Fabiano Marques anuncia obras e novos investimentos no início do segundo mandato em Petrolândia
Por André Luis
O prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques (Republicanos), iniciou o segundo mandato com foco em obras e serviços em execução no município. Na quinta-feira (16), o gestor visitou locais onde intervenções estão sendo realizadas e anunciou novos projetos para a infraestrutura local.
Entre as ações anunciadas está a urbanização da área próxima à Quadra 11, ao lado do Parque de Vaquejada. No espaço, serão instalados uma balança rodoviária, uma escola com 13 salas de aula, uma creche e uma unidade básica de saúde (UBS). A área está sendo cercada e fica próxima à CEACA e à Feira de Animais.
A implantação da balança rodoviária atende a uma demanda da comunidade e busca melhorar o escoamento da produção local, beneficiando agricultores ribeirinhos e moradores dos blocos 1 e 2 de Apolônio Sales.
Na área da educação, o prefeito entregou uma nova van para o transporte escolar, adquirida com recursos próprios no valor de R$ 300 mil. Durante o evento, Fabiano Marques anunciou que conseguiu, por meio do Ministro dos Portos e Aeroportos e deputado federal Silvio Costa Filho, recursos para a aquisição de um compactador de lixo. Também está prevista a chegada de novos equipamentos entre março e junho, incluindo uma Patrol, uma retroescavadeira e um caminhão-pipa, para reforçar a patrulha mecanizada do município.
Além dos investimentos em infraestrutura, o prefeito destacou que está promovendo uma reforma administrativa com o objetivo de modernizar a gestão municipal. A iniciativa inclui o uso de novas tecnologias e estratégias de gestão para aprimorar os serviços oferecidos pela Prefeitura.
“A modernização de Petrolândia é um esforço conjunto e contínuo. Estamos trabalhando em infraestrutura, educação e saúde, sempre com o objetivo de atender às necessidades da população e promover o desenvolvimento da cidade”, afirmou Fabiano Marques.
Com obras em andamento e novos projetos anunciados, o prefeito reforçou o compromisso de impulsionar o desenvolvimento de Petrolândia e atender às demandas do município.
O governo não vai mais fazer o anúncio dos nomes dos novos ministros da presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira (21), segundo fontes do Palácio do Planalto. Não há detalhes sobre o motivo de Dilma deixar a divulgação para depois. Fontes ouvidas pelo Estadão Conteúdo citaram que o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy foi escolhido para […]
O governo não vai mais fazer o anúncio dos nomes dos novos ministros da presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira (21), segundo fontes do Palácio do Planalto. Não há detalhes sobre o motivo de Dilma deixar a divulgação para depois. Fontes ouvidas pelo Estadão Conteúdo citaram que o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy foi escolhido para ser o novo ministro da Fazenda.
O ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda Nelson Barbosa, que também estava sendo cogitado para a pasta, deve assumir o Ministério do Planejamento. Carlos Hamilton, diretor de Política Econômica do Banco Central, deve deixar a instituição para assumir a Secretaria do Tesouro. Alexandre Tombini deverá permanecer na presidência do BC.
Dilma convidou nesta sexta-feira (21) pela manhã o senador Armando Monteiro (PTB-PE) para ocupar o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Aliados de Monteiro em Pernambuco informaram que ele aceitou o convite. Também circulou a informação de que a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) assumiria o comando do Ministério da Agricultura no segundo mandato de Dilma.
Prof. Msc. Tassiana Bezerra Henrique Rocha – Estudante do 8º Período do Curso de Direito da FASP. Em um primeiro plano, é notório que pensar no papel social desempenhado pelas mulheres na sociedade brasileira é um exercício necessário, principalmente quando levamos em consideração uma sociedade composta sob a égide do machismo, do patriarcalismo e da […]
Henrique Rocha – Estudante do 8º Período do Curso de Direito da FASP.
Em um primeiro plano, é notório que pensar no papel social desempenhado pelas mulheres na sociedade brasileira é um exercício necessário, principalmente quando levamos em consideração uma sociedade composta sob a égide do machismo, do patriarcalismo e da exclusão feminina.
No ambiente político, mais especificamente sobre a ótica do processo eleitoral, não é diferente. Ainda que se possa falar em um aumento da participação política das mulheres, seja como eleitoras (desde a década de 1937), seja como candidatas a cargos públicos, a mudança ocorre a passos lentos.
O site do Tribunal Superior Eleitoral informa que o nosso eleitorado é formado 150 milhões de mulheres, somando 53%. No entanto, ainda são minoria nos cargos de representação. Nos últimos 195 anos, a Câmara dos Deputados por exemplo, teve 7.333 deputados, incluindo suplentes. Apesar de conquistarem o direito de serem eleitas em 1933, as mulheres ocuparam somente 266 cadeiras nestes quase 90 anos.[1]
No pleito de 2022, foram mais de 187 mil mulheres candidatas em todo o país, ou seja, cerca de 28,5 mil a mais do que em 2016. No resultado das eleições de 2020 também tivemos mais mulheres eleitas: foram 666 prefeitas contra 641 anteriormente. Entretanto, isso representa apenas cerca de 12% do total de eleitos. Já para as câmaras municipais, foram 9.277 vereadoras eleitas (16%), contra 48.265 vereadores (84%).
Tais números explicam por que o Brasil está no fim da fila dos países com baixa representação feminina na política, ocupando a 142ª posição entre 191 nações citadas no mapa global de mulheres na política da Organização das Nações Unidas (ONU) e o 9º lugar entre 11 países da América Latina em estudo da ONU Mulheres.[2]
É com a intenção de combater tais circunstâncias que foram criadas medidas legais e institucionais para efetivar a participação política da mulher cumprindo, inclusive, com o projeto “ATENEA – Mecanismo para acelerar a participação política das mulheres”.
Como exemplo temos a campanha lançada pelo TSE, “Mais mulheres na política: a gente pode, o Brasil precisa”, com a finalidade de inspirar mulheres a ocuparem cargos políticos e mostrar que o aumento de lideranças femininas é bom para toda a sociedade.
Além disso, falamos também das cotas como forma de incentivo, que estão previstas na lei 9.504/97, conforme artigo 10, parágrafo 3º, criadas para impedir que os partidos políticos lancem todos seus candidatos de um mesmo sexo, impondo um limite de 70% (setenta por cento). Ou seja, se um determinado partido lançar 10 (dez) candidatos, 3 (três) referente a 30% (trinta por cento) devem ser mulheres.
Da mesma forma, é preciso considerar que, por conta das cotas, fruto de políticas afirmativas no intuito de ampliar a participação feminina, os partidos são obrigados a destinar uma participação de, no mínimo, 30% para cada sexo.
No entanto, essas ações não vêm apresentando resultados satisfatórios, pois, na prática, o que se observa é que as agremiações registram candidaturas femininas politicamente inviáveis, apenas para cumprir a obrigação legal, cometendo fraudes por meio da criação de candidaturas fictícias.
Visando reverter essa situação, por via de consequência, foi publicada em 29 de setembro de 2021, a emenda constitucional nº 111, que objetivou criar um incentivo financeiros para promover as candidaturas femininas. Sabemos que a maior parte dos recursos ao fundo partidário e ao fundo especial de financiamento de campanha é distribuído segundo a quantidade de votos obtidos pelo partido político para a Câmara dos Deputados, nos últimos pleitos.
A PEC prevê peso dois aos votos dados a mulheres e negros para a Câmara Federal. O peso dois será aplicado no cálculo de distribuição do fundo partidário e eleitoral entre 2022 e 2030, esse mecanismo seria eficiente para estimular os partidos a incluírem nas listas de candidatos nomes competitivos de mulheres e negros.
Por óbvio, pode-se indagar: E se a agremiação partidária eleger uma candidata negra do sexo feminino, como ficaria a contagem dos votos para distribuição dos recursos?
Nesse caso, a contagem em dobro poderá ser feita apenas uma vez, ou seja, se a candidata obteve 50.000 votos, serão considerados 200.000 votos para efeito dessa distribuição. É o que preceitua o art. 2º (…) parágrafo único: A contagem em dobro dos votos a que se refere o caput somente se aplica uma única vez.
É importante também mencionar que a preocupação sobre a efetiva participação feminina na política não foi deixada de lado na resolução de que trata das Federações Partidárias, Resolução TSE nº 23.670, aprovada pelo Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sessão de 14 de dezembro de 2021, onde se definiu que, para evitar fraudes, a cota de gênero nas candidaturas proporcionais deve ser atendida tanto pela lista da federação, globalmente, quanto por cada partido. Ou seja, isso evita que as candidaturas femininas sejam concentradas nos partidos que menos recebem recursos.[3]
Nesse sentido, é importante destacar a importância da citada emenda, uma vez que se passa a valorizar, inclusive monetariamente, o voto recebido pela mulher. Já não se trata de mulheres candidatas, mas candidaturas com reais possibilidades de vencer e ocupar espaços de decisão e de poder.
Nesta quarta-feira (23), foi realizada na Câmara de Vereadores de Iguaracy, reunião para prestação de contas dos recursos para o enfrentamento da Covid-19 no município. Foi apresentado o consolidado das ações de combate a pandemia desenvolvidas no âmbito da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, em parceria com as demais […]
Nesta quarta-feira (23), foi realizada na Câmara de Vereadores de Iguaracy, reunião para prestação de contas dos recursos para o enfrentamento da Covid-19 no município.
Foi apresentado o consolidado das ações de combate a pandemia desenvolvidas no âmbito da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, em parceria com as demais secretarias.
Além das informações referentes às receitas, despesas e atos normativos relacionados ao coronavírus que estão registradas e disponíveis no Portal da Transparência do município.
A reunião teve a participação do Prefeito Zeinha Torres, dos Secretários (as) de governo, de coordenadores e diretores da Secretaria de Saúde e representantes de outras secretarias, do vereador Fábio Torres e de representantes de entidades da sociedade civil.
O Ministério da Educação (MEC) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) garantiram a liberação de R$ 250 milhões para a edificação de creches, escolas e quadras esportivas em todo o país. Neste primeiro momento, serão beneficiados 819 municípios e oito estados, com recursos que englobam 1.236 obras de infraestrutura escolar. No Pajeú, […]
O Ministério da Educação (MEC) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) garantiram a liberação de R$ 250 milhões para a edificação de creches, escolas e quadras esportivas em todo o país.
Neste primeiro momento, serão beneficiados 819 municípios e oito estados, com recursos que englobam 1.236 obras de infraestrutura escolar. No Pajeú, três municípios foram beneficiados: Flores, com R$ 57.080,08; Ingazeira, com R$ 122.398,53 e Tuparetama, com R$ 120.684,13
Responsável pelo repasse dos valores, o FNDE já está realizando as transferências para os entes federativos que tiveram os pedidos de desembolso financeiro aprovados pela área técnica da autarquia.
Essas requisições devem ser feitas por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec), com a devida comprovação do andamento das obras.
“Para o governo federal, é essencial aprimorar a infraestrutura das redes de ensino e dar uma estrutura de qualidade para a educação dos nossos estudantes. Por isso, estamos repassando esses recursos para obras em andamento e em fase de conclusão, para podermos, o quanto antes, abrir mais salas de aula em todo o Brasil”, afirmou a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba. “Mas não podemos perder de vista aquelas obras que estão paradas. Neste sentido, estamos realizando um estudo minucioso para a retomada dessas construções “, completou.
Confira a lista completa dos municípios atendidos e valores repassados clicando aqui.
Um dos destinos mais procurados por turistas, neste período, o Sertão do Pajeú já está com noite mais iluminadas com a chegada do Natal Triunfo. De 21 a 30 de dezembro, o Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal, preparou uma programação especial com espetáculos musicais, de dança, arte circense e atividades recreativas para celebrar […]
Um dos destinos mais procurados por turistas, neste período, o Sertão do Pajeú já está com noite mais iluminadas com a chegada do Natal Triunfo.
De 21 a 30 de dezembro, o Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal, preparou uma programação especial com espetáculos musicais, de dança, arte circense e atividades recreativas para celebrar o Natal.
No dia 21, a partir das 9h30, Manoelzinho Aboiador se apresenta no Espaço Cultural Fábrica de Criação Popular.
No dia 23, a partir das 15h, a Praça Professor Josias Albuquerque será palco para atividades recreativas; apresentação do espetáculo “Caminhos”, com o Palhaço Sequinho; Balé Popular; e Forró da Galera. No mesmo dia, às 22h30, Jesse Pessoa se apresenta no Palco Guarany.
Na véspera de Natal (24), o Sesc leva ao Palco Guarany, às 22h30, o tenor do Sertão, o cantor Igor Alves. Na quinta (26), a banda de Pífano de Riacho do Meio, se apresenta na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores. Dia 28, 9h30, Elis Almeida encanta o público com um recital poético-musical, na Fábrica de Criação Popular.
A programação se encerra no dia 30 de dezembro, com uma grade artística e recreativa voltada para toda a família, na Praça Professor Josias Albuquerque. As ações começam às 15h e contam com apresentações do Circo Muamba; do espetáculo “Guaranyzinho”, com Bruna Florie; e show do Projeto Tonhão, que vai colocar todo mundo para dançar ao som de releituras de clássicos do brega.
A atividade, claro, atrai muita renda nesses dias de evento. Além do SESC, os demais hotéis estão lotados. Tudo pelo encanto que a programação traz.
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