Fim da taxa das blusinhas não é bem recebida no Pólo de Confecções

A assinatura de uma Medida Provisória (MP) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 12 de maio de 2026, que extingue a cobrança de 20% do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50 (a chamada “Taxa das Blusinhas”), gerou forte reação no Polo de Confecções do Agreste, especialmente em Santa Cruz do Capibaribe.
Lideranças políticas e empresariais de Santa Cruz do Capibaribe e região consideram a medida um “retrocesso”, argumentando que ela retira a taxa sem ouvir o setor, favorecendo produtos importados (principalmente da China) e prejudicando a produção local.
O setor, que produz mais de 800 milhões de peças anualmente e sustenta milhares de costureiras e trabalhadores, teme a perda de competitividade e a queda na produção. O deputado estadual e ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, criticou duramente o fim da taxação e protocolou uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Alepe, marcada para 26 de maio, para discutir os impactos.
Santa Cruz do Capibaribe, um dos maiores polos de confecção do Brasil, vinha se fortalecendo com a taxa sobre importados, que aumentou os custos de plataformas estrangeiras (Shein, Shopee) e incentivou compradores a buscarem o produto nacional, especialmente no Moda Center.
Além da peça pronta, há temor sobre a importação de malhas da China, matéria-prima usada pelas indústrias locais. O fim da “taxa das blusinhas” é visto por representantes da indústria local como uma concorrência desleal, pois os produtos importados muitas vezes não possuem a mesma carga tributária dos produtos nacionais.




Passados quatro meses dos primeiros registros de casos de Covid-19 no Estado, o governador Paulo Câmara, em novo pronunciamento, nesta segunda-feira (20), destacou a permanência de queda no número de vítimas da pandemia do novo coronavírus, no Estado.


Uma Medida Cautelar referendada nesta terça-feira (08) na Primeira Câmara do TCE determinou à Secretaria de Educação de Pernambuco a suspensão de todos os atos, inclusive assinatura de contrato, relacionados ao processo de Pregão Eletrônico nº 097/16.
Sete a zero foi o placar a favor do Belo Jardim no julgamento realizado hoje pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Pernambucana de Futebol, que devolveu ao clube os doze pontos perdidos, porém aplicou multa no valor de R$ 5 mil.
O Secretário de Saúde de Flores, Adriano Vieira, acaba de confirmar em vídeo encaminhado ao blog que notificado o primeiro caso suspeito de Coronavirus no município.












Você precisa fazer login para comentar.