ser imparcial. Dou um doce a quem disser o nome do atual juiz da 13ª Vara de Curitiba, e isso é prova de que sua postura é de sensacionalismo, de querer aparecer e de se colocar como salvador da Pátria — atacou.

*Agência Senado