Cleide Ferreira tem contas de gestão referentes a 2010 julgadas regulares
Por Nill Júnior
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco julgou regular a prestação de contas de gestor da prefeitura de Sertânia referente ao exercício de 2010, processo TCE n° 1170151-1.
A gestora era a ex-prefeita Lucicleide Xavier Ferreira dos Santos, Cleide Ferreira, do PSB. O voto do relator, o conselheiro substituto Luiz Arcoverde Filho, de aprovação com ressalvas, foi aprovado por unanimidade.
Cleide Ferreira é esposa do atual gestor Ângelo Ferreira e geriu Sertânia entre 2009 e 2012. Em 2008, bateu Sinval Siqueira com 9.181 votos, contra 8.224 do então candidato do PR.
Marconi Santana (PSB), prefeito da cidade de Flores, sertão do Pajeú, questionou o governo do estado de Pernambuco na Vilabela FM nesta quinta-feira (01.07), em entrevista ao comunicador Francys Maia, sobre o não envio de doses da vacina Janssen para Flores. Em entrevista à Francys Maya no Frequência Democrática, Marconi disse que fez uma apelo […]
Marconi Santana (PSB), prefeito da cidade de Flores, sertão do Pajeú, questionou o governo do estado de Pernambuco na Vilabela FM nesta quinta-feira (01.07), em entrevista ao comunicador Francys Maia, sobre o não envio de doses da vacina Janssen para Flores.
Em entrevista à Francys Maya no Frequência Democrática, Marconi disse que fez uma apelo ao Governador Paulo Câmara, do seu partido PSB, para que Flores seja comtemplada com vacinas que devem chegam entre esta e a próxima semana.
“A gente oficiou ao governador do estado, colocamos o nosso apelo para que essa Jassen (vacina contra Covid-19 da fabricante Janssen), que vai chegar esta semana ou na próxima semana seja dividida pra os municípios todos de Pernambuco”, informou Marconi.
O prefeito criticou o fato das vacinas terem sido enviadas apenas para duas cidades do Pajeú, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, e enalteceu o trabalho que tem sido realizado para combater a Covid-19.
“A população de Serra é pernambucana igual à (população) de Flores, a de Afogados é pernambucana igual a de Flores. A gente vem mantendo o trabalho árduo, desinfeção de ruas, distanciamento social, de tudo… mas, porque vacina pra uns e outros, não?”, questionou o prefeito.
Serra Talhada recebeu 3.365 doses da vacina Janssen. Já Afogados da Ingazeira recebeu 1.800 doses.
A Secretaria de Saúde de Riacho das Almas anunciou neste sábado (16), a confirmação de mais dois casos de Covid-19 no município. São duas mulheres, uma de 38 e a outra de 44 anos. Ambas estão em isolamento domiciliar, apresentam sintomas leves e o estado de saúde é considerado bom. Ao todo, Riacho das Almas […]
A Secretaria de Saúde de Riacho das Almas anunciou neste sábado (16), a confirmação de mais dois casos de Covid-19 no município.
São duas mulheres, uma de 38 e a outra de 44 anos. Ambas estão em isolamento domiciliar, apresentam sintomas leves e o estado de saúde é considerado bom.
Ao todo, Riacho das Almas tem agora quatro casos confirmados de infecção por coronavírus. Outros três casos estão em investigação, e nove pacientes tiveram diagnóstico descartado para a doença.
Na cidade, informação de que mortes se deram por Covid ganharam repercussão A Prefeitura Municipal de Arcoverde, por meio da Secretaria de Saúde, esclarece nesta terça-feira, 1° de dezembro, que os testes da Covid-19 realizados através de swab, nas duas pacientes que vieram a óbito na última semana, ainda não estão com os seus respectivos resultados. […]
Na cidade, informação de que mortes se deram por Covid ganharam repercussão
A Prefeitura Municipal de Arcoverde, por meio da Secretaria de Saúde, esclarece nesta terça-feira, 1° de dezembro, que os testes da Covid-19 realizados através de swab, nas duas pacientes que vieram a óbito na última semana, ainda não estão com os seus respectivos resultados.
A paciente Jeane Tenório teve a testagem feita somente após o seu falecimento. O mesmo caso ocorreu com a paciente Maria do Livramento Cavalcanti Siqueira.
O órgão municipal esclarece ainda que as testagens feitas por swab levam determinado período para terem os seus resultados devidamente comprovados pelos laboratórios responsáveis. Por este motivo, nos dados oficiais do município divulgados diariamente, através do Boletim da Covid-19, ainda não constam os dois últimos casos de óbitos computados, referentes às pacientes acima descritas.
A Secretaria de Saúde de Arcoverde ressalta que está seguindo rigorosamente, desde o início da pandemia, todos os procedimentos exigidos para que a divulgação dos dados oficiais, tanto de óbitos, como de casos confirmados, seja efetivada somente a comprovação dos exames realizados.
Por Emídio Vasconcelos* De tempos em tempos, tem-se visto o prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Coimbra, usar diversificados meios de comunicação para transmitir a mensagem que a crise pela qual passa o país é acentuada em relação aos Municípios. Sempre que tem oportunidade, o senhor prefeito critica a instituição ou […]
De tempos em tempos, tem-se visto o prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Coimbra, usar diversificados meios de comunicação para transmitir a mensagem que a crise pela qual passa o país é acentuada em relação aos Municípios.
Sempre que tem oportunidade, o senhor prefeito critica a instituição ou execução de programas federais na área social em que os Municípios teem como obrigação uma contraprestação, o que tem gerado a inviabilidade das Administrações municipais de manter a qualidade de prestação dos serviços públicos, cogitando, inclusive, a possibilidade de demissões em massa.
Não somente na condição de opositor, mas também e principalmente como cidadão, tenho feito apontamentos de forma crítica na busca de enfrentar tais problemas. Correndo o risco de ser repetitivo, volto a afirmar: o problema não reside apenas na falta de recursos, mas na sua má gestão. Há inversão de prioridades com o consequente gasto exorbitante em áreas não essenciais.
Prova dessa má gestão é a terceirização indiscriminada de serviços públicos, que eleva demasiadamente os gastos com determinado serviço, demonstrando claramente a irresponsabilidade no trato com a coisa pública.
Observa-se que em Afogados da Ingazeira, o gestor optou por terceirizar a coleta de lixo, locando o veículo compactador, conforme *contrato 057/2013 e sexto termo aditivo* com a empresa BPM Serviços Ltda a um elevado custo, quando poderia baratear essa despesa se tivesse comprado o veículo.
Em janeiro de 2016 foi firmado contrato de locação no valor de R$ 10.383,37, mensais. Assim, desde a dita contratação, no início de 2016, esse contrato de locação custou quase 260 mil reais aos contribuintes afogadenses.
Numa pesquisa feita na internet o mesmo veículo pode ser encontrado pelo valor médio de R$ 110 mil reais, ou seja, o valor gasto com a locação já seria suficiente para comprar 2 veículos.
Pelo exposto, volto a indagar, a quem interessa esse tipo de contratação? Certamente não aos munícipes afogadenses, que suporta elevada carga tributária e recebe um serviço precário e caro.
Por isso a afirmação que o lixo de muitos em Afogados garante o luxo de poucos.
*Emídio Vasconcelos é petista e foi candidato às eleições de 2016. A opinião é de responsabilidade do autor
Por Paraíba 2.0 Com apenas 35 anos de idade, Hugo Motta ostenta uma trajetória política que, à primeira vista, poderia parecer impressionante: eleito deputado federal aos 21 anos, reeleito sucessivas vezes, hoje ocupa posição de destaque no Congresso Nacional. Mas a realidade é menos meritocrática e mais feudal: sua ascensão precoce jamais foi fruto de […]
Com apenas 35 anos de idade, Hugo Motta ostenta uma trajetória política que, à primeira vista, poderia parecer impressionante: eleito deputado federal aos 21 anos, reeleito sucessivas vezes, hoje ocupa posição de destaque no Congresso Nacional. Mas a realidade é menos meritocrática e mais feudal: sua ascensão precoce jamais foi fruto de talento, esforço ou compromisso com o interesse público. Foi herança. Herança do velho coronelismo que ainda resiste nas franjas da República.
Hugo é herdeiro direto de um clã político que domina a cidade de Patos, no sertão paraibano, desde meados do século passado. Seu avô foi prefeito. Sua avó também. Tios, primos e o pai, Nabor Wanderley, igualmente passaram pelo comando do município. A máquina pública local, historicamente loteada, funciona como trampolim eleitoral e aparato de perpetuação no poder.
Não bastasse o histórico do grupo familiar, o próprio pai de Hugo responde a processos por corrupção. O modus operandi do clã sempre foi a captura do Estado para fins patrimonialistas. E agora, Hugo tenta exportar essa lógica para o plano federal.
Em Brasília, o deputado converteu-se em operador político de primeira ordem. Nas últimas semanas, não hesitou em chantagear o governo federal, ameaçando travar votações importantes em nome de interesses paroquiais e fisiológicos. Exige cargos, verbas e favores — não como representante do povo, mas como testa-de-ferro de um sistema arcaico que confunde poder público com negócio de família.
É exatamente esse tipo de figura que desfigura a democracia brasileira e submete a nação a um eterno refém dos acordos de bastidor. O país não pode mais tolerar que políticos forjados na lógica do curral eleitoral se apresentem como líderes nacionais. É inaceitável que um jovem cuja única experiência profissional foi nascer dentro de um império familiar de poder se apresente como árbitro dos destinos da República.
A crise de representatividade que assola o Brasil se explica, em parte, por aberrações como essa. Quando coronéis do sertão, travestidos de parlamentares modernos, tentam ditar os rumos da política nacional por meio de chantagens e ameaças, é dever da sociedade reagir.
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