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Entrada de Lula Cabral e saída de Diogo Morais é única mudança após recálculo do TRE

Por Nill Júnior

O TRE Pernambuco informou em nota que após a nova totalização dos votos das Eleições 2022 para deputado estadual, determinada pelo ministro do TSE Ricardo Lewandowiski e realizada nesta segunda-feira (19/12), passou a constar entre os eleitos ao cargo o candidato Luiz Cabral de Oliveira Filho, Lula Cabral.

Como primeiro suplente do PSB o candidato Diogo Moraes, que havia sido confirmado como eleito antes da decisão do TSE. Com a mudança, Lula Cabral será diplomado entre os eleitos na cerimônia marcada para a tarde desta segunda-feira.

O tribunal promoveu uma nova totalização em razão da decisão do ministro Ricardo Lewandowiski, que deferiu o registro de candidatura de Lula Cabral, modificando os termos do julgamento do TRE de setembro, que havia indeferido o registro.

Outras Notícias

Miguel Coelho cancela anúncio do Plano de Governo

O pré-candidato ao governo do estado Miguel Coelho cancelou a apresentação das diretrizes do Plano de Governo, que estava marcada para esta segunda-feira (30), no Recife. Segundo Miguel, a gravidade da situação exige que todos os esforços estejam voltados para socorrer e apoiar as vítimas da tragédia causada pelas chuvas que atingem o estado, sobretudo […]

O pré-candidato ao governo do estado Miguel Coelho cancelou a apresentação das diretrizes do Plano de Governo, que estava marcada para esta segunda-feira (30), no Recife.

Segundo Miguel, a gravidade da situação exige que todos os esforços estejam voltados para socorrer e apoiar as vítimas da tragédia causada pelas chuvas que atingem o estado, sobretudo a Região Metropolitana e a Mata, e preservar o maior número de vidas.

“O momento é de solidariedade, atenção e respeito às famílias que estão sofrendo com a perda de parentes e amigos ou que viram suas casas arrastadas pelas enxurradas e deslizamentos de terra nesta que é uma das maiores tragédias da história recente do Recife. As cenas de desespero das famílias durante os desmoronamentos e inundações são chocantes, e o nosso dever é somar esforços para atender e amparar as vítimas e preservar o maior número de vidas”, disse o pré-candidato do União Brasil.

Miguel defendeu a adoção de medidas emergenciais para evitar novos deslizamentos nas áreas de risco e o envolvimento de toda a sociedade numa grande campanha de solidariedade para a arrecadação de alimentos, roupas e produtos de higiene. “Neste momento de dor, Pernambuco dará um grande exemplo de empatia e solidariedade, oferecendo apoio e assistência às famílias desoladas por esta tragédia.”

O Blog e a História: se vivo,Waldecy Menezes faria 95 anos

Grande nome da história da radiodifusão sertaneja, o radialista Waldecy Xavier de Menezes teria completado 92 anos se estivesse vivo ontem, dia 22. Pernambucano de Nazaré da Mata, Waldecy veio a Afogados da Ingazeira a convite de Dom Mota Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano, por quem dizia ter uma dívida de gratidão. Antes, começava a emprestar […]

Grande nome da história da radiodifusão sertaneja, o radialista Waldecy Xavier de Menezes teria completado 92 anos se estivesse vivo ontem, dia 22.

Pernambucano de Nazaré da Mata, Waldecy veio a Afogados da Ingazeira a convite de Dom Mota Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano, por quem dizia ter uma dívida de gratidão. Antes, começava a emprestar seu talento à Rádio Clube de Pernambuco.

O advogado Milton Oliveira, com apoio do historiador Fernando Pires escreveram sobre sua história:

Na Rua Maciel Pinheiro, em Nazaré da Mata, Pernambuco, nasceu Waldecy Xavier de Menezes. Era uma quarta-feira de manhã ensolarada, aquele 22 de abril de 1928, quando se ouviu, pela primeira vez, o choro do menino que viria a ser um dos maiores nomes da comunicação radiofônica.

Waldecy teve uma infância de menino pobre. Estudou no Grupo Escolar Maciel Monteiro, em Nazaré da Mata. Ao voltar da escola, ia com os irmãos para um pequeno sítio de seu pai, próximo a cidade, ajudar no plantio de milho, feijão e batata-doce, produtos que completavam a alimentação da família.

Conheceu o padre Mota por essa época, de quem recebeu o convite para fazer parte da Cruzada Eucarística, tendo Waldecy Menezes permanecido algum tempo ajudando na igreja, inclusive como sacristão. Ao fundar o colégio em Nazaré da Mata, o padre Mota levou Waldecy Menezes para estudar lá, dando-lhe ensino gratuito, além de todos os livros escolares.

Tempos depois, já rapaz, Waldecy Menezes deixou a terra natal e foi para o Recife tentar a sorte. Conseguiu emprego de bilheteiro no Cinema Glória, localizado no pátio do Mercado São José, no bairro do mesmo nome. Depois foi promovido a gerente. Por lá passou quase dois anos, depois decidiu retornar à terra natal.

Em Nazaré da Mata, manteve contato com a Companhia de Teatro Oden Soares, que se apresentava na cidade. Contra a vontade do pai, seguiu em caravana com esses atores mambembes. Portanto, era rapaz quando, pela primeira vez, subiu no palco para representar. Antes, no tempo que estudou no colégio das freiras, em Nazaré da Mata, havia participado de uma peça teatral, onde fez o papel de São Tarcísio.

Em Senador Pompeu, no Ceará, o dono da Companhia de Teatro teve de abandonar o grupo, por questão de saúde na família. Dois meses depois, quando a Companhia chegou a Quixadá (CE), a cidade estava em plena campanha política e não houve oportunidade para os atores encenarem as peças do repertório, de modo que, sem trabalho, eles chegaram a passar fome. Entretanto, quando a cidade tomou conhecimento do drama que atormentava os componentes da Companhia de Teatro, socorreu-os com dinheiro e gêneros alimentícios. Dali eles seguiram para outras praças, onde se apresentaram com sucesso.

Ao chegar à cidade de Campina Grande, na Paraíba, a Companhia de Teatro foi desfeita e Waldecy Menezes foi para o Recife. Fez teste na Rádio Clube de Pernambuco (PRA-8) e em 7 de janeiro de 1951, às 18 horas, pela primeira vez utilizou um microfone profissional, na radionovela “Santa Cecília”, onde fez o papel de um cego, pronunciando uma única frase: “Patroa, o jantar está na mesa. ”

Em 1º de janeiro de 1954 Waldecy Menezes foi para Belém, no Pará, ajudar na instalação da Rádio Marajoara, que foi ao ar no dia 26 de janeiro deste mesmo ano. No seu retorno ao Recife, passou a trabalhar na Rádio Clube de Pernambuco. Trabalhou, também, na Rádio Tamandaré. Mas foi na Rádio Clube que ele teve maior projeção, inclusive chegou a trabalhar com Chico Anysio, Fernando Castelão, J. Austragésilo e outros monstros da comunicação.

Em 1959, o então bispo de Afogados da Ingazeira, Dom João José da Mota e Albuquerque – o ex-professor padre Mota -, seu amigo, procurou o radialista e o convidou para administrar a Rádio Pajeú de Educação Popular que estava sendo instalada naquela cidade.

Em 26 de setembro de 1959, ao final da tarde daquele sábado, Waldecy Xavier de Menezes desceu do trem, pisando, assim, pela primeira vez, o solo de Afogados da Ingazeira, cidade que o acolheu como filho e por ele foi amada de forma invulgar. Da estação Waldecy Menezes seguiu num carro de praça (Ford 29, dirigido por Carlos Brito) em direção ao Grande Hotel, onde ficou hospedado alguns meses. Depois se mudou para o Palácio Episcopal, residindo, durante muito tempo, na companhia do bispo.

No dia 4 de outubro de 1959 foi inaugurada a Rádio Pajeú. “Luzes da Ribalta” foi a primeira música a ir ao ar. Waldecy trazia um rádio de pilha na mão, quando entrou no Cine São José à procura do bispo, que ali estava inspecionando o trabalho dos pedreiros. Tinha um sorriso nos lábios e foi logo dizendo: “Dom Mota, sua emissora está no ar.”

Em maio de 1961, Dom Mota foi assumir a diocese de Sobral, no Ceará. Waldecy Menezes teve, então, de deixar o Palácio Episcopal, indo residir na casa do Sr. Manoel de Sá Maranhão, mais conhecido como Deda Capitão, que abriu as portas de seu lar para o radialista, atendendo a um pedido de Dom Mota.

Quase seis anos depois, Waldecy Menezes deixou essa família e o lar que o acolheu, para se casar, em 6 de dezembro de 1966, com a professora Ivanise Pereira de Menezes, com quem teve os filhos: Alexandre Magno, Aline Márcia, Adriana Flávia e Ana Patrícia.

Antes de deixar a diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Mota pediu a Waldecy Menezes que permanecesse na Rádio Pajeú enquanto fosse possível. E o radialista só a deixou ao morrer. Ao ser indagado, numa entrevista, se teria condições de atender o pedido do bispo, Waldecy Menezes respondeu: “Mesmo que eu não tenha mais condições de trabalhar, mesmo aposentado, todos os dias terei de ir à Rádio Pajeú, ao menos para vê-la, a não ser que esteja hospitalizado. Estou, e estarei na Rádio Pajeú até o fim dos meus dias.”

Professor brilhante, proficiente, de oratória invulgar e bela, Waldecy Xavier de Menezes foi o que de melhor pode prover o ensino médio, no Vale do Pajeú, no tocante ao mister de lente, na cadeira de História. Ao tempo em que exercia o magistério, Waldecy Menezes fez Licenciatura na Faculdade de Formação de Professores, na cidade de Arcoverde (PE).

Homem católico e muito inteligente.

Apresentou inúmeros programas de auditório no palco do Cine São José. No período de inverno, o programa acontecia à noite, na sexta-feira, e chamava-se “Festa na Roça”, sendo auxiliado, durante algum tempo, pela professora Maria do Carmo (Carminha da Estação), que, ao lado dele, formava o casal de matuto.

Nas demais épocas, o programa era na manhã do domingo, e tinha, agora, o nome de “Domingo Alegre”.

Os jovens cantores locais, Antônio Xavier, Assis de Floriano, Eduardo Rodrigues, Lindaura Siqueira, José Martins, Maria da Paz, Júlio Góes, Oscarzinho, Geraldo Valdevino, Milton Freitas, Luciana Arcoverde (Lulita) e tantos outros, tinham no programa, espaço para exibirem o talento artístico, como Maria da Paz, em memória.

Waldecy Menezes também trouxe para seus programas, artistas renomados, como Genival Lacerda, Hélio Lacerda (Lacerdinha), Luiz Gonzaga, Coronel Ludugero, Waldik Soriano, Alcides Gerardi, José Augusto, Adilson Ramos e outros mais. Infelizmente, por falta de patrocínio, tanto o “Festa na Roça” como o “Domingo Alegre” tiveram de ser interrompidos.

Como bom ator que era (já havia trabalhado no filme “Canto do Mar”, de Roberto Cavalcante, onde teve como companheira a atriz Aurora Duarte), Waldecy Menezes fez muito sucesso por onde passou, especialmente ao declamar poesias belíssimas, sendo a mais requisitada, justamente pelo seu impacto emocional, o monólogo “Perfil de Hospício”, de Alberico Bruno:

“Num recanto de hospício, / Eu contemplava ali um mundo de sofrimento. / Em cada cela havia um mundo diferente. / A um canto / Uns falavam, outros sorriam…”

Nos últimos anos de vida, Waldecy ficou praticamente cego. Não conseguiu juntar dinheiro suficiente para impedir o avanço da catarata. Logo, porém, recebeu ajuda, e pôde finalmente trocar o cristalino ocular, recuperando a visão. Enquanto esteve com essa deficiência, contou os passos que dava de casa à Rádio, mas não quebrou a promessa feita ao seu velho amigo Dom Mota.

Waldecy Xavier de Menezes faleceu no dia 4 de dezembro de 1989, aos 61 anos de idade, no Hospital Miguel Calmon, em Casa Amarela, na cidade do Recife, sendo sepultado em Afogados da Ingazeira. Seu féretro foi acompanhado por milhares de amigos e fervorosos admiradores.

Escreveu o jornalista Magno Martins por ocasião dos 50 anos da emissora:

Meu ídolo era o ídolo de todos os pajeuzeiros daquela época: Waldecy Xavier de Menezes, radialista, professor poliglota, poeta, escritor, enfim, uma figura encantadora, sedutora e apaixonante. Waldecy era o nosso Sílvio Santos, também.

Sim, porque ele criou, por muitos anos, com a sapiência e o talento que Deus lhe deu, o “Domingo alegre”, programa de auditório transmitido ao vivo pela Rádio Pajeú, sempre aos domingos, que fazia a alegria de todos nós, que vivíamos naquele mundo feliz, sem televisão, sem jornal, muitas vezes até sem energia, ilhados do mundo.

O “domingo alegre”, no auditório do velho e saudoso Cine São José, revelou talentos musicais, poetas, cantadores, entre tantos, Maria da Paz, a nossa Paizinha, que tanto sucesso faz no sul – maravilha.

Emissora pioneira no Sertão, graças aos caprichos e a obstinação de Dom Mota, a Pajeú serviu de laboratório para grandes nomes: Dinamérico Lopes, Ulisses Lima, Abílio Barbosa, José Tenório, Padre Assis, Barnabé, Toinho Xavier, Fernando Moraes, Roberval Medeiros, Miguel Alcântara, Naldinho Rodrigues, Antônio Medeiros, Juraci Torres, Luciete Martins, Rogério Oliveira, Marcone Edson, Fernando Pessoa, Wanderley Galdino, Carlos Pessoa e tantos outros que me fogem à memória.

Mas a trajetória de Waldecy, nascido na cidade de Nazaré da Mata e descoberto por Dom Mota, se confunde com os 50 anos da Rádio Pajeú. Tive a honra de ser aluno dele cursando o segundo grau em Afogados da Ingazeira. Suas aulas eram indescritíveis. Professor de História e Ciências Sociais, além de inglês, não recorria a um só livro como referência didática. Estava tudo armazenado na sua memória. Aliás, aquilo não era uma memória, mas um computador.

Waldecy, que é irmão do famoso maestro José Menezes, era um intelectual refinado, boêmio, apreciador de serestas em noites enluaradas do sertão, um apaixonado pelo sertão e sua gente simples. Quanto ele faz falta!

Emoção na gravação dos filmes da Paixão de Cristo em Pernambuco

As gravações dos filmes de divulgação da temporada 2019 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Pernambuco, terminaram na madrugada deste domingo (9). As últimas gravações foram feitas com os atores Ricardo Tozzi (Herodes) e Juliano Cazarré (Jesus). Além deles, estiveram nos palcos da cidade-teatro os artistas do elenco principal Priscila Fantin (Maria), Gabriel […]

As gravações dos filmes de divulgação da temporada 2019 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Pernambuco, terminaram na madrugada deste domingo (9). As últimas gravações foram feitas com os atores Ricardo Tozzi (Herodes) e Juliano Cazarré (Jesus).

Além deles, estiveram nos palcos da cidade-teatro os artistas do elenco principal Priscila Fantin (Maria), Gabriel Braga Nunes (Pilatos), Bruno Lopes (Apóstolo João) e as atrizes pernambucanas Nínive Caldas (Madalena) e Rafaella Carvalho (Herodíades). O espetáculo será realizado de 13 a 20 de abril.

Ao longo da semana, as cenas foram produzidas nos diversos palcos da Nova Jerusalém e foram marcadas por muita emoção. Os artistas, que ficaram hospedados na Pousada da Paixão, dentro da cidade-teatro, se mostraram muito felizes com o convite para fazer parte da encenação que já foi assistida por mais de 3 milhões de pessoas.

Para Juliano Cazarré, a participação na Paixão de Cristo será um marco em sua carreira. “É o maior papel que eu vou interpretar na minha vida. A figura de Jesus me inspira muito. Fazer esse papel era um sonho mesmo e está se tornando realidade’, afirmou Juliano Cazarré, que fica em Nova Jerusalém até este domingo, dia 9.

Fazendo o papel principal, Cazarré entrou em cena todos os dias sempre consciente do desafio que tem pela frente. “Estou estudando o texto da peça, a Bíblia e outros livros relacionados a Jesus. Espero receber essa missão, de trazer algo que é maior do que eu. Eu só quero dizer: ‘Jesus, vem, e faz o que o Senhor quiser. Eu quero ser teu instrumento'”, disse.

Priscila Fantin também expressou sua satisfação pela oportunidade de fazer Maria. “Eu estou muito honrada de estar interpretando uma personagem tão famosa. Sei que o público aqui chega a milhares de pessoas e eu nunca pensei em me apresentar para um público tão grande. Estou bem ansiosa”, destacou a atriz.

“Recebi o convite com imensa alegria. Desde que comecei a carreira, há 25 anos, ouvia falar da encenação e tive as melhores referências. Algumas vezes conversamos sobre essa possiblidade, mas estava sempre fazendo novela e nunca tinha agenda. Era um desejo que eu tinha há muito tempo”, revelou Gabriel Braga Nunes.

Outro que falou da emoção de participar da encenação foi Ricardo Tozzi. “Eu acho que esse é um espetáculo no qual a gente coloca todo o amor porque estamos falando de Deus, da nossa história. Eu sou muito espiritualizado. É uma honra, um sonho. Estou muito ansioso”, disse o ator.

Bruno Lopes, por sua vez, confessa que foi impactado logo ao chegar em Nova Jerusalém. “Desde quando entramos na Pousada, sentimos um vuco-vuco aqui dentro e ficamos sentindo a atmosfera. É uma sensação única de estar aqui”, afirma.

A pernambucana Nínive Caldas, que já viveu vários personagens na Paixão de Cristo, retorna agora para fazer o seu papel de maior destaque na encenação. “Essa personagem tem um elo muito forte. E ela representa a força feminina, o sagrado feminino. Estou muito feliz, foi um grande presente. Quero entregar um lindo trabalho para os pernambucanos”, disse.

Além dos artistas convidados, o elenco é formado também por mais de 50 atores e atrizes pernambucanos, entre os quais se destacam Ricardo Mourão (Caifás), Júlio Rocha (Pedro) e José Barbosa (Judas) e muitos outros. A encenação conta com a direção artística dos pernambucanos Carlos Reis e Lúcio Lombardi, que desde 1997 conduzem a montagem do espetáculo. A produção executiva e a coordenação geral estão a cargo de Robinson Pacheco, filho de Plínio Pacheco, idealizador e construtor da cidade teatro de Nova Jerusalém.

Para assessores de Temer, preço da gasolina deve ser determinado mensalmente

Valdo Cruz – G1 Depois de o diesel passar a ter reajustes mensais, a avaliação dentro do governo Temer, com certa concordância da própria Petrobras, é que o preço da gasolina também deve ser determinado a cada mês e não variar quase que diariamente. Para assessores do presidente Temer, o reajuste diário ficou “insustentável” num ambiente […]

Valdo Cruz – G1

Depois de o diesel passar a ter reajustes mensais, a avaliação dentro do governo Temer, com certa concordância da própria Petrobras, é que o preço da gasolina também deve ser determinado a cada mês e não variar quase que diariamente.

Para assessores do presidente Temer, o reajuste diário ficou “insustentável” num ambiente de turbulências no mercado financeiro por causa da instabilidade nos cenários externo e interno.

A própria Petrobras, que criou a regra de ajustes diários, já estaria também convencida de que o sistema terá de sofrer modificações, desde que sejam preservados os princípios de repassar custos com base na variação do petróleo e do dólar.

Nesta segunda-feira (04), havia previsão de uma reunião para tratar do assunto, mas a nova orientação é discutir o tema sem gerar turbulências e a mensagem de interferência política na Petrobras. A ideia é criar um colchão tributário para amortecer aumentos elevados no preço da gasolina diante de altas expressivas do barril do petróleo e do dólar.

Seria algo semelhante ao que foi feito para o diesel, só que, no caso deste combustível, a maior parte da conta será bancada com subsídio. O problema para a gasolina, neste momento, é a falta de espaço fiscal para criação de um colchão tributário.

Uma das propostas que serão discutidas é usar a geração de novas receitas para bancar o colchão. O que pode ser feito com recursos de leilões do petróleo do pré-sal, que devem ser feitos a partir do acordo da cessão onerosa com a Petrobras.

Na época da capitalização da empresa, no governo petista, a estatal ganhou campos do pré-sal para explorar em troca de ações entregues à União. Só que essas reservas se mostraram bem maiores do que o previsto. Uma parte será devolvida à União, que vai leiloá-la. Especialistas apontam que o governo pode arrecadar no mínimo R$ 50 bilhões com esses leilões.

O fim do reajuste diário de preço dos combustíveis começa a ganhar adesão até no mercado financeiro e entre economistas, o que deve facilitar as discussões sem grandes prejuízos para a Petrobras.

O ex-presidente da estatal Pedro Parente, ao deixar o cargo na semana passada, sabia que essa discussão seria colocada na ordem do dia e resolveu sair exatamente para facilitá-la. O Pedro Parente, criador da regra, percebeu que ela teria de ser modificada e avaliou que sua saída seria a melhor solução para isso.

A mudança na peridiocidade do aumento da gasolina seria uma solução a ser adotada a médio prazo, porque é preciso encontrar uma equação para evitar prejuízos à estatal.

No curto prazo, o governo espera que os donos de postos reduzam o preço da gasolina, que teve altas seguidas diante da escassez do produto diante da greve dos caminhoneiros.

No período de 15 dias, por sinal, o preço da gasolina teve uma queda na refinaria de 2,7%, mas o preço subiu para o consumidor por causa da paralisação dos caminhões.

Principal defensor da criação do colchão tributário dentro do governo, para evitar reajustes diários da gasolina, o ministro Moreira Franco (Minas e Energia) diz que tudo será feito preservando a Petrobras.

Antonio Marinho assume Direção Nacional de Cultura no governo Lula

O poeta Antonio Marinho aproveitou a abertura da Festa de Louro do Pajeú,  em São José do Egito,  que ocupará uma função no governo Lula. O poeta chegou depois de uma viagem cansativa.  No domingo,  esteve declamando para Lula, Janja, Alckmin e Lu Alckmin no Festival do Futuro,  na posse de Lula, em Brasília. “Margareth […]

O poeta Antonio Marinho aproveitou a abertura da Festa de Louro do Pajeú,  em São José do Egito,  que ocupará uma função no governo Lula.

O poeta chegou depois de uma viagem cansativa.  No domingo,  esteve declamando para Lula, Janja, Alckmin e Lu Alckmin no Festival do Futuro,  na posse de Lula, em Brasília.

“Margareth Menezes me convidou pra ser Diretor Nacional de Cultura Popular do MinC”, revelou.

Ele dedicou a indicação à esposa Renata, ao filho Zé Antonio e a mãe, Bia Marinho.

“Ainda estou meio que professando ainda. Mas ela não me chamou, ela chamou a gente. Então não tenho direito de dizer não se o não não é só meu. Então, a partir de hoje estamos com essa missão”.

Festa pra Louro, Helena, Otacílio e Cal: o evento lembra em 2023, os 108 anos de Louro do Pajeú, os 100 anos de Helena Marinho e de Otacílio Batista.

Também vai homenagear o cantor e filho de Louro, Val Patriota, que faleceu no final de 2022.