Entrada de Lula Cabral e saída de Diogo Morais é única mudança após recálculo do TRE
Por Nill Júnior
O TRE Pernambuco informou em nota que após a nova totalização dos votos das Eleições 2022 para deputado estadual, determinada pelo ministro do TSE Ricardo Lewandowiski e realizada nesta segunda-feira (19/12), passou a constar entre os eleitos ao cargo o candidato Luiz Cabral de Oliveira Filho, Lula Cabral.
Como primeiro suplente do PSB o candidato Diogo Moraes, que havia sido confirmado como eleito antes da decisão do TSE. Com a mudança, Lula Cabral será diplomado entre os eleitos na cerimônia marcada para a tarde desta segunda-feira.
O tribunal promoveu uma nova totalização em razão da decisão do ministro Ricardo Lewandowiski, que deferiu o registro de candidatura de Lula Cabral, modificando os termos do julgamento do TRE de setembro, que havia indeferido o registro.
Blog do Magno Após novos apoios celebrados em Cupira e Araripina, no fim de semana, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, garantiu mais um reforço ao seu projeto. Hoje, a prefeita de Jupi, Rivanda Freire, filiada ao PSD – partido da governadora Raquel Lyra, anunciou a união junto ao gestor […]
Após novos apoios celebrados em Cupira e Araripina, no fim de semana, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, garantiu mais um reforço ao seu projeto.
Hoje, a prefeita de Jupi, Rivanda Freire, filiada ao PSD – partido da governadora Raquel Lyra, anunciou a união junto ao gestor do Recife.
“É muito bom saber que podemos contar com a prefeita Rivanda para a construção de parcerias importantes com foco em nossas cidades e regiões. Pernambuco precisa disso, da criação de pontes entre suas lideranças em prol de um desenvolvimento e progresso que interessam a todas e todos. Seja bem-vinda ao nosso grupo, Rivanda. Esse projeto é coletivo e só tem a ganhar com a sua chegada. Vamos juntos”, afirmou o prefeito em suas redes sociais.
A prefeita governa uma cidade estratégica da região (Agreste Meridional). O encontro também contou com a participação do deputado federal Felipe Carreras.
Do blog de Jamildo O vereador Fred Ferreira, do PSC, acaba de ser escolhido pelo grupo de Oposição para o posto de vice na chapa majoritária. O martelo foi batido em uma reunião agora à noite. O PSC abandonou o palanque de Paulo Câmara, depois de tentar negociar espaço na majoritária, com uma das vagas […]
O vereador Fred Ferreira, do PSC, acaba de ser escolhido pelo grupo de Oposição para o posto de vice na chapa majoritária. O martelo foi batido em uma reunião agora à noite. O PSC abandonou o palanque de Paulo Câmara, depois de tentar negociar espaço na majoritária, com uma das vagas ao Senado.
O nome do vereador será anunciado oficialmente neste sábado, quando a frente de oposição “Pernambuco Vai Mudar” realiza a convenção que vai sacramentar o nome do senador do PTB Armando Monteiro como candidato ao governo e dos deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) como postulantes às duas vagas no Senado.
A convenção será realizada no Classic Hall, em Olinda, a partir das 9h.
Fred Ferreira é formado em Administração de Empresas e se engajou na política ao coordenar as três últimas campanhas eleitorais dos cunhados André Ferreira (deputado estadual, mas que foi vereador do Recife por três mandatos) e Anderson Ferreira (atualmente prefeito de Jaboatão dos Guararapes, mas que antes exerceu dois mandatos de deputado federal).
“O sobrenome “Ferreira” foi incorporado porque esta família tem feito política de forma diferenciada e Fred faz parte dela”, explica, a seu modo, em sua página na Câmara Municipal.
O vereador tem 39 anos, nasceu no Recife, é casado com Alessandra Ferreira e pai de duas filhas.
Priscila Krause
O outro nome que estava na disputa era a deputada estadual Priscila Krause, do Democratas. No entanto, a parlamentar resistia ao desafio, buscando uma reeleição na Alepe. Nos bastidores, o que se dizia era que a parlamentar achava o risco elevado, diante da necessidade de abrir mão da atividade parlamentar. Além disto, a família também não apoiava a mudança, apenas para se contrapor à pré-candidata do PT no Recife.
O nome esteve mais em alta quando a vereadora Marília Arraes apresentava-se como pré-candidata pelo PT, antes de ser rifada por Lula, em um acordo com Paulo Câmara.
Ao todo, 12 partidos dão sustentação à frente: PTB, DEM, PSDB, PRB, Podemos, PSC, PPS, PSDC, PV, PSL, PHS e PRTB – os últimos quatro integram a chapa proporcional “Avança Pernambuco”. Eles se gabam de ser a maior frente de oposição de toda a história de Pernambuco.
Além de Mendonça Filho, mais quatro ex-governadores de Pernambuco se juntaram para dar suporte à chapa majoritária oficializada neste sábado: Roberto Magalhães (DEM), Joaquim Francisco (PSDB), Gustavo Krause (DEM) e João Lyra (PSDB). Outro aliado que está com a frente de oposição desde o início é o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).
Paulo Câmara
No próximo domingo (05/08), o Partido Socialista Brasileiro em Pernambuco (PSB-PE) homologará a pré-candidatura à reeleição do governador Paulo Câmara, durante convenção estadual, que ocorre das 10h às 17h em seu horário regimental, no Clube Internacional, no Recife. O horário previsto para chegada de Paulo Câmara, acompanhado da chapa majoritária, é às 13h, quando terá início o ato político.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) formou maioria para cassar o mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL). Em sessão realizada nesta sexta-feira (13), o desembargador José Antonio Encinas Manfré, relator do caso, fez a leitura do voto durante o julgamento de uma ação proposta pela deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL) e pediu […]
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) formou maioria para cassar o mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL).
Em sessão realizada nesta sexta-feira (13), o desembargador José Antonio Encinas Manfré, relator do caso, fez a leitura do voto durante o julgamento de uma ação proposta pela deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL) e pediu a cassação do diploma de Zambelli. Também votou por torná-la inelegível por oito anos por considerar que houve prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
O presidente do TRE-SP, desembargador Silmar Fernandes, e os juízes Cotrim Guimarães e Claudio Langroiva acompanharam o relator, concordando que a deputada do PL divulgou informações inverídicas sobre o processo eleitoral de 2022.
A juíza Maria Cláudia Bedotti, no entanto, pediu vistas, e o julgamento foi suspenso, devendo ser retomado apenas depois do recesso do Judiciário, em 2025. Além de Bedotti, faltam votar os juízes Régis de Castilho e Rogério Cury. Caberá recurso depois que o julgamento for finalizado.
“Não é demasiado se reconhecer que as condutas da representada alcançaram repercussão e gravidade aptas a influenciar na vontade livre e consciente do eleitor e em prejuízo da isonomia da disputa eleitoral. Portanto, realidades justificadoras da cassação do diploma de deputada federal e da declaração de inelegibilidade, sanções a ela impostas por prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação”, disse o relator em seu voto.
Ele também ressaltou que a deputada não fez “mera transposição de notícias” ao publicar desinformação eleitoral em suas redes sociais, mas que Zambelli agiu com “abuso da liberdade de expressão e ato de evidente má-fé”.
Em nota, Zambelli afirmou que “nada mudou” e que “por enquanto, a maioria está formada, no sentido da minha cassação. Mas isso ainda pode ser revertido, com o pedido de vista que foi feito”.
“É interessante a coincidência desse julgamento ocorrer em uma plena sexta-feira 13, data é conhecida pela perseguição aos cristão templários ordenada pelo rei francês Filipe IV. É imperioso que se diga que, caso o meu mandato seja cassado, quem assumirá a minha cadeira na Casa do Povo, é um membro do PSOL”, finalizou. As informações são do g1.
Caro Nill Júnior, Ao retornar do feriado de Carnaval, me deparei com uma matéria de ‘punho’ do prefeito Deva Pessoa, em vosso blog, que dentre as colocações, passo a destacar e responder, pessoalmente: 1 – O vice governador Raul Henry sempre foi e será um verdadeiro gentleman e sempre dispensa a atenção, inclusive a quem não o reconhece como […]
Ao retornar do feriado de Carnaval, me deparei com uma matéria de ‘punho’ do prefeito Deva Pessoa, em vosso blog, que dentre as colocações, passo a destacar e responder, pessoalmente:
1 – O vice governador Raul Henry sempre foi e será um verdadeiro gentleman e sempre dispensa a atenção, inclusive a quem não o reconhece como um dos políticos mais competentes e agregador. Mesmo convidando a mais ‘forte’ liderança de Tuparetama para uma reunião com o intuito de manter a ‘união’ do grupo, foi desrespeitosamente ignorado;
2 – As discussões, por menores que sejam em um município e, que por vezes, sejam sem sentidos, quando não observadas por um verdadeiro gestor competente e que mantenha-se participativo, poderá acarretar-lhes danos e afundar-lhes politicamente;
3 – As “mentiras e infâmias” a que se refere o gestor, as quais estão “por traz das ações daqueles que me atacam”(segundo suas palavras), são verdadeiros ‘desacordos’ do seu governo, que nunca teve humildade e nem reconheceu quem deu-lhes condições de governar o município, ignorando o povo, não ouvindo o povo, porém, apenas e tão somente um grupo;
3 – Fui o primeiro a conhecer o ‘verdadeiro’ teor do político Deva Pessoa, quando este foi contrário a minha eleição para Presidência da Câmara(ele mesmo sabe a forma e a quem falou), mesmo sabendo da contribuição e ajuda(que não foi pouca) que dediquei a sua campanha, sendo este Vereador o que mais votos obteve “casado” com o mesmo. Eu estive na linha de frente da vitória de Deva (o povo se lembra, ele não). Enquanto alguns que são do seu grupo…
4 – Qualquer político, a nível local, estadual e federal que disser que lhe fiz propostas “indecentes e indecorosas”(como é bom olhar ao nosso redor e saber que propostas indecentes partiram de pessoas que rodeiam o prefeito), usa de falsa hipocrisia, de maneira mendaz para obter a atenção de alguns. Político nenhum terá o prazer em afirmar que fui contra o povo ou que quando administrei a Câmara de Vereadores houve rejeição a nossa administração ou fui omisso na aplicação dos recursos da Câmara, onde por pesquisas 69% da população acham que os vereadores resolvem os seus problemas, 51% aprovou a gestão como regular(15%), ótima(10%), boa(26%) e 42% não souberam responder;
5 – Fui o primeiro Presidente da Câmara a fazer um plano de Cargos/Carreira dos funcionários daquela Casa de Leis(não prometi, mais fiz), lhes honrando o trabalho e pela lisura, ainda hoje sou considerado como probo e leal aos princípios do zelo a rés pública. Devolvi, inclusive, aos cofres da Prefeitura Municipal R$ 12.000,00(pela primeira vez na história política de Tuparetama) que foram revertidos em 04 perfurações de poços: 01 na Barauninha(próximo a casa de Eduardo), 01 em Santa Rita(casa de Zé Caboclo), 01 na Lagoa das Varas(casa de Batista – único que deu seco) e 01 no Cajueiro(casa de Antônio de Anália) – O prefeito omitiu, até hoje, tal ação;
6 – Nunca precisei de Prefeitura, muito menos de prefeito para empregos de ‘parentes’ ou indicações de Cargos Comissionados(coisa que jamais fiz ou faço). No entanto, sei analisar quando políticos se perdem nos “trilhos” do horizonte e começam a padecer da ‘inércia’ administrativa;
7 – Jamais troquei minha honra por apoio político ou mesmo fui “viriador”(aquele que vive na virilha do Prefeito) ou “variador”(aquele que vive sem rumo). Sou Vereador(com V maiúsculo), cumpro o meu papel de defender o povo como sempre o fiz desde o primeiro mandato. Nunca tive nenhum fato suspeito nas minhas ações e dou a “cara a tapa” se, politicamente, provarem que me favoreci de qualquer administração pública.
Determinação é de que Ministério da Saúde forneça os dados apenas após término de apuração de possíveis fraudes AControladoria-Geral da União (CGU) decidiu nesta segunda-feira (13/3) pelo provimento do recurso contra negativa a pedido de acesso à informação, direcionado ao Ministério da Saúde, que solicitava a divulgação de registros de vacinação do ex-Presidente da República […]
Determinação é de que Ministério da Saúde forneça os dados apenas após término de apuração de possíveis fraudes
AControladoria-Geral da União (CGU) decidiu nesta segunda-feira (13/3) pelo provimento do recurso contra negativa a pedido de acesso à informação, direcionado ao Ministério da Saúde, que solicitava a divulgação de registros de vacinação do ex-Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, com dados sobre data, local, laboratório de fabricação e nome do imunizante aplicado, caso existentes.
A decisão baseou-se no fato de que a informação referente ao status vacinal do ex-Presidente da República foi tornada pública por ele mesmo, de modo que não se aplica ao objeto do pedido a proteção conferida pelo artigo 31, §1º, inciso I da Lei nº 12.527/2011 (LAI). Diante disso, conclui-se que o acesso às informações pessoais solicitadas é compatível com a finalidade pela qual o dado pessoal foi tornado público pelo próprio titular.
Além disso, a CGU entendeu que o acesso às informações que comprovam a autenticidade das declarações feitas voluntariamente pelo ex-Chefe de Estado, no que se refere ao seu status vacinal, possui interesse público geral e preponderante, pois influenciaram a política pública de imunização do Estado brasileiro durante a crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19. Desse modo, ainda que se aplicasse o disposto no artigo 31, §1º, inciso I da Lei nº 12.527/2011, a proteção à privacidade e à intimidade do titular dos dados pessoais estaria excepcionada pelo disposto no inciso V, §3º do art. 31 da Lei nº 12.527/2011.
De acordo com a decisão, o ministério da Saúde deverá informar ao solicitante se constam ou não nos bancos de dados do órgão público registros de vacinação de Jair Messias Bolsonaro contra a Covid-19. Caso haja registros, o ministério deverá fornecer ao solicitante a data, o local, o laboratório de fabricação e o nome do imunizante aplicado no ex-Presidente.
A Controladoria determina, entretanto, que as informações que formam o objeto do recurso somente sejam encaminhadas ao recorrente após o encerramento da Investigação Preliminar Sumária (IPS), em curso na CGU, para apurar suposta inserção de dados falsos em sistemas do Ministério da Saúde, de maneira que se possa observar a autenticidade e a integridade das informações eventualmente sob custódia do órgão público.
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