Frente Popular oferece vice ao AVANTE, diz radialista
Por Nill Júnior
O radialista Francys Maya informou na Rádio Vilabela FM que a Frente Popular avalia que não pode perder mais nenhuma legenda para a oposição, depois da debandada de PSD e Progressistas.
Por conta disso, o bloco ofereceu ao AVANTE de Sebastião Oliveira a vice na chapa de Danilo Cabral, mesmo espaço que teria na chapa de Marília Arraes.
A diferença é que o partido mantém espaços na gestão Paulo Câmara. Assim, se avaliar deixar o bloco governista, teria que entregar os cargos em espaços da administração pública estadual. A decisão pode sair ainda esta semana.
Um dos entraves é o fato de que Sebastião Oliveira já anunciou apoio a André de Paula. Para o AVANTE aceitar a vice, ele teria que recuar da palavra dada ao parlamentar. Não teria sentido o partido compor a chapa majoritária e não pedir votos para Teresa Leitão.
Editores do Farol de Notícias, de Serra Talhada, informaram em nota que iniciaram mais um dia sem poder levar ao ar às últimas informações no site. “Até a manhã de ontem (terça-feira, 2) acreditávamos que o abalo era simples e que brevemente os técnicos resolveriam o problema. No entanto, após 48 horas, se fortalece a […]
Editores do Farol de Notícias, de Serra Talhada, informaram em nota que iniciaram mais um dia sem poder levar ao ar às últimas informações no site.
“Até a manhã de ontem (terça-feira, 2) acreditávamos que o abalo era simples e que brevemente os técnicos resolveriam o problema. No entanto, após 48 horas, se fortalece a hipótese de que o sistema foi rackeado e com fortes indícios de motivação política para tal crime”, diz o texto.
“Se confirmado o ataque, além de procurarmos a polícia para investigar o caso, emitiremos uma nota a toda imprensa do estado informando de quem e onde tem partido xingamentos e ameaças sofridas aos jornalistas e colaboradores do jornal no período de campanha eleitoral”, segue a nota.
E concluem: “Não iremos tolerar e silenciar diante esse tipo de censura à imprensa, visto que o FAROL sempre primou pela liberdade de expressão”.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, participou na última segunda-feira (27) da programação do 9º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco, em debate sobre Transparência nas Emendas Parlamentares e Autonomia Municipal. Ao lado do presidente da entidade e prefeito de Aliança, Pedro Freitas, o ministro abordou os desafios da […]
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, participou na última segunda-feira (27) da programação do 9º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco, em debate sobre Transparência nas Emendas Parlamentares e Autonomia Municipal. Ao lado do presidente da entidade e prefeito de Aliança, Pedro Freitas, o ministro abordou os desafios da distribuição dos recursos e a importância de mecanismos que assegurem maior equilíbrio federativo entre os municípios brasileiros.
Durante sua fala, Flávio Dino destacou que as emendas parlamentares precisam seguir parâmetros objetivos de aplicação, com foco em áreas estratégicas para a população. “Talvez um caminho seja um cardápio de ações, com destinação clara para saúde, educação e outras finalidades essenciais, além da fixação de critérios que mantenham o município em movimento, garantindo também equilíbrio federativo entre cidades com realidades distintas”, afirmou.
O ministro também chamou atenção para a necessidade de controle rigoroso na execução dos recursos públicos, ressaltando que a transparência não pode ser tratada como obstáculo administrativo. “O que alguns chamam de burocracia é, na verdade, um instrumento para impedir níveis de indecência e imoralidade na aplicação dos recursos públicos. Não podemos assistir a isso sem agir”, declarou.
Para Pedro Freitas, a presença de Flávio Dino no Congresso reforça a importância de ampliar o debate sobre financiamento público e autonomia municipal. “Receber o ministro Flávio Dino em um espaço de diálogo com os gestores municipais engrandece o debate sobre transparência, equilíbrio federativo e a correta aplicação dos recursos públicos. Os municípios precisam ser ouvidos e fortalecidos para continuar entregando resultados à população”, destacou.
A piora das previsões para o crescimento da economia despertou no governo Temer críticas sobre a demora na adoção de medidas para incentivar o investimento. Uma ala da equipe presidencial quer acelerar ações nessa área para tirar o país da recessão. Reservadamente, um interlocutor do presidente disse à Folha que o governo está num “ritmo […]
A piora das previsões para o crescimento da economia despertou no governo Temer críticas sobre a demora na adoção de medidas para incentivar o investimento. Uma ala da equipe presidencial quer acelerar ações nessa área para tirar o país da recessão.
Reservadamente, um interlocutor do presidente disse à Folha que o governo está num “ritmo de quatro anos e precisa urgentemente entrar numa velocidade de quem só tem dois anos de mandato” no campo das medidas para estimular o crescimento.
Segundo ele, as incertezas provocadas pela eleição de Donald Trump e a crise fiscal dos Estados exigem do governo imprimir mais celeridade na área do investimento.
Outro assessor de Temer cita como exemplo da lentidão do governo a demora na edição da medida provisória com as novas regras das concessões públicas para o setor privado, o que deverá atrair investidores nacionais e estrangeiros para projetos no país.
A medida foi prometida logo no início do governo interino e reforçada no anúncio do Programa de Parcerias de Investimento em setembro, mas ainda não saiu, preocupando consultores que cuidam dos interesses de investidores estrangeiros no Brasil.
Dentro do governo, a medida, que permitirá renovar contratos de concessão ou a saída amigável de concessionários em dificuldades financeiras, já foi apelidada por técnicos de “MP da semana que vem”, pois é sempre prometida, mas nunca editada, e estaria pronta no Planalto.
Há uma pressão das atuais concessionárias, controladas em grande parte por empresas envolvidas com a Lava Jato, para que o governo permita mudanças nos contratos para salvar as atuais concessões, o que os técnicos não querem. Isso ainda estaria travando a medida. A solução intermediária deve permitir que as empresas peçam uma arbitragem nos contratos.
Os candidatos a prefeito de São José do Egito Dr Romério (PT) e Evandro Valadares (PSB) participaram de um debate histórico nos estúdios da Pajeú, gerado para Gazeta e Cultura. Em linhas gerais, o nível também foi questionado por ouvintes, com alguns momentos de debates sobre propostas. As críticas mútuas começaram na agricultura. Romério acusou […]
Candidatos nos estúdios antes do debate. Clima ameno só na imagem
Os candidatos a prefeito de São José do Egito Dr Romério (PT) e Evandro Valadares (PSB) participaram de um debate histórico nos estúdios da Pajeú, gerado para Gazeta e Cultura. Em linhas gerais, o nível também foi questionado por ouvintes, com alguns momentos de debates sobre propostas.
As críticas mútuas começaram na agricultura. Romério acusou Evandro de evitar a comercialização de leite de produtores, derramando o leite fora, respondendo a primeira pergunta do socialista. Que teria favorecido a sua propriedade na gestão.
“O Hospital atende São José do Egito. Quem destruiu a saúde foi Evandro, das 13 unidades de Saúde da Família, só havia três com médicos. O Caps foi abandonado, o prédio era alugado por pessoas da família. Encontramos o Centro de Saúde da Mulher com equipamentos no chão”, acrescentou. Ele listou os médicos que deixaram de atender em São José e disse que a cidade parecia um lixão em 1 de janeiro de 2013. Na educação, defendeu índices e a disciplina Poesia Popular no ensino fundamental.
Evandro disse ter tido uma gestão de muitos acertos e pequenos erros. “Errei no caso do leite e assumo meu erro. Mas você não é humilde, não assume os sus. Quis vetar 30% do dinheiro para o município enviado pelo PSB. Não tem mãos limpas, é acusado de superfaturamento das festas, condenado a devolver mais de R$ 100 mil por transporte escolar. Foi processado por comprar de votos dentro do município”, retrucou Valadares.
Em determinado momento, os dois brigaram para ver quem tinha mais processos. Romério disse que Evandro acumulava 32. “São 32 processos. Quem fez show fictício foi Evandro. Inclusive recebeu diárias e não foi para Suíça. Deixou de pagar a folha da educação para pagar a empresa do genro”. Já o socialista chegou a dizer que o petista fazia do gabinete “uma bodega”. “Ele prometeu médicos em todas as especialidades. Mas mandou a secretária dizer ao médicos Hugo e Murilo que tinha que perseguí-los”.
Romério devolveu dizendo que Evandro não entende do assunto. “Porque não trouxe especialistas quando governou ? Não comprou a Clips porque era de Zé Marcos. Emitiu decreto proibindo atendimento de Itapetim, Brejinho Santa Terezinha e Tuparetama, a ponto do Secretário Antonio Figueira não aceitar e repudiar a retaliação”.
O momento onde houve debate mais propositivo foi na área de agricultura e Meio Ambiente. Romério defendeu a atuação na área e prometeu o primeiro Parque Ecológico de São José do Egito, parcerias com Diaconia e CMN, indústria de beneficiamento de polpa na Ipueira e 112 poços artesianos.
Evandro defendeu sua ação à época tendo o secretário indicado pelo STR, Dino. “Colocamos água em mais de 90% do campo. 245 famílias receberam água. Estamos trazendo água pelo governo do Estado em Riacho do Meio, de Cima, Mundo Novo”.
Dentre os questionamentos que se seguiram nos blocos seguintes, Romério acusou Evandro de passar um cheque sem fundo da prefeitura. Evandro disse que Romério perseguia seus aliados. Guimarães acusou Valadares de quebrar o Fundo de Previdência.
Pra não dizer que não falamos das flores, ao final os candidatos se cumprimentaram e posaram para fotos cordialmente. Não houve maiores incidentes após o debate, mesmo com alguns assessores e militantes do lado de fora da emissora.
G1PE Estudantes do 3º ano da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Regina Pacis, em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, desenvolveram um carro elétrico movido à energia solar. A ideia da execução do trabalho partiu de uma atividade da disciplina de geografia, lecionada pela professora Kilma Diniz com o objetivo […]
Estudantes do 3º ano da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Regina Pacis, em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, desenvolveram um carro elétrico movido à energia solar. A ideia da execução do trabalho partiu de uma atividade da disciplina de geografia, lecionada pela professora Kilma Diniz com o objetivo de criar um projeto renovável para ser exibido na mostra de conhecimento da instituição.
O estudante Gustavo Ramos, que ficou à frente do projeto, e mais três alunos, Alex de Souza, Carlos Daniel e Pedro Henrique, todos de 17 anos, reaproveitaram materiais descartados como ferro, bateria de automóvel e placas solares, para gerar a energia do carro.
“O carrinho foi construído em apenas um mês. Um dos nossos professores pediu que fosse feito algo com elementos reutilizados e movido à energia. Esse projeto foi exposto na mostra de conhecimentos e chamou a atenção de pessoas da comunidade e escolas vizinhas”, disse Gustavo. Ainda segundo o aluno, o carro chega a alcançar uma velocidade de 5 km/h e a bateria dura aproximadamente três horas carregada.
Dessa vez com a orientação da professora Kaline Melo do Nascimento e ajuda da professora Valcilene de Souza, o projeto participa da edição 2017 do Segundo Torneio Virtual de Ciências promovido pelo Espaço Ciência. O veículo recebeu incrementações, ganhou volante e pedais. A ideia é aprimorar e acrescentar elementos ao carro com o passar do tempo. O resultado do torneio ainda não foi divulgado.
“Estamos muito felizes com a elaboração do projeto, nós já ganhamos o primeiro torneiro e aguardamos com otimismo o próximo resultado”, disse a diretora da escola, Maria Aparecida.
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