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Em live, deputado debate ações contra a pandemia em Santa Filomena

Por André Luis

Sem casos confirmados da Covid-19 em Santa Filomena, o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) conversou, na noite desta quinta-feira (28), com o prefeito Cleomatson, sobre a importância das ações preventivas e do isolamento social no combate à pandemia.

O bate-papo, realizado através das redes sociais, reforçou ações já implementadas e possibilitadas pelos esforços do parlamentar, como a ampliação do abastecimento de água no município e melhorias na saúde, incluindo a aquisição de ambulâncias, ferramentas necessárias também neste período de ações contra o coronavírus.

Fernando Monteiro falou de sua preocupação com a economia dos municípios e renda dos agricultores familiares, que, em Santa Filomena, representam mais de 80% da população. Para estes, lembrou o deputado, um passo importante foi dado com a liberação, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de R$ 10 milhões via Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

O deputado solicitou também a reabertura, em caráter emergencial, do Programa Compra Direta em Afrânio, Dormentes, Santa Filomena e Parnamirim.

O prefeito Cleomatson pontuou os recursos para a cidade conquistados via emendas e através de articulações do parlamentar nas esferas federais.  Entre os mais recentes está a liberação de R$ 1,9 milhão para a pavimentação asfáltica do município.

Há alguns meses, o deputado esteve na cidade, da região do Araripe, para a entrega para a população de uma máquina retroescavadeira e um caminhão caçamba, ambos conquistados através de emendas do parlamentar pernambucano.

Ainda na conversa online, Fernando Monteiro reiterou sua disponibilidade para contribuir nas conquistas necessárias, afirmando estar atento à importância da continuidade e geração de emprego e renda nos municípios. “Focar no combate à Covid-19 e nos seus reflexos também na renda das pessoas através de políticas públicas sérias são prioridade neste momento”, afirmou o deputado.

Outras Notícias

Bolsonaro sanciona com vetos a lei que muda regras eleitorais

Entre os pontos vetados estão a possibilidade de os partidos usarem recursos públicos para pagar multas O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (27), com vetos, o projeto de lei que altera as regras eleitorais (PL 5029/19). O texto aprovado (Lei 13.877/19), que valerá para as eleições do ano que vem, foi aprovado pela Câmara […]

Entre os pontos vetados estão a possibilidade de os partidos usarem recursos públicos para pagar multas

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (27), com vetos, o projeto de lei que altera as regras eleitorais (PL 5029/19). O texto aprovado (Lei 13.877/19), que valerá para as eleições do ano que vem, foi aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 19, após ter sido modificado no Senado. Os pontos vetados deverão ser reanalisados por deputados e senadores, em sessão do Congresso.

Recursos públicos

Alvo de polêmicas durante as votações, algumas mudanças no Fundo Partidário e no Fundo Eleitoral acabaram vetadas por Bolsonaro. Entre esses pontos vetados está o que previa a composição do fundo de financiamento eleitoral para as campanhas municipais de 2020 a partir do percentual do total de emendas de bancada cuja execução é obrigatória.

“Ao retirar o limite atual de 30%, o projeto acaba por aumentar a despesa pública sem cancelar despesa equivalente e sem que esteja acompanhada de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro”, diz a justificativa do Executivo.

Com o veto, para o próximo ano, caberá à lei orçamentária de 2020 definir o valor do fundo. O projeto de lei do orçamento (PLOA 2020), enviado pelo governo Bolsonaro, destina R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais. Em relação ao pleito de 2018 (R$ 1,72 bilhão), o aumento proposto é de 48%.

Em relação ao Fundo Partidário, foi vetada a utilização de recursos para o pagamento de juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções aplicadas por infração à legislação eleitoral ou partidária, incluídos encargos e obrigações acessórias.

Foi mantida a autorização para que os recursos do Fundo Partidário sejam usados para serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados exclusivamente ao processo eleitoral.

Propaganda partidária

O retorno da propaganda partidária semestral também foi vetado por Bolsonaro. A propaganda tinha sido extinta em 2017 como medida de economia. Segundo as razões apresentadas, o retorno da propaganda partidária contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal, porque gera aumento das despesas públicas sem apontar a fonte de recursos ou cancelar outra despesa obrigatória.

Inelegibilidade

Também ficou de fora da nova lei o trecho que altera o prazo limite para requerer a inelegibilidade de candidatos. O texto vetado mudava o Código Eleitoral (Lei 4.737/65) e a Lei das Eleições para proibir que a inelegibilidade pleiteada durante o processo de registro fosse usada em recurso contra a diplomação.

Na prática, a medida fixava que apresentação de fatos novos usados com o objetivo de embasar a inelegibilidade deveria ocorrer até o registro de candidatos.

Bolsonaro sustenta que a medida invade matéria reservada a lei complementar e gera insegurança jurídica para a atuação da Justiça Eleitoral.

Contabilidade

Outro ponto vetado é o que autorizava os partidos a utilizar qualquer sistema de contabilidade disponível no mercado para escrituração e apresentação de contas, desde que esse sistema permitisse a emissão de certificação digital. Na última análise pela Câmara, trecho semelhante foi retirado, mantendo a permissão no caso de haver certificação digital.

A justificativa para derrubar esse ponto é que já existe no Tribunal Superior Eleitoral sistema eletrônico para a mesma finalidade (Sistema de Prestação de Contas Anual – SPCA). “A utilização de sistema sem a devida padronização, e que não seja do próprio TSE, conduz para a redução do controle e da transparência”, diz a mensagem de veto.

*Agência Câmara

Verba para compensação do FPM e do ICMS é sancionada por Lula

A conquista municipalista de recomposição de quedas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e da antecipação de valores pela compensação do ICMS tem recursos garantidos. Foi sancionado, nesta quarta-feira, 22 de novembro, o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 40/2023, que abriu crédito orçamentário para viabilizar as medidas. A Confederação Nacional de Municípios […]

A conquista municipalista de recomposição de quedas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e da antecipação de valores pela compensação do ICMS tem recursos garantidos.

Foi sancionado, nesta quarta-feira, 22 de novembro, o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 40/2023, que abriu crédito orçamentário para viabilizar as medidas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) atua para o valor entrar até o dia 30 de novembro.

Após intensa mobilização dos Municípios e de solicitação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) pela urgência na sanção, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou a sanção e a assinou em evento do Programa Minha Casa, Minha Vida, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Em junho de 2022, Bolsonaro enviou para o Congresso uma medida que previa a redução do teto do ICMS sobre combustíveis e energia, em um movimento para aumentar sua popularidade às vésperas da campanha eleitoral. À época, o ex-capitão também vetou medidas para ressarcir os estados e municípios pela diminuição de arrecadação.

Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, que convocou mobilizações que reuniram milhares de gestores pelo pleito e tratou diretamente da pauta com representantes da Câmara, do Senado e do governo federal, “a medida, no cenário atual de dificuldades, é um importante alívio financeiro para o encerramento do exercício de 2023”. Com os recursos liberados, estima-se uma injeção de R$ 6,7 bilhões nos cofres municipais.

Desse total, R$ 4,3 bilhões são relativos à compensação das perdas ocorridas no FPM no período de julho a setembro de 2023 e R$ 2,4 bilhões referem-se ao adiantamento da compensação do ICMS que seria repassada em 2024. Outros recursos, relativos ao FPM, ainda podem ser destinados aos Municípios. Isso porque a Lei Complementar 201/2023, para a qual os recursos foram liberados, também prevê que a União calcule – ao fim de 2023 – possíveis quedas que deverão ser recompostas caso ocorra redução real do repasse quando considerado todo o exercício.

Histórico

Diante de sucessivos relatos de crise financeira por parte dos gestores locais, a CNM convocou mobilizações em Brasília para debater e levar a questão aos Poderes federais. Desde julho, o movimento municipalista tem se reunido em peso e apresentado as dificuldades.

Em agosto, a CNM divulgou levantamento, mostrando que 51% dos Municípios encerraram o primeiro semestre com as contas no vermelho.

O projeto com as medidas de recomposição do FPM e antecipação do ICMS foi sancionado em 24 de outubro. Em seguida, em 26 de outubro, a União enviou o pedido para abertura de crédito orçamentário no PLN 40/2023, a fim de arcar com as medidas. A liberação do recurso – hoje, sancionado – recebeu o aval do Congresso em 9 de novembro.

Coluna do Domingão

Maio Amarelo: Arcoverde é exemplo Não há como não elogiar, reverenciar, enobrecer, parabenizar Arcoverde pela decisão política e administrativa de salvar vidas no trânsito, com o processo de municipalização  a partir da criação da Arcotrans em Arcoverde, modelo para o Sertão e outras cidades do Estado. Este mês é dedicado à conscientização para redução de […]

Em Arcoverde, casos como o carro irregular de um vereador rebocado em agosto de 2017 melhoraram ainda mais a imagem da Autarquia

Maio Amarelo: Arcoverde é exemplo

Não há como não elogiar, reverenciar, enobrecer, parabenizar Arcoverde pela decisão política e administrativa de salvar vidas no trânsito, com o processo de municipalização  a partir da criação da Arcotrans em Arcoverde, modelo para o Sertão e outras cidades do Estado.

Este mês é dedicado à conscientização para redução de acidentes de trânsito, ação coordenada entre o poder público e a sociedade civil, o chamado Maio Amarelo. E claro, o tema das cidades que contribuem com a paz nas vias urbanas veio à tona. Em Afogados, um debate sobre o tema na Rádio Pajeú foi carregado de cobranças por um trânsito ordenado e mais seguro. “Que em breve haja a municipalização”, disse Mirelli Barbosa. “O trânsito de Afogados é um caos”, disse Laura Rayanne. “Parece uma índia”, disse o ouvinte Carlos Augusto. O mesmo problema se repete em cidades maiores que ainda não decidiram tomar o caminho de Arcoverde.

Com praticamente seis anos de vida, a Autarquia de Trânsito de Arcoverde – Arcotrans foi eleita pelo Detran de Pernambuco e o Conselho Estadual de Trânsito – Cetran, como um dos melhores modelos de modernização e mobilidade de trânsito em Pernambuco.

Atualmente o município conta com 15 conjuntos de semáforos nos pontos estratégicos para uma maior fluidez do trânsito; mais de mil placas de regulamentação; mais de 200 placas de advertência; 87 placas de orientação de destino; o primeiro semáforo em operação a funcionar com energia solar do Norte e Nordeste, localizado no bairro de São Cristóvão; 120 táxis, 300 mototaxis e 320 carros de lotação que atendem Arcoverde e região, devidamente fiscalizados.

A eficiência da Arcotrans não para aí. Arcoverde conta com uma das mais eficiente e moderna operação de estacionamento rotativo (zona azul) com parquímetro, que opera com moedas, cartão recarregável e aplicativo em tempo real, o que gera mais modernidade e segurança para os usuários. Inclusive, o estacionamento zona azul conta com vagas exclusivas para idosos e cadeirantes divididas em toda área.

A Arcotrans concluiu mais de 350 rampas de acessibilidade. Os números são superlativos para o atendimento de todo o Município de Arcoverde, que tem uma população de mais de 72 mil habitantes, com 27.041 veículos registrados.

O Diretor da Arcotrans, Vlademir Cavalcanti, comemora de peito estufado. “Quando não tínhamos a Autarquia de trânsito tudo caía nas costas da polícia Militar. Como o efetivo era pouco, o numero de acidentes principalmente com motos era enorme. Depois das ações de engenharia, educação e fiscalização, hoje esse índice é quase zero”. O modelo já foi visitado pelas cidades de Belo Jardim, Ipojuca/PE, Natal/RN, Limoeiro, Afogados da Ingazeira, Ibimirim, Buíque, Pesqueira, Palmares, Carpina, Paulo Afonso/BA, Monteiro/PB, Maceió/AL, Picos/PI, entre outras.

Enquanto a Arcotrans salva vida, no Pajeú, contam-se os mortos e mutilados: em 2017, os acidentes produziram 1.635 vítimas, com 38 óbitos. Com motos, foram 1271, quase 80%.  No mais, 47 envolvendo pedestres, 101 com automóveis e 109 com ciclistas.

As cidades que mais colaboram com os números na região da X Geres, com 12 cidades,  são pela ordem Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Tabira. Destas, a primeira não sabe quando terá um processo de trânsito municipalizado, a segunda municipalizou o trânsito mas vive um período de “relaxamento” na fiscalização e a última deu uma rasteira nas demais. Vai utilizar a excelente estrutura da Guarda Municipal, a melhor do Pajeú, para fiscalizar o trânsito. Serra Talhada, na área da XI Geres, foi no caminho de Arcoverde e criou sua Autarquia, a STTrans.

Ás na manga

A vereadora Aline Mariano não esconde de ninguém que deseja ter o apoio do prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota. Eles até conversaram esta semana e agora a vereadora vai em busca de vereadores da base. Um dos trunfos de Aline é a relação com João Campos, o Federal de Patriota, que pode ser colocada no bojo do debate para ser apoiada no município.

Notícias ruins

Petistas que desejam a candidatura de Marília Arraes não deixaram o discurso, mas foram vistos mais cabisbaixos esses dias, depois de três cajadadas de uma vez: o adiamento da reunião postergando uma decisão para junho, a reunião Haddad x Câmara e a saída do páreo de Joaquim Barbosa.

Vira casaca

Fabian Silva, um dos 300 delegados que escolherão se o PT terá candidatura própria ou se alia ao PSB, era Marília, mas agora, vota pela aliança, depois de empossado no gabinete de Humberto Costa. “O uso da máquina inclusive do Estado vai ser grande pra tentar virar o jogo”, disse um petista pró candidatura própria.

Ficou mas não está

Não dá pra não dizer que ficou no mínimo desconfortável o ambiente para a Diretora do Hospital Dr José Luiz da Silva Neto, em Tabira, Cléo Diniz. Isso porque depois da chegada de Flávio Marques e João Veras para acudir a unidade, as notícias são de resolutividade, médico todo dia e redução das transferências.

Candidato “molinho”

Não fosse o “fator PT”, já que consumiu a cota apoiando Augusto César, Luciano Duque teria um candidato maneiro para apoiar na disputa à reeleição: Kaio Maniçoba. O parlamentar está abrindo torneiras com emendas para a Capital do Xaxado, a partir da obra que toca a auto estima dos serra-talhadenses, a reforma da Praça Sérgio Magalhães. A depender do nome que Duque leve debaixo do braço, Kaio pode até beliscar o status de segundo mais votado. O primeiro, dizem os matemáticos, será por fatores óbvios Sebastião Oliveira.

Faltou explicar

O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro, não explicou nem convenceu sobre o estelionato eleitoral de que foi vítima o povo de Serra Talhada ao votar a seu pedido em Lucas Ramos e Marinaldo Rosendo, tendo ambos desaparecido há quatro anos, depois dos votos na sacola.

Mordaça na Ingazeira

Pela forma como o regimento interno foi construído, a Câmara mais fechada para a população é disparadamente a de Ingazeira. Quem quer usar a tribuna popular se inscreve na quarta (a sessão é na sexta) e ainda tem que informar o que vai falar. Aparentemente há censura prévia. Já houve quem dissesse que a depender do assunto, não teve direito a fala.

Lava Jato

Dois políticos pernambucanos tiveram uma semana para esquecer, com sérios prejuízos para seus projetos políticos: Fernando Bezerra Coelho e Eduardo da Fonte, que caíram na malha da Lava Jato novamente. O primeiro tem ainda mais dificuldades de ser candidato ao governo do Estado, depois de dizer que ainda o é.  O segundo, sonha com vaga ao Senado na chapa de Paulo Câmara.

Frase da semana:

“Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão: não pretendo ser candidato a presidente da República”.

De Joaquim Barbosa, gerando o fato novo da sucessão presidencial.

“Casimiro foi desonesto”, afirma Joana D’Arc à Pajeú sobre distribuição de recursos no PV

Joana D’Arc, candidata a vereadora pelo PV nas últimas eleições, fez graves acusações ao presidente do diretório municipal do Partido Verde (PV), Casimiro Ferreira, em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (15). Segundo Joana, o fundo partidário destinado ao PV na cidade foi distribuído exclusivamente para a candidata Simone da Feira, […]

Joana D’Arc, candidata a vereadora pelo PV nas últimas eleições, fez graves acusações ao presidente do diretório municipal do Partido Verde (PV), Casimiro Ferreira, em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (15). Segundo Joana, o fundo partidário destinado ao PV na cidade foi distribuído exclusivamente para a candidata Simone da Feira, que é mãe de Casimiro, sem que os demais candidatos do partido tivessem acesso a qualquer parte do recurso. A situação, que veio à tona após a consulta pública ao Portal da Transparência, gerou indignação e acusações de desonestidade e favorecimento.

Joana relatou que, durante a campanha, ela e os outros candidatos do PV questionaram diversas vezes Casimiro sobre a existência de algum apoio financeiro por parte do partido. A resposta foi sempre negativa. “A campanha seguiu, pedimos votos, e fomos atrás dos eleitores. Recentemente, após a campanha, fui ao Portal da Transparência, e lá estava: Simone recebeu R$ 10 mil do fundo partidário, enquanto todos os outros candidatos do PV não receberam absolutamente nada”, denunciou a candidata.

A principal crítica de Joana está na falta de transparência e na violação das cotas de gênero. Segundo a candidata, os recursos deveriam ter sido distribuídos entre as quatro mulheres do partido, incluindo ela própria, Simone da Feira, Gilda do Riacho da Onça e Cícera do Leite, conforme determina a legislação eleitoral. “Casimiro violou essa distribuição, prejudicando a cota feminina ao destinar todo o valor para Simone. Ele não destinou nenhum recurso para os demais candidatos, deixando todos nós, mulheres, sem apoio financeiro”, afirmou Joana.

Em resposta às acusações, Casimiro afirmou, por meio de nota, que o repasse de recursos foi feito diretamente pelo PV Nacional para a conta de Simone da Feira, sem sua intervenção. No entanto, Joana refutou a explicação, alegando que, como presidente municipal, Casimiro tinha pleno conhecimento da situação e deveria ter agido com honestidade e justiça. “Como a Nacional poderia saber, entre quatro mulheres, que só Simone era merecedora dos R$ 10 mil? Isso claramente foi direcionado por Casimiro”, disse a candidata.

Joana também destacou que, além de não receber o recurso do fundo partidário, os demais candidatos do PV não tiveram qualquer apoio do partido para a confecção de material de campanha, ficando dependentes da ajuda da chapa majoritária. “Se dependesse do PV, nem sairíamos de casa para fazer campanha”, desabafou.

A candidata encerrou a entrevista afirmando que já acionou a assessoria jurídica e pretende levar o caso ao Tribunal Regional Eleitoral. “É preciso que alguém responda por isso e esclareça como funciona a distribuição do recurso financeiro dos partidos. Muitas vezes, as mulheres são deixadas de lado e se tornam invisíveis. As cotas de gênero foram violadas, e Casimiro foi desonesto ao distribuir o recurso apenas para sua mãe”, concluiu.

A denúncia de Joana D’Arc acende um alerta para a necessidade de maior fiscalização e transparência na distribuição dos recursos partidários, especialmente no que diz respeito ao cumprimento das cotas de gênero, que têm o objetivo de garantir igualdade de condições para mulheres nas disputas eleitorais.

O Blog e a História: a guerra entre Armando e Sérgio Guerra

A batalha verbal entre o senador Sérgio Guerra (PSDB) e o deputado federal Armando Monteiro Neto(PTB) continua a ocupar quase todo o espaço do noticiário político em Pernambuco. Foi o que ocorreu ontem, nos jornais e, principalmente, nas emissoras de rádio, onde durante toda a manhã os dois estiveram se engalfinhando, numa troca de acusações […]

A batalha verbal entre o senador Sérgio Guerra (PSDB) e o deputado federal Armando Monteiro Neto(PTB) continua a ocupar quase todo o espaço do noticiário político em Pernambuco.

Foi o que ocorreu ontem, nos jornais e, principalmente, nas emissoras de rádio, onde durante toda a manhã os dois estiveram se engalfinhando, numa troca de acusações que não para, e agora tem tudo para terminar na Justiça, a julgar por ameaças dos próprios contendores.

Eis alguns trechos da troca de ofensas ocorrida ontem nas rádios, onde a fala de ambos era quase simultânea em emissoras diferente. Ou seja, quando um ocupava o microfone de uma rádio, o segundo está em outra emissora, e assim foi durante boa parte da manhã.

Eis parte da pancadaria de ontem:  “Eu fiz de maneira dura essa reação porque, efetivamente, a minha honra e a minha dignidade pessoal eu não permito que possam ser atingidas por ninguém. Muito menos por uma figura desqualificada como o senador Sérgio Guerra, que teve envolvimento em episódios deprimentes relacionados com a CPI dos Anões do Orçamento”.(Armando)

“O senador é pequeno, ele faz essa política rasteira. Iniciou essa briga por conta de questões menores, relacionadas com problemas com o deputado Sílvio Costa (PTB), que entrou num município dele, lá na Mata Norte. Ou seja, é um coronel, é um velho coronel apegado a essas práticas políticas menores”.(Armando)

“Quero saber onde está o dinheiro (dos shows da Empetur) Alguma coisa nós temos que fazer. Podemos fazer até uma CPI das Festas aqui em Brasília. Tem oposição no Brasil, nós não nos entregamos não. Não pode comprar votos com dinheiro de festa e muito menos não fazer festa. Isso é um absurdo”. (Sérgio Guerra)

“Ele pode propor qualquer CPI, aliás, o senador tem um know how de CPI. Ele frequentou, aí sim, no banco dos réus, a CPI dos Anões do Orçamento, a CPI de triste memória. Ele pode, sim, propor uma CPI, de festas, do que ele quiser propor, é um direito que ele tem”. (Armando)
‘’Ele não pode falar nesse negócio de anão do orçamento, porque é uma acusação fraudulenta, e ele vai pra Justiça. E vai ser condenado. São acusações inverídicas, mentirosas, que a Justiça já derrubou várias vezes. Eu fui citado (na CPI) entre 81 parlamentares e o resultado da investigação sobre Sérgio Guerra é de que não há o que investigar, nem processo se formou. E esses caras ficam falando de mim”,(Sérgio Guerra)

“Essa questão da interpelação judicial é efetivamente uma hipótese, eu poderei fazer isso. Evidentemente, para resguardar a minha honra pessoal, posso fazer. No momento próprio, vou examinar essa questão”. (Armando) Em 17 de dezembro de 2009

Em 2009, patriota já falava em ser Estadual: o Secretário de Articulação Regional, José Patriota (PSB) disse que ainda faltam 10 meses para a eleição e vai esperar definição do Governador Eduardo Campos para confirmar e é ou não candidato a Deputado Estadual.

Patriota diz que seu trabalho agora como Secretário aumentou bastante, com uma agenda muita extensa.

Ele espera que a definição da sua candidatura ou não aconteça entre janeiro e fevereiro para que não fique muito próximo da eleição. Em 14 de dezembro de 2009.