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Folha do Pajeú premiou melhores do ano

Por Nill Júnior
O jornal Folha do Pajeú premiou esta semana os melhores do ano, com base em pesquisa em parceria com a MV4 Publicidade e Marketing.
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O jornalista Mário Viana não só premiou os homenageados como também levou para tirar quaisquer dúvidas os questionários da pesquisa realizada em Afogados da Ingazeira no fim do ano passado.
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O evento primou pela organização. Além de pesquisa de opinião, que escolheu os melhores em 40 categorias, o jornal ainda agraciou vencedores de uma pesquisa feira pela internet, com seis agraciados entre políticos e secretários, além do evento Cantilena, o melhor cultural de 2014.
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Para concluir, entregou a representantes de segmentos do empresariado uma premiação especial pela contribuição para o desenvolvimento da cidade.
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O nosso blog foi agraciado na sua categoria. Também fomos honrosamente lembrados na categoria melhor comunicador e a Rádio Pajeú, representada por Michelli Martins, melhor emissora.
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Veja mais fotos clicadas por Cláudio Gomes abaixo. Você pode ver a cobertura completa com fotos no site do jornal: www.folhadopajeu.com.br. Parabéns  aos vencedores!
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Outras Notícias

Márcia Conrado entrega bloco cirúrgico do Altino Ventura

O espaço vai ter capacidade de realizar até 400 procedimentos cirúrgicos mensais A prefeita Márcia Conrado (PT) inaugurou, na manhã desta segunda-feira (30), o bloco cirúrgico da Fundação Altino Ventura, garantindo cirurgias para população da cidade que antes precisava se deslocar para fazer intervenções na Região Metropolitana do Recife. A unidade recebeu mais de R$ […]

O espaço vai ter capacidade de realizar até 400 procedimentos cirúrgicos mensais

A prefeita Márcia Conrado (PT) inaugurou, na manhã desta segunda-feira (30), o bloco cirúrgico da Fundação Altino Ventura, garantindo cirurgias para população da cidade que antes precisava se deslocar para fazer intervenções na Região Metropolitana do Recife. A unidade recebeu mais de R$ 1 milhão em investimentos da prefeitura de Serra Talhada.

O espaço vai ter capacidade de realizar até 400 procedimentos cirúrgicos mensais. Vale destacar que, em Serra Talhada, antes do bloco, a Fundação Altino Ventura já realizou mais de 334 mil exames e mais de 49 mil consultas foram feitas. Agora, com o novo espaço, outros procedimentos mais avançados, que demandam cirurgia, poderão ser realizados.

Os investimentos feitos na gestão de Márcia Conrado totalizam R$ 1.012.588,02. “Anos se passaram, obra parada, boatos mil circulavam e mais uma vez, diante de tantas provocações, resolvi focar em trabalhar, em destravar essa obra e entregar, porque eu sei, que mensalmente muitas pessoas vão resolver aqui o seu problema. Esse bloco cirúrgico traz para todos a certeza que agora não precisam mais pegar a BR-232 e ir até a Capital para fazer seu procedimento longe da família e dos amigos. Nosso foco sempre será o trabalho, sempre será a verdade e a transparência, sempre será em primeiro lugar o bem-estar dos serra-talhadenses”, destacou a prefeita Márcia Conrado durante a entrega.

Márcia Conrado ainda resgatou outros equipamentos em funcionamento, que têm contribuído com a saúde de Serra Talhada, como o Hospital Eduardo Campos e o Samu. “Podemos afirmar que somos um polo de saúde, mas saibam que ainda temos muito a fazer e acreditem continuarei indo a Brasília falar com meu amigo e deputado Fernando Monteiro, com o nosso presidente Lula e aqui, com a governadora Raquel Lyra. Não irei descansar, trabalharei firmemente”, completou Márcia.

Durante a inauguração, o presidente da Fundação Altino Ventura, Marcelo Ventura, pontuou que graças à coragem de uma prefeita sertaneja foi possível entregar esse equipamento de grande importância para a região. Liana Ventura, representante da Fundação, também destacou a parceria com a gestão de Márcia Conrado, dizendo que o trabalho dela foi fundamental para a realização deste sonho. A secretária municipal de Saúde, Lisbeth Lima, ressaltou o esforço de entregar um equipamento de grande importância para todo o Sertão do Pajeú.

 Participaram da inauguração os deputados federais Fernando Monteiro e Carlos Veras, os estaduais José Patriota, Kaio Maniçoba, além de mais de 10 prefeitos da região e vereadores e lideranças políticas da cidade. Apesar de não poder comparecer na ocasião, o deputado federal Pastor Eurico também foi lembrado pela prefeita como um parceiro de Serra Talhada.

Afogados: definidas regras para escolha de Diretores pela comunidade escolar

A Secretaria Municipal de Educação de Afogados da Ingazeira divulgou ontem (14) o calendário para eleição direta dos novos diretores, diretores-adjuntos (no caso de escolas com mais de quinhentos alunos) e Secretários das Escolas Municipais. Os novos gestores serão escolhidos pelo voto direto da comunidade escolar, formada pelos estudantes matriculados na escola e com frequência comprovada, […]

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A Secretaria Municipal de Educação de Afogados da Ingazeira divulgou ontem (14) o calendário para eleição direta dos novos diretores, diretores-adjuntos (no caso de escolas com mais de quinhentos alunos) e Secretários das Escolas Municipais.

Os novos gestores serão escolhidos pelo voto direto da comunidade escolar, formada pelos estudantes matriculados na escola e com frequência comprovada, pais ou responsáveis, professores e demais servidores da educação que atuem na escola.

Todas as orientações referentes ao processo eletivo foram dadas pela Secretária Veratânia Moraes à comunidade escolar do município, reunida no Cineteatro São José na tarde desta quarta-feira.

A seleção contará com três etapas distintas: a primeira constará da aplicação de uma prova sobre gestão escolar, com o objetivo de avaliar a real capacidade do candidato para exercer a função pleiteada.

A segunda etapa será a eleição propriamente dita, envolvendo os candidatos que tiverem passado pela primeira fase. A terceira e última, será a capacitação dos novos gestores. A eleição acontecerá dia 30 de novembro em todas as escolas.

Gestão Kelvin larga com 80% de aprovação em Venturosa, diz Múltipla

Pesquisa do Instituto Múltipla aponta que a gestão Kelvin Cavalcanti (PSD) larga com aprovação de 80% da população de Venturosa. Quando a população de Venturosa é chamada a aprovar ou desaprovar a gestão, 80% aprovam, contra 9% que desaprovam e 11% que não opinaram. Chamada a classificar a gestão Kelvin, 26% a consideram ótima, contra […]

Pesquisa do Instituto Múltipla aponta que a gestão Kelvin Cavalcanti (PSD) larga com aprovação de 80% da população de Venturosa.

Quando a população de Venturosa é chamada a aprovar ou desaprovar a gestão, 80% aprovam, contra 9% que desaprovam e 11% que não opinaram.

Chamada a classificar a gestão Kelvin, 26% a consideram ótima, contra 47% que dizem ser boa, 14% que falam ser regular. Consideram a gestão péssima apenas 4%, contra 3% que dizem ser ruim. Não opinaram 6%.

Contratada pelo blog, foi realizada pelo Múltipla dias 26 e 27 de março com 300 entrevistas e intervalo de confiança de 95%. A margem de erro para mais ou menos é de 5,7%. Fonte pública para realização da pesquisa: Censo 2010/2022 e TSE (Fevereiro/2025).

Apoiado pelo ex-prefeito Eudes Tenório,  Kelvin foi eleito com 51,91% dos votos válidos, batendo Adriano do Posto, do Republicanos, e Ernandes da Farmácia, do PL.

Médica de Gaza se despediu dos 10 filhos antes de perder 9 deles em bombardeio de Israel

Na madrugada de sexta-feira (23), como fazia todos os dias, a pediatra Alaa al-Najjar se despediu de seus 10 filhos antes de sair de casa, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. O caçula, Sayden, de apenas 6 meses, ainda estava dormindo. Com os bombardeios israelenses cada vez mais intesos, ela deixava a […]

Alaa foi até o necrotério, segurou os filhos no colo, recitou versos do Alcorão e orou por eles.

Na madrugada de sexta-feira (23), como fazia todos os dias, a pediatra Alaa al-Najjar se despediu de seus 10 filhos antes de sair de casa, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. O caçula, Sayden, de apenas 6 meses, ainda estava dormindo. Com os bombardeios israelenses cada vez mais intesos, ela deixava a casa com o coração apertado, mas não podia faltar ao trabalho. Era uma das poucas médicas ainda atuando no hospital Nasser, onde cuidava de bebês feridos pelos ataques.

Horas depois, os corpos carbonizados de sete de seus filhos chegaram ao hospital onde trabalhava, mortos por um ataque aéreo. Outros dois, incluindo o pequeno Sayden, ainda estavam sob os escombros. Apenas Adam, de 11 anos, sobreviveu, junto ao pai, Hamdi al-Najjar, também médico, de 40 anos. Ambos estão internados.

À esquerda: Adam al-Najjar, que sobreviveu ao ataque israelense, com as irmãs Sidra e Eve, mortas.

“É uma das tragédias mais comoventes desde o início da guerra”, disse Mohammed Saqer, chefe de enfermagem do hospital. “Aconteceu com uma pediatra que dedicou sua vida a salvar crianças e teve a maternidade arrancada em segundos.”

Imagens obtidas pelo jornal britânico The Guardian mostram os corpos de crianças queimadas sendo retirados dos escombros da casa da família, perto de um posto de gasolina. O fogo ainda consumia o que restava da residência.

Ali al-Najjar, irmão mais velho de Hamdi, correu até o local assim que soube da explosão. Encontrou Adam coberto de fuligem, com as roupas rasgadas, mas ainda respirando. O pai estava desacordado, com hemorragias e o braço decepado. Ali chamou uma ambulância e levou os dois ao hospital, depois iniciou a busca pelos outros nove sobrinhos.

Dra. Alaa al-Najjar (à esquerda) ao lado do seu marido no hospital.

“A casa tinha desabado, o teto em camadas. Procurei ao redor, pensando que alguma criança poderia ter sido arremessada para fora. Mas, tristemente, o primeiro corpo queimado apareceu. Depois que apagamos o fogo, encontramos os demais — todos carbonizados e alguns mutilados”, contou.

Alaa chegou ao local no momento em que retiravam o corpo de sua filha Revan dos escombros. Em lágrimas, pediu para segurá-la uma última vez. “O corpo dela estava completamente queimado da cintura para cima”, relatou Ali. Yahya, de 12 anos, e Sayden, de seis meses, ainda não haviam sido encontrados.

De volta ao hospital, Alaa tentou identificar os filhos, mas os corpos estavam irreconhecíveis. Os nomes das crianças eram: Yahya, Rakan, Ruslan, Jubran, Eve, Revan, Sayden, Luqman e Sidra.

O Dr. Hamdi al-Najjar, que ficou gravemente ferido, com os filhos. (Foto: @mosababutohapoet).

O diretor do hospital, Ahmed al-Farra, contou que Alaa foi até o necrotério, segurou os filhos no colo, recitou versos do Alcorão e orou por eles. “Enquanto outras médicas desabavam, ela permaneceu firme. Deus acalmou seu coração. Depois do enterro, foi ver o filho e o marido e passou a cuidar deles.”

Conhecida por sua ética e resiliência, Alaa atendia dezenas de crianças por dia sem nunca descuidar da própria família. “Ela vivia preocupada com os filhos. Quando ouviu sobre o bombardeio de uma casa no bairro Qizan al-Najjar, seu coração de mãe soube que algo estava errado”, contou Farra.

Após o último adeus, Alaa voltou para a ala onde Adam está internado. O marido sofreu traumatismo craniano, fraturas no tórax e ferimentos por estilhaços. Está sedado e com ventilação mecânica. O filho, apesar de lesões graves, apresenta melhor estado.

Amigos contaram que a família planejava se mudar para o Egito e matricular os filhos na Universidade Al-Azhar, no Cairo. As crianças tinham cidadania egípcia.

O Exército de Israel alegou que “um avião atingiu suspeitos próximos a tropas israelenses em Khan Younis” e que civis haviam sido orientados a deixar a área. A alegação sobre mortes de civis inocentes estaria “sob revisão”.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, quase 54 mil palestinos foram mortos desde o início da guerra, sendo 16.503 crianças.

“A única esperança que me resta”, disse Farra, “é que os que morreram não sejam apenas números. Somos seres humanos como qualquer outro. Temos o mesmo direito de viver.”

Fonte: Diário do Centro do Mundo.
Imagens: Reprodução – Fepal Brasil.

Carreira de professor desperta cada vez menos o interesse de jovens

Agência Brasil A falta de reconhecimento e de condições de trabalho tem atraído cada vez menos alunos para uma profissão que já esteve entre as mais valorizadas no país: a de professor. O Dia do Professor é hoje, mas há motivo para comemorar? A cada 100 jovens que ingressam nos cursos de pedagogia e licenciatura […]

Agência Brasil

A falta de reconhecimento e de condições de trabalho tem atraído cada vez menos alunos para uma profissão que já esteve entre as mais valorizadas no país: a de professor. O Dia do Professor é hoje, mas há motivo para comemorar?

A cada 100 jovens que ingressam nos cursos de pedagogia e licenciatura no país, apenas 51 concluem o curso. Entre os que chegam ao final do curso, só 27 manifestam interesse em seguir carreira no magistério. As informações foram levantadas pelo movimento Todos Pela Educação, com base em dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
“Temos um apagão de professores, principalmente pela desvalorização. A gente já atrai pouco e, dos que vão para a formação inicial, poucos permanecem na carreira. E não se consegue ter uma área de atuação que consiga atrair os melhores alunos do ensino médio”, diz a presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Na opinião de Priscila, entre as políticas de atratividade necessárias para aumentar o interesse na profissão está a melhoria dos salários. Segundo Priscila, atualmente o professor ganha metade do que os profissionais de outras áreas com ensino superior completo. “Realmente fica difícil atrair os melhores alunos do ensino médio para a carreira se a gente não conseguir fazer com que o salário melhore”, acrescenta.
Priscila destaca que é preciso melhorar também as condições de trabalho do professor. A proximidade dos jovens com a profissão faz com que eles vejam de perto a realidade dos professores, que nem sempre é atrativa. “O fato de o jovem verificar no seu dia a dia que os professores não são valorizados, e muitas vezes são atacados pelos próprios jovens, pelas famílias, pela sociedade, pelo governo, isso faz com que o jovem desista da profissão”, lamenta Priscila.
Desmotivação
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo, a falta de políticas que valorizem os profissionais da educação desmotiva os profissionais. Segundo Heleno, existe atualmente um processo de disputa muito grande com outras profissões, que oferecem melhor remuneração.
“Até os profissionais de pedagogia estão fugindo dessa profissão, porque os salários são diferentes, e vão fazer o seu trabalho em outros espaços, que têm uma valorização maior”.
Ele ressalta que, apesar de alguns avanços nos últimos anos no processo de valorização dos profissionais da educação, como a lei do piso nacional do magistério, ainda há dificuldades, como o descumprimento, em alguns estados e municípios, da legislação que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, além do achatamento da carreira de professor.  “Há estados que pagam o piso para o professor do nível médio e o mesmo valor para nível superior”, diz Heleno Araújo.
De acordo com a CNTE, em 2004 o salário dos professores no país representava cerca de 60% da média salarial de outras profissões – atualmente é 52% da média. “Este é o movimento inverso do Plano Nacional de Educação, que diz que, até 2020, o salário médio dos professores deve ser equiparado ao salário médio de outras profissões”, afirma.
Plano nacional
O Ministério da Educação (MEC) deve lançar nos próximos dias uma política nacional de formação de professores, já articulada à Base Nacional Comum Curricular, que vai focar na valorização dos profissionais. Segundo o MEC, está em estudo a ampliação das oportunidades das licenciaturas para a nova geração de docentes da educação básica e também para os que já estão em sala de aula.
Para o MEC, a valorização do professor é fundamental para a educação. “Existe a clareza de que o professor tem um papel central no desenvolvimento educacional de nossos estudantes e de que, para exercer essa profissão, ele precisa ser valorizado em todas as suas dimensões”, diz o ministério, em nota.