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Exército reforça segurança no Grande Recife

Por Nill Júnior

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A participação das Forças Armadas nas ações de segurança do Estado foi discutida, neste sábado (10), durante reunião operacional, no Palácio do Campo das Princesas, entre o governador Paulo Câmara, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e representantes do Estado Maior das Forças Armadas. Composto por 3,5 mil soldados do Exército, Marinha e Aeronáutica, o efetivo federal destinado a Pernambuco reforçará, até o dia 19 deste mês, a segurança no Grande Recife, juntamente com os batalhões da Polícia Militar.

“Foi uma medida de precaução importante e necessária. Não podemos, de nenhuma maneira, colocar em risco a população. Diante de movimentos ilegais que vimos ontem, eu tinha o dever, como governador, de alertar o Governo Federal”, destacou Paulo Câmara, ressaltando que a PM tem se mostrado presente nas ruas. “Os lançamentos da Polícia Milita, do Corpo de Bombeiros e das outras polícias estão normais em todo o Estado. Nós estamos com funcionamento nos batalhões em todo Pernambuco e estamos dando esse reforço do Exército na RMR”, completou.

O ministro Raul Jungmann pontuou que a União disponibilizou seis batalhões para atuar em conjunto com a Polícia Militar de Pernambuco, fazendo questão de ressaltar a sua inteira confiança na dissolução dos movimentos ilegais. “A nossa participação que visa, sobretudo, assegurar a paz e tranquilidade ao povo pernambucano, será em breve desnecessária”, afirmou.

Durante a reunião operacional, o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, o almirante Ademir Sobrinho; o chefe do Comando Militar do Nordeste, o general Artur Costa Moura; o chefe do II Comando Aéreo Regional, o brigadeiro Luiz Fernando Aguiar, e o secretário estadual de Defesa Social, Angelo Gioia, afinaram os detalhes da atuação do efetivo federal no Grande Recife.

Outras Notícias

Ingazeira: Conselheiros tutelares tomam posse para o quadriênio 2024/2028

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (10) na Câmara Municipal de Vereadores da Ingazeira, a posse dos Conselheiros Tutelares do referido município para o quadriênio 2024/2028. Estavam presentes autoridades do município, incluindo o Prefeito Luciano Torres Martins e o vice-prefeito Djalma Nunes de Lucena, bem como, representantes do poder legislativo, secretários municipais e representantes da sociedade […]

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (10) na Câmara Municipal de Vereadores da Ingazeira, a posse dos Conselheiros Tutelares do referido município para o quadriênio 2024/2028. Estavam presentes autoridades do município, incluindo o Prefeito Luciano Torres Martins e o vice-prefeito Djalma Nunes de Lucena, bem como, representantes do poder legislativo, secretários municipais e representantes da sociedade civil.

Na ocasião foram empossados os Conselheiros: Adrianna Steplanny de Sousa, Damião Lima de Aquino, Diorges Guedes Veras, Maria Edivânia da Silva e Wesla Severo Veras, bem como, a primeira suplente Jéssica dos Anjos e o segundo suplente Diogenes Nunes Barbosa. 

O senhor Fábio Felizardo presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Ingazeira fez uso da palavra com um discurso que ressaltava a importância da solenidade e a necessidade do compromisso dos conselheiros tutelares para com a proteção das crianças e dos adolescentes neste quadriênio.  Alguns representantes do poder legislativo também fizeram uso da palavra, reiterando o compromisso com a população infanto-juvenil. 

Após os discursos, o presidente do Conselho, Fábio Felizardo juntamente com o Prefeito Luciano Torres assinaram as portarias de nomeação e realizaram a assinatura dos termos de posse juntamente com os conselheiros tutelares. Na ocasião o Prefeito Luciano Torres fez uso da palavra reafirmando sua inteira disposição, apoio total e parceria direta com os conselheiros tutelares, ressaltando a importância deste trabalho e confirmando seu compromisso com o povo, em especial com as crianças e adolescentes ingazeirenses.

Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 7.310 casos confirmados, 6.525 recuperados e 141 óbitos

Ingazeira registrou o primeiro óbito. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados neste domingo (20.09), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 7.310 casos confirmados de Covid-19.  Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta […]

Ingazeira registrou o primeiro óbito.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados neste domingo (20.09), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 7.310 casos confirmados de Covid-19. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 3.861 confirmações. Logo em seguida, com 723 casos confirmados está Afogados da Ingazeira,  São José do Egito está com 563, Tabira conta com 527, Triunfo tem 298, Carnaíba está com 217 e  Calumbi está com 166 casos.

Itapetim está com 135, Flores está com 132, Quixaba está com 106, Santa Terezinha tem 98, Solidão tem 97, Iguaracy está com 96, Brejinho tem 90,  Santa Cruz da Baixa Verde está com 86, Tuparetama tem 79 casos cada,  e Ingazeira está com 36 casos confirmados.

Mortes – Com o primeiro óbito registrado em Ingazeira, a região tem agora no total, 141 óbitos por Covid-19. 

Até o momento, quinze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 56, Afogados da Ingazeira tem 13, Triunfo tem 11, Tabira tem 10 óbitos, Carnaíba tem 9, Flores tem 7, Itapetim, São José do Egito, Tuparetama e Iguaracy tem 6 óbitos cada, Quixaba tem 4 óbitos, Santa Terezinha tem 3, Calumbi, Brejinho e Ingazeira tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 6.525 recuperados. O que corresponde a 89,26% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 8h30 desta segunda-feira (21), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Lula diz que nunca soube de negociata para Brasil sediar Rio 2016

G1 Com a mesma gravata colorida com as cores do Brasil utilizada quando o país foi escolhido sede da Olimpíada de 2016, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou pela primeira vez desde que foi preso em Curitiba. De lá, por videoconferência, ele prestou depoimento como testemunha de defesa do ex-governador do Rio de […]

G1

Com a mesma gravata colorida com as cores do Brasil utilizada quando o país foi escolhido sede da Olimpíada de 2016, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou pela primeira vez desde que foi preso em Curitiba.

De lá, por videoconferência, ele prestou depoimento como testemunha de defesa do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, em ação penal que apura suposta compra de votos da Olimpíada Rio 2016.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, pediu que o ex-presidente falasse exclusivamente sobre as perguntas. Enquanto falava sobre a denúncia contra o ex-governador, foi interrompido pelo quando citou “denuncismo”.

Perguntado pelo Ministério Púbico se tinha se reunido com delegações e se havia a proposta de algum tipo de troca de apoio, Lula disse que não teve trocas, mas que participou de uma reunião com a União Africana, que representa 54 países daquele continente, e que pediu o apoio para a candidatura do Rio.

“Não tem troca. Brasil apoiar África era uma coisa natural. Viajei 34 vezes para África, abri 19 embaixadas na África. Isso dava aos africanos quase uma irmandade com o Brasil. Eu brigava para que continentes pobres tivessem direito de realizar Olimpíada”, garantiu.

De acordo com o Ministério Público Federal, teriam sido comprado votos de membros africanos do Comitê Olímpico Internacional. Um empresário ligado a Cabral teria pago R$ 2 milhões, com a promessa de ganhar contratos públicos – parte deles desviados para os bolsos do ex-governador. Cabral nega toda a denúncia.

Lula também defendeu o ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro Carlos Arthur Nuzman: “A atitude dele sempre foi de muito compromisso com as Olimpíadas e com o Brasil. Não vi nenhuma atitude dele que pudesse desabonar o Brasil ou as Olimpíadas”.

Mesmo fora do Planejamento, Jucá segue como ‘ministro oculto’ de Temer

Da Coluna Painel Mesmo fora do Ministério do Planejamento há dez dias, o senador Romero Jucá segue atuando como integrante do primeiro escalão do governo. Frequenta o gabinete de Michel Temer e despacha com seus principais ministros. Na terça, reuniu-se com Henrique Meirelles (Fazenda) para discutir o teto dos gastos públicos e a ampliação da […]

jucáDa Coluna Painel

Mesmo fora do Ministério do Planejamento há dez dias, o senador Romero Jucá segue atuando como integrante do primeiro escalão do governo. Frequenta o gabinete de Michel Temer e despacha com seus principais ministros.

Na terça, reuniu-se com Henrique Meirelles (Fazenda) para discutir o teto dos gastos públicos e a ampliação da DRU (Desvinculação das Receitas da União). Foi dele ainda a sugestão de ter o tucano Aloysio Nunes como líder do governo no Senado.

Na cerimônia de posse dos presidentes de estatais, nesta terça, após deixar o gabinete de Temer, Jucá sentou-se na primeira fila, ao lado dos demais ministros. Dyogo Oliveira, titular interino do Planejamento, ficou na cadeira de trás. A líderes partidários Jucá justificou o trabalho de articulador. Se não atuar, as medidas do governo empacarão no Congresso.

Estado envia ofício ao Sinpol prometendo prioridade ao PCC

Depois da troca de declarações entre sindicalistas e governo, eis que surge uma alternativa. Os policiais civis alegam que perderam a paciência depois que o termo de compromisso não foi cumprido integralmente. No ofício enviado pela Secretaria Estadual de Administração a promessa é de que a matéria chegue na Alepe apenas na segunda da quinzena […]

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Depois da troca de declarações entre sindicalistas e governo, eis que surge uma alternativa. Os policiais civis alegam que perderam a paciência depois que o termo de compromisso não foi cumprido integralmente.

No ofício enviado pela Secretaria Estadual de Administração a promessa é de que a matéria chegue na Alepe apenas na segunda da quinzena do mês.

A categoria cobra o envio para Assembleia Legislativa do projeto de revisão do plano de cargos, carreiras e vencimentos. Para o Sinpol, a mudança teria efeito imediato nos salários, já que a progressão salarial passaria de 1,5% para 2%. Em entrevista à Rádio Jornal, o secretário Milton Coelho afirmou que os reajustes só passam a valer em abril.

A novidade será colocada em votação na Assembleia possivelmente em frente ao Palácio do Campo das Princesas. No meio da polêmica, o presidente da Associação dos Delegados, Francisco Rodrigues, afirma que é importante ter bom senso.