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Filha de tabirense atingido por artefato junino cobra justiça e proibição de bombas

Publicado em Notícias por em 26 de junho de 2020

Pai está internado em Caruaru depois de ser atingido por uma bomba colocada na janela de sua casa

O Programa Manhã Total da Rádio Pajeú ouviu Leônida Silva. ela é filha de José Cândido Silva,  atingido por uma bomba junina na véspera de São João. O episódio aconteceu na Rua Francisco Antonio da Rocha, no Bairro de Fátima II.

“Isso foi uma tentativa de homicídio”, disse. De fato, quem coloca um artefato junino numa janela de um quarto onde dorme o idoso, assume o risco de matar, cabendo até indiciamento por tentativa de homicídio com dolo eventual.

Ela diz que a bomba foi colocada no basculante do quarto em que o pai estava deitado. Com o barulho, ele foi observar, quando a bomba explodiu. Seu braço esquerdo foi muito ferido, com muita perda de sangue e rompimento dos tendões. Ele está no Hospital Regional do Agreste, em Caruaru, e passará por uma segunda cirurgia terça-feira.

Ela se queixa, primeiro, da falta de uma apuração rigorosa. “Será que não era possível já ter ouvido testemunhas, checar câmeras de vigilância, apurar?” Depois, da venda desse tipo de artefato, proibido em muitas cidades. “É um absurdo que esse tipo de bomba seja permitida”, reclama, cobrando uma posição de polícias e MP.

De fato, há bombas que pelo potencial explosivo, não deveriam sequer ser comercializadas no Nordeste. “Continuam soltando bombas por aqui. Minha filha traumatizada com o que viu entrou em choque quando ouviu o barulho de uma outra bomba”, diz revoltada.

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