Em sabatina, Marília defende políticas para mulheres e cita experiência na Câmara
Por Michael Andrade
Foto: Léo Caldas
Candidata ao Senado apresentou propostas para saúde da mulher, combate à violência e ampliação das Delegacias da Mulher em Pernambuco durante entrevista à TV Guararapes.
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) participou de uma sabatina promovida pela TV Guararapes, na qual falou sobre propostas para as mulheres, sua passagem pela Câmara dos Deputados e prioridades para um eventual mandato no Senado.
Entre os temas abordados, Marília citou sua participação na elaboração do projeto que deu origem à legislação federal de proteção e promoção da saúde menstrual. A proposta aprovada pelo Congresso estabeleceu medidas para ampliar o acesso gratuito a absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade.
A candidata defendeu ainda a ampliação do atendimento às mulheres no climatério e na menopausa pelo Sistema Único de Saúde e pela Farmácia Popular.
No enfrentamento à violência contra a mulher, Marília afirmou que pretende defender ações que combinem prevenção, responsabilização dos agressores, proteção às vítimas, atendimento de saúde e iniciativas de qualificação profissional e geração de renda.
Outra proposta apresentada foi priorizar recursos e emendas parlamentares para ampliar a presença das Delegacias da Mulher no estado. A candidata defendeu inicialmente unidades em cidades-polo e, posteriormente, a expansão para municípios com mais de 50 mil habitantes.
“A gente precisa ter mais mulheres nos espaços de decisão no Parlamento. Mulher pensa política pública para mulher e por isso eu quero estar lá também”, afirmou.
Marília também falou sobre sua experiência na Câmara e disse que pretende utilizar o diálogo com diferentes bancadas para buscar investimentos e recursos para Pernambuco.
Foto: Léo Caldas
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em Afogados com 250 questionários, o governo Paulo Câmara tem avaliação ótima de 9,12%. Para 26%, a gestão é boa. 31,6% a consideram regular. A gestão é ruim para 8,4%, péssima para 13,6%. Não sabem ou não opinaram, 11,2%. Em resumo, a gestão Câmara é aprovada por 37,8% e […]
Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em Afogados com 250 questionários, o governo Paulo Câmara tem avaliação ótima de 9,12%. Para 26%, a gestão é boa. 31,6% a consideram regular. A gestão é ruim para 8,4%, péssima para 13,6%. Não sabem ou não opinaram, 11,2%. Em resumo, a gestão Câmara é aprovada por 37,8% e rejeitada por 51%.
Já o governo Temer tem apenas 2% que o consideram ótimo, 4,4% que o avaliam como bom, 6% que o consideram regular, 11,2% para os quais a gestão é ruim e 84,8% que avaliam o governo como péssimo. 2,8% não sabem ou não opinaram.
Gestão Câmara:
Gestão Temer:
Foram ouvidas 250 pessoas entre 21 e 24 de novembro. Utilizou-se o método de amostragem estratificada proporcional de conglomerados selecionados com probabilidade proporcional ao tamanho (PPT) em 03 estágios.
A pesquisa foi realizada dias 22 e 23 de dezembro. A amostra foi composta por 250 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Afogados da Ingazeira e distribuída da seguinte forma: Cidade 77,6% e área rural (povoados) 22,4%. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,0%.
Utilizou-se o método de amostragem estratificada proporcional com probabilidade proporcional ao tamanho (PPT) em 03 estágios. No primeiro estágio separam-se os Distritos censitários (Distrito 05 (urbano/sede do município e povoados rurais) usando-se o método PPT (probabilidade proporcional ao tamanho. Perfil da amostra: Masculino 46,8%, Feminino 53,2%; 16 a 20 anos 12,8%, 21 a 29 anos 17,6%, 30 a 39 anos 17,2%, 40 a 49 anos 22,4%, 50 a 59 anos 12,8% e 60 anos ou mais 17,2%.
O governador Paulo Câmara participou, na manhã desta quarta-feira (8), de reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar do Projeto de Lei Complementar 18, que altera os valores do ICMS cobrado sobre os combustíveis. Ele deixou clara sua opinião de que a redução da alíquota vai penalizar duas vezes os mais vulneráveis. […]
O governador Paulo Câmara participou, na manhã desta quarta-feira (8), de reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar do Projeto de Lei Complementar 18, que altera os valores do ICMS cobrado sobre os combustíveis.
Ele deixou clara sua opinião de que a redução da alíquota vai penalizar duas vezes os mais vulneráveis.
Também participaram da audiência os governadores de São Paulo, Rodrigo Garcia, Mato Grosso, Mauro Mendes, e da Bahia, Rui Costa, além do presidente do Conselho Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), Décio Padilha, e do relator do PLP 18, senador Fernando Bezerra Coelho.
“Essa proposta fere a Legislação e a Federação, não atingirá seu propósito de baixar preços e não ataca o verdadeiro problema. O povo vai continuar pagando pelo lucro dos acionistas da Petrobras. Os mais vulneráveis serão penalizados duas vezes. O preço dos combustíveis vai cair apenas momentaneamente e a perda de recursos para educação e saúde será permanente”, avaliou Paulo Câmara.
O PLP 18 prevê a redução da alíquota do ICMS dos combustíveis para 17%. Atualmente esse índice varia de Estado para Estado, entre 25 e 34%. A discussão em torno do projeto se tornou mais acirrada esta semana após a proposta do presidente Jair Bolsonaro de compensar os Estados que reduzam de 17% para zero as suas alíquotas.
“Não há sequer um esboço de texto sobre essa proposta. Com o congelamento do ICMS da gasolina, do diesel, do gás de cozinha e do álcool os Estados já tiveram uma renúncia fiscal direta, de novembro de 2021 até o final de abril de 2022, de R$ 16 bilhões. E quando a gente calcula de janeiro de 2022 até o final do ano, a renúncia fiscal direta será de R$ 37 bilhões. Mesmo assim, a gasolina continuou subindo de preço”, asseverou Décio Padilha, secretário da Fazenda de Pernambuco e presidente do Comsefaz.
Por André Luis A Secretaria de Saúde de Carnaíba, confirmou em seu boletim epidemiológico desta terça-feira (22), cinquenta novos casos de Covid-19 no município. O número é um recorde para a cidade que desde o início da pandemia, não havia registrado tantos casos assim em um único dia. Ainda segundo o boletim, 142 casos em […]
A Secretaria de Saúde de Carnaíba, confirmou em seu boletim epidemiológico desta terça-feira (22), cinquenta novos casos de Covid-19 no município.
O número é um recorde para a cidade que desde o início da pandemia, não havia registrado tantos casos assim em um único dia.
Ainda segundo o boletim, 142 casos em investigação, dois pacientes internados, 103 em isolamento domiciliar, 459 recuperados e 16 óbitos.
Nesta terça-feira, o município não registrou nenhum caso recuperado da Covid-19.
Os números de infecção pelo novo coronavírus tem aumentado exponencialmente no Sertão do Pajeú.
Isso se deve ao descumprimento das medidas protetivas, como usar a máscara, manter o distanciamento social e higienizar as mãos.
Esta última medida (higienizar as mãos), inclusive, pode ser comprovada pelo aumento de casos de diarreia que tem dado entrada no Hospital Regional Emília Câmara.
No ponto mais crítico da pandemia, quando as medidas eram cumpridas com mais rigor o número de atendimentos por este motivo chegou quase a zerar.
Em comum, ambos os lados recorrem à ‘pressão das ruas’ e ao ‘sentimento de culpa’ para atrair parlamentares Do Estadão Conteúdo A previsão de que o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff seja votado em plenário daqui a duas semanas faz com que governo e oposição intensifiquem a busca por deputados “indecisos” ou “indefinidos”. Em comum, […]
Dilma trocará cargos e pastas pelo voto de deputados de partidos do chamado centrão Foto: Lula Marques/ Agência PT
Em comum, ambos os lados recorrem à ‘pressão das ruas’ e ao ‘sentimento de culpa’ para atrair parlamentares
Do Estadão Conteúdo
A previsão de que o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff seja votado em plenário daqui a duas semanas faz com que governo e oposição intensifiquem a busca por deputados “indecisos” ou “indefinidos”. Em comum, ambos os lados recorrem à “pressão das ruas” e ao “sentimento de culpa” para atrair parlamentares aos grupos favorável ou contrário ao afastamento da petista.
Segundo levantamento publicado ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo, o alvo prioritário são 55 deputados que se disseram indecisos, 9 que não quiseram declarar seu voto – mesmo com a opção de permanecerem sob anonimato – e 71 integrantes de 15 partidos diferentes que não foram localizados pela reportagem A reportagem mostrou que, por ora, 261 deputados votariam a favor da abertura do procedimento e 117 se posicionaram contra o impeachment. Para o processo seguir para o Senado, são necessários 342 votos, o equivalente a dois terços dos 513 deputados da Câmara.
Tanto governistas quanto oposicionistas procuraram ver os números do levantamento do jornal com otimismo. No Planalto, a avaliação é de que a reforma ministerial a ser promovida nesta semana – pela qual Dilma trocará cargos e pastas pelo voto de deputados de partidos do chamado centrão, como PP, PR e PSD, contra o impeachment – será suficiente para conter o avanço da onda pelo afastamento da petista. Fora isso, o governo insistirá na tese de tachar o processo como “golpe”.
Para o deputado Bohn Gass (PT-RS), os números mostram que o governo tem capacidade de barrar o impeachment. O parlamentar aposta na presença – mesmo que informal – do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na articulação do governo e na pressão dos movimento sociais de esquerda.
“Os deputados que votarem a favor do impeachment vão levar para a vida deles o legado de serem golpistas”, acusou Gass, que vê como fator positivo ao Planalto a decisão do PMDB de romper com Dilma. “O setor do PMDB que saiu fez um bem para o País. Eles estavam dentro do governo, mas operando contra o governo.”
PRESSÃO NAS RUAS – A oposição, por sua vez, conta com a pressão das ruas e dos movimentos organizados contra o PT para atingir o mínimo de 342 votos – pelo levantamento do Estado, faltariam 81 votos para tanto. O líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), lembra que parlamentares que foram contra o impeachment de Fernando Collor de Mello em 1992 “passaram maus bocados nos anos seguintes”. Segundo ele, políticos contrários ao governo Dilma são aplaudidos nas ruas, enquanto os favoráveis são hostilizados. “O cara tem que ter muita coragem para votar contra o impeachment, a pressão é muito grande”, disse o deputado.
O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), acredita que os números a favor do impeachment revelados pelo jornal são elevados e a tendência é de ampliação. “O governo está tão fraco, sem perspectiva, que é muito difícil conseguir reverter isso”, disse, ressaltando que novos fatos da Operação Lava Jato também geram um ambiente favorável ao impeachment.
“NAZISMO” – O deputado federal Sibá Machado (AC), ex-líder do PT na Câmara, publicou nas redes sociais imagens de campos de concentração nazistas e uma foto de Adolf Hitler seguida de um comentário relacionando o período ao movimento que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Holocausto! Imagens do Horror! Não Permita que o FASCISMO tome o Brasil!”. A iniciativa causou reação imediata da oposição.
“Esse é um sinal claro que eles, petistas, estão na fase do delírio e da irresponsabilidade. Bateu o desespero total. O gesto foi apelativo e arrogante”, afirmou o deputado Mendonça Filho (DEM-PE), líder da oposição no Congresso. Sibá Machado, que não foi localizado para comentar o post, foi substituído na liderança petista no começo do ano pelo deputado Afonso Florence (PT-BA), que é considerado pelos governistas um político mais habilidoso.
Em sua passagem pela liderança do PT, Sibá foi criticado pelos colegas por ter um estilo errático e explosivo ao lidar com o pedido de impeachment na Câmara. Entre outras declarações polêmicas, ele acusou a CIA, a agência de inteligência norte-americana, de estar por trás dos protestos contra o governo em março de 2015. Em outro momento, chamou de “bando de vagabundos” um grupo de militantes pró-impeachment que exibiam uma faixa contra Dilma nas galerias do plenário da Câmara. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Nesta quinta-feira (12), o presidente estadual do Partido Ecológico Nacional – PEN, Davi Muniz, reuniu-se com membros do partido em Afogados da Ingazeira, para reforçar o compromisso com a agremiação partidária, avaliar o pleito eleitoral 2016 e discutir o cenário estadual para as eleições de 2018. Davi parabenizou a atuação do grupo nas eleições municipais […]
Nesta quinta-feira (12), o presidente estadual do Partido Ecológico Nacional – PEN, Davi Muniz, reuniu-se com membros do partido em Afogados da Ingazeira, para reforçar o compromisso com a agremiação partidária, avaliar o pleito eleitoral 2016 e discutir o cenário estadual para as eleições de 2018.
Davi parabenizou a atuação do grupo nas eleições municipais em Afogados da Ingazeira e se colocou à disposição do diretório municipal. O presidente afirmou que a executiva estadual do partido em Pernambuco vem se empenhando para estruturar a legenda em todos os municípios do estado.
O PEN foi o partido que teve maior votação no município, o que mais fez vereadores – Rubinho do São João, Sargento Argemiro e Wellington JK – e por pouco não emplacou a Presidência da Câmara. O Prefeito José Patriota também acompanhou o encontro.
Você precisa fazer login para comentar.