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Em nota, Flávio Marques comenta decisão do TRE

Por Nill Júnior

Amigos e amigas de Tabira,

Respeito a decisão tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco nessa sexta(19), mas jamais deixarei de lutar contra a injustiça cometida que procurou afetar não somente o meu trabalho, mas a imagem e a credibilidade que construí ao longo de minha vida profissional e política.

Sempre fiz um trabalho honesto e transparente, atuando dentro da legalidade. O processo, que ora respondo na Justiça Eleitoral, não é por desvio de frango; não é por bebidas alcoólicas e churrascos pagos com dinheiro público, tampouco por apropriação das contribuições previdenciárias, como já ocorreu no passado não tão distante em nosso município.

Sou acusado de ser “beneficiado”, indiretamente, com a contratação de funcionários em ano eleitoral para que pudesse vencer o pleito de 2020. Contudo, documentos juntados na minha defesa apontam que em 2019 a Prefeitura de Tabira contratou 396 pessoas, enquanto em 2020 foram 414 contratos, o que verifica um acréscimo de 18 contratos em relação ao ano anterior. Devendo registrar, ainda, o momento de pandemia vivenciado e que nenhuma das contratações foram realizadas no período vedado.

Dito isto, é possível afirmar que houve acréscimo exorbitante de servidores? Essas 18 pessoas poderiam alterar o resultado da eleição?

Sei que meu nome incomoda a atual gestão, que até a presente data não cumpriu nada do que foi prometido ao nosso povo e querem, a qualquer custo, me tirar da vida pública, não medindo esforços e sendo capazes de tudo, até mesmo quase destruir Tabira, para conseguirem seu intento e não ter que disputar comigo as eleições municipais de 2024.

Tenho fé de que esse é só mais um obstáculo a ser vencido. Certamente irei conseguir provar, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, que tudo não passou de um terrível e triste engano, mantendo-me elegível para o pleito de 2024.

Estou mais firme do que nunca e continuo reafirmando que lutei e luto por Tabira e seu povo.

A luta continua!

Um grande abraço,

Flávio Marques

Outras Notícias

Encerrada Festa Tradicional do Distrito de Fátima

Terminou na madrugada desta sexta-feira (13), no município de Flores, a tradicional festa do Distrito de Fátima. Foram 5 dias de programação, com ações para as crianças, terceira idade, entrega de novos equipamentos para a -USF – Unidade de Saúde da Família, ordem de serviço para pavimentação e anúncio de novas ações. O prefeito Marconi […]

Terminou na madrugada desta sexta-feira (13), no município de Flores, a tradicional festa do Distrito de Fátima. Foram 5 dias de programação, com ações para as crianças, terceira idade, entrega de novos equipamentos para a -USF – Unidade de Saúde da Família, ordem de serviço para pavimentação e anúncio de novas ações.

O prefeito Marconi Santana, acompanhou a programação durante o dia. Além da programação institucional, a Secretaria de Turismo e Eventos realizou dois dias de shows musicais. No primeiro dia, Banda Vizzu e Michel Júnior. Já ontem, quinta-feira (12), subiram ao palco montando na Praça Primo de Souza Guerras, Leya Emanuelly e Ciel Rodrigues.

A Secretária de Turismo de Eventos Lucila Santana disse ter o  sentimento de dever cumprido. “Foi uma programação festiva que atendeu a todos não só com os shows musicais, mas, sim com a participação das famílias, das crianças, dos idosos e garantindo mais investimentos em ações na saúde, educação, infraestrutura e bem estar social”comemorou.

O prefeito Marconi Santana agradeceu ao apoio do 14ª BPM-PE, em especial aos militares que estiveram durante os dois dias, garantindo a segurança do público. “Além da presença dos militares que realizaram o excelente trabalho, garantimos  segurança particular, para que todos participassem da festa tranquilamente”.

MPCO recomenda que Poderes não encaminhem projetos de aumento de servidores durante crise do coronavírus

O Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), através da sua procuradora geral Germana Laureano, encaminhou recomendação aos poderes estaduais e aos municípios para não enviarem projetos de lei para aumento de servidores públicos, durante o pedido de enfrentamento do coronavírus. Algumas categorias de servidores públicos estavam em mesa de negociação para reposição de perdas […]

O Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), através da sua procuradora geral Germana Laureano, encaminhou recomendação aos poderes estaduais e aos municípios para não enviarem projetos de lei para aumento de servidores públicos, durante o pedido de enfrentamento do coronavírus.

Algumas categorias de servidores públicos estavam em mesa de negociação para reposição de perdas anteriores e poderiam não retirar, momentaneamente, os pleitos, recorrendo, até mesmo, ao direito de greve.

“A emergência na saúde autoriza o estabelecimento da prioridade da despesa com foco nessa área”, justifica Germana Laureano.

A recomendação, assinada nesta segunda-feira (23), é dirigida, no Estado de Pernambuco, aos titulares dos poderes Executivo,  Legislativo e Judiciário, ao Ministério Público, aos prefeitos e presidentes de câmaras de vereadores e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O MPCO adverte os gestores, apontando sanções em caso de descumprimento da recomendação, que pode resultar em rejeição das contas anuais, representação por improbidade administrativa, abertura de auditoria especial, dentre outras.

CNBB cita totalitarismo e pede respeito aos Poderes

Estadão Em vídeo sobre o 7 de Setembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orientou os brasileiros a não se deixarem convencer por “quem agride os poderes Legislativo e Judiciário”, num recado ao presidente Jair Bolsonaro.  “A existência de três Poderes impede totalitarismos, fortalecendo a liberdade de cada pessoa”, disse o presidente da […]

Estadão

Em vídeo sobre o 7 de Setembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orientou os brasileiros a não se deixarem convencer por “quem agride os poderes Legislativo e Judiciário”, num recado ao presidente Jair Bolsonaro. 

“A existência de três Poderes impede totalitarismos, fortalecendo a liberdade de cada pessoa”, disse o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo. “Independentemente de suas convicções político-partidárias, não aceite agressões às instituições que sustentam a democracia.”

Dom Walmor afirmou na mensagem que o País “está sendo contaminado por sentimento de raiva e de intolerância” e se opôs a uma série de bandeiras e políticas de Bolsonaro, entre elas o incentivo e a facilitação da compra de armas de fogo por civis.

“Muitos em nome de ideologias dedicam-se a agressões e ofensas, chegando ao absurdo de defender o armamento da população. Quem se diz cristã ou cristão deve ser agente da paz, e a paz não se constrói com armas”, disse o clérigo.

Pastores de igrejas evangélicas pentecostais e neopentecostais engrossaram as convocações do movimento bolsonarista, alegando a defesa da liberdade de expressão e de culto, e prometeram uma mobilização sem precedentes.

Por meio de seu presidente, a cúpula da principal entidade da Igreja Católica no País demonstrou preocupação com atos violentos e pediu respeito à vida durante as manifestações de rua no Dia da Independência, diante do agendamento de protestos contra e a favor do governo federal. O mote da campanha da CNBB é “somos todos irmãos”.

“Respeite a vida e a liberdade de seu semelhante. Aquele com quem você não concorda é também amado e tem uma família que aguarda o seu retorno com segurança”, apelou dom Walmor. “As desavenças não podem justificar a violência, a intolerância nos distancia da Justiça e da paz, afasta-nos de Deus.”

O vídeo com a mensagem de dom Walmor e uma oração tem pouco mais de sete minutos de duração e foi divulgado nesta sexta-feira, 3.

Na gravação, o presidente da CNBB também defendeu uma série de posições contrárias ao governo Bolsonaro. Ele lembrou da alta da inflação e do desemprego, da fome e da miséria, pautas que o governo evita comentar, e cobrou a defesa de povos indígenas.

“Não podemos ficar indiferentes a essa realidade que mistura o desemprego e a alta inflação, acentuando gravemente exclusões sociais. São urgentes políticas públicas para a retomada da economia, e a inclusão dos mais pobres no mercado de trabalho”, disse o religioso católico.

Também arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor sugeriu aos católicos que olhem pelos que estão sofrendo e defendam a proteção ambiental por causa de mudanças climáticas e os indígenas, por causa da votação do marco temporal para demarcação de terras. Ele afirmou que os indígenas “enfrentam grave ameaça” do poder econômico, além de terem sido historicamente perseguidos e dizimados.

“Nossa pátria não começa com a colonização europeia”, disse o bispo católico, segundo quem o poder empresarial tenta “manipular instâncias de decisão e alterar marcos legais para avançar sobre terras indígenas, dizimando a natureza, os povos originais e a sua cultura”.

O líder dos bispos católicos afirmou que a pandemia da covid-19 “é mal que ainda nos ameaça”, sugeriu respeito às medidas de distanciamento social e definiu a vacinação como uma “tarefa cristã”.

Organização suspeita de sonegação fiscal atuava em cidades como Afogados, Arcoverde e Salgueiro

G1PE A Polícia Civil de Pernambuco informou, na manhã desta terça-feira (19), que a organização criminosa desarticulada pela ‘Operação Destinos Cruzados’ é chefiada por donos de duas transportadoras do Grande Recife, responsáveis por sonegação e outros crimes tributários. Um deles está entre as sete pessoas presas, de um total de oito envolvidos procurados. O outro proprietário […]

G1PE

A Polícia Civil de Pernambuco informou, na manhã desta terça-feira (19), que a organização criminosa desarticulada pela ‘Operação Destinos Cruzados’ é chefiada por donos de duas transportadoras do Grande Recife, responsáveis por sonegação e outros crimes tributários.

Um deles está entre as sete pessoas presas, de um total de oito envolvidos procurados. O outro proprietário de empresa encontra-se foragido. Na ação, os agentes apreenderam quatro caminhões, dinheiro, computadores, uma arma e documentos.

De acordo com o delegado Nelson Souto, gerente da Diretoria de Polícia Especializada, a organização costumava praticar crimes envolvendo notas fiscais. “Eles tiravam as notas para uma empresa que não existia e desviavam as mercadorias para outra firma. Os compradores envolvidos com o grupo pegavam os produtos que estavam irregulares”, explicou.

Souto ressaltou que auditores da Secretaria da Fazenda de Pernambuco realizam uma varredura em empresas, como mercadinhos, localizados em seis cidades do estado: Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, Vitória de Santo Antão, e Pombos, na Zona da Mata, além de Salgueiro e Arcoverde, no Sertão, e Bom Conselho, no Agreste. Um noticiário da Rede Globo também citou Afogados da Ingazeira.

O delegado afirmou, ainda, que a polícia acredita que a organização provocou grande prejuízo aos cofres públicos. “Esse montante está sendo calculado e será informado na quarta-feira”, comentou.

A ‘Operação Destinos Cruzados’ cumpriu também 17 mandados de busca e apreensão, além de cinco de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para prestar depoimento.

Entre os crimes tributários atribuídos ao grupo estão ocultação de notas fiscais, emissão de notas fiscais em desacordo com a realidade, ocultação de mercadorias transportadas, desvio de destino de produtos comercializados, além de embaraço à fiscalização tributária. Segundo a polícia, o grupo abria e fechava empresas e tinha participação em corrupção.

Segundo a polícia, estão sendo realizadas diligências em mais 21 estabelecimentos comerciais, para verificação de regularidade cadastral e das mercadorias existentes em estoque. A investigação abrange também indícios de operações comerciais envolvendo empresas “laranjas” e “filtros”, simulações e utilização de créditos fiscais irregulares.

A ‘Destinos Cruzados’ foi a 34ª operação de repressão qualificada realizada este ano pela Polícia Civil de Pernambuco. Os agentes contaram com apoio da Secretaria da Fazenda. A investigação teve comando da Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deccot).

Cem policiais civis, entre delegados, agentes, comissários e escrivães, participaram dos trabalhos. Eles contaram com apoio de 74 auditores da Secretaria da Fazenda estadual. A corporação usou uma central de monitoramento remoto, um caminhão para remoção de mercadorias apreendidas e 31 viaturas. Os presos e o material apreendido seguiram para o Grupo de Operações Especiais (GOE), na Zona Oeste do Recife.

Paulo Câmara sanciona Lei Anticorrupção

Com a nova Legislação, a Controladoria-Geral do Estado poderá combater de forma mais efetiva possíveis atos lesivos praticados por empresas O governador Paulo Câmara sancionou, nesta segunda-feira (08.01), a Lei Anticorrupção Estadual, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, no […]

Com a nova Legislação, a Controladoria-Geral do Estado poderá combater de forma mais efetiva possíveis atos lesivos praticados por empresas

O governador Paulo Câmara sancionou, nesta segunda-feira (08.01), a Lei Anticorrupção Estadual, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, no âmbito do Poder Executivo Estadual. Com isso, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria da Controladoria-Geral do Estado(SCGE), poderá combater de forma mais efetiva possíveis atos lesivos praticados por empresas, evitando fraudes em licitações e contratos.

O ato foi realizado no Palácio do Campo das Princesas, com a presença de secretários, do conselheiro do Tribunal de Contas Marco Loreto, da procuradora do Ministério Público de Contas (MPCO), Germana Laureana, e do deputado Rodrigo Novaes. A construção do texto foi realizada em conjunto com a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A partir de agora, a SCGE terá autonomia para instaurar e/ou avocar os Processos Administrativos de Responsabilização (PAR) para apuração de atos ilícitos praticados por empresas no âmbito do Poder Executivo Estadual, aplicando sempre que necessário as devidas penalidades.

Aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, a Lei Estadual Anticorrupção fortalece ainda ações da Secretaria da Controladoria-Geral do Estado – órgão central de controle interno, que tem entre as suas competências a prevenção e o combate à corrupção, a defesa do patrimônio público e o fomento ao controle social.

A execução do trabalho com base na Lei Anticorrupção vai contar com o apoio dos demais órgãos do Poder Executivo, sobretudo das comissões de licitação. Um canal estadual de denúncias anticorrupção foi estabelecido, por meio da Ouvidoria Geral do Estado, para receber informações que serão repassadas à SCGE.

A Lei Anticorrupção, elaborada pelas equipes da SCGE e da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), traz 73 artigos e estabelece os processos administrativos para apuração dos atos ilícitos e as devidas punições das empresas infratoras e de seus sócios, entre elas a aplicação de multas e a publicação extraordinária de decisão condenatória. Outro destaque são os acordos de leniência que poderão ser firmados com as empresas infratoras, com a participação da SCGE e PGE, podendo ter a participação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE), do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

O Projeto de Lei prevê ainda a criação de um Fundo Estadual Vinculado de Combate à Corrupção (FUNCOR), com recursos provenientes do orçamento do Estado, convênios com a iniciativa privada, aplicação de multas, dentre outros. A gestão do Fundo será feita pela SCGE, sendo os recursos aplicados na melhoria da estrutura e aquisição de equipamento da SCGE e da PGE, na capacitação e sensibilização de gestores públicos e no fomento de ações educativas voltadas à temática anticorrupção.