Flávio Marques reúne oposição de Tabira em encontro estratégico
Por André Luis
Na noite da última quarta-feira, dia 1º de novembro, o pré-candidato a prefeito, Flávio Marques, liderou um encontro que reuniu as forças oposicionistas de Tabira na Imperial Eventos, localizada no Centro da cidade. O evento, que contou com a presença de várias personalidades políticas e lideranças locais, marcou um importante passo para a unidade das oposições no município.
O principal objetivo do encontro foi discutir estratégias para o pleito de 2024 e manter a coesão do bloco das oposições. Flávio Marques destacou a importância da oposição trabalhar em conjunto para mudar a realidade vivenciada em Tabira.
“Vamos realizar inúmeras reuniões para debater o futuro político de nossa cidade. Tabira precisa urgentemente de um projeto político inovador e desenvolvimento. Todas as cidades da região cresceram, e a nossa regrediu, por isso a importância da união deste grupo como esperança do nosso povo”, afirmou Marques.
Além do ex-prefeito Sebastião Dias, estiveram presentes os vereadores Kleber Paulino, Djalma das Almofadas, Socorro Véras e Dicinha do Calçamento, ex-vereadores, suplentes de vereador, pré-candidatos a vereador, ex-secretários, presidentes e membros de partidos da oposição, lideranças comunitárias e empresários.
Do Blog Júnior Campos O deputado federal Eduardo da Fonte elevou o tom político durante evento da federação União Progressista e afirmou publicamente que está preparado para disputar uma vaga ao Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra em 2026. Durante o discurso, Eduardo associou sua possível candidatura ao projeto de continuidade do governo […]
O deputado federal Eduardo da Fonte elevou o tom político durante evento da federação União Progressista e afirmou publicamente que está preparado para disputar uma vaga ao Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra em 2026.
Durante o discurso, Eduardo associou sua possível candidatura ao projeto de continuidade do governo estadual e reforçou o alinhamento com lideranças da federação, como Miguel Coelho.
“E ir para o Senado Federal! E eu me sinto preparado, pronto e querendo cumprir essa missão pela nossa federação, no estado de Pernambuco, ao lado de Miguel, ao lado de Priscila, ao lado daqueles que querem que a governadora continue as transformações no estado de Pernambuco”, declarou.
A fala ocorre em meio às articulações da União Progressista, federação formada por União Brasil e PP, para definição das vagas majoritárias da chapa governista. Nos bastidores, Eduardo da Fonte e Miguel Coelho aparecem como os principais nomes do grupo para disputar o Senado ao lado de Raquel Lyra.
O discurso de Eduardo acontece logo após Miguel defender publicamente unidade dentro da federação e afirmar que “não vai ter briga” pela escolha da chapa. A sinalização conjunta mostra uma tentativa do grupo de evitar desgaste interno antecipado enquanto Raquel consolida sua base política para a disputa de 2026.
Ao se colocar oficialmente “pronto” para a missão, Eduardo também reforça o movimento do PP para ampliar protagonismo dentro da aliança governista, especialmente após a aproximação definitiva da federação com o projeto de reeleição da governadora.
Nesta terça-feira (25), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), acontece a Audiência Pública “A Importância do Banco do Nordeste para o Desenvolvimento Regional”. Convocada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Alepe, a agenda é fruto da articulação entre o Sindicato dos Bancários de Pernambuco e o deputado Estadual Doriel Barros (PT), presidente […]
Nesta terça-feira (25), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), acontece a Audiência Pública “A Importância do Banco do Nordeste para o Desenvolvimento Regional”. Convocada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Alepe, a agenda é fruto da articulação entre o Sindicato dos Bancários de Pernambuco e o deputado Estadual Doriel Barros (PT), presidente da referida Comissão. O evento será realizado a partir das 9h, no Auditório Ênio Guerra, 4º andar – Anexo 1.
Diante do risco de privatização do Banco do Nordeste, a audiência pública visa ampliar o debate sobre o papel dos bancos públicos, com destaque para a atuação do Banco do Nordeste, que contribui decisivamente para o crescimento da economia na Região e para a geração de milhões de empregos, reduzindo as desigualdades inter-regionais.
A pauta sugerida pela Comissão Nacional em Defesa do Banco do Nordeste, da qual o Sindicato dos Bancários de Pernambuco faz parte, também foi tema de audiências públicas no Ceará (6/4) e na Bahia (29/4). A proposta é realizar o debate em todos os Estados da Região, criando comissões parlamentares mistas em defesa do Banco do Nordeste.
O Banco do Nordeste é hoje o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina e o maior financiador de crédito rural do Brasil. Em 2018, o Banco do Nordeste obteve lucro líquido de R$ 725,5 milhões e injetou mais de 40 bilhões na economia da Região.
Serviço:
Audiência Pública: A Importância do Banco do Nordeste para o desenvolvimento Regional
Data: Terça-feira (25/6)
Hora: 9h
Local: Assembleia Legislativa de Pernambuco – Anexo I, Auditório Ênio Guerra, 4 andar (Rua da União, 439, Boa Vista, Recife – PE).
Por Hesdras Souto* A ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985) foi um regime autoritário instaurado após o golpe de Estado que derrubou o presidente João Goulart em 31 de março de 1964. Marcado pela supressão de liberdades democráticas, o período foi caracterizado pela censura, perseguição política, tortura, assassinatos e desaparecimento de opositores, além da intervenção em […]
A ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985) foi um regime autoritário instaurado após o golpe de Estado que derrubou o presidente João Goulart em 31 de março de 1964.
Marcado pela supressão de liberdades democráticas, o período foi caracterizado pela censura, perseguição política, tortura, assassinatos e desaparecimento de opositores, além da intervenção em sindicatos, universidades e na imprensa.
Os militares estabeleceram um governo centralizado e subalterno aos interesses dos Estados Unidos durante a Guerra Fria. Ao longo dos anos, o regime endureceu com a promulgação de Atos Institucionais (AIs), como o AI-5 (1968), que ampliou a repressão e suspendeu todos os direitos constitucionais. Milhares de pessoas no Brasil foram espionados pelos agentes da ditadura, os famigerados “Arapongas”.
Várias pessoas no Pajeú estiveram na mira deles, principalmente os membros do nosso Clero. Além do inesqucível Dom Francisco Austregésilo Mesquita, Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira de 1961 a 2001, o Padre José Viana da Silva Sobrinho, ou simplesmente Padre Viana, também foi espionado devido ao seu trabalho a frete da Paróquia de São Pedro, na cidade de Itapetim.
Documentos confidenciais produzidos durante a Ditadura Civil-Militar mostram que o Padre Viana e três seminaristas (Josildo Vieira de Melo, Cícero Vieira de Souza, Alexandrino Pereira Neto), foram considerados da “ala progressista do clero”, por ter estreitas ligações com o Bispo Dom Francisco, alvo número um dos militares no Pajeú. Num dos relatórios, o Padre Viana é citado como “agitador” e “elemento instigador dos trabalhadores rurais” da cidade de Itapetim, por sua constante preocupação com a fome e a miséria que atingiram a região em virtude das secas. É importante salientar que muitos padres incomodaram a Ditadura Civil-Militar no Brasil porque muitos deles se posicionaram contra os abusos de direitos humanos, a repressão e a injustiça social promovida pelo regime.
Embora a Igreja Católica como instituição tenha tido setores conservadores que apoiaram o golpe de 1964, especialmente no início, com o tempo, uma parte significativa do clero, especialmente os padres ligados à Teologia da Libertação, passou a se opor fortemente à ditadura. Vários padres denunciaram publicamente casos de tortura, desaparecimentos e assassinatos cometidos pelos órgãos de repressão. Isso era visto como subversão pelo regime, que queria manter essas práticas em segredo.
Muitos padres e bispos, como Dom Francisco e o Padre Viana, começaram a atuar junto às comunidades mais pobres, ajudando a organizar Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), incentivando a consciência política e os direitos sociais. Isso era visto como uma ameaça à ordem estabelecida, pois empoderava setores marginalizados da sociedade.
Alguns clérigos se notabilizaram pela coragem de enfrentar o regime militar. Nomes como o de Dom Helder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife, que ficou conhecido como “o Bispo dos Pobres”, e um dos maiores críticos do regime. Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo de São Paulo, atuou firmemente na defesa dos direitos humanos e ajudou a organizar o livro “Brasil: Nunca Mais”, que documentou inúmeros casos de tortura. Frei Tito de Alencar, dominicano que foi preso e torturado pelo DOI-CODI e acabou exilado, representando simbolicamente a perseguição aos religiosos engajados na luta por um país livre.
Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, amigo e colaborador de Dom Helder Câmara. Seu lema episcopal era Ut Vitam Habeant (“Para que tenham vida”). Durante seu episcopado, participou ativamente do Concílio Vaticano II (1962-1965) e, ao lado de Dom Helder, foi um dos signatários do famoso Pacto das Catacumbas, comprometendo-se com uma vida de simplicidade e dedicação aos pobres e perseguidos. Atuou diretamente em prol do desenvolvimento humanitário, social e econômico do sertão do Pajeú. Por sua incansável luta pela justiça social, recebeu o epíteto de Profeta do Sertão, sendo uma voz ativa e estridente na defesa dos direitos desamparados e dos famintos, chegando, inclusive, a apoiar publicamente ações como os saques em feiras durante períodos de seca, argumentando que era preferível isso a ver pessoas morrerem de fome.
Padre Jose Viana da Silva Sobrinho, Pároco de Itapetim, atuou contra a fome e a miséria na sua cidade. Comprometido com o Evangelho de Cristo, foi defensor dos pobres e dos injustiçados que batiam em sua porta na busca de um pequeno alento para suas misérias sociais. Na Paróquia de São Pedro, Padre Viana foi um facho de luz que enfrentou a fome, a miséria e as trevas do autoritarismo, que por duas décadas pairou sobre a nação brasileira.
Padre José Viana da Silva Sobrinho morreu na madrugada de um domingo, 15 de outubro de 2023, aos 72 anos, em Serra Talhada, por consequência de um Acidente Vascular Cerebral.
Ele nasceu em Itapetim, em 20 de novembro de 1950. O sacerdote foi ordenado presbítero em 24 de março de 1979, na Paróquia de São Pedro, em Itapetim.
*Escritor e Historiador, Hesdras Souto é Membro do IHGP e do CPDOc-Pajeú
Nesta segunda-feira (10), foi formalizado o pedido de início dos trabalhos de transição de governo em Sertânia. O prefeito eleito Ângelo Ferreira (PSB) solicitou apresentou os nomes que irão compor a comissão e formalizou a solicitação do início do processo transição administrativa baseada na resolução do TCE número 027/2016, nas Leis Estadual Complementar 260/2014, Complementar Federal 101/2000 […]
Nesta segunda-feira (10), foi formalizado o pedido de início dos trabalhos de transição de governo em Sertânia.
O prefeito eleito Ângelo Ferreira (PSB) solicitou apresentou os nomes que irão compor a comissão e formalizou a solicitação do início do processo transição administrativa baseada na resolução do TCE número 027/2016, nas Leis Estadual Complementar 260/2014, Complementar Federal 101/2000 e Federal 4.320/1964.
De acordo com o documento, comissão de transição foi apresentada para inteirar-se do funcionamento dos órgãos e entidades do município.
A equipe indicada por Ângelo Ferreira será coordenada por Antônio Henrique (vereador e líder da oposição). Antônio Almeida (vice-prefeito eleito), Ademilson Ferreira e Irineu Cordeiro (advogados) complementam a equipe.
Na transição, a comissão designada pelo prefeito eleito pretende ter direto ao acesso pleno de todas as informações da Prefeitura, inclusive contratos e contas bancárias.
O candidato a governador pela coligação O Pernambuco que você quer, Maurício Rands, criticou, hoje, a ausência de verdade na campanha eleitoral em Pernambuco. “As grandes coligações faltaram com verdade ao surfar na onda da popularidade de Lula. Paulo Câmara e Armando Monteiro não representam os valores que Lula representa no imaginário político entre todos”, […]
O candidato a governador pela coligação O Pernambuco que você quer, Maurício Rands, criticou, hoje, a ausência de verdade na campanha eleitoral em Pernambuco.
“As grandes coligações faltaram com verdade ao surfar na onda da popularidade de Lula. Paulo Câmara e Armando Monteiro não representam os valores que Lula representa no imaginário político entre todos”, afirmou, ao ser entrevistado pelo apresentador Rodolfo Kosta, da Nossa Manhã, na Rádio Olinda.
Entre os eleitores, o ex-presidente Lula é a personificação dos valores da esquerda: igualdade social, o acesso a direitos, igualdade de gênero e defesa das minorias e pessoas em situação de vulnerabilidade. São valores pelos quais Maurício Rands, segundo ele, sempre trabalhou.
“Eu era ameaçado pela polícia, enquanto Paulo Câmara fazia concurso e, nesse mesmo tempo, Armando Monteiro cuidava de suas empresas”, comparou.
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