Ex-governador preso chega ao RN para cumprir pena por peculato
Por Nill Júnior
O ex-governador do Rio Grande do Norte Fernando Freire chegou a Natal no início da tarde desta segunda-feira (27). Ele foi preso na manhã do sábado (25), em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Contra Freire, que é condenado a 39 anos de prisão por peculato, havia quatro de mandados de prisão expedidos pela Justiça potiguar.
Fernando Freire chegou a Natal em um voo comercial. Ele foi escoltado por dois delegados. Do avião, ele entrou direto em um carro e saiu do aeroporto pelo terminal de cargas, sem ter contato com a imprensa. De lá, ele seguiu direto para o quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no bairro do Tirol.
De acordo com a Secretaria de Segurança, Freire estava sendo monitorado havia duas semanas. Contra o ex-governador há mandados de prisão preventiva expedidos pelos juízes responsáveis pelas 4ª, 7ª e 8ª Varas Criminais de Natal. Após ser detido, ele foi levado para a 12ª DP, em Copacabana.
Fernando Freire já havia sido preso anteriormente em 2007 quando foi acusado pelo Ministério Público do RN de estar “manobrando para impedir a realização do seu interrogatório, evadindo-se do distrito da culpa”. O interrogatório do qual ele é acusado de evitar diz respeito ao processo no qual foi denunciado por suposto desvio de R$ 346.024,02 do Governo do Estado, em maio de 2007.
O pedido de prisão preventiva foi feito pela Promotoria do Patrimônio Público do Rio Grande do Norte em novembro de 2007, quando o membro do MP informou, à época, que tentava ouvir o ex-governador desde 31 de agosto daquele ano.
A ação que resultou na prisão do ex-governador contou com a participação do serviço de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Sesed) que repassou informações à Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. (G1)
O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, autorizou hoje (9) a liberação de R$ 98 milhões para a Operação Carro-Pipa em diversos estados. Com o repasse de R$ 94 milhões efetuado ontem (8), um total de R$ 192 milhões já está disponível para que o Exército faça o pagamento dos serviços prestados […]
O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, autorizou hoje (9) a liberação de R$ 98 milhões para a Operação Carro-Pipa em diversos estados.
Com o repasse de R$ 94 milhões efetuado ontem (8), um total de R$ 192 milhões já está disponível para que o Exército faça o pagamento dos serviços prestados por pipeiros, nos meses de fevereiro e março, para o funcionamento da operação.
A Operação Carro-Pipa Federal atende cerca de 4 milhões de pessoas no Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. A expectativa é que mais de R$ 1 bilhão seja investido nas ações em 2017.
A contratação, seleção, fiscalização e pagamento dos pipeiros é uma atribuição do Comando de Operações Terrestres (Coter) do Exército Brasileiro.
Em 27 de agosto de 2008 – Aconteceu em Afogados da Ingazeira: Durante o programa eleitoral de rádio, hoje pela manhã, da coligação proporcional que apoia a candidata do PMDB, Giza Simões, um fato no mínimo, inusitado: Alguém na Rádio Transertaneja, que gerava o programa, acessou ao mesmo tempo, no mesmo computador da emissora, um site especializado em vídeos pornôs. […]
Em 27 de agosto de 2008 – Aconteceu em Afogados da Ingazeira:
Durante o programa eleitoral de rádio, hoje pela manhã, da coligação proporcional que apoia a candidata do PMDB, Giza Simões, um fato no mínimo, inusitado:
Alguém na Rádio Transertaneja, que gerava o programa, acessou ao mesmo tempo, no mesmo computador da emissora, um site especializado em vídeos pornôs.
E, no momento em que os candidatos a vereador se apresentavam, o que mais chamou atenção não foram as suas propostas, mas os gemidos de um casal fazendo amor. A coligação que se sentiu ofendida já acionou a emissora na justiça eleitoral. É o assunto do dia na cidade. Ouça:
A emenda foi em atendimento a pleito da vereadora Gal Mariano Por André Luis O deputado federal e presidente estadual do PDT-PE, Wolney Queiroz, destinou uma emenda no valor de R$400 mil para a saúde de Afogados da Ingazeira. Segundo ofício enviado ao prefeito, Alessandro Palmeira, o deputado informou que indicou o município para ser […]
A emenda foi em atendimento a pleito da vereadora Gal Mariano
Por André Luis
O deputado federal e presidente estadual do PDT-PE, Wolney Queiroz, destinou uma emenda no valor de R$400 mil para a saúde de Afogados da Ingazeira.
Segundo ofício enviado ao prefeito, Alessandro Palmeira, o deputado informou que indicou o município para ser contemplado com recursos provenientes de Emenda Individual de sua autoria, ao Orçamento Geral da União – OGU 2022.
Ainda segundo o ofício, a Emenda é destina para incremento temporário ao custeio dos serviços de atenção primária à saúde.
Wolney atendeu a um pleito da vereadora Gal Mariano, filiada ao PDT.
O Major Marcelino Carvalho foi agraciado pelo Governo do Estado com a honrosa Medalha Mérito Bombeiro Militar, através do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco. A condecoração foi concedida em virtude do reconhecimento pelo seu trabalho pós-acidente em defesa da acessibilidade em Arcoverde-PE e como instrutor nas escolas combatendo as drogas e a violência através […]
O Major Marcelino Carvalho foi agraciado pelo Governo do Estado com a honrosa Medalha Mérito Bombeiro Militar, através do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco.
A condecoração foi concedida em virtude do reconhecimento pelo seu trabalho pós-acidente em defesa da acessibilidade em Arcoverde-PE e como instrutor nas escolas combatendo as drogas e a violência através do PROERD da PMPE (Programa Educacional de Resistência as Drogas e a Violência).
Em dezembro de 2007 um acidente automobilístico em serviço o deixou paraplégico. Marcelino não se acomodou com a tragédia. Ao contrário, virou referência nos debates sobre acessibilidade e respeito no trânsito em todo o Estado.
“Não seria uma simples cadeira de rodas que iria impedir de viver”, disse o Major reformado da Polícia Militar de Pernambuco. “Agradeço a Deus, família e amigos que torcem e o incentivam a continuar na luta pela acessibilidade e pelos direitos e deveres das pessoas com deficiência”.
A expressão chula usada pelo presidente Jair Bolsonaro para se referir às perguntas encaminhadas pela CPI da Pandemia foi recebida com repúdio por senadores nesta sexta-feira (9). Em live nas redes sociais, nesta quinta-feira (8), sobre carta entregue pela cúpula do CPI ao Palácio do Planalto, o presidente respondeu: “Sabe qual a minha resposta? Caguei, […]
A expressão chula usada pelo presidente Jair Bolsonaro para se referir às perguntas encaminhadas pela CPI da Pandemia foi recebida com repúdio por senadores nesta sexta-feira (9).
Em live nas redes sociais, nesta quinta-feira (8), sobre carta entregue pela cúpula do CPI ao Palácio do Planalto, o presidente respondeu: “Sabe qual a minha resposta? Caguei, caguei para a CPI. Não vou responder nada!”. O documento, assinado por Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), respectivamente presidente, vice-presidente e relator da CPI, cobrava um posicionamento do presidente sobre as suspeitas de corrupção na compra de vacinas.
Em entrevista antes da reunião da CPI nesta sexta-feira (9), Randolfe classificou a fala como “lamentável”.
— A resposta do presidente da República não é a nós. É ao povo brasileiro. É às instituições. É à República. A CPI foi só é a mensageira, a interlocutora. Presidente, responda o seguinte: por que o senhor não tomou nenhum tipo de providência quando os irmãos Miranda lhe comunicaram que existia um esquema corrupto em curso no Ministério da Saúde? Por que ele sequer se solidarizou até agora com o seu líder do governo na Câmara? Essa pergunta não está sendo feita por mim, pela CPI. Está sendo feita pelo povo brasileiro. Então, presidente, responda aos brasileiros.
Em sua intervenção inicial na reunião da CPI, Renan Calheiros fez referência ao episódio:
— Ontem (8) nós mandamos uma carta para o presidente da República. E o país ficou estupefato com a maneira com que ele respondeu a esta CPI. A escatologia proverbial do presidente recende ao que ocorreu no seu governo durante a pandemia. Todos nós sentimos esses odores irrespiráveis que empestearam o Brasil e mataram tantos inocentes. Não podemos ter medo de arreganhos, de ameaças, de intimidações, de quarteladas. Vamos investigar haja o que houver — concluiu o relator.
Momentos antes da reunião, respondendo a jornalistas nos corredores do Senado, Renan já havia mencionado a expressão usada por Bolsonaro:
— Eu nunca vi uma palavra só que sintetizasse um governo tanto quanto esta. O governo estava com dificuldade para encontrar um slogan. Definitivamente o encontrou.
Nas redes sociais, diversos senadores se manifestaram. “Não responde por medo de ser desmentido pela gravação: esse silêncio, partindo de alguém que se notabilizou por sua disenteria verbal, vale como recibo de culpa! Bolsonaro está encurralado. Sua verborragia não o salvará da cadeia: o cerco está se fechando!”, opinou Fabiano Contarato (Rede-ES).
“A única diarreia do Bolsonaro relevante para o país é a mental, que está na base de uma gestão fracassada e irresponsável. Nós brasileiros é que vamos limpar essa sujeira. Qualquer outra manifestação tosca e grosseira não merece resposta. Já passamos de meio milhão de mortos”, escreveu Alessandro Vieira (Cidadania-SE).
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) publicou: “Ao usar palavra chula para atacar a CPI da Covid e esconder denúncias de corrupção sob o tapete, o presidente apenas mostra a sua falta de grandeza. E a sua linguagem definitivamente não é compatível com a grandeza do povo brasileiro”.
“Ele c… para o Brasil, c… para o povo, c… para as 530 mil mortes pelo covid-19 e c… para todos. É UM C…!”, publicou Paulo Rocha (PT-PA), finalizando com letras maiúsculas.
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