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Estudo do TCE-PE aponta que 76% dos municípios do Estado estão pouco preparados para desastres naturais 

Por André Luis

Três em cada quatro municípios pernambucanos estão nos estágios iniciais na prevenção a desastres naturais. Os dados são de um levantamento do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), a partir de um questionário enviado aos 184 municípios e ao distrito de Fernando de Noronha nos meses de maio e julho deste ano.

O estudo avaliou como os municípios pernambucanos estão em relação a 20 quesitos. Por exemplo, se têm Plano de Contingência, se já mapearam as áreas de risco, se têm dotação orçamentária para defesa civil, ou se têm programas de habitação para reassentamento de populações atingidas. 

Foram 140 municípios que atenderam a menos de dez quesitos, e ficaram com as classificações “inicial” (68) e “intermediária inicial” (72), ou seja, têm menor capacidade de resposta em caso de um desastre natural. 

MAIOR RISCO – Dos 185 municípios pernambucanos (para fins do levantamento, Noronha foi equiparado a um município), 106 são considerados prioritários por estarem mais suscetíveis a deslizamentos, enxurradas e inundações. A classificação como prioritário se baseia em critérios como óbitos decorrentes de desastres naturais, populações morando em áreas de risco, e dias de chuva superior a 50mm. 

Segundo o levantamento, 49 municípios estão no quadrante mais crítico, ou seja, são prioritários, mas contam com poucos mecanismos de proteção contra desastres naturais.

PRINCIPAIS FRAGILIDADES – As fragilidades mais comuns encontradas foram as ausências de 1) carta geotécnica de aptidão à urbanização (81% dos municípios); 2) fundo municipal de proteção e defesa Civil (77%);  e 3) núcleo comunitário de proteção e defesa civil (77%).

Além disso, 62% dos municípios não têm sistemas de monitoramento para áreas de risco, e 50% não dispõem de locais aptos a servirem de abrigo para populações afetadas.

Ao menos 20% não têm defesa civil municipal estruturada. Nos que têm, a maioria das equipes (55%) são compostas por servidores comissionados – ou seja, não são efetivos; e 60% dos chefes de defesa civil têm outras atividades profissionais.

MAIOR GESTÃO – Apenas sete municípios obtiveram a classificação “alta”: Recife, Carpina, Toritama, Solidão, Salgadinho, Triunfo e Itapissuma. Desses, contudo, apenas o Recife é considerado um município prioritário.

COLETIVA – Os dados foram apresentados em uma coletiva de imprensa, nesta quinta-feira (7), com a presença do presidente Valdecir Pascoal.

“Este trabalho tem um propósito maior que é preservar vidas humanas. A Região Metropolitana do Recife sofre com as enchentes e deslizamentos de barreiras, a estiagem castiga o Sertão, entre outros desastres naturais, por isso a importância da preparação e da capacidade dos municípios em dar respostas diante dessas situações para prevenir e minimizar danos e perdas”, afirmou o presidente. 

“Nesta primeira etapa, divulgamos a situação para que os gestores atuem para resolver os problemas. Ao longo do tempo, com o acompanhamento pelo tribunal, as ações necessárias serão cobradas, podendo até haver responsabilização dos responsáveis “, concluiu.

O presidente também destacou que a participação dos gestores municipais, que responderam ao levantamento, e da Defesa Civil do Estado, compartilhando a sua experiência, foi fundamental para a realização do levantamento que conseguiu avaliar aspectos importantes para a prevenção e o enfrentamento dos desastres.

INDICADOR –  O Indicador de Capacidade Municipal (ICM-TCEPE) utiliza a metodologia já adotada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR) em levantamento similar. O objetivo é medir a aptidão dos municípios para gerenciar riscos e responder a desastres.

A diferença entre o ICM-TCEPE e o indicador federal é que, neste caso, os dados são de natureza declaratória, enquanto o TCE-PE fez uma análise documental para comprovar as informações. Além disso, o Tribunal de Contas acrescentou outras nove variáveis ao rol do MDIR.

O ICM-TCEPE é construído a partir de 20 variáveis em três dimensões: 1) planejamento e gestão, 2) coordenação intersetorial e capacidades, e 3) políticas, programas e ações.

O conselheiro Marcos Loreto, relator que está à frente desse trabalho, determinou o envio dos relatórios aos municípios para que possam aprimorar os seus sistemas de proteção.

Acesse:

Estudo completo

Painel com resultados por município

Outras Notícias

Presidentes da Câmara e do Senado reconhecem reeleição de Lula após virada histórica nas urnas

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reconheceram neste domingo (25) a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que venceu Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. O resultado confirmou uma virada inédita desde a redemocratização, com a vitória do […]

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reconheceram neste domingo (25) a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que venceu Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. O resultado confirmou uma virada inédita desde a redemocratização, com a vitória do candidato que havia terminado o primeiro turno em segundo lugar.

O reconhecimento dos chefes do Congresso ocorre em um momento de definição do cenário político para o quarto mandato de Lula, que começará em janeiro de 2027. Tanto Motta quanto Alcolumbre mantêm interlocução com o Palácio do Planalto e pretendem disputar a recondução aos comandos de suas respectivas Casas legislativas.

Com 99,77% das urnas apuradas, Lula somava 64.078.503 votos, equivalentes a 51,76% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro registrava 59.728.246 votos, ou 48,24%. A diferença era de 4.350.257 votos, conforme atualização das 21h15, quando a vitória já estava matematicamente definida.

Mais cedo, os presidentes da Câmara e do Senado participaram de uma agenda institucional no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, onde foram recebidos pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

Na ocasião, Alcolumbre defendeu o reconhecimento do resultado das urnas e a pacificação política do país, independentemente de quem vencesse a disputa presidencial.

“O Brasil espera de todos nós responsabilidade, reconhecimento dos resultados e paz. Temos um Brasil para cuidar”, afirmou o presidente do Senado.

Hugo Motta também destacou a importância da Justiça Eleitoral e defendeu o fortalecimento das instituições democráticas. O parlamentar ressaltou os 30 anos da urna eletrônica e o papel do voto popular na escolha dos governantes.

A posição dos presidentes das duas Casas ganha importância diante da composição do Congresso Nacional a partir de 2027. O PL, partido de Flávio Bolsonaro, elegeu as maiores bancadas da Câmara e do Senado, ampliando a presença da oposição ao governo federal.

Na Câmara, o partido terá 121 deputados federais. No Senado, contará com 28 parlamentares. O cenário exigirá negociações entre o Executivo e diferentes forças políticas para a aprovação de projetos e medidas de interesse do governo.

Motta e Alcolumbre também enfrentam articulações da direita para a disputa das presidências das duas Casas, prevista para fevereiro de 2027.

O presidente Lula já sinalizou apoio à permanência dos dois parlamentares nos respectivos cargos. A definição, entretanto, dependerá das negociações partidárias e da votação entre deputados e senadores.

Durante a campanha presidencial, Hugo Motta declarou apoio à reeleição de Lula, enquanto Alcolumbre manteve aproximação política com o governo federal, apesar de divergências anteriores.

A reeleição de Lula garante a continuidade do atual governo por mais quatro anos, mas o resultado das eleições legislativas indica que a relação com o Congresso será um dos principais desafios políticos do próximo mandato.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Luiz Inácio Lula da Silva é reeleito presidente da República e assume quarto mandato a partir de janeiro de 2027

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), após derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. Aos 80 anos, o petista conquistou seu quarto mandato presidencial em uma virada inédita na história das eleições brasileiras desde a redemocratização: pela primeira vez, o candidato […]

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), após derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. Aos 80 anos, o petista conquistou seu quarto mandato presidencial em uma virada inédita na história das eleições brasileiras desde a redemocratização: pela primeira vez, o candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar conseguiu vencer a disputa decisiva.

Com 99,77% das urnas apuradas, Lula recebeu 64.078.503 votos, equivalentes a 51,76% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro alcançou 59.728.246 votos, correspondentes a 48,24%. A diferença chegou a 4.350.257 votos, segundo a atualização da apuração eleitoral das 21h15, quando o resultado já estava matematicamente definido.

A vitória representa mais um marco na trajetória política do presidente, que se torna o primeiro brasileiro a vencer quatro eleições presidenciais pelo voto direto. Lula já havia sido eleito em 2002, reeleito em 2006 e retornado ao Palácio do Planalto após derrotar Jair Bolsonaro em 2022.

O resultado deste domingo também marca a segunda eleição presidencial consecutiva em que Lula derrota um integrante da família Bolsonaro. Em 2022, o petista venceu Jair Bolsonaro com 50,90% dos votos válidos, contra 49,10% do então presidente.

A virada de 2026 ocorreu depois de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno à frente do presidente. Na votação de 4 de outubro, o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos em favor do candidato do PL.

Com a disputa levada ao segundo turno, as duas campanhas reorganizaram suas estratégias para conquistar eleitores que haviam escolhido outros candidatos, além daqueles que não compareceram às urnas na primeira votação.

Lula intensificou as agendas de rua, ampliou a mobilização digital e reforçou a defesa dos programas sociais de seu governo. A campanha também passou a enfatizar as diferenças políticas em relação ao adversário e ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio, por sua vez, concentrou parte de sua campanha nas críticas à administração federal, na defesa de mudanças na condução do país e na mobilização de eleitores identificados com o bolsonarismo. O senador recebeu o apoio de governadores, parlamentares e lideranças de partidos de direita.

A reta final foi marcada por manifestações políticas em diferentes regiões do Brasil. No sábado (24), véspera da votação, Lula participou de atos em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo. Flávio Bolsonaro realizou compromissos de campanha em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

Os candidatos também se enfrentaram em debates realizados pela Band e pela TV Globo. Os encontros tiveram discussões sobre economia, segurança pública, programas sociais e infraestrutura, além de acusações pessoais e divergências sobre o funcionamento das instituições.

As últimas pesquisas eleitorais indicavam empate técnico. Os levantamentos Datafolha e Quaest divulgados no sábado (24) apontavam Flávio com 51% dos votos válidos e Lula com 49%, diferença dentro das respectivas margens de erro.

A apuração deste domingo começou com uma disputa equilibrada. Durante a totalização dos votos, os candidatos chegaram a alternar posições, até que Lula assumiu a liderança e passou a ampliar sua vantagem.

Às 20h38, com 62,03% das urnas apuradas, o presidente aparecia com 50,57% dos votos válidos, contra 49,43% de Flávio Bolsonaro. A diferença era de 879.152 votos.

Onze minutos depois, com 75,24% das urnas totalizadas, Lula já somava 47.483.965 votos, contra 45.458.525 do adversário, ampliando a vantagem para mais de dois milhões de votos.

A confirmação matemática da vitória veio antes da conclusão da apuração, encerrando uma eleição marcada pela polarização e pela proximidade entre os candidatos.

O domingo eleitoral também foi marcado por controvérsias envolvendo o transporte público em diferentes municípios. As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro apresentaram pedidos de prorrogação do horário de votação à Justiça Eleitoral, alegando dificuldades enfrentadas por eleitores para chegar às seções.

Em decisão excepcional, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a ampliação do horário de votação, posteriormente limitada às seções que ainda permaneciam abertas às 17h.

Trajetória política

Nascido em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, Lula iniciou sua trajetória política no movimento sindical do ABC paulista, durante a ditadura militar. Metalúrgico, tornou-se uma das principais lideranças sindicais do país e participou da fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980.

Disputou a Presidência pela primeira vez em 1989, quando foi derrotado por Fernando Collor. Voltou a concorrer em 1994 e 1998, perdendo as duas eleições para Fernando Henrique Cardoso.

Sua primeira vitória ocorreu em 2002, quando derrotou José Serra. Quatro anos depois, foi reeleito ao vencer Geraldo Alckmin, então candidato do PSDB e hoje seu vice-presidente.

Depois de deixar o governo em 2010, Lula enfrentou investigações e processos relacionados à Operação Lava Jato. Foi preso em 2018 e permaneceu 580 dias na prisão, até ser libertado em novembro de 2019. Suas condenações foram posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.

Em 2022, retornou à Presidência após derrotar Jair Bolsonaro. Agora, em 2026, conquista o quarto mandato e amplia sua presença na história política brasileira.

A posse para o novo período está marcada para 5 de janeiro de 2027, conforme a mudança constitucional que alterou a data de início dos mandatos presidenciais. Geraldo Alckmin (PSB) também foi reeleito vice-presidente.

Lula iniciará o próximo mandato diante de desafios econômicos, pressões sobre as contas públicas, negociações com o Congresso Nacional e da necessidade de administrar um país que encerra mais uma eleição presidencial com expressiva divisão política.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Flávio e apoiadores em clima de apreensão durante apuração que confirmou vitória de Lula

O senador Flávio Bolsonaro (PL) acompanhou, ao lado de apoiadores e aliados, a apuração do segundo turno presidencial neste domingo (25), que terminou com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O registro reúne momentos de expectativa durante a divulgação dos resultados. Com semblantes sérios e expressões de apreensão, o candidato e […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL) acompanhou, ao lado de apoiadores e aliados, a apuração do segundo turno presidencial neste domingo (25), que terminou com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O registro reúne momentos de expectativa durante a divulgação dos resultados. Com semblantes sérios e expressões de apreensão, o candidato e seus apoiadores acompanharam a evolução dos números de uma disputa que começou equilibrada.

Nas primeiras parciais, Flávio chegou a aparecer numericamente à frente. A situação mudou conforme novos boletins de urna foram totalizados, com Lula assumindo a liderança e ampliando progressivamente sua vantagem.

Às 21h15, com 99,77% das urnas apuradas, Lula já estava matematicamente reeleito, com 51,76% dos votos válidos, o equivalente a 64.078.503 votos.

Flávio Bolsonaro registrava 48,24%, somando 59.728.246 votos. A diferença entre os candidatos chegava a 4.350.257 votos.

O resultado encerrou uma disputa presidencial marcada pela polarização política e por uma virada inédita desde a redemocratização. Lula conseguiu vencer o segundo turno depois de terminar a primeira votação atrás do adversário.

Fotos: Reprodução

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Lula celebra reeleição à Presidência da República ao lado de apoiadores; veja vídeo

Vídeo divulgado nas redes sociais mostra a comemoração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seus apoiadores após a confirmação da vitória no segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25). O registro foi compartilhado pelo presidente nacional do PSB, João Campos, e mostra a celebração da reeleição de Lula, que venceu […]

Vídeo divulgado nas redes sociais mostra a comemoração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seus apoiadores após a confirmação da vitória no segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25).

O registro foi compartilhado pelo presidente nacional do PSB, João Campos, e mostra a celebração da reeleição de Lula, que venceu Flávio Bolsonaro (PL) e conquistou seu quarto mandato como presidente da República.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo da comemoração do presidente Lula ao lado de seus apoiadores.

Vídeo: Reprodução

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Datafolha projeta reeleição de Lula para quarto mandato presidencial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é apontado como reeleito para um quarto mandato à frente da Presidência da República, segundo informação sobre uma projeção do Datafolha divulgada na noite deste domingo (25). O petista disputa o segundo turno das eleições de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). A projeção representa uma […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é apontado como reeleito para um quarto mandato à frente da Presidência da República, segundo informação sobre uma projeção do Datafolha divulgada na noite deste domingo (25). O petista disputa o segundo turno das eleições de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

A projeção representa uma estimativa do resultado eleitoral antes da conclusão da totalização oficial dos votos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A confirmação da vitória depende dos números consolidados pela Justiça Eleitoral.

Lula busca conquistar seu quarto mandato presidencial, após ter sido eleito em 2002, reeleito em 2006 e retornado ao Palácio do Planalto nas eleições de 2022. Caso a vitória seja confirmada, o novo mandato terá início em 1º de janeiro de 2027 e seguirá até dezembro de 2030.

A disputa presidencial chegou ao segundo turno em um cenário de equilíbrio nas pesquisas eleitorais. Na última pesquisa Datafolha, divulgada no sábado (24), Flávio Bolsonaro aparecia com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

A votação deste domingo também foi marcada por decisões judiciais relacionadas ao transporte público. O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação do horário de votação até as 19h, após denúncias de dificuldades enfrentadas por eleitores para chegar às seções eleitorais.

A medida provocou alterações na divulgação dos resultados parciais pelo TSE, que havia iniciado a apresentação dos números pouco depois das 17h.

Com o avanço da totalização, caberá à Justiça Eleitoral confirmar oficialmente o resultado da eleição presidencial.

Foto: Reprodução

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