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Ex-vice-prefeito de Arcoverde faz análise da gestão Zeca Cavalcanti

Por André Luis

O ex-vice-prefeito de Arcoverde, Delegado Israel Rubis, fez uma análise sobre os primeiros 90 dias da gestão do prefeito Zeca Cavalcanti, destacando a avaliação positiva da administração. Segundo Rubis, Zeca tem se mostrado eficiente ao utilizar os recursos públicos de forma adequada, refletindo em uma aprovação popular superior a 80%. Confira abaixo a análise completa de Israel Rubis sobre a gestão de Zeca Cavalcanti:

Prezado Nill Jr,

Escrevo a seu blog, com a finalidade de fazer uma análise objetiva dos quase 90 dias de gestão do Prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti. 

A análise preliminar é positiva. O Prefeito tem feito a tarefa de casa, botando a “máquina” para moer, e usando bem os recursos públicos (financeiros, pessoais e logísticos).

Pesquisam mostram que Zeca possui hoje uma aprovação popular superior a 80% em sua gestão. Isso reflete algumas ações iniciais. A primeira delas começou na saúde, com implantação de 24h de atendimento médico, em duas importantes unidades locais de saúde, tais como a Policlínica, e a UPA – dia (que agora funciona 24H). 

Em seguida, botou o bloco na rua, para resolver uma parte dos problemas crônicos de infraestrutura, de uma cidade que cresceu tanto, que não cabe mais no seu “corpo”. A visibilidade foi a marca nesse segmento, a população começou a ver ações na rua, de coleta de resíduos e entulhos, coleta de lixo regular, e intensificação de recuperação e requalificação de vias (tapa-buraco).

A gestão também tem uma atuação marcante na gestão dos eventos, fez um evento de carnaval, e anunciou na última sexta, o principal evento do calendário da cidade, que é o São João de Arcoverde. Ousou, e por que não dizer inovou, ao mudar o local da festa, para uma área mais ampla (em cálculo matemático), porém mais habitada, e com mais obstáculos (equipamentos do Parque Linear). Se dará certo, somente saberemos com a execução da festividade. Mas tenho certeza que a mudança busca muito mais o acerto.

A grade de atrações do São João traz um misto de vários ritmos, privilegiando o forró nordestino, as atrações do momento, atrações nacionais, e a cultura local. Ao contrário da gestão anterior, a Primeira agora, sem deslumbres ou narcisismo, trabalha, bota a mão na massa, e faz a diferença, com ações que possuem impacto.

Em relação à gestão da política, o governo teve um acerto em trazer a Vereadora Célia Galindo para mais perto, dando a ela a tarefa de exercer a liderança do governo na Câmara de Vereadores, passando a percepção geral de que a articulação de Célia para fazer de Luciano Pacheco o Presidente do Legislativo Municipal, foi encarada de fato como um ato de autonomia daquele poder.

De forma respeitosa, embora não concordando pessoalmente com a totalidade dos dez vereadores no campo governista, visto que os parlamentares representam a vontade de quem neles votou, e considerando, que uma parte deles foi votado por uma maioria que não depositou seu voto no atual prefeito, devo confessar que foi uma demonstração de força política inequívoca tal movimento. 

Minha ressalva pessoal é pelo fato de acreditar que uma oposição exercida de forma responsável, séria, e sem vontades escusas e politicalha, contribui muito para uma reflexão e autoavaliação crítica e positiva de qualquer gestão, em qualquer esfera de poder (Município, Estado, ou União). 

As dificuldades e as críticas que gestão ainda enfrenta não possuem solução mágica, e são resultantes também das gestões passadas, têm, e podem, ser solucionadas, bastando planejamento, análise, e execução dos princípios de eficiência na gestão pública.

Se Zeca conseguir acertar, e assim espero e torço que ele o faça, em segmentos tais como a geração de emprego formal e renda, exploração do potencial do turismo ecorural local, atração de investimentos, destravamento do distrito industrial e aeroporto, além da concessão de bens públicos para iniciativa privada, e posicionando o município como protagonista na política de segurança pública, certamente vai voar, politicamente, em céu de brigadeiro durante muitos anos, dada a ineficiência e letargia, vistas em momentos administrativos anteriores.

Dentre o reduzido espaço amostral atual dos insatisfeitos com a gestão, temos os que não compreendem a complexidade dos problemas da cidade, os que possuem alguma rejeição à figura pessoal do Prefeito, os que possuem uma posição política adversa, e aqueles que buscam um espaço, e se assim conseguir, viram fiéis aliados, do dia para noite.

Enquanto a mim, votei no atual Prefeito, considero-me um cidadão livre que não tem aspiração de ocupar nenhum cargo no poder público municipal, já que fiz um movimento reverso, saindo da política, e voltando ao exercício das minhas funções como servidor público, assim torço que a gestão continue acertando, pois aqui resido, e quero ver o progresso desta terra.

Atenciosamente,

Israel Rubis

Outras Notícias

Vereadora pessebista declara apoio à governadora Raquel Lyra em Solidão

EXCLUSIVO A vereadora Adriana de Agenor (PSB), uma das principais lideranças políticas de Solidão, anunciou apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). No terceiro mandato, Adriana já presidiu a Câmara Municipal por dois biênios, coordena a UVP Mulher e é a parlamentar mais votada da história do município. O anúncio foi feito durante encontro […]

EXCLUSIVO

A vereadora Adriana de Agenor (PSB), uma das principais lideranças políticas de Solidão, anunciou apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). No terceiro mandato, Adriana já presidiu a Câmara Municipal por dois biênios, coordena a UVP Mulher e é a parlamentar mais votada da história do município.

O anúncio foi feito durante encontro com o gerente de Articulação Política da Casa Civil, Edson Henrique, e contou com a presença de Seu Agenor, liderança de destaque na cidade.

Adriana afirmou que a gestão estadual tem promovido mudanças significativas no estado. “Raquel está mudando a história de Pernambuco. Estou pronta para representar a governadora em Solidão e colaborar para que mais ações e conquistas cheguem ao nosso povo”, declarou.

Edson Henrique destacou a relevância política da vereadora e o simbolismo de sua adesão. “Adriana é um quadro qualificado, comprometido e preparado. Sua trajetória fala por si: três mandatos, resultados concretos e a força de quem faz política para o bem das pessoas. Ao lado de Seu Agenor, chega para fortalecer ainda mais o projeto que vem transformando Pernambuco”, afirmou.

Joelson, Aline e Luciano Bonfim são eleitos em Calumbi, Itapetim e Triunfo

Com 100% das urnas apuradas em Calumbi, o atual prefeito Joelson (Avante) foi reeleito com ampla vantagem. Ele conquistou 74,47% dos votos válidos, totalizando 4.598 votos. Seu adversário, Dr. Cícero Simões (PT), obteve 1.576 votos, correspondendo a 25,53% do total. A reeleição de Joelson confirma o forte apoio popular e a continuidade de seu projeto […]

Com 100% das urnas apuradas em Calumbi, o atual prefeito Joelson (Avante) foi reeleito com ampla vantagem. Ele conquistou 74,47% dos votos válidos, totalizando 4.598 votos. Seu adversário, Dr. Cícero Simões (PT), obteve 1.576 votos, correspondendo a 25,53% do total. A reeleição de Joelson confirma o forte apoio popular e a continuidade de seu projeto de governo.

Aline vence em Itapetim com 62,12% dos votos

Em Itapetim, a candidata governista Aline (PSB) foi eleita com 62,12% dos votos, somando 6.111 votos. Seu adversário, Anderson Lopes (PSDB), obteve 3.726 votos, ou 37,88% do total. Aline, que contou com o apoio da atual gestão, destacou a importância de dar continuidade aos projetos em andamento, especialmente nas áreas de saúde e educação.

Luciano Bonfim é reeleito em Triunfo com 53,69% dos votos

Em Triunfo, o prefeito Luciano Bonfim (PSDB) garantiu sua reeleição com 53,69% dos votos, somando 5.316 votos. O segundo colocado, Dr. Eduardo (Podemos), obteve 4.394 votos, ou 44,37%. Já o terceiro colocado, Nego Rico (Republicano), ficou com 1,94% dos votos, totalizando 192 votos.

Os resultados consolidados nestes municípios mostram a força dos candidatos à reeleição e o peso do apoio de gestões anteriores nas campanhas.

Que confusão, Siqueirinha…

A condução do presidente Weverton Siqueira,  o Siqueirinha,  gerou toda a confusão na sessão da Câmara desta segunda-feira. Ora, se ele queria ser solidário a Zirleide e apontou a confusão que seria o processo seguir após ela renunciar, pra quê colocou o futuro da questão em votação? Quando o assunto já se encaminhava para seguir o […]

A condução do presidente Weverton Siqueira,  o Siqueirinha,  gerou toda a confusão na sessão da Câmara desta segunda-feira.

Ora, se ele queria ser solidário a Zirleide e apontou a confusão que seria o processo seguir após ela renunciar, pra quê colocou o futuro da questão em votação?

Quando o assunto já se encaminhava para seguir o parecer que decretava, com a renúncia,  acabava o processo,  diz Siqueirinha: “vamos colocar em votação. Quem é a favor de seguir a ação,  como quer o Delegado Israel e o advogado Fernandes Braga ou parar por aqui e encerrar o processo,  como diz o Jurídico,  no parecer apresentado pelo advogado Rivaldo Leal?”

Findada a votação, foi decidido por 6×3 que o processo seguiria. O advogado Rivaldo Leal,  que passou todo tempo segurando o parecer,  ficou visivelmente contrariado e desconsertado. “Quero ver como fazer agora. Não há previsão regimental no que acabou de ser aprovado”.

Mais a frente, um bom tempo e logo debate depois, questiona o próprio Siqueirinha: “Vamos nos colocar no lugar da vereadora.  E se depois dela renunciar,  se a Câmara decidir que ela deve ser absolvida? E se os vereadores decidirem por não cassar?”

Volta todo o imbróglio. “Se a gente revê o processo revê também a cassação dela”, reforça  o  presidente. Bota em votação de novo: aí,  8×1 pelo parecer.

Se com a renúncia,  Zirleide seria passível de ação de inelegibilidade,  como destacou o próprio representante do jurídico,  Rivaldo Leal,  a condução de Siqueirinha gerou uma confusão extremamente desnecessária, já que,  aparentemente,  o pactuado era respeitar esse posicionamento,  apesar da justificada pressão pela sequência da ação por Israel Rubis e Fernandes Braga.

Claro, registre-se também a fragilidade de posição dos vereadores que foram pela continuidade e, em poucos minutos, votaram pelo arquivamento.  Poderiam ter ido à sessão com uma posição firme, sem necessidade de tanto vai e volta. Passaram péssima imagem da Casa pra quem acompanhou a sessão.

Só João Marcos (prosseguimento), Luciano Pacheco,  Everaldo Lira e Siqueirinha (arquivamento) nesse item mantiveram uma só posição.

Mas, resumindo, Siqueirinha foi o padrinho da grande confusão na sessão desta noite. Era só seguir o parecer, se era esse seu objetivo…

Uma justa homenagem a uma guerreira

Por Magno Martins A Câmara de Tabira, a 400 km do Recife, vota, hoje, em segundo turno, o projeto denominando Espaço Professora Nevinha Pires, uma área expandida da praça Gonçalo Gomes, principal logradouro público do município. A iniciativa, justíssima, aprovada por unanimidade em primeira votação, partiu do vereador Valdemir Filho (MDB). Mãe do doutor Pedro […]

Por Magno Martins

A Câmara de Tabira, a 400 km do Recife, vota, hoje, em segundo turno, o projeto denominando Espaço Professora Nevinha Pires, uma área expandida da praça Gonçalo Gomes, principal logradouro público do município. A iniciativa, justíssima, aprovada por unanimidade em primeira votação, partiu do vereador Valdemir Filho (MDB).

Mãe do doutor Pedro Pires, referências em saúde no Estado, dona Nevinha, que Deus levou já bem longeva, tem uma trajetória de vida que se confunde com Tabira, com destaque na área cultural.

Filha de Pedro Pires Ferreira e Albertina Xavier Pires Ferreira, Maria das Neves Pires da Silva fez parte de uma família de doze irmãos, sendo sete filhos do primeiro matrimônio de Pedro Pires com Albertina Xavier e cinco filhos do segundo matrimonio de Pedro Pires com Maria de Lourdes Pires Liberal.

Professora em Tabira por 40 anos, lecionou inicialmente na Escola Professora Carlota Breckenfeld em 1955. Foi professora, diretora, vice-diretora e supervisora na Escola Arnaldo Alves Cavalcanti. Como professora teve várias alegrias e recebeu muitas homenagens, inclusive uma medalha estadual do mérito educacional do então secretário da educação José Jorge de Vasconcelos no governo de Moura Cavalcanti (1975-1979).

Mesmo aposentada, nunca deixou de ser chamada de “professora”, título que se orgulhava. Foi muito feliz nessa função pois tinha vocação para ensinar. Muito querida e respeitada por seus ex-alunos, sempre demonstrou muito carinho por eles. Maria das Neves ires da Silva via nos seus ex-alunos uma continuidade dos seus ensinamentos.

Após sua aposentadoria escreveu seis livros: Tabira e sua Gente (1985), Considerações de um Centenário (1995), Tabira história e estórias (1997), Fragmentos do Pajeú (1997), Histórico do Poder Legislativo de Tabira (1999) e Caminhos (2002). Todos catalogados na Biblioteca Pública de Estado de Pernambuco.

O blog e a história: a morte de João Paulo II

O Papa João Paulo II faleceu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos. A fragilidade de sua saúde ficou evidente quando, no domingo de Páscoa daquele ano, o pontífice não conseguiu pronunciar a bênção aos 70 mil fiéis que o aguardavam na Praça São Pedro. A partir de então, sua agonia tornou-se pública, […]

O Papa João Paulo II faleceu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos.

A fragilidade de sua saúde ficou evidente quando, no domingo de Páscoa daquele ano, o pontífice não conseguiu pronunciar a bênção aos 70 mil fiéis que o aguardavam na Praça São Pedro.

A partir de então, sua agonia tornou-se pública, e sua dor comoveu todo o planeta.

O polonês Karol Wojtyla, o primeiro papa não italiano em quatro séculos e meio, ficou conhecido por seu carisma e por seu diálogo com os jovens, mas também por sua posição em determinadas questões religiosas. Peregrino, visitou 129 países ao longo de 26 anos de pontificado.

João Paulo II tinha uma saúde bastante debilitada e vivia doente. Mas foi no domingo de Páscoa de 2005 que o frágil estado de saúde do Papa chamou a atenção do mundo.

O Papa chegou à sacada de onde ele deveria se dirigir à multidão que o esperava e não conseguiu falar. Em um determinado momento ele fez uma expressão de dor e sua voz não saía.

E isso se deu em um momento em que as imagens percorrem o planeta na internet com rapidez brutal, e todas as TVs registraram.

Era um dia especial, era domingo de Páscoa, e aquela cena foi muito forte.

Na quarta-feira, 30 de março, quando uma multidão de pessoas esperava para ver o Papa em frente à Basílica de São Pedro, mais um sinal de que João Paulo II estava em sofrimento. Sem conseguir pronunciar sua mensagem, ele apenas deu a benção aos fiéis que aguardavam por suas palavras.

Após quase uma semana de padecimento, João Paulo II faleceu na tarde de 2 de abril de 2005, pouco mais de uma hora após a divulgação do último boletim médico sobre seu estado de saúde.