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Família procura jovem que desapareceu entre Petrolândia e São José do Egito

Por Nill Júnior

A jovem Nayara Emanuela dos Santos Silva, de 22 anos, saiu da residência de sua mãe, na cidade de Petrolândia, no Sertão de Itaparica, na manhã deste último sábado (10), com o proposito de pegar uma lotação com destino a cidade de São José do Egito, no Sertão do Pajeú.

Mas a família teve informações que a mesma não chegou a cidade de destino.

A família esteve na Delegacia de Polícia Civil de Petrolândia para registrar o desaparecimento, onde foram orientados a cumprir o prazo de 48 horas, para registrar a ocorrência. Nesta segunda-feira (12) completa-se o prazo, e não tiveram notícias.

A família pedi a quem tiver informações, entrar em contato com os  seguintes contatos: (87) 9  9952-5733 (irmã), (87) 9  9610-2641 (mãe) ou (87) 9  9630-7729 (tio Alexandre Sertão).

Outras Notícias

Em passeata no Recife, trabalhadores cobram direitos

Do Portal Folhape Trabalhadores de várias categorias caminharam até o Palácio do Campo das Princesa, na manhã desta sexta (1º). O ato, que teve concentração na praça Oswaldo Cruz, no bairro da Boa Vista, marca o 1° de Maio – Dia do Trabalho – no Recife. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) prevê uma adesão […]

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Do Portal Folhape

Trabalhadores de várias categorias caminharam até o Palácio do Campo das Princesa, na manhã desta sexta (1º). O ato, que teve concentração na praça Oswaldo Cruz, no bairro da Boa Vista, marca o 1° de Maio – Dia do Trabalho – no Recife. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) prevê uma adesão de pelo menos cinco mil pessoas na manifestação, que percorrerá as principais ruas do Recife.

Em Pernambuco, a mobilização dos trabalhadores tem duas reivindicações principais: o combate ao projeto de lei (PL) 4330, que regulamenta a terceirização e a greve dos professores, que já completa 20 dias no Estado.

“Continuamos a luta contra a PL 4330 que precariza as relações do trabalho. Sabemos que os terceirizados ganham menos do que os contratados e perdem direitos importantes, como férias e participação nos lucros”, argumentou o presidente da CUT-PE, Carlos Veras. Ele ainda ressaltou que o movimento é contra as medidas provisórias 665 e 664, que mudam benefícios trabalhistas e previdenciários, além de defender outras causas como a reforma política e o fim do fator previdenciário.

O diretor do Movimento Sem Terra em Pernambuco, Jaime Amorim, ressaltou que o 1° de maio é um dia de luta. “Não é um momento de festa, mas dos trabalhadores se unirem para lutar em favor dos seus direitos”.

Bolsonaro corta o cabelo e encomenda terno da posse

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), recebeu na manhã desta sexta-feira (2) em sua casa na Barra da Tijuca o alfaiate Santino Gonçalves. Bolsonaro tirou as medidas para a confecção do terno que será usado na cerimônia da posse presidencial, em 1º de janeiro. Santino tem ateliê em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele […]

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), recebeu na manhã desta sexta-feira (2) em sua casa na Barra da Tijuca o alfaiate Santino Gonçalves. Bolsonaro tirou as medidas para a confecção do terno que será usado na cerimônia da posse presidencial, em 1º de janeiro.

Santino tem ateliê em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele disse que foi apresentado a Bolsonaro pelo cabeleireiro do presidente eleito. Ainda de acordo com o alfaiate, Bolsonaro pediu terno azul marinho e camisa branca.

“É a primeira vez que tenho contato com o presidente. Vim trazido pelo Max, que já corta o cabelo dele desde que ele entrou para a política. Ele pediu um termo clássico, azul marinho, de tecido italiano, fio 150. A camisa vai ser branca e a gravata é surpresa”, disse o alfaiate, que voltará para tirar novas medidas depois que o presidente retirar a bolsa de colostomia.

Bolsonaro aproveitou a manhã também para cortar o cabelo. Ele recebeu o cabeleireiro Maxwell Gerbatim, paraquedista da reserva. O profissional contou que cuida do cabelo do presidente eleito desde o início dele na política. “Tem muitos anos, desde que ele era vereador. Ele ia a Madureira, de vez em quando, para cortar o cabelo comigo. Viemos aqui dar um presente para o presidente”, disse Maxwell.

A equipe de Bolsonaro não divulgou o restante da agenda do presidente para o dia. O deputado e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), entrou para uma reunião com Bolsonaro por volta de 9h. Até a última atualização desta reportagem, ele continuava reunido com o presidente eleito. Bolsonaro e Onyx têm se encontrado diariamente para definir a equipe que formará o próximo governo e nomes para o governo de transição, que passará a funcionar em Brasília a partir da próxima semana.

No início da manhã, o presidente eleito escreveu no Twitter que desautoriza qualquer informação atribuída à “equipe de Bolsonaro” e que, segundo ele, especule sobre temas como recriação da CPMF. Reportagem do jornal “O Globo” publicada nesta sexta-feira afirmou que a equipe econômica do presidente eleito quer criar um imposto sobre movimentações financeiras, semelhante à antiga CPMF.

Preso em Afogados traficante procurado em Rondônia

Foi preso hoje em Afogados da Ingazeira, após levantamentos do Serviço Reservado do 23ºBPM Espedito Rodrigues da Silva, 34 anos, residente no bairro Padre Pedro Pereira. Ele vinha fazendo trafico de drogas nos conjuntos habitacionais Miguel Arraes e Laura Ramos. Foragido da justiça, foi preso após bloqueio policial na entrada do conjunto habitacional Laura Ramos. […]

presoFoi preso hoje em Afogados da Ingazeira, após levantamentos do Serviço Reservado do 23ºBPM Espedito Rodrigues da Silva, 34 anos, residente no bairro Padre Pedro Pereira. Ele vinha fazendo trafico de drogas nos conjuntos habitacionais Miguel Arraes e Laura Ramos.

Foragido da justiça, foi preso após bloqueio policial na entrada do conjunto habitacional Laura Ramos. Estava com 34 pedras de crack e cocaína. É foragido da Justiça do estado de Rondônia, e tem contra se mandado de prisão em aberto.

Veja a cobertura completa no portal Pajeú Radioweb, da Rádio Pajeú, clicando aqui.

Senado revela impacto e respostas às tragédias climáticas no Brasil

O Brasil não tem terremotos, vulcões ou tsunamis, o que gerou uma falsa sensação de segurança. Contudo, a catástrofe no Rio Grande do Sul mostrou que o país é vulnerável a fenômenos climáticos extremos. A Agência Senado publica uma série de reportagens para mensurar o impacto dessas tragédias climáticas. A primeira reportagem analisa créditos extraordinários […]

O Brasil não tem terremotos, vulcões ou tsunamis, o que gerou uma falsa sensação de segurança. Contudo, a catástrofe no Rio Grande do Sul mostrou que o país é vulnerável a fenômenos climáticos extremos.

A Agência Senado publica uma série de reportagens para mensurar o impacto dessas tragédias climáticas. A primeira reportagem analisa créditos extraordinários usados para enfrentar calamidades, como a MP 1.218/2024, que liberou R$ 12,1 bilhões para o Rio Grande do Sul.

Nos últimos 24 anos, R$ 76,8 bilhões foram liberados para emergências climáticas, com a tragédia no Rio Grande do Sul respondendo por 15,8% desse valor. Temporais afetaram 461 cidades, deixando 154 mortos e 2,2 milhões de pessoas afetadas.

A análise das medidas provisórias desde 2001 mostra que 74 delas foram para mitigar danos climáticos. Em 2024, o governo propôs R$ 12,5 bilhões em créditos extraordinários para desastres climáticos.

A seca também é uma tragédia recorrente, com MPs destinadas a garantir abastecimento de água e aliviar os danos causados. Diversos ministérios estão envolvidos nos esforços de reconstrução, incluindo Saúde, Educação e Cultura.

As MPs formam um mapa de tragédias que interligam o Norte ao Sul do país. Muitas vezes, as calamidades ocorrem simultaneamente em diferentes regiões. A liberação rápida de recursos por MPs visa agilizar a resposta a desastres, evitando a burocracia da Lei Orçamentária Anual.

O Rio Grande do Sul, frequentemente afetado, recebeu várias MPs nos últimos anos, indicando que as intempéries são uma constante na região. A MP 1.193/2023, por exemplo, liberou R$ 200,1 milhões após um ciclone extratropical.

A exposição de motivos das MPs revela a gravidade das situações, destacando o impacto desproporcional em populações de baixa renda, que muitas vezes perdem suas habitações de forma irreparável.