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Em PE, Lula vence Bolsonaro, Tarcísio e outros sete eventuais candidatos no 2º turno, diz Quaest

Por Nill Júnior

Pesquisa da Quaest divulgada nesta quinta-feira (21) mostra que, em Pernambuco, o presidente Lula (PT) vence Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Jair Bolsonaro (PL) e todos os outros candidatos em uma eventual disputa de segundo turno na eleição presidencial de 2026, segundo eleitores ouvidos no estado.

Na sondagem, Lula soma 63% das intenções de voto, enquanto Tarcísio, 24%, no 2º turno. Já Bolsonaro tem 27%, enquanto Lula tem 61%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 13 e 17 de agosto — antes do indiciamento de Jair Bolsonaro e do seu filho, Eduardo Bolsonaro. Em Pernambuco, foram realizadas 1.104 entrevistas com pessoas de 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%.

Na última eleição presidencial, em 2022, Lula ganhou de Jair Bolsonaro (PL) em Pernambuco: o atual presidente recebeu 66,93% dos votos válidos no 2º turno, enquanto o ex-presidente que tentava a reeleição obteve 33,07%. Bolsonaro está inelegível pela Justiça eleitoral até 2030.

Além de Lula, Bolsonaro e Tarcísio, o levantamento apresentou outros seis eventuais candidatos para os entrevistados. Lula bate todos. Contra Bolsonaro, 61% a 27%; Se a candidata for Michelle Bolsonaro (PL), 62% a 27%;  Na disputa entre Lula e Ratinho Júnior, 62% a 22%. Se for Eduardo Leite, 62% a 21%.  Contra Eduardo Bolsonaro, 63% a 23%; Se o nome for Romeu Zema, 64% a 21%; se for Caiado, 63% a 21%; E se for Flávio Bolsonaro, 64% a 23%.

Outras Notícias

Zeca Cavalcanti é alvo de ação do MPF

O ex-deputado e ex-prefeito de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, Zeca Cavalcanti (PTB), poderá ser obrigado a devolver mais de R$ 21 milhões aos cofres públicos da União. Este é apenas um dos pedidos do Ministério Público Federal – MPF, na Ação Civil de Improbidade Administrativa nº 0800318-74.2017.4.05.8310, em trâmite na 28ª Vara Federal, na […]

O ex-deputado e ex-prefeito de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, Zeca Cavalcanti (PTB), poderá ser obrigado a devolver mais de R$ 21 milhões aos cofres públicos da União.

Este é apenas um dos pedidos do Ministério Público Federal – MPF, na Ação Civil de Improbidade Administrativa nº 0800318-74.2017.4.05.8310, em trâmite na 28ª Vara Federal, na Subseção Judiciária de Arcoverde. Mais uma vez, de acordo com o MPF, Zeca Cavalcanti é acusado de atos de improbidade administrativa.  A informação é do blogueiro Tullyo Cavalcanti.

Este processo (Ação Civil de Improbidade Administrativa nº 0800318-74.2017.4.05.8310) vem somar-se a mais 10 outras ações ou inquéritos judiciais que o político arcoverdense já responde na Justiça. Desta vez, segundo o Ministério Público Federal, Zeca Cavalcanti foi flagrado em desvios de recursos no tempo em que era prefeito de Arcoverde. Ainda de acordo com o MPF, os crimes teriam sido identificados em análises feitas por órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.

O MPF diz que as verbas desviadas tinham origem na área de educação, especificamente, dinheiro de convênio federal destinado ao transporte escolar no município de Arcoverde.

O processo nº 0800318-74.2017.4.05.8310 foi instaurado em 2017. E agora, dois anos depois, ganha um impulso importante.  Um novo andamento, já do mês agosto de 2019, depois de ouvidas testemunhas, levou o processo à sua fase final, estando a ação pronta para receber a sentença do juiz.

Nesta ação judicial, além da devolução dos recursos (exatamente R$ 21.357.853,28, mais a correção monetária e juros) o Ministério Público Federal também pede a proibição de exercício de cargos públicos, condenação ao pagamento de multa civil, e a suspensão dos direitos políticos, o que pode deixar Zeca Cavalcanti inelegível. Numa ação posterior, Zeca Cavalcanti também pode vir a responder criminalmente, em ação penal específica, segundo o blogueiro.

CPI cancela acareação e vai ouvir advogado da Precisa nesta quarta

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado A CPI da Pandemia vai ouvir nesta quarta-feira (18), às 9h30, Túlio Silveira, advogado da Precisa Medicamentos. Ele é o representante legal da empresa na negociação da vacina indiana Covaxin, da Bharat Biotech, com o Ministério da Saúde. A oitiva de Túlio Silveira, que atende a requerimento do senador Alessandro Vieira […]

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A CPI da Pandemia vai ouvir nesta quarta-feira (18), às 9h30, Túlio Silveira, advogado da Precisa Medicamentos.

Ele é o representante legal da empresa na negociação da vacina indiana Covaxin, da Bharat Biotech, com o Ministério da Saúde.

A oitiva de Túlio Silveira, que atende a requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), substitui a acareação entre o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), e o deputado Luis Miranda (DEM-DF), inicialmente prevista para esta quarta-feira. Senadores do comando da CPI avaliaram que a acareação não traria nenhum fato novo que ajuda nas investigações.

— Não havia, segundo o entedimento dos membros da CPI, muita coisa a acrescentar – disse o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), que confirmou que pretende apresentar o relatório final em setembro.

Vice-presidente da comissão, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apontou que senadores consideraram que a acarecação poderia ser mais um palco para mentiras como as do líder do governo Ricardo Barros (PP-PR) na semana passada. 

— Festival igual a esse não parece de bom tom repertimos na CPI. A acareação não ocorrerá amanhã e, a não ser que haja um fato superveniente, não acho necessário remarcá-la — avaliou. 

Habeas Corpus

Túio Silveira vai comparecer à CPI munido de um habeas corpus. Ele ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) para não comparecer. Ele alegou “sigilo profissional” para não ser “compelido a depor sobre a Precisa na CPI, sob pena de cometimento do crime de violação do sigilo funcional”. 

O argumento não foi aceito pelo ministro Luiz Fux, que acatou apenas parcialmente o pedido de Túlio que o permite não responder a perguntas que pudessem incriminá-lo.

Segundo o ministro, na qualidade de testemunha de fatos em tese criminosos, o depoente tem o dever de comparecer e de dizer a verdade, não havendo, quanto a tais fatos, o direito ao silêncio, ao não comparecimento ou o abandono da sessão. As informações são da Agência Senado.

Itaíba decreta estado de calamidade pública devido ao Coronavírus

Seguindo o exemplo do Governo do Estado, a prefeita de Itaíba, Regina Cunha, decretou neste sábado (21), Estado de Calamidade Pública no âmbito do município em virtude da emergência de saúde pública decorrente do novo Coronavírus (Covid-19). A decisão é justificada pela necessidade de intensificar as medidas de enfrentamento previstas nos Decretos 12, 13, 14 […]

Seguindo o exemplo do Governo do Estado, a prefeita de Itaíba, Regina Cunha, decretou neste sábado (21), Estado de Calamidade Pública no âmbito do município em virtude da emergência de saúde pública decorrente do novo Coronavírus (Covid-19). A decisão é justificada pela necessidade de intensificar as medidas de enfrentamento previstas nos Decretos 12, 13, 14 e 15 de março.

Com o decreto, a prefeitura vai poder extrapolar os limites prudencial e total de despesas de pessoal estipulados pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) com o objetivo de contratar novos profissionais a exemplo de médicos, enfermeiros, técnicos para reforçar as equipes que atuam no enfrentamento da pandemia.

A decisão também suspende a contagem de prazos e disposições estabelecidas pela LRF, bem como dispensa o atingimento dos resultados fiscais e a limitação de empenho prevista no Artigo 9º, na ocorrência de calamidade pública reconhecida, no caso dos Estados e Municípios, pelas Assembleias e Câmaras Legislativas, enquanto perdurar a situação.

“Vivemos dias muitos difíceis e incertos e precisamos agir de forma rápida e ágil para que nossa população não sofra tanto com essa pandemia que já vem matando as pessoas em nosso País. Com o decreto vamos atuar de forma dura, transparente e eficaz para oferecermos à população todo o atendimento necessário que for preciso”, afirmou a prefeita.

Arnaldo consegue direito ao semiaberto

Em audiência de custódia da Justiça Federal, o ex-prefeito de Flores, Arnaldo Pedro da Silva, o Arnaldo da Pinha, conseguiu progredir para o regime semiaberto. Ele tinha sido preso pela PF por irregularidades na gestão de recursos repassados pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa). Segundo a denúncia oferecida pelo MPF, o ex-prefeito desviou recursos públicos destinados a […]

Em audiência de custódia da Justiça Federal, o ex-prefeito de Flores, Arnaldo Pedro da Silva, o Arnaldo da Pinha, conseguiu progredir para o regime semiaberto. Ele tinha sido preso pela PF por irregularidades na gestão de recursos repassados pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

Segundo a denúncia oferecida pelo MPF, o ex-prefeito desviou recursos públicos destinados a convênio firmado com a Funasa destinado a melhoria habitacional no município para o controle da doença de Chagas. A denúncia informa ainda que apenas 51% do objeto previsto no convênio fora executado, embora o pagamento tenha sido feito integralmente à empresa contratada.

Condenação – O ex-prefeito foi condenado pela prática de crimes de responsabilidade, à pena de oito anos de reclusão em regime fechado, bem como à inabilitação para o exercício de cargo ou função pública por cinco anos, e à reparação do dano causado aos cofres públicos, que, em 2016, ultrapassava R$ 400 mil. A assessoria da Prefeitura de Flores informou que não possui informações sobre o ocorrido, pois “se tratava de outra gestão”.

Em Tuparetama, prefeito investe em perfuração de poços no distrito Santa Rita

Como os demais municípios do Sertão Pernambucano, Tuparetama vem sofrendo uma das piores secas da história, já considerada a mais grave estiagem dos últimos 60 anos.  A falta de água é uma das conseqüências da seca e a crise de abastecimento se alastra por todo o município, mas de modo ainda mais perverso na zona […]

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Como os demais municípios do Sertão Pernambucano, Tuparetama vem sofrendo uma das piores secas da história, já considerada a mais grave estiagem dos últimos 60 anos.  A falta de água é uma das conseqüências da seca e a crise de abastecimento se alastra por todo o município, mas de modo ainda mais perverso na zona rural.

Em reuniões nas comunidades rurais, ouvindo a população e discutindo alternativas, o prefeito Dêva Pessoa tem recebido entre as principais reivindicações, o pedido de perfuração de poços.  E é neste sentido que o governo municipal tem redobrado seus esforços para amenizar o sofrimento dos que vivem no campo.

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Através da sua Secretaria de Desenvolvimento Rural e em parceria com o DNOCS, a Prefeitura de Tuparetama vem realizando perfurações de poços a exemplo do Distrito Santa Rita, na semana passada (fotos) onde o prefeito Dêva cumpriu a promessa feita em reunião com os moradores da localidade. Na ocasião Dêva Pessoa ressaltou que esse não será o primeiro, garantindo à comunidade que não faltará água em suas casas.