MPE cria força tarefa contra paredões, motos barulhentas e bandeiras irregulares em Serra e Santa Cruz da Baixa Verde
Por Nill Júnior
Do Causos e Causas
O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da Promotoria da 71ª Zona Eleitoral, instaurou o Procedimento Administrativo nº 02711.000.010/2026 para fiscalizar e coibir irregularidades na propaganda política em Serra Talhada e Santa Cruz da Baixa Verde.
A portaria, assinada pelo promotor Carlênio Mário Lima Brandão na quarta-feira (26) e publicada no Diário Oficial do MPPE nesta quinta-feira (27) de agosto de 2026, mira o combate à poluição sonora e o desrespeito às vias públicas durante a campanha eleitoral.
A fiscalização constatou práticas abusivas em eventos de rua, como o uso de motocicletas com escapamentos adulterados, queima de fogos de artifício e o emprego de som em alta potência, os paredões.
O MPE reforçou que a legislação permite som em carreatas, caminhadas e comícios até o limite estrito de 80 decibéis. A medida destaca a proteção à saúde da população, em especial às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e neurodivergências afetadas pela hipersensibilidade auditiva.
Bandeiras bloqueando calçadas
O órgão ministerial também identificou a instalação irregular de bandeiras partidárias bloqueando calçadas e prejudicando a visão dos motoristas nas cidades. Diante dos abusos, a promotoria determinou a notificação de partidos, coligações e federações, além de convocar dirigentes para uma audiência que alinhará as condutas permitidas e coibirá as infrações sob pena de responsabilização legal dos beneficiários da propaganda.
A professora de direito da UFPE e vereadora do Recife protocolou o pedido no STF após ato pró-anistia. O Ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que apresente uma manifestação sobre a notícia-crime que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), protocolada em 16 de março no Supremo Tribunal […]
A professora de direito da UFPE e vereadora do Recife protocolou o pedido no STF após ato pró-anistia.
O Ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que apresente uma manifestação sobre a notícia-crime que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), protocolada em 16 de março no Supremo Tribunal Federal (STF) pela professora de direito da UFPE e vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), e pelo advogado Victor Fialho.
Liana Cirne pede a prisão preventiva de Bolsonaro, apontando que as convocações realizadas por Bolsonaro em seu Instagram, onde conta com mais de 26,3 milhões de seguidores, configuram “tentativa inconteste de delito de obstrução da justiça e incitação a novos atos que comprometam a ordem pública e a estabilidade democrática, bem como coação no curso do processo”.
Na manifestação enviada à PGR, o ministro pede que o Ministério Público aponte se a prisão é necessária “a fim de garantir a ordem pública e a instrução processual”. Prisões preventivas duram tempo indeterminado e podem ser decretadas pela Justiça em qualquer fase do processo.
Moraes determinou que a Procuradoria opine se Bolsonaro, ao convocar atos pela anistia, “cometeu os delitos de obstrução de Justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo”.
Ao final do despacho, Moraes pediu parecer do Ministério Público Federal sobre se há necessidade da “aplicação de medidas cautelares, nos termos do artigo 319 do Código de Processo Penal, para restringir a atuação do noticiado (Bolsonaro) em novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos”.
A Secretaria Judiciária do STF remeteu as determinações de Moraes a Paulo Gonet, procurador-geral da República, no dia 18 de março. A Procuradoria ainda não respondeu.
Além da prisão preventiva, Liana pede que a Procuradoria Geral da República seja intimada para que se manifeste sobre o possível cometimento dos delitos de obstrução da justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo.
O documento também pede a aplicação de medidas cautelares, para restringir a atuação de em novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a instauração de novos inquéritos contra o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Edinho Silva, e o presidente de Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Caso o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, aceite o pedido da PGR sobre esses novos […]
Eduardo Cunha e Aécio são citados na delação premiada de Delcídio. Do UOL
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a instauração de novos inquéritos contra o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Edinho Silva, e o presidente de Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Caso o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, aceite o pedido da PGR sobre esses novos inquéritos, será o segundo que tem Edinho Silva como alvo e o sexto contra Cunha. Os novos pedidos têm como base o depoimento do senador Delcídio Amaral (sem partido – MS) em delação premiada no âmbito da Lava Jato.
Conforme noticiado mais cedo, também estão na lista o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o deputado Marco Maia (PT-RS) e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU).
No acordo com o Ministério Público, Delcídio informou que Edinho, então tesoureiro da campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014, “esquentou” doações provenientes da indústria farmacêutica com notas frias e o orientou a fazer o mesmo para saldar R$ 1 milhão de dívida de sua campanha. Já Cunha, segundo o senador, teria se beneficiado em um esquema de propina de Furnas, estatal em que o peemedebista exercia influência em uma de suas diretorias. De acordo com Delcídio, o esquema foi o início do conflito entre a presidente e o peemedebista.
Além da investigação que poderia ser iniciada após a solicitação da PGR, Edinho Silva já é investigado em um procedimento sobre doações de campanha com dinheiro desviado do esquema de corrupção da Petrobras.
Cunha, réu em um processo, também já foi denunciado pela PGR nas investigações sobre a manutenção de contas irregulares na Suíça, e é investigado por ter recebido propina desviada das obras do Porto Maravilha, no Rio, e por favorecer o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, na tramitação de emendas e medidas provisórias na Câmara.
Na delação, o senador afirmou ainda que Aécio Neves atuou para maquiar dados do Banco Rural na CPI dos Correios. Presidida por Delcídio em 2005, a comissão investigou o mensalão, esquema que utilizava as empresas do empresário Marcos Valério para lavagem de dinheiro. Além disso, o delator também disse ter ouvido que o tucano mantém conta no paraíso fiscal de Liechtenstein.
O delator admitiu ter “segurado a barra” para que não viesse à tona a movimentação financeira das empresas de Marcos Valério no Banco Rural que “atingiriam em cheio” o atual presidente do PSDB e seus aliados. Segundo Delcídio o tema foi tratado na sede do governo mineiro, por volta de 2005 e 2006, quando Aécio governava o Estado e ainda lhe teria oferecido o avião do governo de Minas para ir ao Rio, o que foi aceito pelo senador.
Delcídio Amaral afirmou, também em relação a Aécio, que “sem dúvida” o presidente nacional do PSDB recebeu propina em um esquema de corrupção na estatal de energia Furnas que, segundo o delator, era semelhante ao da Petrobras, envolvendo inclusive as mesmas empreiteiras.
De acordo com o colunista Matheus Leitão, da Veja, órgãos de inteligência investigam uma articulação para realização de atendado contra bolsonaristas no 7 de setembro. A ação, porém, estaria sendo organizada pela própria extrema-direita. O colunista aponta que o objetivo seria criar um factoide político, com intuito final de mudar os rumos da eleição de […]
De acordo com o colunista Matheus Leitão, da Veja, órgãos de inteligência investigam uma articulação para realização de atendado contra bolsonaristas no 7 de setembro. A ação, porém, estaria sendo organizada pela própria extrema-direita.
O colunista aponta que o objetivo seria criar um factoide político, com intuito final de mudar os rumos da eleição de 2022. Bolsonaro (PL) corre o risco de perder a eleição para Lula (PT) no primeiro turno, segundo a pesquisa eleitoral Datafolha.
A suspeita, segundo o jornalista da Veja, foi confirmada por dois oficiais de órgãos de inteligência. Os nomes não são identificados, mas aponta-se longo serviço prestado ao país, por ambos, sem viés ideológico.
O jornalista ainda recorda o atendado do Riocentro, ocorrido em 1981. Foi quando membros das Forças Armadas, junto a quadros da Polícia Militar, planejaram explodir uma bomba num estádio do Rio de Janeiro e colocar a culpa na esquerda.
Queriam interromper o fim da ditadura. Deu errado: o artefato explodiu no colo dos militares. Agora, segundo o colunista, o temor é que radicais da sociedade civil tentem algo nesse sentido, contra as próprias autoridades ou contra o público aglomerado a favor do presidente.
Jair Bolsonaro, por sua vez, tenta fazer do sete de setembro a ‘última cruzada’ do bolsonarismo. Convoca apoiadores a demonstrar força na Avenida Paulista, em São Paulo. Devem participar grupos radicais como Damas de Aço, Voluntários da Pátria, Aliança da Direita do Brasil e a Federação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais do Brasil. As informações são do blog de Jamildo.
O governo municipal de Flores, liderado pelo prefeito Marconi Santana, dá início a uma série de inaugurações neste final de semana. O pontapé inicial acontece nesta sexta-feira (3) às 9h, com a abertura do Centro de Fisioterapia e Reabilitação – Movimentar Agora, no distrito de Fátima. O Centro de Fisioterapia e Reabilitação representa um avanço […]
O governo municipal de Flores, liderado pelo prefeito Marconi Santana, dá início a uma série de inaugurações neste final de semana. O pontapé inicial acontece nesta sexta-feira (3) às 9h, com a abertura do Centro de Fisioterapia e Reabilitação – Movimentar Agora, no distrito de Fátima.
O Centro de Fisioterapia e Reabilitação representa um avanço significativo na área da saúde do município, proporcionando um espaço moderno e adequado para o tratamento de pacientes que necessitam de reabilitação física. Com equipamentos de última geração e uma equipe qualificada, o centro visa oferecer serviços de qualidade e promover a recuperação integral dos pacientes.
No sábado (04) às 17h, o prefeito Marconi Santana dará continuidade às inaugurações com a abertura oficial da Praça da Bíblia, mais um espaço de lazer e convivência para a população florense. Localizada em uma área central da cidade, a Praça da Bíblia tem como objetivo homenagear a cultura religiosa e oferecer mais um ambiente de socialização e motivação para a fé.
O evento de inauguração da Praça da Bíblia promete reunir lideranças de todos os segmentos religiosos do município, em um momento de celebração e confraternização. Estão previstas apresentações musicais, apresentações e a bênção do espaço, marcando o início de uma nova fase para esse importante ponto de encontro da cidade.
Com áreas de convivência, espaços verdes, parque infantil e infraestrutura moderna, a Praça da Bíblia se tornará mais um cartão postal de Flores, contribuindo para o embelezamento da cidade e o fortalecimento dos laços comunitários.
Depois de contratado,com cachê pago e anunciado para evento na AABB de Afogados da Ingazeira, o cantor Mayke José que costuma se anunciar para eventos como “o filho de Flávio José”, deu um bolo na organização e não apareceu para o show que havia sido anunciado. O pior, Mayke não justificou a ausência. “Disseram que […]
Depois de contratado,com cachê pago e anunciado para evento na AABB de Afogados da Ingazeira, o cantor Mayke José que costuma se anunciar para eventos como “o filho de Flávio José”, deu um bolo na organização e não apareceu para o show que havia sido anunciado.
O pior, Mayke não justificou a ausência. “Disseram que ele tinha ido à noite anterior para uma vaquejada,”, disse Evanildo Mariano. Por sorte, o a previa do Bloco Asa no Frevo acabou preenchendo a programação e salvando o aniversário do diretor presidente da Associação, Jurandir Pires, que quase ganha um presente de grego.
Pelo que o blog apurou, Mayke é filho de um dos casamentos do cantor. Flávio não costuma se posicionar sobre o fato de o filho explorar o seu nome nem obviamente, tem relação nenhuma com o episódio:
Ouça o áudio em que ele convida para o evento em que não apareceu:
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