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Ex-Prefeita de Tacaimbó é absolvida na Justiça Federal

Por Nill Júnior

A Justiça Federal de Pernambuco julgou improcedente a ação penal promovida pelo Ministério Público Federal em desfavor da ex-prefeita de Tacaimbó, Sandra Aragão, pela acusação do não repasse de valores de empréstimos consignados à Caixa Econômica Federal. Conforme restou destacado na sentença, a absolvição de Sandra Aragão era a medida mais adequada, tendo em vista que em momento algum ficou configurado que a mesma tenha se beneficiado pessoalmente de qualquer verba pública, pois a mesma manteve o mesmo padrão de vida, renda e imóvel, antes, durante e ao deixar a Prefeitura.

A fundamentação da sentença acolheu a tese da defesa da ex-prefeita, conduzida pelo advogado Pedro Melchior de Mélo Barros, da Banca Barros Advogados Associados. Segundo o especialista em direito público, “através de documentação e provas testemunhais, restou comprovado que os repasses não se deram no devido tempo e modo, em razão dos constantes bloqueios dos valores do Fundo de Participação dos Municípios ocorridos no ano de 2016 em Tacaimbó, bem como por não haver qualquer prova de apropriação de valores por parte de Sandra Aragão, pessoa notoriamente reconhecida por sua probidade, e ainda pelo fato de que a mesma no transcurso da sua gestão promoveu várias tentativas de resolução da questão junto à Caixa Econômica Federal.”

Segundo Pedro Melchior, a sentença que absolveu a política levou em consideração que mesmo diante da crise financeira que assolou o Município, o pagamento do funcionalismo foi mantido em dia pela prefeita.

Sandra Aragão foi a primeira mulher a governar Tacaimbó. A sua gestão, entre os anos de 2013 a 2016, foi marcada pela ampla participação popular, haja vista ser detentora de um grande carisma junto à população, e por ter firmado vários convênios com o Estado de Pernambuco e o Governo Federal para construção de diversas obras estruturadoras, que até hoje propiciam uma melhor qualidade de vida ao povo daquele município do agreste pernambucano.

Outras Notícias

Coluna do Domingão: porque a possível intervenção americana nas eleições não é assunto nem em sabatinas?

O cientista político Celso Rocha de Barros apontou uma obviedade que a grande imprensa tem omitido, segundo análise do Intercept: essa não será uma eleição normal. “Será que todo dia a gente não devia tratar do fato que tem uma superpotência que tomou a economia brasileira como refém para exigir que os brasileiros votem no […]

O cientista político Celso Rocha de Barros apontou uma obviedade que a grande imprensa tem omitido, segundo análise do Intercept: essa não será uma eleição normal.

“Será que todo dia a gente não devia tratar do fato que tem uma superpotência que tomou a economia brasileira como refém para exigir que os brasileiros votem no candidato que elas preferem? Eu acho muito esquisito e desconfortável a gente falar dessa eleição como uma eleição normal, que está correndo sob a mais completa normalidade”, refletiu Celso.

A maior potência bélica do planeta enfiou o pescoço na democracia brasileira e já está interferindo nas eleições. O aparato de estado dos Estados Unidos tem sido usado para impulsionar a agenda política de Flávio Bolsonaro, que em troca prometeu entregar as terras raras brasileiras e muito mais.

Além de impor sanções econômicas, o governo estadunidense praticou uma série de ações para favorecer a candidatura bolsonarista. Chegou até a tentar enviar para o Brasil dois oficiais para questionar as urnas eletrônicas.

Essa flagrante violação da soberania nacional tem sido tratada como um problema diplomático entre os dois países, o que é evidentemente falso. Estamos sendo intimidados pelo mesmo extremista maluco que invadiu a Venezuela, sequestrou seu presidente e roubou seu petróleo.

Inacreditavelmente, essa não parece ser a grande preocupação da imprensa brasileira. O assunto tem sido tratado de forma lateral no noticiário e nas colunas de opinião.

Nas sabatinas do Jornal Nacional, por exemplo, a soberania nacional não foi uma questão central. Nenhum candidato até agora recebeu perguntas sobre o risco de uma intervenção estrangeira. Os jornalistas não perguntaram nem mesmo para o presidente da República. E isso se repete em outras entrevistas e sabatinas.

As eleições correm risco de sofrer uma intervenção internacional, mas isso tem sido tratado como uma questão menor, quase irrelevante.

Além da normalização dos ataques à soberania, há também uma normalização dos ataques à democracia. Quase todos os candidatos da direita nesta eleição prometeram anistiar os golpistas condenados pelo 8 de Janeiro. É como se a tentativa de golpe de estado não estivesse fartamente comprovada.

Já tem até livro de ex-comandante da Aeronáutica no governo Bolsonaro dando detalhes da trama golpista, mas o negacionismo do golpe ainda é tratado como opinião legítima no debate público. Chegaremos ao pleito com mais da metade dos candidatos prometendo tirar golpistas da cadeia. Assim, fica ainda mais difícil chamar as eleições de “festa da democracia”.

A direita brasileira, inclusive a que se diz não bolsonarista, não tem mais compromisso com os valores democráticos. Durante um longo período após a redemocratização, a direita brasileira repudiou o golpe de 64. Até pouco tempo, era inimaginável um candidato relativizar a ditadura.

Hoje, Romeu Zema não demonstra o menor pudor em dizer que chamar o regime militar de ditadura é uma mera “questão de interpretação”. Ronaldo Caiado também relativiza o período e se recusa a classificá-lo como ditadura. É natural que eles defendam a anistia para os golpistas de 8 de Janeiro.

Uma eleição realizada nessas condições deveria estar causando grande indignação coletiva, mas está sendo tratada na grande imprensa como mais um passeio no parque. Nem parece que ela está ameaçada por um ditador com sanha imperialista que acabou de invadir um país vizinho para roubar petróleo.

Quando a imprensa trata esse risco como uma questão diplomática e a anistia aos golpistas como uma proposta legítima, ela não está sendo neutra, mas conivente com o entreguismo e com o golpismo.

Bola dentro

Em um congresso contaminado por lobbies e muita pressão econômica, chegou a surpreender o enfrentamento do Deputado Federal Waldemar Oliveira às BETs. Em julho, uniu em um único texto proposta que proíbe toda publicidade das bets, extingue o patrocínio esportivo, veta naming rights de estádios, clubes, ligas e competições, impede campanhas com influenciadores digitais, atletas e celebridades, proíbe bônus promocionais, restringe o uso de aplicativos de apostas e cria mecanismos de proteção para crianças, adolescentes, pessoas endividadas e cidadãos em situação de vulnerabilidade. Também propõe que pessoas físicas ligadas a BETs sejam proibidas de doar para campanhas.

Sem arrodeios

Essa foi a fala de maior repercussão de Vicentinho no Debate das Dez sobre 2028: “Eu quero ser o candidato da Frente Popular,  agora a Frente Popular tem que me querer. Não fecho portas pra ninguém. Se a Frente Popular me apresentar um candidato que tenha mais condições do que eu, eu tiro o meu nome. Eu tô junto. Agora, eles têm que fazer o mesmo. E eu não vejo nenhum dizer isso, que se der o nome de Vicentinho, a gente tá com ele. Então,  eu não tô indo pra outro grupo. Agora, se me empurrarem,  aí eu tenho coragem. A gente tem acesso em todo canto”.

A propósito 

O prefeito Sandrinho Palmeira é o convidado do Debate das Dez da próxima quarta-feira na Rádio Pajeú. Claro, vai ser perguntado também sobre o “vão trabalhar babões” e “tem muita gente trabalhando sem receber” de Vicentinho.

O desejo de Raquel

Mais de um aliado da governadora Raquel Lyra diz que o seu plano é ousado: pra “fechar a tampa”, dizem, quer bater João Campos no Recife. Na última Múltipla para o Portal Ricardo Antunes, João tem 51% a 32% de Raquel. Somando toda a Metropolitana,  o quadro é de empate técnico: 40% a 38% pró João. Foi a queda de João na Metropolitana que gerou a virada de Raquel. Por isso, em sentido oposto,  o socialista tenta recuperar terreno nesse território, onde há a maior densidade demográfica do Estado. Se retomar cenário de quatro meses atrás,  pode revirar o jogo.

Radiografia

Além da Metropolitana,  a única região onde João Campos equilibra a peleja é no sertão,  com 40% a 36% pró Raquel. No Agreste, Raquel 55% x 27%,  na Zona da Mata, Raquel 49% contra 35% de João.

A serviço de

Um dos algozes de Dilma e declaradamente inimigo do PT e do lulismo,  Mendonça Filho disse ao jornalista Jamildo Melo que não abrirá mão da prerrogativa de julgar ministros do Supremo,  se eleito senador. “Julgar a conduta de ministros do STF quando necessário é dever constitucional do Senado”. O bolsonarismo conta com Mendonça para cassar ministros como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além de derrubar as penas do 8/1. Também para travar o Lula 4.0 se reeleito.

O voto de Célia 

Em Arcoverde,  dentre os parlamentares,  a única assumidamente bolsonarista é a vereadora Célia Galindo. Sobre a entrevista de Flávio Bolsonaro ao JN: “Ele foi educado e os jornalistas ficaram atrapalhando o tempo todo. Sendo assim eu voto FLÁVIO BOLSONARO 22”, escreveu.

O Dudu de verdade

Eduardo da Fonte tem se negado a declarar voto em Lula ou Flávio. Mas seus votos explicam muito quem ele é na verdade, um “Centrão vip”: só no último ciclo como Deputado,  ajudou a derrubar a MP que taxava bilionários, como BETs e Fintechs, votou pela anistia dos bolsonaristas nos atentados à democracia, pela PEC da Blindagem, PEC da Devastação, mais outras pautas que jogaram contra o país, juntamente com o filho, Lula da Fonte. Detalhe: o blog já alertara desde quando havia a possibilidade de disputar no palanque de João. Como bom centrista poderoso,  negociou pra todo lado.

Exclusivo: Zé Negão vai romper com Danilo?

Nas últimas horas,  aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho. O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências. Uma delas,  de que Danilo tem tido uma campanha mais reservada, entre Afogados e Recife,  gerando cobranças da base. Também diz que o seu apoio a Marconi Santana causou episódios como o não convite para o adesivaço e bloqueio a aliados que votam em Marconi no transporte à convenção de Raquel. Opinião da Coluna: onde há fumaça,  há fogo.

Marconi Santana diz que gestão Berg Gomes não quer deixar carreta da Mulher atender em Carnaíba 

O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do  Governo de Pernambuco.  A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, enviou fiscais e a Guarda Municipal até o local com a orientação de barrar a estrutura, sob a mensagem de que a carreta “anoiteceria, mas não amanheceria” na cidade. A PM, ligada ao Estado, foi chamada para manter o equipamento,  diz o candidato em nota. “Um absurdo. Espero que as autoridades permitam o atendimento”, disse. A gestão Berg Gomes ainda não se manifestou.

Frase da semana:

“Estava parecendo que eu estava no Ministério Público”.

Do presidente e candidato à reeleição,  Lula, na sabatina da Globo,  após o programa  explorar por grande parte do tempo as acusações envolvendo seu filho, Fábio Luiz da Silva,  o Lulinha.

Motorista de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 1,2 milhão em operações suspeitas, diz COAF

Dentre os valores, um repasse de R$ 24 mil para esposa de Bolsonaro foi identificado Um ex-motorista do deputado estadual do Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, aparece em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, por movimentações financeiras de mais de R$ 1,2 milhão consideradas suspeitas. […]

Dentre os valores, um repasse de R$ 24 mil para esposa de Bolsonaro foi identificado

Um ex-motorista do deputado estadual do Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, aparece em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, por movimentações financeiras de mais de R$ 1,2 milhão consideradas suspeitas.

A investigação faz parte da operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro que prendeu dez deputados estaduais.

O relatório do Coaf aponta movimentações financeiras de servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio e de pessoas relacionadas a eles que, segundo a investigação, são incompatíveis com a capacidade financeira dos citados.

Além disso, o Coaf identificou um grande volume de depósitos e saques inferiores a R$ 10 mil, o que, segundo o relatório, seria para dificultar a identificação da origem e do destindo do dinheiro.

O caso foi revelado pelo jornal o Estado de São Paulo nesta quarta-feira (6), e a Globonews também teve acesso ao relatório.

O documento aponta Fabrício José Carlos de Queiroz como servidor público cadastrado da Alerj, com renda de R$ 23 mil por mês. Além disso, teriam sido identificadas duas mídias informando que Fabrício Queiroz seria motorista do deputado Flávio Bolsonaro.

Ele movimentou nessa conta o total de R$ 1.236.838 entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017, o que foi considerado suspeito pelo conselho.

Outra parte do relatório do Coaf revela saques em espécie no total de R$ 324.774, e R$ 41.930 em cheques compensados. Na época, um dos favorecidos foi a ex-secretária parlamentar, atual esposa do presidente eleito, Jair Bolsonaro, Michele de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, no valor de R$ 24 mil.

O filho de Jair Bolsonaro, agora senador eleito Flávio Bolsonaro, se manifestou por uma rede social sobre o caso, já que o relatório aponta que Fabrício Queiroz era motorista dele na Alerj.

“Fabrício Queiroz trabalhou comigo por mais de dez anos e sempre foi da minha confiança. Nunca soube de algo que desabonasse sua conduta. Em outubro foi exonerado, a pedido, para tratar de sua passagem para a inatividade. Tenho certeza de que ele dará todos os esclarecimentos. “

A equipe de reportagem da GloboNews está tentando contato com Fabrício Queiroz. A GloboNews entrou em contato Michele Bolsonaro e com o presidente eleito Jair Bolsonaro, mas eles preferiram não se manifestar.

O Ministério Público Federal, responsável pela operação Furna da Onça, confirmou em nota que incluiu o relatório do Coaf nas investigações, mas esclareceu que nem todos os nomes citados no documento foram incluídos nas apurações, sobretudo porque nem todas as movimentações atípicas são, necessariamente, ilícitas.

No caso de deputados da Alerj que não foram alvos das operações, o MPF não confirmou ou negou se eventualmente estão investigados ou podem vir a ser.

Previsão de céu nublado e chuva rápida em todo o Estado nesta segunda, segundo Apac

A previsão é de céu nublado a parcialmente nublado e chuva rápida em todo o Estado nesta segunda-feira (1º). Segundo informações da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), na Região Metropolitana do Recife (RMR) deve chover ao longo do dia com intensidade fraca a moderada. A temperatura varia entre 22 º C e 29º […]

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A previsão é de céu nublado a parcialmente nublado e chuva rápida em todo o Estado nesta segunda-feira (1º). Segundo informações da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), na Região Metropolitana do Recife (RMR) deve chover ao longo do dia com intensidade fraca a moderada. A temperatura varia entre 22 º C e 29º C.

No Sertão de Pernambuco, também há previsão de chuva ao longo do dia com intensidade fraca a moderada. Os termômetros registram 31º C como máxima e 18º C como mínima. Já no Sertão do São Francisco, deve chover no período da tarde e noite. A temperatura varia entre 22º C e 32º C.

No Agreste, a previsão é de chuva rápida de forma isolada ao longo do dia. A temperatura varia entre 18º C e 31º C. Na Zona da Mata, também deve chover de forma ao longo desta segunda-feira (1º) . A temperatura mínima é de 21º C e a máxima, de 29º C. No arquipélago de Fernando de Noronha, a temperatura varia entre 25º C e 30º C e há previsão de chuva rápida ao longo do dia com intensidade fraca.

Coronavac não atingiu 90% de eficácia em testes no Brasil, diz secretário da Saúde de SP

Folhapress A eficácia da Coronavac ficou abaixo de 90%, segundo Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde de São Paulo. A afirmação foi dada em entrevista à rádio CBN, na quinta-feira (24). Também na quinta, o governo da Turquia anunciou que os resultados preliminares dos testes feitos no país, com pouco mais de 1.300 voluntários, apontaram uma […]

Folhapress

A eficácia da Coronavac ficou abaixo de 90%, segundo Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde de São Paulo. A afirmação foi dada em entrevista à rádio CBN, na quinta-feira (24).

Também na quinta, o governo da Turquia anunciou que os resultados preliminares dos testes feitos no país, com pouco mais de 1.300 voluntários, apontaram uma eficácia de 91,2%.

Segundo Gorinchteyn, a Sinovac observou diferenças entre as eficácias nos diferentes países onde ocorreram os testes, com o Brasil apresentando um dado menor. Por isso, a farmacêutica quis rever os dados.

O secretário disse que a eficácia da vacina observada no estudo feito no Brasil com 13 mil pessoas deve ser anunciado em até 15 dias.

Não chegou a surpreender o secretário a Coronavac apresentar uma eficácia inferior a 90%, considerando que ela é produzida com vírus (o Sars-CoV-2) inativado, uma plataforma vacinal menos imunogênica.

“Elas produzem uma proteção menor. A vacina da gripe tem uma variação que vai de 40% a 80% em determinados grupos”, disse Gorinchteyn. “Sabemos que a efetividade jamais atingiria 90%. Mas o que nós não imaginávamos era que a empresa queria uma unicidade, um resultado muito próximo em todos os países.”

De toda forma, o secretário reafirmou a importância da vacina ter mais de 50% de eficácia (o que ele afirma ser o caso), para provocar uma redução nos números de mortes.

“A única forma que nós teremos de mudar isso é tendo uma vacina que tenha efetividade”, disse Gorinchteyn sobre a pandemia.

Outro fator importante, citado na quarta (23) por Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, é o fato de que entre todos os voluntários que receberam a vacina no Brasil nenhum apresentou quadros graves de Covid-19.

Mesmo com o adiamento da divulgação, o secretário afirmou que os planos para início da vacinação em 25 de janeiro, em São Paulo, permanecem, incialmente para profissionais da saúde, idosos, indígenas e moradores de instituições de longa permanência.

Gorinchteyn também disse, que espera que a Coronavac seja uma vacina que entre no plano nacional de imunização.

Vacinação ultrapassa a marca de 100% em quatro grupos prioritários e 11,87% da população

O Painel da Vacinação divulgado ontem à noite pela Secretaria de Saúde de Buíque, com os dados até este dia 8 de abril, quinta-feira, mostra que pelo menos quatro grupos prioritários já ultrapassaram a marca dos 100% das pessoas imunizadas contra a Covid-19 no município. Segundo Michelle Novaes, Coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunização), os […]

O Painel da Vacinação divulgado ontem à noite pela Secretaria de Saúde de Buíque, com os dados até este dia 8 de abril, quinta-feira, mostra que pelo menos quatro grupos prioritários já ultrapassaram a marca dos 100% das pessoas imunizadas contra a Covid-19 no município. Segundo Michelle Novaes, Coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunização), os percentuais foram calculados com base nos dados da Secretaria de Saúde do Município (SIPNIWEB).

“Apesar das quantidades limitadas de vacinas, Buíque tem se superado e alcançado números positivos na vacinação. Quatro grupos, sendo três de idosos, já ultrapassaram a marca de 100% das pessoas vacinadas. Os percentuais foram calculados de acordo com a população vacinada anualmente contra a Influenza e que estão na base de dados da Secretaria Municipal de Saúde”, revelou.

Pelos dados do Painel desta quarta-feira, os grupos que ultrapassaram a meta foram os idosos de 85 anos a mais com 102%, os de 75 a 79 anos (109%), os idosos de 70 a 74 anos (101%) e os Quilombolas com 109% de pessoas vacinadas.

Os demais grupos prioritários que já estão sendo imunizados são os dos trabalhadores da saúde com 95%, indígenas (94%), idosos de 80 a 84 anos (98%), idosos de 65 a 69 anos (95%) e idosos de 60 a 64 anos de idade com 52% de vacinados.

Já foram imunizados em Buíque, até esta quinta-feira (08), 6.993 pessoas contra a Covid-19 entre trabalhadores da saúde, indígenas, quilombolas e idosos. Com a segunda dose foram vacinados 1.784 buiquenses. O percentual de imunizados com a primeira dose, segundo os dados do IBGE/2020, já representa 11,87% da população buiquense.