Empresa Passaredo pode operar no aeroporto de Serra Talhada
Por Nill Júnior
Além da Azul, Passaredo também demonstrou interesse
Sebastião Oliveira, secretário estadual de Transportes, recebeu, por meio, de um telefonema do secretário de Turismo de Pernambuco, Felipe Carreras, a excelente notícia de que a empresa Passaredo manifestou interesse em operar no Aeroporto Santa Magalhães, em Serra Talhada.
Para receber aviões comerciais, com capacidade pra transportar 80 passageiros e suportar 33 toneladas, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Transportes, investiu mais de R$ 6 milhões na requalificação da pista de pouso e decolagem do aeroporto. Além disso, o ministro dos Tranportes, Maurício Quintella, liberou R$ 35 milhões para serem utilizados no equipamento.
“É uma excelente notícia. Foi uma decisão acertada do governador Paulo Câmara em investir nesta ação. Enquanto estou à frente das obras estruturais do aeroporto, já o secretário Felipe Carreras tem conseguido os voos”, comemora Sebastião Oliveira. “Também é importante destacar a parceria com o ministro Maurício Quintella, que tem dado atenção especial a Pernambuco”, concluiu.
O governador Paulo Câmara recebeu, nesta quinta-feira (11.05), no Palácio do Campo das Princesas, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco. No encontro, os gestores conversaram sobre parcerias entre o Governo Federal e o Governo de Pernambuco na área de infraestrutura, entre elas: a volta do controle das atividades do Complexo Industrial Portuário de Suape […]
O governador Paulo Câmara recebeu, nesta quinta-feira (11.05), no Palácio do Campo das Princesas, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco.
No encontro, os gestores conversaram sobre parcerias entre o Governo Federal e o Governo de Pernambuco na área de infraestrutura, entre elas: a volta do controle das atividades do Complexo Industrial Portuário de Suape ao Estado. O presidente Michel Temer volta a Pernambuco ainda neste mês para oficializar a devolução.
Participaram da reunião também o vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry; o deputado federal Fernando Monteiro; e o secretário estadual da Casa Civil, Antonio Carlos Figueira.
A imprudência somada à falta de mecanismos de fiscalização continuam fazendo dos acidentes com motos uma verdadeira epidemia no Sertão. Ontem dois irmãos de 24 e 25 anos perderam a vida em um acidente na BR 232, próximo à antiga pedreira, em Custódia. Foi no início da madrugada deste sábado (16). Joseane Gonzaga da Silva, […]
A imprudência somada à falta de mecanismos de fiscalização continuam fazendo dos acidentes com motos uma verdadeira epidemia no Sertão.
Ontem dois irmãos de 24 e 25 anos perderam a vida em um acidente na BR 232, próximo à antiga pedreira, em Custódia. Foi no início da madrugada deste sábado (16).
Joseane Gonzaga da Silva, 24 anos, do Sítio Francisco, zona rural de Custódia e o irmão, Josimar Gonzaga da Silva, 25 anos, morreram quando a moto que guiavam colidiu frontalmente com um caminhão.
Segundo o caminhoneiro José Linaldo de Arruda, 30 anos, que seguia sentido Serra Talhada, a motocicleta guiada por Joseane invadiu a contra mão com os faróis apagados e colidiu de frente com o caminhão. Os dois ocupantes da motocicleta morreram na hora.
Do Estadão Conteúdo A maioria dos partidos vai manter ou reduzir o número de candidatos a governador neste ano em relação às eleições gerais de 2014. Com um cenário de campanhas mais enxutas em recursos, as siglas têm focado em alianças nos Estados e em lançar candidatos ao Legislativo. Levantamento feito pelo Estadão Dados mostra […]
A maioria dos partidos vai manter ou reduzir o número de candidatos a governador neste ano em relação às eleições gerais de 2014. Com um cenário de campanhas mais enxutas em recursos, as siglas têm focado em alianças nos Estados e em lançar candidatos ao Legislativo.
Levantamento feito pelo Estadão Dados mostra que, em 2018, 20 das 32 legendas que disputaram eleições há quatro anos ou mantiveram ou diminuíram o número de postulantes a Executivos estaduais. Três partidos não têm base de comparação, já que não existiam em 2014: Novo, com cinco candidatos; Rede, com 11; e PMB, que tem um postulante a governador.
Mesmo legendas tradicionais e de representatividade nacional reduziram candidatos. O MDB terá 13 concorrentes a governos estaduais, ante 18 em 2014. O PT (15) lançou neste ano dois candidatos a menos e o PSDB (12), um a menos.
Um dos principais motivos apontados por analistas e dirigentes partidários para esse cenário é a diminuição dos recursos financeiros para as campanhas, com o fim das doações de empresas As novas regras, incluindo o novo fundo eleitoral, avaliam, forçam as siglas a focar em candidaturas que têm chances concretas de ganhar.
“Antes, se lançava ao Executivo para fazer o nome e, depois, se lançar para deputado. Gastar dinheiro com isso em cenário de restrição de recursos é mais complicado”, afirmou o cientista político Manoel Galdino, que é diretor executivo da ONG Transparência Brasil.
O PSB, que está neutro no plano nacional, reduziu o número de postulantes de 12 para nove. “Em 2002, tivemos candidatos (a governador) em praticamente todo o País, mas não eram competitivos. Isso mudou”, disse o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira.
Para o dirigente, as novas regras de financiamento de campanha afetaram o planejamento das legendas, e se tornou mais vantajoso concentrar recursos em candidaturas viáveis. “Hoje temos quatro candidatos à frente nas pesquisas (Pernambuco, Espírito Santo, Amapá e Sergipe) e outros cinco que ficam em segundo lugar. Todos bem posicionados. Esperamos eleger ao menos cinco.”
Palanques
Na contramão desse movimento, dois partidos de presidenciáveis aumentaram seus candidatos a governador, com vistas à construção de palanques estaduais. Um deles é o nanico PSL, sigla de Jair Bolsonaro, que tem o maior número total de candidatos lançados tanto para o Executivo quanto para o Legislativo. Além da Presidência, a legenda vai disputar o governo em 13 Estados – em 2014, tentou apenas em um.
O outro partido é o PDT, do candidato ao Palácio do Planalto Ciro Gomes, que praticamente triplicou as apostas regionais – de três nomes em 2014 passou para oito neste ano. De acordo com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, a candidatura própria à Presidência acarretou o aumento de postulantes a governador.
Dos oito Estados, Lupi disse acreditar que pelo menos seis são viáveis. Por outro lado, seguindo uma tendência entre os partidos tradicionais, o PDT diminuiu em 16% as candidaturas ao Legislativo. “O foco é viabilizar os que têm mais força eleitoral”, afirmou Lupi.
Quem também fugiu à tendência de encolhimento nos Estados foi o DEM, que apresentou apenas dois postulantes em 2014 e, agora, lançou oito.
Cláusula de desempenho
O pleito de 2018 é o primeiro que prevê a cláusula de barreira, aprovada no ano passado. Pela regra, o partido tem de obter 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, para ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de TV a partir de 2019.
A fim de afunilar o fragmentado sistema partidário atual, que tem 35 siglas, a cláusula de barreira aumenta suas exigências gradativamente até 2030.
A Presidência do Motoclube Dragões de Aço voltou a se manifestar em nota depois de mais uma semana de repercussão após a morte do agente Charles Souza, 42 anos, dentro do evento. A nota foi enviada pelo novo presidente do Motoclube, Plínio Pires, e buscou evidenciar números que justificam a realização do evento. No primeiro […]
A Presidência do Motoclube Dragões de Aço voltou a se manifestar em nota depois de mais uma semana de repercussão após a morte do agente Charles Souza, 42 anos, dentro do evento. A nota foi enviada pelo novo presidente do Motoclube, Plínio Pires, e buscou evidenciar números que justificam a realização do evento.
No primeiro parágrafo, volta a falar do incidente. “Estamos chocados com o fato ocorrido e gostaríamos de enviar o pesar à família do Sr Charles Souza Santos, 41 anos. Fato este que as autoridades estão investigando”. Nos demais, defende o encontro e sua importância.
“O encontro é um dos acontecimentos que mais trazem retorno financeiro satisfatório para nossa cidade. Como uma festa, de valor turístico e cultural, ela merece destaque porque aumenta o movimento e a circulação de recursos nos hotéis, restaurantes, postos de combustíveis, bares e lanchonetes, além de fomentar o comércio em geral”.
O Motoclube apresentou números para justificar a afirmação. “Moto Clubes Cadastrados que participaram do evento: 301. Total de Motociclistas: 1.120”.
Diz que o investimento inicial foi de R$ 20 mil e o retorno, aproximadamente R$ 1 milhão.
Diz ainda que 16 Estados da Federação estiveram no evento. Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, O, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Sergipe.
“Os Encontros Motociclísticos são feitos para celebrarmos a amizade, o companheirismo, o respeito ao próximo e interesses em comum pela paixão que temos pelas motos. São famílias, amigos, irmãos que rodam quilômetros para se reencontrar e compartilhar histórias e suas culturas”, diz na nota.
Por fim, depois de afirmar que “Quem bebe da água do Pajeú, volta”, convidou para o 17° Encontro Motociclístico de Afogados da Ingazeira, que será nos dias 18 a 20 de Janeiro de 2018.
Imprensa faz jogo da adivinhação tentando acertar o destino da parlamentar no pleito eleitoral deste ano Por André Luis Nos últimos dias a imprensa pernambucana tem brincado de adivinhar o destino da deputada federal Marília Arraes no pleito eleitoral deste ano. Seu partido, o PT, mais uma vez optou pela aliança com o PSB – […]
Imprensa faz jogo da adivinhação tentando acertar o destino da parlamentar no pleito eleitoral deste ano
Por André Luis
Nos últimos dias a imprensa pernambucana tem brincado de adivinhar o destino da deputada federal Marília Arraes no pleito eleitoral deste ano.
Seu partido, o PT, mais uma vez optou pela aliança com o PSB – mesmo tendo totais condições de voltar a governar Pernambuco. Assim, Marília, mais uma vez será rifada no processo eleitoral – Assim como aconteceu em 2018.
Marília não se bate com a cúpula do PSB no Estado. Crítica da gestão Paulo Câmara, se negou, por exemplo, a fazer campanha para a reeleição do socialista. Se elegeu como a segunda deputada mais votada de Pernambuco, ficou atrás do primo, João Campos – outro desafeto -, hoje prefeito do Recife, que teve a ajuda da máquina eleitoral chamada PSB.
Já ventilaram que Marília estaria estudando deixar o PT para se alinhar com Raquel Lyra na composição da chapa majoritária e disputando o Senado. O que é meio difícil, visto que os alinhamentos políticos das duas não se casam.
Outra notícia deu conta de que Marília estaria de malas prontas para o PDT onde encabeçaria a chapa majoritária disputando o Governo do Estado e de quebra dando palanque para Ciro Gomes em Pernambuco – Lulista como é, acho meio improvável.
A última, veiculada na tarde desta quinta-feira (24), diz que ela estaria deixando o PT e se filiando ao PSOL. Neste, o projeto também seria para disputar a vaga ao Senado – Nesta hipótese dá para acreditar, visto que continuaria aliada a Lula.
A verdade é que da boca da parlamentar nada se ouviu até agora. Nem em suas redes sociais se vê qualquer direcionamento para as hipóteses levantadas.
Aliás, chama a atenção o silêncio ensurdecedor de Marília com relação às conversações referentes ao pleito deste ano.
Desde que iniciaram as conversas entre PT e PSB, não se viu nenhum posicionamento da petista. Nem mesmo para comemorar o resultado da pesquisa Vox Populi encomendada pelo PT Nacional, onde Marília aparece como a preferida dos pernambucanos para o Senado.
Esta semana outra pesquisa mostrou que sendo ela a candidata para o Governo do Estado, o PT sairia na frente. Ela teria 20,9% das intenções de voto.
Críticos dizem que enquanto estiver no PT, Marília não conquistará o seu lugar ao sol. Estará sempre à sombra dos “donos” do partido no Estado, como o senador Humberto Costa, que parece nutrir uma antipatia enorme pela deputada.
Como perguntar não ofende. Que rumo tomará Marília Arraes em 2022?
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