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EUA criticam Mais Médicos e cancelam visto de secretário do Ministério da Saúde

Por André Luis

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (13) a revogação dos vistos americanos de Mozart Júlio Tabosa Sales, secretário do Ministério da Saúde do Brasil, e Alberto Kleiman, um ex-funcionário do governo brasileiro.

A decisão foi revelada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Ele disse que o programa Mais Médicos, em que o governo federal brasileiro contratou cubanos para conseguir preencher vagas no Sistema Único de Saúde (SUS), foi “um golpe diplomático inconcebível”.

“O Departamento de Estado está tomando medidas para revogar vistos e impor restrições de visto a vários funcionários do governo brasileiro e ex-funcionários da OPAS, cúmplices do esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano. O Mais Médicos foi um golpe diplomático inconcebível de ‘médicos’ estrangeiros”, afirmou o secretário, citando a Organização PanAmericana da Saúde.

A contratação de médicos cubanos pelo Mais Médicos ocorreu entre 2013 e 2018 (veja mais abaixo).

Trata-se de mais uma medida do governo Trump tendo como alvo o Brasil. Trump já impôs tarifaço a produtos brasileiros, revogou o visto de ministros do STF e aplicou a lei Magnistsky contra o ministro Alexandre de Moraes.

Em um post anterior, Rubio contou que estava impondo restrições de visto a autoridades dos governos africanos, cubanos e granadinos – e seus familiares – devido a acusações de que eles privaram os cubanos de cuidados médicos essenciais.

Outras Notícias

MP quer prefeituras, Ministério da Saúde e Estado cumprindo contrapartidas do SAMU

“Sem haver o pagamento dos municípios que devem o SAMU não se sustenta” O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto disse em nome do MP em entrevista à Rádio Pajeú que coordenadores das Regionais das VI, X e XI Geres estão acompanhando e cobrando aos gestores pagamento das contrapartidas para funcionamento do SAMU na III […]

“Sem haver o pagamento dos municípios que devem o SAMU não se sustenta”

O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto disse em nome do MP em entrevista à Rádio Pajeú que coordenadores das Regionais das VI, X e XI Geres estão acompanhando e cobrando aos gestores pagamento das contrapartidas para funcionamento do SAMU na III Macro.

“Temos municípios que pactuaram e ainda não cumpriram. Cidades como Arcoverde, com débito de R$ 411 mil, Buíque com mais de R$ 300 mil. A conta não fecha. É necessário pagamento para repassar à empresa”. E acrescentou que não é só na VI Geres que o problema é verificado, citando Santa Terezinha, Itapetim, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde e Betânia.

Mas alertou que o MP está sensível a essa questão e que Estado e Ministério da Saúde também tem responsabilidades. “Sem haver o pagamento dos municípios que devem o SAMU não se sustenta. O mesmo vale para contrapartidas estaduais e federais”.

O Estado e o Ministério já tiveram sinalização do repasse, mas ainda falta a barreira burocrática para os repasses. “Não vamos acionar municípios com pendências sem sentar com Governo do Estado e Federal”. Ele informou que de 55 centavos no começo, a contrapartida agora é de R$ 2,81 por habitante. Semana que vem, haverá nova reunião em Serra Talhada para tratar dos gargalos.

Em Arcoverde, gestão LW prometeu reformar escola que atende comunidades. Agora, quer acabar

Essa manhã,  pais e mães de crianças da Escola Municipal João Alexandre, localizada na zona rural de Arcoverde, fuzeram um protesto pacífico, no Senadinho, e uma caminhada até a Prefeitura. O motivo da manifestação: a escola atende crianças dos Sítios Mocó, Lagoa da Porta, e Serra das Varas. Ao invés de ser reformada, como foi […]

Essa manhã,  pais e mães de crianças da Escola Municipal João Alexandre, localizada na zona rural de Arcoverde, fuzeram um protesto pacífico, no Senadinho, e uma caminhada até a Prefeitura.

O motivo da manifestação: a escola atende crianças dos Sítios Mocó, Lagoa da Porta, e Serra das Varas.

Ao invés de ser reformada, como foi prometido aos pais pela gestão  Wellington Maciel, vai ser fechada.

Estão querendo levar as crianças para a Escola da Pintada, contra a vontade da comunidade.

A decisão gera revolta e questionamentos nas redes sociais.  “Estou em apoio aos pais, pois conheço muito bem a realidade daquela região, onde costumeiramente tenho contato com diversos moradores”, disse o Delegado Israel nas redes sociais.

“É mais uma ação estabanada e desastrada do inquilino da Prefeitura, que governa de costas para o povo”, questionou o opositor. Nomes como o vereador Rodrigo Roa participam do ato.

Carnaíba: alegando falta de provas, juiz absolve acusados de estupro

Decisão gera intenso debate sobre dificuldade de comprovação desse crime contra mulheres. Pela decisão,  apenas depoimento da vítima não foi suficiente para configurar se houve crime. Exclusivo O juiz Bruno Querino Olimpio decidiu pela absolvição e soltura de dois jovens que foram presos acusados de estupro em Carnaíba,  no Pajeú. O caso foi registrado em […]

Decisão gera intenso debate sobre dificuldade de comprovação desse crime contra mulheres. Pela decisão,  apenas depoimento da vítima não foi suficiente para configurar se houve crime.

Exclusivo

O juiz Bruno Querino Olimpio decidiu pela absolvição e soltura de dois jovens que foram presos acusados de estupro em Carnaíba,  no Pajeú.

O caso foi registrado em fevereiro desse ano.  Dois homens foram presos em flagrante no município de Carnaíba pela acusação de estupro de uma mulher de 18 anos.

A Polícia Civil à época confirmou a informação. Os nomes dos autores não foram divulgados pela polícia. O crime ocorreu em uma programação de Carnaval.

A acusação foi de que um dos rapazes beijou a moça e a levou para um local afastado. Foi quando um segundo apareceu e, contra sua vontade, os dois praticaram o ato. Eles foram mantidos presos após audiência de custódia no plantão judiciário de 11 de fevereiro .

Um menor que participava da festa com os dois maiores não teve nenhuma participação no estupro, segundo autoridades. Tanto os presos quanto a vítima afirmam unanemente. Ele acompanhava os maiores na festa, mas não os acompanhou até o local do crime.

O Ministério Público também pediu a absolvição dos jovens, alegando que não haviam elementos que comprovavam o crime.

Nas alegações finais, o promotor Thiago Barbosa destaca que as testemunhas disseram terem visto o ato sexual mas não ter visto a vítima demonstrando estar em situação de abuso sexual ou impedida de pedir socorro.

Decidiu o magistrado que não havia “prova robusta e contundente do crime”. Alega que, ao contrário,  havia fragilidade probatória.  E que pela lei, quando isso ocorre, vale o in dubio pro reu, ou “em dúvida,  pró réu”.

O magistrado ainda colocou em dúvida a consistência do depoimento da vítima,  alegando que ele não deu certeza de falta de consentimento do ato, após reconhecer que conforme súmula do TJPE,  em crimes de natureza sexual, a palavra da vítima é de relevante valor probatório.

“Todavia, no caso em espeque,  o depoimento da vítima em juízo não apresentou solidez suficiente,  coerência e harmonia com as demais provas produzidas nos autos, a fim de comprovar a ausência de consentimento na relação sexual com os acusados”.

Ainda trata a prova colhida como “frágil, inconsistente e controversa”, não ajudando a definir na condenação.

Outra posição na decisão foi a de que o laudo sexológico além do depoimento do perito “não trazem elementos de violência ou grave ameaça antes, durante ou após a relação sexual”. Ou seja, não havia sinais de violência física na vítima além  do  ato sexual.

Também alega que a prova obtida no âmbito policial não pode, necessariamente,  amparar decisão condenatória.

O juiz levanta jurisprudência sobre  indícios coletados no inquérito policial, notadamente as próprias confissões e a delação dos corréus,  não corroboradas pela prova judicial, à medida que as próprias confissões e delações foram retratadas, e não foi produzido qualquer outro elemento probatório para amparar a condenação, como argumento da tese de in dubio pro réu.

O juiz levanta jurisprudência sobre  indícios coletados no inquérito policial, notadamente as próprias confissões e a delação dos corréus,  não corroboradas pela prova judicial, à medida que as próprias confissões e delações mesno que retratadas, não produzem elemento probatório para amparar a condenação.

Os jovens sustentam o ato, mas dizem que foi consentido. A suposta vítima diz que não houve consentimento. Testemunhas reforçaram a versão dos acusados.

Assim,  os dois foram absolvidos, com a determinação de soltura imediata da unidade prisional.

Decisão gera debate

Entidades que denunciam a necessidade de aperfeiçoamento da legislação para punir casos de estupro têm se manifestado alegando que decisões dessa natureza estimulam e comprovam como é difícil provar um crime dessa natureza.

Ou seja, um caso de tamanha repercussão acabou com a absolvição porque faltaram mais elementos probatórios. No fim, a impressão de que a vítima sofre novo abuso com a decisão.

O caso após a decisão pode inclusive ganhar maior repercussão.

No outro lado,  há operadores do direito que defendem a decisão,  entendendo que a lei não deixa dúvidas quanto à necessidade de que crimes dessa natureza necessitem de um conjunto probatório,  e não apenas de elementos testemunhais.

Casos como dos ex-jogadores Robinho e Daniel Alves potencializaram esse debate.

 

Câmara não daria cheque em branco ao Prefeito, diz Presidente Zé de Bira

por Juliana Lima Em recesso a Câmara de Tabira se reúne hoje de forma extraordinária para apreciar 08 projetos enviados pelo executivo municipal. O Presidente Zé de Bira falando a Rádio Cidade FM nesta terça (15), alfinetou o Prefeito Sebastião Dias que em 06 meses de 2014 não enviou a mesma quantidade de projetos enviados […]

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por Juliana Lima

Em recesso a Câmara de Tabira se reúne hoje de forma extraordinária para apreciar 08 projetos enviados pelo executivo municipal. O Presidente Zé de Bira falando a Rádio Cidade FM nesta terça (15), alfinetou o Prefeito Sebastião Dias que em 06 meses de 2014 não enviou a mesma quantidade de projetos enviados em julho, período de recesso do poder legislativo.

Por ter aproveitado o recesso para viajar, o vereador Djalma das Almofadas deverá ser o único ausente. Zé de Bira negou que os vereadores da bancada de oposição que formam a maioria da Câmara queiram bloquear a aprovação do Projeto de Abertura de Crédito Adicional Especial para a utilização dos 2 milhões de reais de emendas do senador Armando Monteiro que já estão na conta da Prefeitura.

A única exigência foi de que para não dar um cheque em branco ao Prefeito Sebastião Dias, a mesa da Câmara solicitou a discriminação das ruas que serão beneficiadas com asfalto e calçamento. Zé de Bira disse que estava no Programa falando em nome dos vereadores Marcos Crente, Sebastião Ribeiro e os demais integrantes da oposição.

Com a resposta do executivo em mãos Zé de Bira fez o que os integrantes do governo deixaram de fazer, anunciou as 17 ruas que serão calçadas com recursos do II FEM liberado pelo governo do estado.

São elas: Rua Jose Evoide de Moura, Jose Severino do Nascimento, Travessa Luzia da Soledade, Vila Pocinho dos  Nunes, Rua Central do Viturino Gomes, Rua Joao Paulo II, Travessa Dona Ló no Breginho, Rua Antonio Nogueira no Breginho, Acesso ao Cemiterio de Breginho, Rua Valdecir Antonio do Amaral, Ruas Projetado 01 e 02 dos Barreiros, Travessa do Comercio da Borborema, Travessa Bom Jesus, Rua Bom Jesus, Rua Creuza Cordeiro Pessoa, Rua Alberto Cordeiro Pessoa.

Com recursos da emenda de Armando Monteiro 13 ruas ganharão asfalto: Jose Justo dos Santos, Maria Pereira Amorim,  Joao Gabriel de Vasconcelos, Jose Gregório de Santana, Professora Silvana Silveira e Silva, Padre Joao Rodrigues, Joao Vicente, Francisco Severo, Carlos Souza, Alfa Albuquerque Cordeiro, Jose Pires Sobrinho, Amancio Siqueira, Desembargador Joao Paes e Carlos Angelo de Souza.

Falta ainda o projeto para o dois milhões da Emenda de Armando também para calçamentos de ruas. Zé de Bira completou dizendo que pelo bem de Tabira e seu povo, a Câmara aprovará os projetos do Prefeito Sebastião Dias.

Serra: Ônibus com alunos da rede estadual cai em açude na zona rural. GRE ainda não se manifestou

Feridos leves foram levados para unidades hospitalares. Não se sabe se houve falha humana ou mecânica Um ônibus escolar caiu em um açude na zona rural de Serra Talhada. Foi na estrada do Jardim, na zona rural de Serra Talhada. Segundo informações da Cultura FM, foram socorridos para dois hospitais da cidade, o HOSPAM e […]

Feridos leves foram levados para unidades hospitalares. Não se sabe se houve falha humana ou mecânica

Um ônibus escolar caiu em um açude na zona rural de Serra Talhada.

Foi na estrada do Jardim, na zona rural de Serra Talhada. Segundo informações da Cultura FM, foram socorridos para dois hospitais da cidade, o HOSPAM e o Hospital Eduardo Campos.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, uma aluna foi levada para o Hospam e cinco alunos para o Hospital Eduardo Campos com ferimentos leves, para realização de exames. Todos estão bem. Os jovens são estudantes da rede estadual de ensino. Os alunos sem ferimentos voltaram para Água Branca.

O radialista Tony Alencar afirmou que  ônibus estava pegando alunos para levar à escola. Há duas versões, de problema na direção e uma segunda se que o veículo tenha derramado e caído na via.

Já a jornalista Juliana Lima atualizou para o seu blog os estados de saúde. Pelos menos seis estudantes sofreram ferimentos leves e foram socorridos para o Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (Hospam) e para o Hospital Eduardo Campos – HEC.

A diretora do Eduardo Campos, Patrícia Queiroz, informou que cinco adolescentes deram entrada na unidade com ferimentos leves, estáveis e sem sinais de gravidade. Eles permanecem em observação na unidade. “Vai ficar um para avaliação do cirurgião e os outros serão liberados”, informou Patrícia.

No Hospam, o diretor Leonardo Carvalho informou ao blog que uma estudante deu entrada na unidade apresentando fratura no ombro direito. Ela recebeu os primeiros atendimentos e será transferida para o Hospital Eduardo Campos.

Responsabilidade é da GRE, que ainda não se manifestou: ao contrário de outras cidades, Serra Talhada é das poucas onde a GRE custeia o transporte escolar. A Gerência Regional de Educação ainda não se manifestou oficialmente.

O acidente levantou suspeitas sobre o estado de conservação do ônibus escolar mantido pela Gerência Regional de Educação, gerida pelo serra-talhadense Israel Silveira. O caso repercute em todo o estado.