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Festival de Violeiros é destaque na 29ª Festa de Zé Dantas

Por André Luis

Dentro da programação da 29ª Festa de Zé Dantas, um dos eventos mais aguardados pelos amantes da cultura popular nordestina acontece nesta quinta-feira, 24 de outubro: o Festival de Violeiros. O evento, que celebra a arte do repente e da poesia, terá início às 20h, na Praça de Eventos, e promete reunir grandes nomes da poesia e do improviso.

Entre os destaques da noite, está a dupla formada pelo aclamado poeta e violeiro Oliveira de Panelas, que se apresentará ao lado de Lourinaldo Vitorino. Considerado um dos maiores nomes do repente, Oliveira de Panelas promete encantar o público com suas rimas afiadas e versos cheios de emoção.

Além deles, o festival contará com outras duplas de poetas talentosos, como:  

Jomaci Dantas e Antônio José  

 André Santos e Jorge Macedo  

 Vonaldo Pontes e Raimundo Caetano  

 Diomedes Mariano e Jonas Bezerra

A apresentação do evento ficará a cargo de Felisardo Moura, que conduzirá o público através das batalhas poéticas com seu carisma e conhecimento da arte. Para completar a noite, o festival contará também com a participação especial de Alexandre Morais, que fará uma declamação, levando ao palco uma apresentação vibrante e cheia de sentimento.

O Festival de Violeiros é um momento imperdível para quem aprecia a tradição do repente e a riqueza da poesia nordestina, sendo um dos grandes atrativos da Festa de Zé Dantas.

Outras Notícias

Edson Henrique diz não ser negacionista e explica posição contra obrigatoriedade de cartão vacinal nas escolas

Vereador disse ainda ter firmado o apoio à dobradinha entre Zé Negão candidato a Federal e João Paulo costa a Estadual. “Temos gratidão a ele” O vereador Edson Henrique (Podemos) disse falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que não se enquadra na definição de negacionista, citada pelo blog na Coluna do Domingão. “Tenho […]

Vereador disse ainda ter firmado o apoio à dobradinha entre Zé Negão candidato a Federal e João Paulo costa a Estadual. “Temos gratidão a ele”

O vereador Edson Henrique (Podemos) disse falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que não se enquadra na definição de negacionista, citada pelo blog na Coluna do Domingão. “Tenho o esquema vacinal completo, tomei as três doses. Sei da importância da vacina”.

Edson disse que sua crítica foi à obrigatoriedade do passaporte vacinal. “Ano anterior as aulas aconteceram de forma remota. A própria população disse aqui mesmo na Rádio que seria mais prudente retomar as aulas de forma remota, porque não dava tempo nem se tinha vacina suficiente pra todo mundo. Além disso, a exigência cartão vacinal não impede a transmissão da doença”.

“Não fui contra por politicagem, fui por prudência”, acrescentou.

Sobrea s pessoas que participam da Tribuna Popular, disse que apesar de não concordar em tudo com o que colocam, há de se entender que a Câmara é a casa do povo. “Não articulei a Tribuna Popular,  mas algumas que compareceram sobre vários temas hora ou outra procuram contato primeiro com o vereador. Não vou me negar. Fui procurado por pessoas que fizeram uso. Em alguns temas comungo, em outros eu discordo”.

Ele falou do caráter jurídico, dizendo que na Ação Direta de Inconstitucionalidade 6587 se destaca que para poder restringir tem que ter norma reguladora, mesmo que haja um decreto. “Essa norma não foi criada ou a casa consultada. Tem ainda o Ministério Público que recomendou que a caderneta de vacinação não pode ser impedimento para as aulas, pois  educação é direito de todos”.

Apoio à dobradinha Zé Negão x João Paulo Costa

Sobre política, disse que permanece alinhado com o Estadual João Paulo Costa, mesmo com seu alinhamento com a eleição de Danilo Cabral.

“Já sabíamos da posição dele e continuamos alinhados. Ele sempre foi transparente conosco. Sobre a decisão da oposição de Carnaíba, eles tem autonomia e foro íntimo pra decidir, mas me surpreende. Isso porque é nesse ano de 2022 que ele requer gratidão e aí se larga a mão”.

Ele destacou o papel da gratidão. “Aprendi que temos que ter gratidão. Ele nos ajudou em 2020 e continuou nos ajudando. Não cruza os braços. Vai a Brasília se reúne com Sílvio Costa Filho que não foi votado por nós. E vamos nos unir em torno de Zé Negão candidato a federal.

O pinto vai continuar no lixo…

É impressionante como há dificuldade em parte da nossa sociedade na mera obrigação de interpretar textos. No fundo, isso explica fenômenos como o avanço das fake news, do bolsonarismo,  dos movimentos que exploram nossa deficiência cognitiva e interpretativa. Escrevi sobre a participação de Flávio Marques, prefeito eleito de Tabira, no Congresso da AMUPE. Disse que […]

É impressionante como há dificuldade em parte da nossa sociedade na mera obrigação de interpretar textos.

No fundo, isso explica fenômenos como o avanço das fake news, do bolsonarismo,  dos movimentos que exploram nossa deficiência cognitiva e interpretativa.

Escrevi sobre a participação de Flávio Marques, prefeito eleito de Tabira, no Congresso da AMUPE. Disse que ele estava no evento “como pinto no lixo”.

No Instagram,  algumas reações taxaram o texto de “agressivo”, “deselegante”, que “Flávio é sério”, que “isso foi um desrespeito”. Fiquei entre a paciência de explicar e a vontade de, como em via de regra, ignorar.

“Pinto no lixo” é uma expressão popular usada para representar a condição de uma pessoa em estado de extrema felicidade e alegria.

Diz a jornalista Taysa Coelho, é comum falar que determinada pessoa está feliz como um pinto no lixo quando não para de comemorar ou vibrar por algum acontecimento que lhe foi favorável.

A expressão bastante usada para demonstrar a satisfação por uma vitória pessoal ou por um objetivo alcançado. Quando se quer demonstrar que uma pessoa está muito feliz ou muito satisfeita, costuma-se dizer que ela está mais feliz que um pinto no lixo.

A expressão popular teria surgido da observação do comportamento dos filhotes das galinhas. O cronista Márcio Cotrim explica, na edição 93 da Revista da Língua Portuguesa, que os pintinhos costumam ficar entusiasmados quando encontram lixo.

“Isso acontece porque, em meio aos detritos, os animais podem achar toda a sorte de vestígios de alimentos. Esse comportamento eufórico passou a ser associado a situações de alegria e celebração dos seres humanos. Mesmo que seja por motivos que, para outros, possam parecer banais”.

Resumindo,  quis dizer na notícia que,  podendo debater os primeiros passos como prefeito de sua terra, Flávio Marques estava empolgado,  eufórico, “animado como pinto no lixo” em, finalmente,  gerir os destinos de sua terra.

Pode parecer bobagem, mas uma situação como essa explica o tamanho do buraco e vácuo intelectual em que parte da nossa sociedade entrou.

Ah, e o pinto vai continuar no lixo…

Em debate, prefeitos do Pajeú avaliam levantamento do blog

Prefeitos da região do Pajeú avaliaram no Debate das Dez da Rádio Pajeú o resultado da pesquisa exclusiva do blog que mostrou maioria dos prefeitos contrários ao impedimento da Presidenta Dilma Rousseff. Estiveram nos estúdios da Pajeú Romério Guimarães (São José do Egito), Dêva Pessoa (Tuparetama) e Sebastião Dias (Tabira). Os três estão no time […]

Fotos: Marcelo Patriota
Fotos: Marcelo Patriota

Prefeitos da região do Pajeú avaliaram no Debate das Dez da Rádio Pajeú o resultado da pesquisa exclusiva do blog que mostrou maioria dos prefeitos contrários ao impedimento da Presidenta Dilma Rousseff. Estiveram nos estúdios da Pajeú Romério Guimarães (São José do Egito), Dêva Pessoa (Tuparetama) e Sebastião Dias (Tabira). Os três estão no time dos que falaram na defesa de Dilma. Ainda falaram por telefone Dessoles (Iguaracy) e Luciano Bonfim (Triunfo).

O Prefeito de São do Egito Romério Guimarães, único petista no debate disse que esperava posição ainda mais favorável e criticou – sem citar nomes – abstenções. “Dilma teve votação esmagadora em 2014 e quase 100% eram a favor de Dilma. Mas as pessoas tem que ter posição. Eu tenho lado. A abstenção não me agrada nem agrada a população. Achava que teríamos mais contrários. Mas mostra o sentimento do Pajeú, da maioria dos prefeitos em consonância com as ruas do Pajeú”.

Coordenador do Cimpajeú, Deva Pessoa disse que a pesquisa mostar a realidade dos sentimentos que os prefeitos tem diante do que foi realizado. “Isso influencia. Eu recebo água em Tuparetama, Romério recebe água em São José graças ao governo Dilma. Sem falar em Postos de saúde, veículos do PAC, escolas. Muitas ações saíram desse governo. E não há embasamento legal”.

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O Prefeito de Tabira afirmou que não sentiu consistência jurídica. “Todos os grandes juristas que vemos como Joaquim Barbosa tem colocado que não há base. Dentro de uma avaliação nacional. O impeachment de Collor tinha consistência e a rua foi reclamar”, afirmou.

Posição dos Deputados: os prefeitos se manifestaram também sobre a posição dos usa Federais. Sebastião Dias disse ter ficado feliz com o voto de Ricardo Teobaldo. “Falei com ele antes. Não forcei mas pedi que votasse de acordo com o eleitorado. Aquilo foi um deboche”.

Romério deixou claro ser parceiro de Kaio, mas não o apoiou em 2014. “Não conversei com Kaio sobre seu voto. Não tenho nada fechado com Kaio. Estávamos construindo uma parceria. Todos terão momento de serem julgados pela população, contra ou a favor, em 2018. Dilma é inocente, paga por crime não cometido. Quem foi a favor vai levar para o túmulo pecha de golpista”. Já Deva disse que Danilo Cabral votou contra sua vontade, mas não romperá a parceria. “Ele votou a favor. Mas a mesma gratidão que tenho por Lula e Dilma tenho por Paulo Câmara e Danilo Cabral”.

Coordenador do Cimpajeú, Dêva afirmou que há dificuldade dos prefeitos em participa  futura marcha dos prefeitos. “Como vamos articular assim ? se chegar a Dilma ela diz, não sei se fico ou se saio. Se for a Temer, ele diz, eu não sei se entro”.

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O Prefeito de Iguaracy, Dessoles, disse não haver base jurídica. “O parecer do TCE vai embasar a posição da Câmara, mas esse julgamento ainda não compareceu. Não há crime de responsabilidade no mandato. Não há lisura nos que comandam o impedimento”. Ele repetiu frase de Romério, ao afirmar que  “a ré era inocente. O juiz era ladrão”. Acrescentou que temer jamais se elegeria se fosse candidato a Presidente. Sobre a pesquisa, disse estranhar e não concordar com quem é neutro. “Mas tenho obrigação de respeitar a posição de todos os companheiros”.

Contra: o programa também reproduziu a posição do prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, único favorável ao impedimento de Dilma. “O país não pode ficar a mercê de pessoas que não querem absolutamente nada com a nossa economia, com o desenvolvimento social do nosso país, com a geração de emprego e renda, disse em posição favorável ao impeachment”.

Serra 173 anos: desfile cívico tem status de pré-campanha e movimentação nos bastidores

Evento teve novo palanque de Márcia, Luciano Duque no chão acompanhando e mães de crianças com microcefalia protestando e dizendo terem sido intimidadas O desfile cívico em comemoração aos 173 anos de Emancipação Política de Serra Talhada foi movimentado pelo ambiente pré-eleitoral. A partir do tema, “Do passado ao presente: Serra Talhada, um palco de […]

Evento teve novo palanque de Márcia, Luciano Duque no chão acompanhando e mães de crianças com microcefalia protestando e dizendo terem sido intimidadas

O desfile cívico em comemoração aos 173 anos de Emancipação Política de Serra Talhada foi movimentado pelo ambiente pré-eleitoral.

A partir do tema, “Do passado ao presente: Serra Talhada, um palco de transformações”, alusão indireta aos avanços invocados pela gestão Márcia Conrado. Diversas escolas participaram entre estaduais, municipais e particulares, Grupo filantrópicos e sociais participaram do ato.

No palanque, a nova formatação política ligada a Márcia Conrado. Além da prefeita e do marido Breno Araújo, o vice-prefeito Márcio Oliveira, o Deputado Federal Fernando Monteiro, o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada, Manoel Enfermeiro, o ex-prefeito Carlos Evandro, o nomes do AVANTE capitaneados por Sebastião Oliveira, vereadores e demais aliados, no heterogêneo grupo.

Como já informado, Marília Arraes não apareceu e deve anunciar seu apoio a Márcia em outro momento. Já o Deputado estadual Luciano Duque não integrou o hall de autoridades, mas esteve circulando pelo local e parou em ponto estratégico, ao lado do seu pai, João Duque, sua esposa, Karina, de seu filho Miguel e do vereador Ronaldo de Dja.

Mães de crianças com microcefalia reclamam: mães de crianças com microcefalia fizeram um protesto acusando a Secretaria de Saúde de negligência.

No momento do protesto, segundo o Blog Luciana Rêgo, as mães foram barradas pela Guarda Municipal e assessoras da gestão Márcia Conrado.

Mães ainda dizem que guardas municipais as ameaçaram e deram dois minutos para se retirarem de perto do palanque.

Ao final, elas conseguiram ir próximo ao palanque com seus filhos e placas com tom de protesto para chamar a atenção das autoridades políticas.

Reclamam assistência básica de saúde por parte do Governo Municipal. Foram acompanhadas por Guardas Municipais e ao chegar, Márcia já tinha sido retirada do local.

Imagens capitadas pela blogueira mostram o que seria um guarda municipal intimidando as mães, em um absurdo da falta de respeito e noção. Cabia acolher e receber a demanda, sem intimidar as mães. Um episódio que está sendo invoicado para questoonar a organização do desfile e a a gestão. Ignorância, insensibilidade e burrice evitáveis.

CNJ determina apuração sobre conduta de juíza que citou raça ao condenar réu negro por organização criminosa

G1 PR e RPC Curitiba O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que a Corregedoria Geral da Justiça do Paraná investigue o caso da juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba, que mencionou a raça de um réu em uma sentença de condenação. Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná […]

G1 PR e RPC Curitiba

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que a Corregedoria Geral da Justiça do Paraná investigue o caso da juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba, que mencionou a raça de um réu em uma sentença de condenação.

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR), a Corregedoria instaurou um procedimento administrativo.

Em um trecho da sentença, a magistrada diz que “seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça, agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente (sic)”.

Após a repercussão do caso, Inês Marchalek Zarpelon pediu “sinceras desculpas” e afirmou que a frase foi retirada de contexto.

O CNJ determinou prazo de 30 dias para que a Corregedoria do Paraná apresente o resultado da investigação do caso.

Na decisão, a juíza condenou sete pessoas por organização criminosa. Segundo o documento, o grupo fazia assaltos e roubava aparelhos celulares de vítimas nas Praças Carlos Gomes, Rui Barbosa e Tiradentes, Centro da capital.