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Escola de Eletricistas da Celpe inicia novas turmas em Petrolina e Serra Talhada

Por André Luis

Novas turmas do projeto foram iniciadas em Petrolina e Serra Talhada. Iniciativa desenvolvida pela Celpe em parceria com o Senai está capacitando profissionais em todo o Estado

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), empresa do Grupo Neoenergia, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), iniciou duas novas turmas, nas cidades de Petrolina e Serra Talhada, do projeto de capacitação de novos profissionais Escola de Eletricistas da Celpe. Na iniciativa, os estudantes podem recebem orientações sobre eletricidade básica e se preparar para entrada no mercado de trabalho.

O curso, que tem um importante cunho social, forma profissionais para atuação em redes de distribuição, abordando temas como restabelecimento de energia, serviços técnicos e comerciais, além de aulas práticas de uso do cesto aéreo, práticas de poda e utilização de equipamentos de segurança.

As novas turmas são compostas por 77 alunos, que têm formação prevista para março e abril de 2019. Os melhores estudantes têm, ainda, a oportunidade de cursar um módulo exclusivo de Formação para Eletricista de Linhas e Redes, com capacitação para o trabalho em redes de distribuição de energia. No último mês de outubro, a Escola de Eletricistas da Celpe formou 54 profissionais em mais uma turma do projeto no Recife.

O programa atende aos critérios de formação qualificada para a profissão de eletricista, sendo, também, um importante agente de disseminação de práticas de trabalho com segurança, beneficiando toda a população. Além disso, os eletricistas, com uma formação dentro das normas, passam a fazer parte do banco de oportunidades da concessionária pernambucana. “A ideia central da Escola de Eletricistas é capacitar novos profissionais, impulsionando a economia, contribuindo assim para o desenvolvimento do Estado e do mercado de trabalho”, afirmou Daniela Motta, gerente de Recursos Humanos da Celpe.

Outras Notícias

Governo deixa de aplicar R$ 171 bilhões na saúde pública desde 2003, diz nota

O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com […]

O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), revela os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde.

As informações veem na esteira da divulgação de pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha, e que, dentre outros pontos revelou: para 77% da população brasileira, o dinheiro destinado ao SUS não é bem administrado. Mais da metade dos entrevistados também acreditam o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos.

Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “A administração dos recursos da saúde tem sido preocupação recorrente dos Conselhos de Medicina. A população brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos estão sendo bem aplicados. No caso da saúde, isso é ainda mais proeminente, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, médicos e outros profissionais de saúde enfrentam todos os dias”, declarou Vital.

No período apurado, cerca de R$ 1,2 trilhão foi autorizado para o Ministério da Saúde no Orçamento Geral da União (OGU). Os desembolsos, no entanto, chegaram a pouco mais de R$ 1 trilhão. Em 2014, apesar do maior orçamento já executado na história da pasta – quase R$ 107 bilhões –, o valor efetivamente gasto representou 91% do que havia sido previsto.

Ao que os dados do próprio governo indicam, o Governo também está longe de executar os recursos previstos para este ano – cerca de R$ 121 bilhões. Deste total, até agosto, R$ 69,4 bilhões (57% do valor) haviam sido efetivamente gastos, incluindo os restos a pagar quitados – compromissos assumidos em anos anteriores transferidos para os exercícios seguintes. Se considerada a projeção média de gastos mensais da pasta, atualmente em R$ 8,7 bilhões, serão desembolsados até dezembro pouco mais de R$ 104 bilhões, isto é, quase R$ 17 bilhões a menos que o montante previsto.

O presidente da autarquia também lembrou que, apesar dos avanços do SUS, um de seus grandes gargalos é o subfinanciamento. “O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde pública universal e, ao mesmo tempo, vê o mercado privado e as famílias gastarem diretamente mais dinheiro do que o Estado. Aqui, o gasto público representa 46% do total aplicado em saúde, o que contraria o que acontece em muitos países de sistemas semelhantes ao brasileiro, onde a média de investimento público supera 70%”.

Falta de investimentos em obras e equipamentos – Outro termômetro do mau desempenho no uso dos recursos disponíveis está nos investimentos. Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, dos recursos autorizados no orçamento do Ministério da Saúde entre 2003 e agosto de 2015, mais de R$ 96,4 bilhões deveriam ter sido destinados a melhoria da infraestrutura (realização de obras e aquisição de equipamentos) em saúde. No entanto, apenas R$ 35,5 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 60,9 bilhões deixaram de ser investidos.

Para este ano, a dotação prevista para o gasto nobre da administração em saúde é de quase R$ 10,4 bilhões. No entanto, até 31 de agosto, R$ 1,9 bilhão (18%) foi efetivamente pago pelo Ministério da Saúde. Neste ritmo de aproximadamente R$ 234 milhões por mês, a expectativa é de que, ao final do ano, apenas R$ 2,8 bilhões sejam realmente investidos.

Com recursos escassos, menos unidades de saúde serão dotadas de infraestrutura e equipamentos em quantidade e qualidade suficientes para prover assistência à população. “Mesmo considerando os contingenciamentos, se não houver um esforço para priorizar a Saúde, a população brasileira certamente será ainda mais prejudicada pela falta de infraestrutura e equipamentos fundamentais para a assistência”, avalia Carlos Vital, presidente do CFM.

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Tabira: prefeitura nega fura-fila em vacinação contra a Covid-19

Circulam, nas redes sociais, denúncias de vacinação indevida em Tabira, no Sertão do Pajeú. Há o questionamento sobre o fato de dois sobrinhos da secretária municipal de Saúde, Genedy Brito, terem sido vacinados contra a Covid-19. O Blog do Magno procurou a Prefeitura para que se pronunciasse sobre o caso. Confira a resposta: “Genneycka Brito (foto) é […]

Circulam, nas redes sociais, denúncias de vacinação indevida em Tabira, no Sertão do Pajeú.

Há o questionamento sobre o fato de dois sobrinhos da secretária municipal de Saúde, Genedy Brito, terem sido vacinados contra a Covid-19.

O Blog do Magno procurou a Prefeitura para que se pronunciasse sobre o caso. Confira a resposta:

“Genneycka Brito (foto) é odontóloga do município, cumpre sua carga horária e foi vacinada depois dos plantonistas da ala da Covid-19.

Depois de todos terem sido vacinados, o imunizante foi destinado aos profissionais das unidades básicas de saúde.

Como ela é de atenção primária, recebeu a vacina, assim como outros.

Gefferson Brito, por sua vez, possui formação superior em Radiologia e atua na ala Covid-19 no setor de raio-x.”

Sandrinho diz que esteve focado em gestão e defende legado. “Já meu opositor, não sei onde estava”

O prefeito de Afogados da Ingazeira e candidato à reeleição,  Sandrinho Palmeira,  do PSB, foi o segundo candidato a participar das sabatinas promovidas pelo programa Manhã Total. Ele defendeu seu ciclo de gestão e disse que a avaliação da população o credencia para um novo governo. Um dos exemplos que apresentou foi o de aprovação […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira e candidato à reeleição,  Sandrinho Palmeira,  do PSB, foi o segundo candidato a participar das sabatinas promovidas pelo programa Manhã Total.

Ele defendeu seu ciclo de gestão e disse que a avaliação da população o credencia para um novo governo.

Um dos exemplos que apresentou foi o de aprovação de seu governo em áreas como saúde.  O tema foi abordado no dia anterior pelo candidato Danilo Simões.

“Temos 80% de aprovação na saúde. Caso tenha havido problemas,  e nos desculpamos por isso, são casos isolados”, disse. Foi quando fez a primeira crítica a Danilo, dizendo que a população tem seu número de telefone,  o que justifica muitas vezes não atender na hora, ao contrário do candidato,  cuja população não tem seu número.

Disse ter executado 67,4% do que colocou no plano de governo. “E o nosso mandato ainda não terminou”, afirmou.

O gestor disse reconhecer que,  como disse Danilo,  Giza Simões tem um legado inatacável, mas aproveitou a partir disso, para comparar 8 anos da gestora com seus quatro. A ideia foi dizer que, mesmo com uma gestão aprovada , Giza tinha indicadores abaixo dos dele.

Dentre as comparações, disse que Giza em oito anos entregou 68 ruas, contra 69 em seus três anos e oito meses.  Também que levou oito anos para construir a ponte entre Praça de Alimentação e São Francisco,  além de ter dois postos de saúde odontológica, contra 30 de seu governo. “Respeito as questões de cada tempo, mas é importante comparar”.

Sandrinho usou uma fala de Danilo, a de que não adiantava ficar “choramingando” dizendo não haver recursos no ano da pandemia,  para fazer uma relação com as mortes por Covid-19.

“Não fiquei choramingando. Eu chorei na pandemia,  , porque perdi grandes amigos”, disse, citando  alguns dos 109 mortos e prometendo um memorial para as vítimas.

“Eu estava peresente, com máscara e álcool em gel para defender a população. Estava na minha cidade trabalhando. Onde meu opositor estava eu não sei. Para ser prefeito precisa vivenciar e sentir os problemas”.

Defendeu ações na zona rural dizendo ter apoio do Movimento Sindical e prometeu a instalação de uma Patrulha Rural.

Sobre a feira livre, reafirmou que vai levá-la para o pátio no Bairro Borges.  “É preciso coragem para pensar a Afogados do futuro”.

Perguntado sobre a relação com Raquel Lyra e João Campos, disse que a relação institucional com a governadora não vai mudar e agradeceu os móveis para a Escola Dom Mota. “João Campos esteve no nosso evento da convenção. Já Raquel ainda não veio apoiar o outro candidato”.

Danilo perguntou a Sandrinho sobre o Índice de Gestão Municipal Áquila, e a quefa a no indicativo da educação,  de 70,43 em 2020, para 51,72 em 2023, deixabdo a cidade em 15º lugar no Pajeú. E no ideb dos anos iniciais, em décimo lugar na região e em relação a crianças alfabetizadas na idade certa, 16º ou penúltimo lugar no Pajeú. Sandrinho disse que alguns dados são equivocados e que seu governo agora está em quinto lugar no ranking dos anos iniciais. “Nos anos finais estávamos em 16º e agora estamos em 10º”.

Sobre equipe e a critica a secretarios há muito tempo em governos da Frente Popular, disse que havera mudança. “Não digo que pode, digo que vai mudar. já tenho pensado em alguns nomes adequados ao nosso modelo de gestão”.

Serra: Secretaria de Desenvolvimento Social abre vagas para profissionais na área de laticínios

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) de Serra Talhada está disponibilizando duas vagas para tecnólogos ou profissionais com experiência na área de laticínios, para atuarem no Programa Pernambuco no Batente, na qualificação de famílias para produção de queijos, em Bernardo Vieira e Água Branca (Loanda). É importante que o profissional detenha técnicas de fabricação […]

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A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) de Serra Talhada está disponibilizando duas vagas para tecnólogos ou profissionais com experiência na área de laticínios, para atuarem no Programa Pernambuco no Batente, na qualificação de famílias para produção de queijos, em Bernardo Vieira e Água Branca (Loanda).

É importante que o profissional detenha técnicas de fabricação de queijos diferenciados (tipo queijo condimentados e outros) para serem produzidos nestas comunidade.

“Temos que criar oportunidades, abrir mercados e por isso precisamos criar um diferencial, não basta fazer o queijo de coalho ou de manteiga, isso o pessoal do campo já sabe fazer, queremos levar a eles o conhecimento para fabricação de requeijão e queijos condimentados ou com outras texturas, para abrir um leque a mais e assim proporcionar uma melhoria na renda das famílias rurais”, declarou o secretário de Assistência Social, Josenildo André Barboza.

Segundo Sandro Rogério, coordenador de inclusão produtiva, o Programa Pernambuco no batente atua capacitando e qualificando as famílias e assim levando para elas uma melhor qualidade de vida.

“Atendemos atualmente 200 famílias no Programa, oferecemos a elas oficinas de Qualificação Social, sobre cidadania, cooperativismo, associativismo, segurança no Trabalho e igualdade de gêneros. Também oferecemos um modulo com aulas práticas e teóricas de Qualificação Profissional sobre bovino-cultura leiteira e Qualificação Produtiva, na fabricação de queijos”, disse Rogério.

Para as vagas que estão sendo disponibilizadas é necessário que o interessado tenha experiência para atuar como instrutor.

Os interessados podem enviar currículo diretamente pelo e-mail da Secretaria ([email protected], aos cuidados de Sandro Rogério, ou para o e-mail [email protected],  ou ainda, entregar presencialmente na sede da Secretaria, na Rua Comandante Superior (em frente ao posto Três Irmãos) das 8 às 12 e das 14 às 17 horas.

Os currículos devem serem entregues ou enviados a partir desta quarta-feira (26) até o próximo dia 06 de dezembro, currículos enviados após esta dada serão desconsiderados.  No dia 10 de dezembro a secretaria anunciará os classificados para entrevistas em data a ser definida.

Na Pajeú, João Campos diz que isenção de IPVA para motos rurais é viável. “Vai promover justiça social e tributária”

De volta ao Sertão para mais um giro pelo interior do estado, João Campos (PSB) reforçou, nesta terça-feira (30), a proposta de isentar motocicletas de trabalhadores rurais do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Segundo o pré-candidato a governador, respondendo a pergunta deste jornalista sobre a viabilidade da proposta,  outros estados do Nordeste […]

De volta ao Sertão para mais um giro pelo interior do estado, João Campos (PSB) reforçou, nesta terça-feira (30), a proposta de isentar motocicletas de trabalhadores rurais do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Segundo o pré-candidato a governador, respondendo a pergunta deste jornalista sobre a viabilidade da proposta,  outros estados do Nordeste já praticam a medida, que precisa valer também em Pernambuco “para garantir justiça social e tributária”.

O ex-prefeito do Recife também ressaltou que a proposta do programa Moto Rural, Moto Legal estará associada à gratuidade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para garantir regularização, emprego e renda a esse público.

“A gente ouviu muitos relatos de pessoas que estão tendo as suas motos apreendidas, a maior parte delas por incapacidade de pagar o IPVA. A gente fez uma primeira análise baseada em estados vizinhos de Pernambuco, que fazem esse mesmo mecanismo de isenção do IPVA. A gente não está falando de uma medida absurda, mas de uma medida que é 100% possível de ser feita. Como prefeito, implantei um programa de CNH popular na cidade do Recife. Eu tive essa experiência rodando no Recife e lá atrás meu pai, como governador, fez também no estado de Pernambuco. E a gente vai fazer uma nova edição, que é pensada para um momento onde o presidente Lula criou uma CNH social nacional”, detalhou, falando à Rádio Pajeú.

A proposta havia sido lançada durante a plenária do Chega Junto Pernambuco em Palmares, na Mata Sul, no fim de semana, e está sendo reforçada em mais uma etapa da pré-campanha no Sertão do Pajeú.

Em Afogados da Ingazeira, ao lado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), João Campos foi recebido pelo prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) e promoveu uma nova rodada do Anota Aí!, projeto de escuta popular realizado por meio de uma tribuna instalada em locais de grande circulação.

Também acompanharam a agenda o deputado federal Pedro Campos (PSB), o presidente estadual do PT, deputado Carlos Veras, a prefeita Márcia Conrado (Serra Talhada), os prefeitos Berg Gomes (Carnaíba) e Luciano Torres (Ingazeira), ex-prefeitos e outras lideranças da região. Ao longo de mais esse giro pelo Sertão do Pajeú, João Campos também passará por cidades como Solidão, Brejinho, Itapetim e São José do Egito.