Notícias

“Gestão Madalena embicou”, diz Zeca Cavalcanti no rádio

Por Nill Júnior

“Essa questão da ambulância dos Socorristas, que já era para ter sido resolvida, é a prova da pequenez deste governo que vem fazendo Arcoverde ‘embicar’ a cada ano”, assim o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) avaliou a demora e a “enrolada” que a prefeitura de Arcoverde vem fazendo para entregar a ambulância do GSVA adquirida com uma emenda parlamentar sua da ordem de R$ 200 mil.

As palavras de Zeca foram ao ar durante entrevista na Rádio Itapuama FM, nesta quarta-feira (27), quando fez um balanço de seu primeiro mandato ao longo dos últimos três anos e meio como representante de Arcoverde e região na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Ainda sobre a ambulância dos Socorristas, o deputado disse que isso tudo é um processo muito simples e citou que uma servidora da Secretaria de Saúde que trabalhou no seu governo e continua lá, Dorinha, fazia isso em 15 minutos, bastava ter a ordem e a determinação da prefeita. “É triste o que vem acontecendo, é uma política pequena que prejudica não o deputado Zeca, mais a população e os socorristas, que poderiam já estar trabalhando em uma ambulância nova, salvando vidas, mas não é isso o que estamos vendo. Lamentavelmente”, disse Zeca Cavalcanti.

Na entrevista, o parlamentar trabalhista destacou vários projetos e ações no Congresso como os projetos de lei do uso da energia solar pelo homem do campo, gerando renda para os pequenos agricultores; a questão da comissão de convivência com a seca que apresentou várias ações de enfrentamento da estiagem; e a questão do desconto nos planos de saúde para quem paga e não uso os planos rotineiramente. São projetos que apresentamos que visam levar mais qualidade de vida as pessoas, destacou Zeca Cavalcanti.

Ele também fez uma avaliação sobre o governo do Estado colando no governador o título já conhecido de ‘Paulo Câmara Lenta’ e agora, também, de ‘Câmara Vaia”, ao questionar os graves problemas de saúde, segurança e infraestrutura em Pernambuco. “Falta liderança para o nosso estado e Pernambuco precisa resgatar isso. Armando tem fortalecido a cada dia o palanque das oposições com lideranças, ex-governadores (Joaquim Francisco, Roberto Magalhães, Kustavo Krause, João Lyra), deputados, prefeitos que querem ver um Pernambuco mais forte e líder no Nordeste”, ressaltou o deputado Zeca Cavalcanti.

O parlamentar também ressaltou a destinação de mais de R$ 27 milhões em emendas para mais de 30 cidades nas regiões do Moxotó, Pajeú, Itaparica e São Francisco, assim como em algumas cidades do Agreste pernambucano. Lembrou dos investimentos feitos em Arcoverde e mais recentemente da liberação de R$ 409 mil para construção da UBSF da Cohab II e  R$ 200 mil para a compra da ambulância dos Socorristas, assim como a liberação de máquinas (dois tratores de arado, retroescavadeira, caçamba) para o município, destacando mais de R$ 3 milhões em emendas.

Sobre a situação política e administrativa de Arcoverde, o deputado Zeca Cavalcanti disse que “Arcoverde entregue as baratas, com uma gestão desastrosa, uma usina de asfalto unicamente eleitoreira; porque não continua calçando as ruas que precisam serem calçada”?, questionou.

Sobre o São João, disse que a prefeitura faz um evento “tupiniquim com sete dias de festa. É de fazer pena, pois até as cervejarias correram porque não viram nenhum sucesso na festa que já foi referência em todo o Estado e no Nordeste. Os barraqueiros não estão vendendo e estão tendo que pagar R$ 800 por uma barraca em um evento que não estimula os negócios. Tem dono de hotel dizendo que as pessoas devolveram os apartamentos antecipadamente, mesmo pagos, porque não tiveram vontade de continuar no são João de Arcoverde”.

O deputado finalizou dizendo que vai mais uma vez colocar seu nome à disposição dos eleitores pernambucanos e lamentou o estado em que se encontra sua terra natal: “É de fazer pena o que a gente tá vendo na cidade de Arcoverde, em todos os aspetos, Arcoverde ‘embicou’”, concluiu Zeca Cavalcanti.

Outras Notícias

Capacitação do FUNCULTURA Audiovisual em Afogados

No dia 28 de dezembro de 2016 foram lançados os editais do FUNCULTURA, este ano serão três editais, o Geral, o da Música e o Audiovisual, totalizando um investimento de R$ 42,2 milhões na produção cultural independente do Estado. Deste total um pouco mais de R$ 20 milhões serão destinados ao Edital do Audiovisual. Com […]

funcultura1No dia 28 de dezembro de 2016 foram lançados os editais do FUNCULTURA, este ano serão três editais, o Geral, o da Música e o Audiovisual, totalizando um investimento de R$ 42,2 milhões na produção cultural independente do Estado. Deste total um pouco mais de R$ 20 milhões serão destinados ao Edital do Audiovisual.

Com intuito de capacitar os produtores e realizadores locais a participarem do Edital do Audiovisual 2016/2017, a Diretoria do Audiovisual do Estado inicia um ciclo de capacitações em 2017.

Em Afogados da Ingazeira a capacitação acontecerá dia 13, sexta-feira, às 14h, na Escola Monteiro Lobato. Qualquer pessoa pode participar e as inscrições serão feitas no local.

Artigo: E se ocorresse um desastre nuclear nas usinas de Angra? 

Por Heitor Scalambrini Costa* e Zoraide Vilasboas** O complexo nuclear formado pelas usinas Angra 1, Angra 2 e Angra 3 (obra paralisada), na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), de propriedade da estatal Eletronuclear, fica na praia de Itaorna, que em guarani significa “pedra mole”, ou “pedra podre”, no município de Angra dos Reis, região […]

Por Heitor Scalambrini Costa* e Zoraide Vilasboas**

O complexo nuclear formado pelas usinas Angra 1, Angra 2 e Angra 3 (obra paralisada), na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), de propriedade da estatal Eletronuclear, fica na praia de Itaorna, que em guarani significa “pedra mole”, ou “pedra podre”, no município de Angra dos Reis, região mais afetada com maior acúmulo de água das chuvas, provenientes dos temporais que se abateram sobre o estado do Rio de Janeiro, da última sexta-feira (4/4) até sábado. Segundo a Defesa Civil do Estado foram 357 mm ao longo de 48 horas, mais que o dobro esperado para abril, o que levou a decretação de situação de emergência máxima. A rodovia Rio-Santos foi interditada nos kms 542, 503, 473 e 433, devido ao risco de queda de barreiras em Angra dos Reis e Paraty.

As chuvas torrenciais que desabaram sobre o Rio de Janeiro causaram danos em várias regiões do estado. Foram verificados pontos de alagamentos com bolsões de água, queda de árvores em vários bairros da capital. Interrupção de energia elétrica, corte no fornecimento de água, desmoronamentos de terra atingiram a baixada fluminense. Na região Serrana, o transbordamento do rio Quitandinha atingiu o centro histórico de Petrópolis com alagamentos e deslizamentos de barreiras, provocando estragos em diversas áreas. Foram fechadas a subida e descida para o alto da serra de Teresópolis. Uma verdadeira catástrofe atingiu estas regiões e seus habitantes.

Perigo atômico

Tais eventos climáticos e suas dramáticas consequências não surpreendem mais os moradores destas regiões, especialmente em tempos de ocorrências radicais provocados pelo colapso climático. Mas chama a atenção a irresponsabilidade das autoridades municipais, estaduais e nucleares no que diz respeito à segurança em radioproteção que deveriam garantir às populações vizinhas à CNAAA. 

No início de abril de 2022 um temporal, de grande magnitude, marcou um recorde histórico para o município de Angra dos Reis, mostrando de uma vez por todas que as mudanças climáticas estão presentes, e vieram para ficar, promovendo tragédias país afora. Em 48 horas choveu em torno de 700 milímetros, provocando deslizamentos de encostas, que soterraram casas e causaram a interrupção das vias de acesso, além da suspensão do fornecimento de água e energia elétrica. O município ficou completamente isolado, sem rotas para sair ou entrar. 

Diante da trágica situação que devastou a região, o então prefeito Fernando Jordão (PMDB), solicitou à Eletronuclear que interrompesse o funcionamento das usinas, em uma ação preventiva. O Ministério Público Federal também foi provocado, e acionou a empresa, já que a cidade, completamente isolada, impediria, diante de um possível problema no complexo nuclear, ativar o Plano de Emergência Local (PEL), que prevê um “planejamento para dar resposta para possíveis situações de emergência nuclear, e assim proteger a saúde e garantir a segurança dos trabalhadores, da população e do meio ambiente”. 

Por sua vez, a direção da empresa, em sua soberba, pouco se importou com a vida dos angrenses, rejeitando a possibilidade do desligamento, garantindo que a normalidade no funcionamento das usinas, não justificaria desligar os reatores. Além de usarem a falsa alegação que o corte no fornecimento de energia produzida por Angra 1 e Angra 2 (que representa menos de 2% da potência elétrica total instalada no país), traria consequências sérias ao sistema elétrico brasileiro. E assim não foi acatada a solicitação de interromper o funcionamento das usinas nucleares diante da situação que se encontrava o município.

Três anos se passaram para que situação semelhante voltasse a acontecer, no que se refere ao temporal que se abateu no município e suas graves consequências, acarretando a decretação do estado de alerta máximo. A diferença é que agora a administração municipal não tomou nenhuma ação preventiva de proteção para a população residente no entorno do complexo nuclear, já que as rotas de fuga (rodovias BR-101 e RJ-155) que são de pista simples, ficaram intransitáveis, sujeitas a deslizamentos de terra. 

O PEL prevê medidas de emergência ao redor do complexo nuclear, caso ocorra vazamento de radiação. Em uma área de até 5 km em torno das usinas os moradores seriam totalmente evacuados. Na região, entre 5 e 15 quilômetros, segundo o plano, as pessoas poderiam permanecer em suas casas, tomando o cuidado de vedar portas e janelas para evitar a radiação. Como se as portas e janelas fechadas pudessem impedir o efeito da radiação gama, altamente penetrante. Para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), não há risco de contaminação depois dos 15 quilômetros.

Estas distâncias de segurança são questionáveis, se compararmos as medidas tomadas pelo governo japonês na catástrofe nuclear em Fukushima Daiichi, em 2011. Com a confirmação da liberação de material radioativo para a atmosfera, moradores de uma área definida em um raio de cerca de 20 quilômetros em torno da usina foram evacuados. Portanto, uma distância 4 vezes superior à área definida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)/Eletronuclear.

Em Angra dos Reis desligar as usinas nucleares seria uma ação preventiva, de bom senso, de segurança, evitando assim que um acidente maior pudesse acontecer, na situação em que se encontrava o município. E diante de um acidente nuclear, caso fosse ativado o PEL, as pessoas não poderiam ser evacuadas, pois as vias de acesso estariam obstruídas. Não desligar as usinas é uma decisão criminosa, imperdoável, porque coloca a vida das pessoas em risco de morte. A imprensa divulgou uma parada já programada de Angra 1 – desligada na madrugada de 5 de abril, após as chuvas torrenciais verificadas na região – e que Angra 2 continuava funcionando em plena carga.   

E tudo isso acontecendo em um contexto de instabilidade financeira da Eletronuclear, cujos sucessivos erros rudimentares de seus dirigentes, aliados aos supersalários dos funcionários do alto escalão, a fazem dependente do tesouro nacional. A crise é a maior da histórica da empresa, que até tem anúncio da greve geral dos empregados lotados no CNAAA, com início previsto para 8 de abril. 

Em resumo, a energia nuclear não é bom negócio, nem econômica, nem ambiental e nem social, e as mudanças climáticas só veem aumentando os riscos de graves acidentes em usinas nucleares.

Xô Nuclear. Xô Angra 3. Descomissionamento Já de Angra 1 e Angra 2.

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix, associado ao Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de Energia Atômica (CEA)-França.

** Ativista socioambiental do Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania e integrante da Articulação Antinuclear Brasileira.

Lentidão da justiça e do Estado foram determinantes para a morte de Ávila, diz família

Velório começa hoje pela manhã no Salão Paroquial de São Francisco. Sepultamento será amanhã, em horário e ser informado Começou a ser velado no Salão Paroquial da Paróquia de São Francisco esta manhã o corpo de Ávila Gabrielly, que morreu de leucemia aos 23 anos. O sepultamento ocorre amanhã, 8 da manhã, no anexo novo […]

Velório começa hoje pela manhã no Salão Paroquial de São Francisco. Sepultamento será amanhã, em horário e ser informado

Começou a ser velado no Salão Paroquial da Paróquia de São Francisco esta manhã o corpo de Ávila Gabrielly, que morreu de leucemia aos 23 anos. O sepultamento ocorre amanhã, 8 da manhã, no anexo novo do Cemitério São Judas Tadeu.

A família está a caminho de Afogados da Ingazeira. Em contato com o blog , confirma o que se imaginava: Ávila estava muito debilitada em virtude da demora para chegada do medicamento determinante para que, iniciando o tratamento, conseguisse zerar o quadro de leucemia para em seguida, se submeter a um transplante de medula, cujo pai, Amilton Correia, seria o doador.

A demora do despacho judicial para obrigar o estado a fornecer a medicação, com o processo indo da justiça estadual à federal, voltado, demorado a ser analisado por ter gerado outro número em meio a uma decisão jurídica do STJ sobre responsabilidade em ações dessa natureza e depois, a demora do estado em cumprir a decisão.

Que Ávila seja o símbolo para uma justiça mais célere e para um estado mais rápido no cumprimento da decisão quando uma vida está em jogo. A morte dela não pode ser em vão.  Fica a imagem da jovem cheia de juventude e vontade de vencer.

Guga e Júlio César lideram rejeição em Sertânia

O Prefeito e candidato a reeleição Guga Lins lidera no critério rejeição, segundo pesquisa realizada pelo instituto Múltipla para o blog. Dos ouvidos pelo instituto, 53% afirmaram que não votam no gestor sertaniense de jeito nenhum. 11,3% dizem que talvez votem nele.  34,3% afirmaram votar com certeza nele. O dado ajuda a explicar o resultado […]

sertania rejeição guga

O Prefeito e candidato a reeleição Guga Lins lidera no critério rejeição, segundo pesquisa realizada pelo instituto Múltipla para o blog. Dos ouvidos pelo instituto, 53% afirmaram que não votam no gestor sertaniense de jeito nenhum. 11,3% dizem que talvez votem nele.  34,3% afirmaram votar com certeza nele.

O dado ajuda a explicar o resultado da pesquisa revelada a pouco, em que Ângelo Ferreira lidera o cenário estimulado e espontâneo. Ou seja, o desafio do gestor é reduzir o quanto antes o número de rejeição à sua reeleição, para buscar equiparação com o ex-prefeito Ângelo Ferreira.

sertania rejkeição angelo

sertania rejeição julio

No caso deste último, 32,3% não votam de jeito nenhum, 15,7% afirmaram que talvez votem nele, contra 50,7% que afirmam votar nele com certeza.

Já o nome da chamada terceira via, Júlio César Leite, também aparece com uma rejeição alta, na casa dos 50%. Já 15% admitem talvez votar nele e 6,7% com certeza votam nele.

A pesquisa foi registrada sob o número PE-08425/2016. O período de realização da coleta aconteceu entre 04 e 06 de agosto, com 300 entrevistados. A margem de erro é de 5,7% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Localidades pesquisadas nos Bairros: Centro, COHAB, Alto da Conceição, Nova Sertânia, Jardim COCANE, Pedra Grande, Ferro Novo, Ferro Velho, Alto do Cemitério, Alto da Cerâmica, Alto do Rio Branco, Odilon Pierre, Mário Melo Nova, Alto do Céu e Vila da Caixa

Localidades pesquisadas na zona rural: Henrique Dias, Cruzeiro do Nordeste, Moderna, Algodões, Caroalina, Várzea Velha, Valdemar Siqueira, Rio da Barra, Albuquerque Né, Pernambuquinho, Umburanas, Ariu, Cacimbinha, Brejinho, Malhadinha, Lagoinha, Severo, Capim, Maxixe, Fazenda Santa Marta, Caatinga, Jacu, Riacho dos Porcos, Berto, Baixa Grande, Açude Barra, Bom Nome, Jacuzinho, Campos, Caianas, Imbé, Pantaleão, Poço da Pedra, Caldeirão de Baixo, Barro Branco, Queimada do Milho, Giquiri, Cacimba da Mata, São Francisco, Caroá de Baixo, Caroá de Cima, Várzea Limpa, Cipó, Passagem de Pedra, Cachoeira, Caroá, Riacho do Feliciano, Cerece de Baixo, Riacho do Caroá, Urubu, São Bento, São José, Dois Serrotes, Pinheiro, Cerece de Cima, Riacho Verde, Maniçoba, Pinheiro de Cima, Jibóia, Fazendinha, Tigre da Maniçoba, Santo Antonio, Xique Xique, São Gonçalo, Bela Vista, Salgado, Viana, Feliciano, Frade, Favela, Mansinho, Cacimba Velha, Tapagem, Cacimba de Cima, Pitombeira, Barro Vermelho, Itan, Jatobá, Ameixa, Bravo Novo, Empoeira do Meio, Santana, Quixabeira, Barra da Serra e Santana.

Daqui a pouco, a avaliação da gestão Guga Lins.

Ex-deputado Beto Accioly lança pré-candidatura a prefeito de Camaragibe

O ex-deputado estadual Beto Accioly anunciou, nesta terça-feira (11), que é pré-candidato a prefeito de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. Atualmente, Beto está em negociações com partidos e não definiu uma legenda para a disputa das eleições. A definição deve ocorrer após o Carnaval. “Buscamos dialogar com os demais grupos de oposição. E avançamos […]

Foto: Roberto Soares/Alepe

O ex-deputado estadual Beto Accioly anunciou, nesta terça-feira (11), que é pré-candidato a prefeito de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife.

Atualmente, Beto está em negociações com partidos e não definiu uma legenda para a disputa das eleições. A definição deve ocorrer após o Carnaval.

“Buscamos dialogar com os demais grupos de oposição. E avançamos no debate, discutindo propostas que de fato coloquem Camaragibe na rota do desenvolvimento social e econômico de forma sustentável”, diz o pré-candidato.

Accioly disse que, a partir de agora, começará a montar um plano de governo e pregou a unidade da oposição em Camaragibe.

“Vamos continuar as conversas com os demais nomes da oposição em busca da unidade para a disputa de outubro”, afirma o pré-candidato.

Atualmente, a cidade de Camaragibe é governada por Nadegi Queiroz (DC), que assumiu o cargo após o impeachment de Demóstenes Meira.

Demóstenes Meira está preso desde do dia 20 de junho, no Centro de Observação e Triagem Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, após a Operação Harpalo, da Polícia Civil.

Segundo a Polícia Civil disse na época, Meira seria o líder de uma suposta organização criminosa que teria supostamente praticado esses crimes. A informação é do blog de Jamildo.