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Evandro autoriza primeira obra de calçamento em São José do Egito

Por Nill Júnior

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, assinou ordem de serviço que autoriza pavimentação da Avenida Antônio Borja, no bairro Borja.

A principio serão 2 mil metros quadrados de calçamento construídos, porém, segundo nota,  outros convênios deverão ser assinados com para concluir a pavimentação de toda via. A obra vai começar nesta segunda (29).

A ordem foi assinada nos estúdios da rádio Gazeta FM neste sábado (27). Evandro disse que é o primeiro convênio após a retirada do município do CAUC, uma espécie de Serasa das prefeituras.

Além do prefeito Evandro, participaram Edílio Lira, representando a Costa Lira, que vai tocar a obra, membros da administração municipal e vereadores.

Outras Notícias

Gonzaga Patriota quer Exército executando obras de engenharia

Ideia é para reduzir esquema de empreiteiras O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresentou, nesta terça-feira (05), Projeto de Lei Complementar (PLC nº 453/2017) que pode atribuir ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública. A PLC sugerida pelo parlamentar altera o artigo 17 da Lei Complementar nº […]

Ideia é para reduzir esquema de empreiteiras

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresentou, nesta terça-feira (05), Projeto de Lei Complementar (PLC nº 453/2017) que pode atribuir ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública.

A PLC sugerida pelo parlamentar altera o artigo 17 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e especifica quais projetos poderão ser tocados pelos militares sem que haja processo licitatório.

São eles: obras com orçamento acima de R$ 15 milhões paralisadas, abandonadas ou em atraso superior a um ano; obras de infraestrutura rodoviária, ferroviária, metroviária, hidroviária, portos e aeroportos – orçados acima de R$ 15 milhões; obras de geração e transmissão de energia, incluindo  – mas não limitado – a hidroelétricas, termelétricas, termonucleares, usinas eólicas e fotovoltaicas, acima de R$ 15 milhões; e quaisquer obras públicas acima de R$150 milhões.

Na justificativa da PLC, Gonzaga Patriota argumenta que a Operação Lava-Jato demonstrou claramente como o “cartel das grandes empreiteiras” se tornou o principal entrave ao desenvolvimento do Brasil, impedindo a construção de uma infraestrutura nacional básica.

“Aliada à corrupção em larga escala, ao superfaturamento de obras públicas e a tática do atraso para exigir reajustes e aditivos absurdos, esse cartel se locupletou com o dinheiro público às custas da miséria de toda uma Nação. Desvendado o esquema, ao invés de extingui-lo, o Poder Público continua repassando as grandes obras públicas as mesmas empreiteiras, afirmando que não há outra opção. Não se pode fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, disse o deputado.

Gonzaga diz estar ciente de que a principal missão constitucional do Exército é defender a pátria, e que a cooperação com o desenvolvimento nacional por meio da execução de obras e serviços de engenharia é a apenas uma ação subsidiária. Porém alega que a Força Armada possui grande experiência em construção, ampliação, reforma, adaptação, reestruturação e conservação de obras em todo o território nacional, empregando as mais avançadas tecnologias da área de infraestrutura.

Em Calumbi, carreata de Sandra passou em frente do Comitê de Joelson e deu-se a cobfusao

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O primeiro dia de propaganda eleitoral em Calumbi já teve confusão.

Tudo começou com a carreata da candidata à reeleição, Sandra da Farmácia, do PT. A carreata passou em uma via central onde estava o Comitê de Joelson, do AVANTE, inclusive com o candidato à porta.

Aí começa a guerra de versões.  Aliados de Sandra afirmam que foram hostilizados por Joelson e outras pessoas que estavam no Comitê.  Joelson por sua vez alega ter sido provocado e atingido por um copo de cerveja.

Em determinado momento do vídeo é possivel ver Joelson e militantes pró Sandra quase indo às vias de fato. O caso foi parar na Delegacia.

‘Queremos reeditar a Frente Popular’, diz Paulo Câmara sobre aliança com PT

O PT em Pernambuco ainda não se definiu sobre se aliar com o PSB de Paulo Câmara ou seguir numa candidatura própria, que deve ser de Marília Arraes Do JC Online Enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT-PE) segue sem definição sobre ter uma candidatura própria ao governo do Estado ou aliança com o PSB, o […]

Foto: Edílson Júnior / Divulgação

O PT em Pernambuco ainda não se definiu sobre se aliar com o PSB de Paulo Câmara ou seguir numa candidatura própria, que deve ser de Marília Arraes

Do JC Online

Enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT-PE) segue sem definição sobre ter uma candidatura própria ao governo do Estado ou aliança com o PSB, o governador Paulo Câmara (PSB) disse, nesta quinta-feira (10), que está aberto à conversa com os petistas e em nível nacional vai defender o diálogo com todos os partidos do campo de esquerda e centro-esquerda.

“É uma discussão que estamos fazendo com uma parte do PT que tem esse entendimento da importância de uma aliança e temos essa intenção de reeditar a Frente Popular, nos moldes que foi concebida por Eduardo Campos lá atrás. Então estamos conversando e tem tempo para isso. Temos que entender as questões internas de cada partido, vamos respeitar, mas estamos à disposição para o diálogo com o PT e todos os partidos de centro-esquerda que queiram estar junto conosco para ampliar a Frente Popular que no nosso entendimento tem contribuído com o desenvolvimento de Pernambuco”, disse o socialista após a assinatura de convênios em Abreu e Lima, no Grande Recife.

A declaração do governador vem um dia depois que o senador Humberto Costa (PT) defendeu, direto da tribuna do Senado, uma aliança entre petistas e socialistas. Humberto é um dos principais fiadores da aproximação com o PSB dentro do seu partido e é cotado para ocupar uma das vagas do Senado na chapa do governador Paulo Câmara (PSB), juntamente com o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB). “Estou defendendo dentro do PT, juntamente com outros companheiros um diálogo para que construamos uma pauta de governo a partir da qual possamos discutir com o governador Paulo Câmara a formação de uma aliança no estado”, afirmou o senador.

PT quer frente de oposição, mas não diz quais partidos formarão aliança

Do Congresso em Foco O PT anunciou em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (21) como deve atuar na oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso. O anúncio foi feito no plenário 6 do Senado pelo candidato à Presidência da República derrotado Fernando Haddad. Ao lado do político durante o […]

Foto: Ricardo Stuckert

Do Congresso em Foco

O PT anunciou em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (21) como deve atuar na oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso. O anúncio foi feito no plenário 6 do Senado pelo candidato à Presidência da República derrotado Fernando Haddad.

Ao lado do político durante o pronunciamento estavam os congressistas do PT: os deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS), Maria do Rosário (PT-RS) e Benedita da Silva (PT-RJ); e os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), que é a presidente nacional do partido.

Haddad não detalhou como será essa oposição. Disse apenas que será uma frente ampla “contra qualquer tipo de retrocesso”. Não explicou quais partidos se aliarão ao PT nessa oposição.

De acordo com o petista, haverá “duas trincheiras”. Uma pela defesa dos direitos sociais que deve ter a adesão dos partidos da esquerda e de centro. Um segundo bloco deve atuar na defesa dos direitos civis e deve ser mais ampla, inclusive com a possibilidade de união com siglas da direita e liberais.

A coletiva foi realizada após reunião das bancadas do PT na Câmara e no Senado, as atuais e as eleitas. Também participaram também o governador do Piauí Wellington Dias (PT-PI) e a senadora eleita governadora Fátima Bezerra (PT-RN).

Ao falar sobre as articulações para formar a oposição a Bolsonaro, Haddad disse que uma frente se constrói programaticamente, “não por simpatias e antipatias pessoais”. Afirmou também que as lideranças parlamentares irão analisar pauta a pauta, sem descartar apoiar o governo em votações.

Internacional Progressista

Haddad deve participar no dia 1º de dezembro do lançamento de uma frente internacional progressista. O movimento deve incluir membros da esquerda de vários países. A iniciativa é liderada pelo senador democrata norte-americano Bernie Sanders.

Segundo o petista, a onda de conservadorismo registrada no mundo “é resultado da crise do neo-liberalismo”. Haddad diz ainda que os conservadores “se valem do mau uso das tecnologias para solapar as bases da democracia”.

Fake news

Questionado sobre o PT pretende mudar suas estratégias de comunicação após a derrota nas urnas para Bolsonaro, que apostou nas redes sociais, Haddad disse que o partido precisa se reaproximar dos eleitores como forma de reduzir o impacto, por exemplo, das fake news.

“Temos que aprofundar o debate interno para que isso [efeito das fake News] não se repita. Nós temos que estar mais perto das pessoas para alertá-las. Nós não estávamos preparados para esse tsunami cibernético”, disse.

O PT estuda entrar com uma ação judicial nos Estados Unidos onde fica a sede do Whatsapp. O aplicativo de mensagens foi identificado como um dos principais meios de disseminação de fake news durante o período eleitoral. Segundo Haddad, a ideia é a empresa prestar contas sobre sua atuação no Brasil.

“Ninguém está interessado na privacidade das pessoas. Nós estamos interessados nos macrodados. Quem contratou, com que intuito”, disse o petista. Segundo Haddad, o partido ainda vai estudar a legislação norte-americana para saber se poderá entrar direto com a ação judicial ou se precisará se aliar com representantes nos Estados Unidos. O político acredita que se as informações a ser cobradas do Whatsapp podem ser úteis para todo o mundo, não apenas para o Brasil.