Assim como outros prefeitos da região, o gestor de São José do Egito, o prefeito Evandro Valadares, tornou-se a mais recente vítima de um golpe que utiliza sua foto e nome por meio do WhatsApp.
O modus operandi utilizado é conhecido e já ocorreu em situações semelhantes. Os golpistas utilizaram a foto de Evandro e se passaram por ele, usando o número (87) 98875 2697.
O golpe, no entanto, não foi concluído, pois o pedido foi enviado para o telefone da sede do Corpo de Bombeiros de São José do Egito. A equipe do Corpo de Bombeiros fez o alerta e comunicou imediatamente ao prefeito.
A população local é alertada para não responder nem repassar qualquer mensagem recebida desse número, caso alguém se faça passar por Evandro Valadares. As informações são do Blog do Erbi Andrade.
Em Afogados da Ingazeira o prazo para o contribuinte pagar o IPTU em cota única e obter um desconto de 30% no débito se encerra na próxima segunda (31). A Secretaria Municipal de Finanças informa que o contribuinte que não estiver com o IPTU em mãos poderá obtê-lo no setor de tributação, situado no andar […]
Em Afogados da Ingazeira o prazo para o contribuinte pagar o IPTU em cota única e obter um desconto de 30% no débito se encerra na próxima segunda (31).
A Secretaria Municipal de Finanças informa que o contribuinte que não estiver com o IPTU em mãos poderá obtê-lo no setor de tributação, situado no andar térreo da sede da Prefeitura, que funciona de segunda a sexta, no horário de 8h às 13h.
Vale ressaltar que o contribuinte que estiver em dia com seus tributos pode retirar seu cupom para concorrer ao IPTU premiado 2023, cujo sorteio será realizado no primeiro semestre do próximo ano, com prêmios como um carro 0km, duas motos 0km, geladeiras e televisores.
“Estamos à disposição dos contribuintes para tirar qualquer dúvida necessária. E quem possuir qualquer débito anterior com o município pode procurar o nosso setor de tributação, para formalizarmos um acordo, que pode assegurar um desconto de até 100% no montante de juros e multa,” destacou o Secretário de Finanças de Afogados, Jandson Henrique.
A estratégia do Bolsonarismo em tentar desacreditar a imprensa brasileira teve mais um capítulo na noite passada, na cobertura do atentado sofrido pelo ex-presidente e candidato republicano Donald Trump. Durante as horas que sucederam o evento, passaram a atacar a imprensa brasileira por conta da divulgação das primeiras informações sobre o caso, printando e congelando […]
A estratégia do Bolsonarismo em tentar desacreditar a imprensa brasileira teve mais um capítulo na noite passada, na cobertura do atentado sofrido pelo ex-presidente e candidato republicano Donald Trump.
Durante as horas que sucederam o evento, passaram a atacar a imprensa brasileira por conta da divulgação das primeiras informações sobre o caso, printando e congelando o momento em que as informações eram mínimas e desencontradas.
A primeira notícia divulgada não trazia evidências ou atestavam o que de fato ocorrera, pois sequer a investigação americana ainda tinha respostas. Daí as informações sobre “sons de disparos”, “parece ter se ferido”, “provavelmente ferido na orelha”. À medida que as informações chegavam, como num quebra cabeças ou na montagem de uma colcha de retalhos chamada notícia, os fatos foram sendo atualizados, até a confirmação de que tratava-se de um atentado, com o presidente ferido na orelha, um espectador e o atirador de 20 anos, morto.
A própria imprensa americana trouxe informações desencontradas até a primeira hora do ocorrido. O primeiro a noticiar que teria sido um ato de um “lobo solitário” foi o Washington Post. Nem New York Times, CNN ou outro veículo americano havia, assim como aqui, noticiado os detalhes. Os dados iniciais do atirador, Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, só começaram a ser revelados seis horas depois do incidente.
Para descredibilizar o jornalismo profissional, que tem métodos, regras e uma liturgia temporal na apuração dos fatos, bolsonaristas e extremistas da direita queriam que minutos depois, a imprensa assumisse sem elementos oficiais ou de apuração que Trump foi vítima da esquerda, que o episódio é um complô mundial para eliminar direitistas, que eles sempre tiveram razão. E não adianta argumentar em contrário. Esse tipo de discurso, aí sim, tem método, estratégia, origem e destinatário: o fanatismo político em que se tornou parte do bolsonarismo nesse país.
Da mesma forma, é certo afirmar que não tem amparo na realidade a tentativa de setores da extrema esquerda de comparar o episódio de Trump ao da facada de Adélio em Bolsonaro, inclusive querendo descredenciar as duas situações. Bolsonaro foi sim esfaqueado, como Trump, alvo de uma fracassada tentativa de homicídio. O resto é do mesmo fanatismo que permeia o outro lado do debate.
Em meio a tudo isso, a constatação da importância do jornalismo profissional, de sua correta atuação e definição para retratar a história, inclusive com o direito a opinar sobre os fatos, dando à sociedade o livre arbítrio para formar sua opinião. É isso que incomoda alguns setores: o jornalismo já salvou o país algumas vezes em seus maiores dilemas e encruzilhadas. É um poder moderador que também empodera. E isso, incomoda muita gente.
O presidente em exercício Michel Temer deu posse nesta quarta-feira (1º) a novos presidentes de órgãos e empresas estatais: Pedro Parente (Petrobras), Paulo Rogério Caffarelli (Banco do Brasil), Gilberto Occhi (Caixa Econômica Federal), Maria Silvia Bastos (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e Ernesto Lozardos (Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas). Gilberto Occhi, por […]
O presidente em exercício Michel Temer deu posse nesta quarta-feira (1º) a novos presidentes de órgãos e empresas estatais: Pedro Parente (Petrobras), Paulo Rogério Caffarelli (Banco do Brasil), Gilberto Occhi (Caixa Econômica Federal), Maria Silvia Bastos (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e Ernesto Lozardos (Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas).
Gilberto Occhi, por exemplo, foi Ministro da Integração no Governo Dilma e até esteve no Sertão em mais de uma oportunidade visitando as obras da transposição. Também foi recebido por prefeitos e o promotor Lúcia Almeida para discutir a Adutora do pajeú ano passado.
Embora os cinco tenham tomado posse juntos, os nomes deles foram anunciados pela Presidência ao longo das últimas semanas, desde que Temer, com o afastamento de Dilma Rousseff, assumiu como presidente em exercício.
Mesmo com a posse dos novos presidentes desses órgãos, a equipe econômica de Temer ainda não está completa.
Na semana passada, Romero Jucá deixou o Ministério do Planejamento após revelação de áudio em que ele criticava a Operação Lava Jato e a pasta passou a ser comandada interinamente pelo secretário-executivo Dyogo Oliveira.
Além disso, o economista-chefe do Banco Itaú, Ila Goldfajn, indicado para a presidência do Banco Central, ainda não foi submetido à sabatina do Senado necessária para que assuma o cargo.
Também nesta quarta, o Palácio do Planalto anunciou o jurista Torquato Jardim como novo ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, pasta que substituiu a Controladoria-Geral da União (CGU).
O cargo estava vago desde a última segunda (30), quando o então chefe da pasta, Fabiano Silveira, pediu demissão em razão da repercussão negativa de um áudio, exibido com exclusividade pelo Fantástico no domingo (29), no qual ele, assim como Jucá, criticava a Operação Lava Jato.
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) apresentou o Projeto de Lei 2167/2022, que cria uma Gratificação Natalina no valor de um salário mínimo, a ser paga anualmente em dezembro, às pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “A Constituição de 1988, ao incluir o direito à assistência social como um dos pilares do […]
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) apresentou o Projeto de Lei 2167/2022, que cria uma Gratificação Natalina no valor de um salário mínimo, a ser paga anualmente em dezembro, às pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
“A Constituição de 1988, ao incluir o direito à assistência social como um dos pilares do sistema de seguridade social brasileiro, buscou garantir uma renda mínima a grupos sociais mais vulneráveis, como pessoas idosas e com deficiência sem condições de manter sua subsistência ou de tê-la mantida pela família”, justifica o parlamentar.
Atualmente, o BPC garante a 4,7 milhões de pessoas uma qualidade de vida minimamente digna, e injeta mais de R$ 61,7 bilhões por ano na economia brasileira, contribuindo para o incremento da atividade econômica de milhares de municípios.
O benefício é pago a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e que tenham uma renda familiar per capita inferior a 1/4 do salário mínimo e pessoas com deficiência (físico, mental, intelectual ou sensorial), desde que a deficiência impeça sua participação plena e efetiva na sociedade.
Diante da grave crise econômica e social que o Brasil atravessa, Carlos Veras está confiante na aprovação do projeto. “Conto com a sensibilidade dos meus colegas para que o projeto avance e seja aprovado, o mais rápido possível, pelo Congresso Nacional. Vivemos tempos muito difíceis, o Brasil voltou ao Mapa da Fome da ONU; O BPC, além de sustentar milhões de famílias, ainda ajuda a economia das pequenas e médias cidades. O Brasil só tem a ganhar com a aprovação desta proposta”, avalia.
Levantamento feito com base em dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos do Governo Federal revela que o governo de Michel Temer (PMDB) nomeou cerca de sete mil cargos comissionados no Executivo Federal em apenas dois meses: junho e julho. Os números contrariam o discurso do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, que prometeu […]
Levantamento feito com base em dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos do Governo Federal revela que o governo de Michel Temer (PMDB) nomeou cerca de sete mil cargos comissionados no Executivo Federal em apenas dois meses: junho e julho. Os números contrariam o discurso do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, que prometeu cortar mais de quatro mil cargos ainda em junho.
“O que o governo Temer tentou fazer foi uma maquiagem, um discurso bonito de que queria enxugar a máquina pública, uma fala para agradar economista. Mas o que a gente vê é exatamente o oposto. O governo Temer está promovendo uma verdadeira lambança, enchendo a máquina de apaniguados e nomeando até melancia, como disse um senador aliado dele, em meio a negociatas”, ironizou o senador.
A declaração de Humberto relembra a gravação divulgada pela imprensa do senador Hélio José (PMDB-DF), que afirmou que poderia nomear “a melancia que quiser” para cargo de superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU). Os cargos da direção do SPU foram loteados por Temer e oferecidos ao senador aliado.
Mesmo se comparado no quadro geral de nomeações e exonerações nos meses de junho e julho, o número total de exonerados foi de 5.524 pessoas contra 7.236 cargos comissionados contratados em órgãos do Executivo Federal, o que significa mais de 1.712 novas nomeações.
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