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Geração centralizada: modelo de negócio insustentável com “energia limpa”

Por André Luis

Por Heitor Scalambrini Costa*

Duas fontes de energia elétrica são essenciais, com papéis decisivos na matriz energética mundial descarbonizada: a energia solar e eólica. A grande vantagem é que são fontes renováveis, baratas, inesgotáveis e abundantes. E não é pelo fato de serem fontes renováveis, não emitindo gases de efeito estufa (CO2) e gases poluentes durante o processo de transformação/conversão, que podem ser chamadas de “limpas”. A ciência, os cientistas, revelam que todo processo de geração de energia provoca danos e impactos socioambientais e econômicos. Portanto, é errôneo associar energia renovável à “energia limpa”, à “energia verde”, à “energia de baixo impacto ambiental”. Sem ciência não tem futuro, não existe energia limpa.

Ao denominar equivocadamente/deliberadamente de fontes limpas, a legislação vigente considera que são de baixo impacto ambiental. E, para efeito de licenciamento da obra, é suficiente apresentar o Relatório Ambiental Simplificado (RAS), que como o nome já diz é simplificado. Assim, exime o empreendedor de apresentar estudos mais aprofundados e detalhados sobre possíveis danos ambientais e possíveis soluções.

Ao utilizar tanto a energia solar fotovoltaica, como a energia eólica para produzir energia elétrica, duas lógicas de produção são possíveis. A geração centralizada, com grandes áreas ocupadas para captação, geração e transmissão de energia elétrica em larga escala, em centrais, complexos, parques e usinas. E a geração distribuída ou descentralizada, que gera energia em menor escala, com os equipamentos ocupando pequenas áreas (residências, fachadas, tetos, coberturas em geral), com uma produção local destinada prioritariamente ao autoconsumo.

No Brasil, para cada uma destas fontes energéticas, a realidade dos modos de produção é distinta. Enquanto na produção eólica, 100% da potência instalada corresponde a geração centralizada; no caso da energia solar fotovoltaica, 32% equivale a geração centralizada, e 68% a geração distribuída.

É no Nordeste que estão localizadas mais de 85% das instalações eólicas do país (total aproximado de 1.100 parques), ocupando áreas costeiras e sertanejas (bioma Caatinga), preferencialmente em locais de altitude. O aumento desenfreado desta fonte de energia elétrica nos últimos 15 anos, levou ao patamar de terceira fonte mais importante da matriz elétrica nacional, com 33,7 GigaWatts (GW) de potência instalada.

A potência total instalada de energia solar fotovoltaica, atingiu a marca de 55 GW, com 37,4 GW de geração descentralizada (incluindo sistemas de pequeno e médio porte de geração própria), e 17,6 GW de capacidade operacional de grandes usinas centralizadas, conectadas no Sistema Interligado Nacional. Já a energia solar ocupa a segunda posição na matriz elétrica nacional, vindo após a hidrelétrica. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar, ainda uma parcela modesta das 93 milhões de unidades consumidoras cativas são beneficiadas com a geração distribuída, em torno de 5 milhões de unidades.

O crescimento vertiginoso, desordenado, de ambas fontes renováveis ao longo dos últimos anos, somado com a energia hidrelétrica, posiciona o país como um dos que mais utiliza as fontes renováveis de energia no mundo alcançando 88,2% de toda potência instalada, de aproximadamente 220 GW. Mesmo sendo altamente desejável e necessária nos dias atuais de emergência climática, o uso de fontes renováveis com produção centralizada, tem provocado consideráveis danos socioambientais e econômicos, que não podem e não devem ser ignorados, desmistificando assim a denominação de “energia limpa”.

O modelo de negócio para expandir os negócios eólicos/solares voltados à produção industrial de energia tem-se mostrado insustentável, não conseguindo gerar benefícios locais, e no território onde são implantados. Ao contrário, afetam diretamente o modo de vida das comunidades. A natureza é sacrificada pelo desmatamento de áreas da Caatinga comprometendo a produção agrícola familiar e a criação de animais. A saúde dos moradores é afetada pela chamada Síndrome da Turbina Eólica (conjunto de sintomas relatados por pessoas que vivem próximo de parques eólicos, como perda de audição, enxaqueca, tontura, irritabilidade, dificuldade de concentração, distúrbios do sono e transtornos de ansiedade e pânico) causada pelo ruído e vibrações incessantes provocados pelas torres eólicas localizadas perto das casas, dos currais e galinheiros.

A instalação da infraestrutura de energia renovável, os parques eólicos e usinas solares, frequentemente ocorre em territórios tradicionais onde vivem comunidades da agricultura familiar,  quilombolas, populações indígenas, moradores de “fundo de pasto”, ribeirinhos que vivem da pesca artesanal, e outros moradores de áreas dispersas no semiárido, e em regiões costeiras, historicamente anônimos, marginalizados e vulnerabilizados.

Têm sido constatadas perdas significativas da cobertura vegetal do bioma Caatinga associadas aos megaprojetos com fontes renováveis, que já podemos atribuir como mais um dos vetores do desmatamento do bioma somados ao agronegócio, pecuária e mineração. A ciência tem apontado o desmatamento como uma das principais causas do aquecimento global, o que no Nordeste resulta na diminuição das chuvas, com secas mais intensas trazendo danos ao solo, o assoreamento de brejos e o comprometimento das nascentes de rios, gerando prejuízos socioeconômicos.

Destacamos que no processo de obtenção da área para instalação dos equipamentos das usinas, dos complexos, sem transparência nas informações sobre os propósitos e as consequências dos empreendimentos solares e eólicos, não existindo consulta prévia junto aos que vivem na terra há muitas gerações. Muitos assinam contratos de cessão de uso de suas propriedades sem qualquer assistência jurídica, cedendo 100% de suas terras em contratos de 30 a 50 anos de duração. O que pode provocar perdas de direito de “segurado especial” dos agricultores e agricultoras, quando de sua aposentadoria, e de acesso à crédito. Além da perda da própria terra, expropriação, como consequência de clausulas draconianas contidas nos contratos de arrendamento.

Neste “negócio” sobressai o protagonismo de grandes corporações estrangeiras que acabam monopolizando o território e os recursos naturais, especialmente a terra e a água. É recorrente que empresas contrariam os princípios e normas internacionais estabelecidos em tratados para proteção dos Direitos Humanos e do modo de vida de populações tradicionais, bem como os princípios orientadores sobre negócios e direitos humanos das Nações Unidas.

Consideremos também as facilidades proporcionadas pela frouxidão da legislação ambiental, as práticas de ações e omissões lesivas de órgão públicos e de autoridades que insistem em ignorar e se omitir diante dos impactos negativos das instalações. Na realidade, não entregam os avanços e melhorias prometidas. Ao contrário, vitimam povos indígenas, agricultores familiares, populações costeiras, atingidas direta ou indiretamente pelos impactos das instalações dos complexos eólicos e usinas solares de grande porte. Além de provocarem deslocamentos dos moradores, com a desterritorialização e a perda de modos de vida das comunidades, aumentando a desigualdade social no país.

Estudos realizados por pesquisadores e cientistas das Universidades Federais de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e da Bahia, têm escancarado os diversos problemas causados por estas grandes instalações. Organizações não governamentais, igreja, sindicatos, organizações de moradores têm acompanhado e se unido aos atingido, nas denúncias em manifestações de rua, ocupando órgãos públicos, apelando ao Ministério Público, à Defensoria Pública da União, aos Conselhos Estaduais de Meio Ambiente, e participando de audiências públicas.

Todavia é muito grande a coerção exercida pelas empresas eólicas e solares e seus poderosos lobbies, apoiadas pelos governos estaduais e municipais, para abafar as reclamações e denúncias. É necessário a pressão popular para responsabilizar as autoridades municipais, estaduais e federais pela omissão diante de violações de direitos humanos e violações socioambientais de conhecimento público.

O clamor vigente da sociedade exige que o modo de produção de energia, em escala industrial, com fontes renováveis, não seja imposto às custas dos danos causados ao meio ambiente e aos direitos das comunidades afetadas, que acabam se tornando vítimas.

A sustentabilidade na geração de energia com fontes renováveis deve privilegiar o modelo de produção local, nas proximidades dos pontos de demanda, gerando localmente de acordo com suas necessidades. A investida atual das empresas volta-se para a instalação de usinas eólicas offshore, no mar territorial que está prestes a ser leiloado para que empresas estrangeiras instalem grandes usinas eólicas, sem que o planejamento estatal leve em conta as comunidades tradicionais, reproduzindo assim práticas colonialistas inaceitáveis.

Outros caminhos, escolhas e decisões são possíveis. A mobilização coletiva é essencial para garantir que os atores envolvidos adotem ações efetivas e urgentes, assegurando um futuro sustentável para todas as formas de vida!

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix, associado ao Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de Energia Atômica (CEA)-França.

Outras Notícias

Progresso confirma passe livre intermunicipal para o 2º turno em Pernambuco

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente  A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026. A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em […]

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente 

A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026.

A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em suas linhas intermunicipais, alinhando-se às regras estipuladas pelo Governo de Pernambuco.

Inicialmente, o Decreto Estadual nº 61.565, assinado em 21 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte (22/10), “previa critérios específicos restritos a linhas intermunicipais classificadas pela EPTI (Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal) como de natureza estritamente urbana ou semiurbana”.

Em edição extra publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, o Governo do Estado editou o Decreto nº 61.587. O novo texto alterou a redação da norma anterior e passou a prever expressamente que o benefício do passe livre nas linhas intermunicipais independe do comprimento ou extensão da linha.

A Progresso enfatizou que suas orientações e comunicações iniciais seguiram estritamente os critérios vigentes no primeiro documento publicado.

A concessionária negou categoricamente qualquer recusa deliberada em cumprir as obrigações legais, ressaltando que estava apenas observando o texto original emitido pelas autoridades governamentais.

Com a publicação do novo decreto ampliando o alcance do benefício, a empresa declarou que já está adotando todas as providências operacionais necessárias para se adequar às determinações aplicáveis e garantir o direito ao voto dos passageiros de forma transparente.

Audiência do debate da Globo pode alcancar 100 milhões de eleitores

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno. O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo. Os dados […]

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno.

O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo.

Os dados detalhados do interesse dos eleitores mostram que 70% vão assistir com certeza. Já 15% talvez acompanhem o embate, e 13% afirmaram que não pretendem assistir.

Só 2% não sabem ou preferiram não responder.

O engajamento é ligeiramente maior do lado petista: 74% dos eleitores de Lula afirmaram que acompanharão a transmissão ao vivo, enquanto o índice é de 69% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro.

A projeção de audiência aponta que o programa pode alcançar uma marca próxima de 100 milhões de telespectadores.

No meu comentário, os três cenários mais prováveis para eleição desde domingo

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano. Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, […]

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.

Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Do G1 O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte. Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da […]

Do G1

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial.

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

 

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Floriano de Azevedo Marques afirmou haver risco de nova suspensão antes do segundo turno e determinou que eventual medida contra o canal seja tomada em processo judicial.

Por Márcio Falcão, Luiz Felipe Barbiéri, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília

 

23/10/2026 14h57 Atualizado há 5 minutos

 

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

 

 

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

 

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial (entenda mais abaixo).

 

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

 

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

Floriano de Azevedo Marques concedeu parcialmente o pedido apresentado em mandado de segurança e suspendeu os efeitos de ordens da Presidência do TSE que possam resultar na suspensão, indisponibilização ou restrição do alcance ou das funcionalidades do “Exército do Lula”.

O ministro também determinou que a Presidência não use sua atribuição administrativa de fiscalização das plataformas digitais para adotar esse tipo de medida contra o canal.

Diretoria e Conselho de Administração do Sicoob Pernambuco visitam obras do maior Centro Sociocultural do Nordeste

“Esse é um sonho para servir à comunidade na formação e inclusão”, destacou seu presidente Evaldo Campos O Conselho de Administração e Diretoria do Sicoob Pernambuco visitaram pela primeira vez as obras do seu Centro Sociocultural. O espaço, em um terreno de 6 hectares, com 4,5 hectares de área construída, é um marco social para […]

“Esse é um sonho para servir à comunidade na formação e inclusão”, destacou seu presidente Evaldo Campos

O Conselho de Administração e Diretoria do Sicoob Pernambuco visitaram pela primeira vez as obras do seu Centro Sociocultural.

O espaço, em um terreno de 6 hectares, com 4,5 hectares de área construída, é um marco social para o cooperativismo do Estado e do Nordeste do Brasil.

Idealizado e executado com recursos próprios do Sicoob Pernambuco, nasceu com o propósito de promover o bem-estar, a inclusão social, o esporte, a cultura e a qualificação profissional, colocando a comunidade no centro dessa transformação.

Localizado próximo ao Monte dos Remédios, em São José do Egito, o Centro reúne uma ampla estrutura planejada para atender à formação e capacitação, com foco em jovens e adolescentes, mas com atividades que atenderão à toda comunidade.

O complexo contará com quadra de areia, quadra poliesportiva, campo de futebol, piscinas, praça de cooper e área para ciclismo. A estrutura também incluirá salas para reuniões abertas à comunidade, espaços destinados a aplicação de cursos profissionalizantes, ambientes de convivência, área para restaurantes e pomar.

“Esse é um sonho para servir à comunidade, principalmente na formação de crianças e jovens mais carentes, pensando num futuro de oportunidades, um dos pilares e princípios do cooperativismo financeiro, que é o da inclusão”, destacou o presidente Evaldo Campos.