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Ex-candidatos ao Governo de Pernambuco se manifestaram sobre atos golpistas no DF

Por André Luis

Por André Luis

Os quatro principais candidatos que disputaram o Governo de Pernambuco em 2022 com a eleita, Raquel Lyra, usaram as suas redes sociais neste domingo (8), para se manifestar sobre os atos golpistas praticados por terroristas bolsonaristas em Brasília -DF, ontem.

Como amplamente divulgado, os terroristas invadiram e depredaram os prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), causando caos e atentando contra o estado democrático brasileiro. Leia abaixo como cada um se manifestou:

A democracia e as instituições não podem ficar reféns de ações criminosas como essa. Além da repressão imediata, precisamos urgentemente de respostas: além de quem praticou diretamente os atos, saber quem financia o terrorismo e quem foi conivente. Tolerância zero.

Marília Arraes (Solidariedade) – Deputada federal e ex-candidata ao Governo de Pernambuco

Democracia brasileira sofre o mais duro ataque. 

Terroristas, com claros indícios de conivência da polícia do DF, invadem Congresso Nacional, STF e Palácio do Planalto.

Resposta deve ser exemplar com cadeia para todos envolvidos e intervenção federal no DF.

É inaceitável os acontecimentos em Brasília. A invasão do Congresso Nacional e do STF são atos não apenas de vandalismo, mas antidemocráticos. Precisamos respeitar a decisão das urnas e reconstruir nosso país.

Danilo Cabral (PSB) – Deputado federal e ex-candidato ao Governo de Pernambuco

Acompanho com preocupação os atos com manifestantes no Congresso Nacional. Toda manifestação ordeira, pacífica e que respeite a Constituição é legítima. Destruir o patrimônio público, intimidar pessoas e atacar os poderes constituídos foge da esfera legal, bem como do bom senso.

As autoridades precisam, neste momento de prova das instituições, tomar medidas duras, corretivas e necessárias para preservar nossa democracia e os poderes constituídos soberanamente.

É hora de pacificar a nação, fazer a boa política e combater qualquer ato que coloque em risco valores e direitos conquistados pelos brasileiros ao longo de décadas.

Miguel Coelho (União Brasil) – ex-prefeito de Petrolina e ex-candidato ao Governo de Pernambuco

Mostrando total alinhamento com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, ex-candidato ao Governo de Pernambuco e presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, guardou o silêncio até o momento em que seu líder, Bolsonaro se manifestou e se limitou a repostar a publicação do ex-presidente que não condenou veementemente os atos terroristas e ainda atacou a esquerda e tentou se desvencilhar de responsabilidades com relação ao ocorrido.

Outras Notícias

MPPE dá até 31 de dezembro para Madalena Britto exonerar parentes até terceiro grau

Até 31 de dezembro, deve ainda demitir contratados temporários, fora da ordem de classificação do concurso de 2014 e nomear concursados A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) perante o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), comprometendo-se a abster-se de contratar pessoal temporariamente, sem base em hipótese expressamente prevista em […]

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Até 31 de dezembro, deve ainda demitir contratados temporários, fora da ordem de classificação do concurso de 2014 e nomear concursados

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) perante o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), comprometendo-se a abster-se de contratar pessoal temporariamente, sem base em hipótese expressamente prevista em lei municipal específica ou na Constituição Federal (CF), além de demitir os contratados irregularmente e nomear devidamente os aprovados no concurso público edital nº 001/2014, para as áreas de serviços gerais, assistência social, educação e saúde municipal.

A gestora municipal também não deverá celebrar contratos temporários por prazo além daquele necessário ao atendimento da necessidade excepcional transitória e sem processo seletivo simplificado, com provas escritas, de ampla divulgação, com adoção de critérios objetivos de escolha.

Madalena Britto se compromete, ainda, a não designar servidor público, efetivo, comissionado, temporário ou excepcional, para função diversa do cargo ou função para o qual foi nomeado ou contratado. Caso existam funcionários nessa situação, ela deverá ser corrigida no prazo de 30 dias.

Até 31 de dezembro, a prefeita de Arcoverde deverá efetuar a demissão de todos os contratados temporariamente, cujo nome está na lista que pode ser conferida em anexo ao TAC, publicado no Diário Oficial desta terça-feira (1).

Da mesma forma, deverão ser exonerados os contratados fora da ordem de classificação no concurso edital nº 001/2014 e os parentes até terceiro grau dos membros e servidores dos Poderes Legislativo e Executivo do município, ocupantes de cargo comissionados ou temporários.

Já até 30 de dezembro, a gestora municipal efetuará a nomeação dos concursados, classificados dentro do número de vagas e classificados próximo ao número de vagas previstos no referido edital, nos cargos das áreas de serviços gerais, assistência social, educação e saúde municipal, em substituição aos cargos desprovidos e funções desocupadas pelos demitidos, de acordo com a necessidade do serviço público e do interesse coletivo.

Da Assessoria de Imprensa do MPPE

Serra: Prefeitura e Fundação Altino Ventura celebram primeiro ano de parceria nesta sexta

No primeiro ano de atuação da unidade já foram realizados mais de 106,6 mil procedimentos, 12,2 mil consultas, 93,8 mil exames e 628 cirurgias A Prefeitura de Serra Talhada e a Fundação Altino Ventura (FAV) comemoram nesta sexta-feira (1º), o primeiro ano de implantação da Unidade Avançada em Oftalmologia da FAV em Serra Talhada. A […]

No primeiro ano de atuação da unidade já foram realizados mais de 106,6 mil procedimentos, 12,2 mil consultas, 93,8 mil exames e 628 cirurgias

A Prefeitura de Serra Talhada e a Fundação Altino Ventura (FAV) comemoram nesta sexta-feira (1º), o primeiro ano de implantação da Unidade Avançada em Oftalmologia da FAV em Serra Talhada. A solenidade será às 09h, no Maria’s Recepções, localizado na Concha Acústica.

Na ocasião, haverá prestação de contas dos serviços e atendimentos oferecidos pela Unidade FAV à população de Serra Talhada durante o primeiro ano de parceria com a Prefeitura Municipal; lançamento do Projeto de Retinopatia Diabética na unidade e assinatura da ordem de serviço para construção do Bloco Cirúrgico Oftalmológico de Serra Talhada. Será apresentando, ainda, um estudo de viabilidade para atendimento oftalmológico regionalizado na Unidade Serra Talhada.

UNIDADE SERRA TALHADA

A Unidade Avançada em Oftalmologia da FAV de Serra Talhada dispõe de oftalmologistas e profissionais qualificados, que atuam todas as semanas, utilizando moderna infraestrutura, equipada com centro diagnóstico. São realizados exames e consultas especializados para detecção e tratamento  das doenças oculares das áreas de córneas e segmento anterior, retina, glaucoma e catarata, serviços custeados pelo município.

No primeiro ano de atuação da unidade já foram realizados mais de 106,6 mil procedimentos oftalmológicos, 12,2 mil consultas, 93,8 mil exames complementares e 628 cirurgias realizadas. “Com a Unidade da FAV aqui, os pacientes foram poupados do enorme desgaste do deslocamento para o Recife em busca de atendimento”, destaca a secretária de Saúde, Márcia Conrado. Para o prefeito Luciano Duque, “chegada da FAV ajudou a melhorar a qualidade de vida da população”.

SERVIÇOS

Celebração do primeiro ano de parceria entre a Prefeitura Municipal de Serra Talhada e a Fundação Altino Ventura (FAV)

Local: Maria’s Recepções

Data: Sexta-feira, 1º de novembro de 2019

Horário: 09h

A desconfiança na energia nuclear

Por Heitor Scalambrini* A desaceleração dos negócios nucleares nas últimas duas décadas tem relação direta com a diminuição da competitividade econômica do setor, do perigo incomensurável que representa para a vida no planeta a liberação de material radioativo das usinas nucleares, e o problema ainda não resolvido de armazenamento dos resíduos produzidos (lixo atômico), altamente […]

Por Heitor Scalambrini*

A desaceleração dos negócios nucleares nas últimas duas décadas tem relação direta com a diminuição da competitividade econômica do setor, do perigo incomensurável que representa para a vida no planeta a liberação de material radioativo das usinas nucleares, e o problema ainda não resolvido de armazenamento dos resíduos produzidos (lixo atômico), altamente tóxicos, e cuja radioatividade perdura por milhares de anos.

Estas são algumas das desvantagens de se adotar uma tecnologia no mínimo polêmica, e desnecessária ao país para produzir energia elétrica.

O pós-Fukushima levou países pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como a Itália, Bélgica, Suíça e Alemanha, a paralisar e mesmo descomissionar dezenas de usinas nucleares que funcionavam em seus territórios. Contrariamente a esta rejeição, governantes de países nada democráticos como China, Rússia e Índia ainda insistem em apoiar a geração nucleoelétrica.

Quando uma tragédia nuclear acontece, as consequências vão para muito além das pessoas. Toda a biodiversidade local é prejudicada diretamente. Pessoas que nem mesmo moram perto do local do desastre podem ser afetadas. Alguns trágicos eventos aconteceram nas últimas 3 décadas. O de Three Mile Island-USA, Chernobyl– Ucrânia e Fukushima-Japão. Este último provocou o deslocamento de mais de 120.000 pessoas que tiveram que abandonar suas casas e deixar suas cidades.

Tais tragédias tiveram ampla repercussão mundial. Todavia, acidentes menores, mas não menos graves, acontecem com certa frequência, e não são divulgados. O mais recente evento foi o vazamento de 1,5 milhão de litros de água radioativa de uma usina nuclear na cidade de Monticello, estado de Minnesota-USA. Mesmo ocorrido em 22 de novembro de 2022, somente 5 meses depois foi comunicado à opinião pública. Sem contar o alerta dos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica-AIEA em 15 de março de 2023, sobre o desaparecimento na Líbia, de 2,5 toneladas de urânio natural concentrado, também conhecido como yellow cake.

Para reagir e contrapor as preocupações da sociedade quanto à guarda de material radioativo, sua proliferação, e aspectos relacionados à segurança da geração nuclear; uma nova estratégia foi montada pelos defensores da tecnologia, e de seus negócios bilionários.

Um novo modelo de reator mais compacto e com potência inferior (<300 MW) aos tradicionais, estão sendo oferecidos pela indústria nuclear, podendo serem totalmente construídos em uma fábrica e levado ao local de funcionamento. Vários modelos estão em desenvolvimento utilizando distintas rotas tecnológicas. Contudo os problemas que ocorrem nos grandes reatores persistem.

Os Small Modular Reactors (SMRs) ou Pequenos Reatores Modulares em inglês, é a nova tática adotada pelos negócios nucleares, que assim esperam disseminar tais unidades por todo o planeta. Nota-se que o termo nuclear foi omitido, no que deveria ser chamado de Small Modular Nuclear Reactors (SMNRs), ou Pequenos Reatores Nucleares Modulares. A omissão da palavra nuclear é uma tentativa de evitar a rejeição, a repulsa da grande maioria da população mundial, que associa o nuclear com morte, guerra, destruição, desgraça, bomba atômica.

 No Brasil um lobby poderoso reunido na Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares- ABDAN, agrega os apoiadores das usinas nucleares, propondo promover o desenvolvimento e a aplicação da tecnologia nuclear no Brasil. Em sintonia, e representando interesses das grandes multinacionais do ramo, com interesses em fazer negócios, esta Associação tem obtido “avanços(?)” junto aos poucos que decidem a política energética brasileira. Por exemplo, conseguiram no governo do ex-ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque (o mesmo investigado por entrar ilegalmente no país com joias milionárias não declaradas, destinadas ao ex-presidente), a inclusão no Plano Nacional de Energia-2050 a instalação de 8 GW a 10 GW a partir da nucleoeletricidade.

Decisões sobre um tema tão polêmico e com grande repercussão para as gerações presentes e futuras mereceriam discussões, debates mais amplos e aprofundados com a sociedade. Esta discussão passa necessariamente em decidir que tipo de sociedade queremos. Se desejamos uma sociedade democrática, com justiça ambiental, defensora da paz; ou um país nuclearizado, inclusive possuindo artefatos nucleares, como a bomba tupiniquim, que certamente poderá ser viabilizada com novas instalações nucleares.

O que se espera em sociedades democráticas é que as divergências devam ser tratadas pelo debate, discussões, disponibilização de informações, participação popular. Todavia o terreno desta disputa é muito desigual, pois o poder econômico dos lobistas é muito grande, o que acaba contribuindo para uma assimetria no processo da disputa, na divulgação das propostas, e das discussões sobre as consequências sociais, econômicas, ambientais e tecnológicas, do uso da tecnologia nuclear para produção de energia elétrica.

Todavia decisões monocráticas de um colegiado, o Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, tem instituído uma política energética contrária aos interesses da maioria da população. A principal característica deste colegiado, é a falta de representatividade da sociedade organizada, além de um grande déficit de transparência. A sociedade civil não participa das decisões tomadas.

O Ministério de Minas e Energia- MME, também responsável pela política energética sofre há anos, um processo de captura pelo mercado. Utilizado como “moeda de troca” pelos vários governos, não passa de um ministério de 2º escalão, subserviente a grupos que defendem somente seus interesses particulares, e/ou de grandes empresas. Do ponto de vista técnico foi completamente esvaziado.

Outra instituição, com grandes poderes decisórios, é a Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. É comum que membros desta agência reguladora tenham seus diretores envolvidos em polêmicas, denúncias gerando grande desconfiança junto à sociedade. O escândalo mais recente, é de um ex-diretor escolhido pelo novo governo secretário executivo do MME, o número dois do ministério, envolvido em vários casos obscuros e ainda não explicados, enquanto era diretor da ANEEL (https://piaui.folha.uol.com.br/cheiro-de-enxofre/).

Existe um clamor da sociedade brasileira de participação social, de uma maior transparência nas políticas públicas. E porque não na área energética? Neste caso é fundamental a criação de espaços democráticos igualitários, de interlocução, de participação cidadã, na formulação e tomada de decisão. Ações no sentido de promover o engajamento da sociedade, para defender seus interesses junto ao Estado brasileiro, fortalecem e garantem nossa democracia.

*Heitor Scalambrini Costa é doutor em Energética – Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Com Silvinho, Miguel e Álvaro, João Campos encerra agenda pelo Agreste em Canhotinho

Ponto de Vista O prefeito do Recife, João Campos, cumpriu agenda intensa no Agreste pernambucano neste final de semana. Desde a sexta-feira (12) até este domingo (14), ele passou pelos municípios de São Bento do Una, Caruaru, Agrestina, Panelas, Altinho e agora termina a rota em Canhotinho, onde participa da 23° Missa do Vaqueiro da […]

Ponto de Vista

O prefeito do Recife, João Campos, cumpriu agenda intensa no Agreste pernambucano neste final de semana.

Desde a sexta-feira (12) até este domingo (14), ele passou pelos municípios de São Bento do Una, Caruaru, Agrestina, Panelas, Altinho e agora termina a rota em Canhotinho, onde participa da 23° Missa do Vaqueiro da cidade, que parte do distrito de Olho D’água.

“Para mim, é motivo de satisfação caminhar por Pernambuco e encontrar com o povo de cidades do Agreste, estar em contato com prefeitos e lideranças regionais importantes daqui para participar de eventos como a Missa do Vaqueiro ou até mesmo conhecer equipamentos como o Parque Ambiental Bica da Serra, em Panelas”, destacou João Campos.

Na sexta-feira (12), João iniciou sua programação em São Bento do Una, onde prestigiou ao lado do prefeito Alexandre Batité, a tradicional Corrida da Galinha. O evento é um dos maiores símbolos culturais do estado e atrai visitantes de todas as localidades ano a ano.

Já no sábado (13), em Caruaru, João se encontrou com o ex-prefeito Zé Queiroz, o ministro Wolney Queiroz e Douglas Cintra numa reunião pela manhã. Na sequência, também encontrou-se com o delegado Erick Lessa e vereadores do município. A movimentação se intensificou em Panelas. Ao lado do prefeito Ruben Lima, ele visitou o Parque Ambiental Bica da Serra e em seguida, almoçou com lideranças do Agreste Central.

À tarde, o gestor recifense seguiu para Altinho, onde foi recebido pelo prefeito Marivaldo e marcou presença na Praça Cultural da cidade, assinando um termo de cooperação técnica para que a Prefeitura do Recife, via Emprel, troque informações e dê apoio técnico à Prefeitura de Altinho sobre o uso de tecnologias para melhor servir à população.

Neste domingo (14), o roteiro finaliza em Canhotinho onde João Campos foi recebido em um café da manhã pela prefeita Sandra Paes, o presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto e outros prefeitos, lideranças da cidade e moradores.

O ministro Silvio Costa Filho e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, marcaram presença. A agenda se estende com a tradicional Missa do Vaqueiro de Canhotinho, um dos maiores eventos do município que reúne vaqueiros, marca a cultura local e movimenta a economia como um todo.

Vereador gera polêmica ao dar graças a Deus por Paulo Jucá não chegar à ALEPE

Repercute em São José do Egito a fala de Aldo da Clipsi (PP) dizendo “dar graças a Deus” por Paulo Jucá não ter sido eleito Deputado Estadual. Aldo disse em sua fala de o grupo de Evandro sofreu uma grande derrota política. “Vir falar aqui que Paulo Jucá foi majoritário em São José do Egito? […]

Repercute em São José do Egito a fala de Aldo da Clipsi (PP) dizendo “dar graças a Deus” por Paulo Jucá não ter sido eleito Deputado Estadual.

Aldo disse em sua fala de o grupo de Evandro sofreu uma grande derrota política. “Vir falar aqui que Paulo Jucá foi majoritário em São José do Egito? Foi votado como candidato da terra por parte da oposição. Foi uma grande derrota. Só repetiu o que o prefeito Evandro teve”.

E segue: “E graças a Deus que não ganhou! Queria dizer que seu projeto era interiorizar a saúde, como se fosse governador. Que era pra saúde de Pernambuco ser igual à saúde de São José do Egito? Deus me livre e graças a Deus não aconteceu”, disse, criticando  a saúde na cidade.

A fala gerou reações de governistas que mostraram surpresa. Alegam que, ao contrário, o grupo saiu majoritário na região. Foram mais votados Danilo Cabral (5.574 votos), Teresa Leitão (8.559 votos), Tadeu Alencar (4.570 votos) e Paulo Jucá, com 9.914 votos. E também defendem que a Saúde em São José foi a área com melhor avaliação da população.