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Em Flores, Anchieta Patriota diz que gestão Soraya é um descaso

Por Nill Júnior
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Fotos: Júnior Campos

O primeiro ato político da Frente Popular de Flores, liderado pelo ex-prefeito, Marconi Santana, após a morte do ex-governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos, aconteceu sábado (23), no Sítio Saco dos Henriques, em uma palestra que reuniu  militantes que votam na chapa completa da coligação socialista no estado.

Os vereadores: Alberto Ribeiro, Rael, Luiz Heleno e Jeane Lucas, além de lideranças políticas dos Distritos de Sítio dos Nunes e Fátima. Dos Povoados de São João dos Leites, Santana de Almas, o candidato a prefeito, nas eleições de 2012, Luiz de Zé Duro e o ex-prefeito Janildo Araújo.

Fotos: Júnior Campos
Fotos: Júnior Campos

O vereador Alberto Ribeiro, primeiro a falar, pediu um minuto de silêncio em tributo a Eduardo Campos, candidato à presidência da República, falecido, em razão de desastre aéreo. Depois de Alberto,  Jeane Lucas, Rael, Janildo Araújo Luiz de Zé Duro, Lucila Santana, Marconi Santana e Anchieta Patriota também falaram no ato.

O evento também foi marcado por questionamentos à gestão Soraya Murioca (PR). Marconi Santana reforçou a importância do voto na chapa completa, listou obras realizadas quando prefeito, com apoio de Danilo Cabral e Anchieta e falou sobre o futuro.

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Anchieta disse que Flores sofre descaso, assumiu compromisso com Marconi e defendeu o voto na chapa completa pela Frente Popular. “O povo de Flores não pode desistir de Flores. Daqui a dois anos vamos fazer Marconi retomar a prefeitura”, afirmou.

Outras Notícias

Danilo ironiza Marília: “todos os prefeitos do Solidariedade estão comigo”

Uma nota da campanha de Danilo Cabral destaca que todos os prefeitos eleitos, em 2020, pelo partido Solidariedade, que tem a deputada federal Marília Arraes como postulante ao Palácio do Campo das Princesas, estão fechados com o socialista. Juntas, essas prefeituras – presentes em duas das quatro regiões de Pernambuco (Região Metropolitana e Zona da […]

Uma nota da campanha de Danilo Cabral destaca que todos os prefeitos eleitos, em 2020, pelo partido Solidariedade, que tem a deputada federal Marília Arraes como postulante ao Palácio do Campo das Princesas, estão fechados com o socialista.

Juntas, essas prefeituras – presentes em duas das quatro regiões de Pernambuco (Região Metropolitana e Zona da Mata) – governam para cerca de 440 mil pernambucanos, esvaziando o palanque da adversária nesses municípios.

Entre os prefeitos do Solidariedade está Professor Lupércio, que governa a terceira cidade mais populosa de Pernambuco, ficando atrás apenas do Recife e Jaboatão dos Guararapes. Olinda, a primeira capital pernambucana, possui mais de 393 mil habitantes e tem importância fundamental para a cultura de nosso estado, a exemplo da realização do maior Carnaval do mundo. O município tem o oitavo maior Produto Interno Bruto (PIB) no estado, com R$ 5.774.906,51, de acordo com informações do IBGE de 2019. “Esse povo aqui tem lado, e é o lado do futuro governador Danilo Cabral”, crava Lupércio.

Além do fundamental apoio do prefeito Professor Lupércio, também já declarou voto em Danilo o prefeito Nino, de Nazaré da Mata (Mata Norte). Além de contar com a presença política dos prefeitos do Solidariedade, a campanha de Danilo Cabral arregimenta capital eleitoral com a ajuda de vereadores eleitos pelo partido e demais forças presentes nas cidades.“Na política, quando a gente faz as escolhas corretas a gente consegue transformar a vida das pessoas. O que nós fizemos lá atrás pela Educação, ao lado do ex-governador Eduardo Campos e do presidente Lula, é fruto de uma escolha do povo pernambucano, que elegeu a Frente Popular para governar esse estado e, juntos, conseguimos mudar a Educação. Esse legado da Frente Popular eu tenho a felicidade de liderar para melhorar ainda mais a vida das pessoas”, destaca Danilo.

Senadores pedem apoio do governo a brasileiros na Ucrânia

A situação dos brasileiros que estão em áreas atingidas pelos conflitos entre Rússia e Ucrânia tem sido motivo de preocupação entre os senadores, que se manifestaram pelas redes sociais.  Romário (PL-RJ) e Jaques Wagner (PT-BA) informaram ter enviado ofícios ao Ministério das Relações Exteriores para saber do suporte aos brasileiros que desejam deixar o território […]

A situação dos brasileiros que estão em áreas atingidas pelos conflitos entre Rússia e Ucrânia tem sido motivo de preocupação entre os senadores, que se manifestaram pelas redes sociais. 

Romário (PL-RJ) e Jaques Wagner (PT-BA) informaram ter enviado ofícios ao Ministério das Relações Exteriores para saber do suporte aos brasileiros que desejam deixar o território ucraniano.

“Acabei de oficiar o Itamaraty para saber quais providências então sendo tomadas de suporte aos brasileiros e suas famílias que desejam sair da Ucrânia neste momento. É fundamental que o Itamaraty ofereça apoio”, informou Romário pelo Twitter.

Jaques Wagner, disse que, tendo em vista a situação dramática na Ucrânia, solicitou ao ministério medidas para proteger os brasileiros. “Enviei ofício ao Itamaraty solicitando a adoção imediata de medidas que visem garantir a integridade física dos brasileiros que estão no país. O governo precisa retirar imediatamente todos os compatriotas que lá se encontram”, alertou.

Ainda pela rede social, Romário compartilhou uma reportagem que mostra a situação de jogadores de futebol e familiares que estão em um hotel localizado na capital, Kiev, que está sendo invadida pelas tropas russas. Eles pedem ajuda à Embaixada do Brasil para deixar o país. São cerca de 20 brasileiros, inclusive crianças, nessa situação.

“Com certeza há mais brasileiros necessitando de suporte do governo do Brasil, vão aparecer mais pedidos de socorro nas próximas horas. É uma situação muito triste. Que todos os cidadãos brasileiros consigam o suporte necessário para sair do país em segurança. O mesmo desejo à população da Ucrânia e demais estrangeiros no país”, publicou Romário, antes de desejar uma rápida solução opara o conflito.

Solidariedade

Nesta sexta-feira (25), o senador Fabiano Contarato (PT-ES) informou ter apresentado voto de solidariedade ao povo da Ucrânia, em razão da invasão armada russa. “Este conflito é uma catástrofe humanitária. Esperamos que a Rússia interrompa os ataques e volte à mesa de negociação. Ele também manifestou preocupação com os brasileiros na Ucrânia. “Esperamos do governo brasileiro todos os esforços para que se garanta a segurança dessas pessoas. Nosso mandato está à disposição para contribuir”, publicou o senador.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) lamentou que a situação na Europa tenha chegado a este ponto e disse que quem mais sofre é a população civil, no meio do fogo cruzado. O senador cobrou do governo apoio aos brasileiros que se encontram na Ucrânia.

“A situação dos brasileiros na Ucrânia precisa ser acompanhada de perto pelo Governo Federal. São famílias que precisam de ajuda num momento crítico como o atual. Devemos lamentar que a situação na Europa tenha chegado a este ponto. A paz é sempre o melhor caminho”, escreveu pelas redes sociais.

Lasier Martins (Podemos-RS) criticou o presidente russo, Vladimir Putin, e lamentou os efeitos do conflito, inclusive para os brasileiros. “Vladimir Putin demorou a mostrar por inteiro suas garras autoritárias e agora desestabiliza a paz mundial. Sua ambição de poder vai custar caro a todos, inclusive a nós brasileiros”, afirmou o senador pelo Twitter.

Impactos econômicos

Os impactos econômicos do conflito sobre o Brasil também foram lembrados pelos senadores. Rogério Carvalho apontou a alta no preço do barril de petróleo, que pode subir ainda mais o preço do combustível no Brasil. O senador é autor do PL 1.472/2021, que cria um sistema de estabilização dos preços dos combustíveis.

“Com a guerra na Ucrânia, o barril do petróleo passou dos US$ 100. Se mantida a política de preços da Petrobras, o impacto na economia brasileira será devastador. O povo não pode pagar esta conta sozinho!”, publicou o senador, ao pedir a aprovação do projeto, que acaba com a política de preço de paridade de importação do petróleo.

Alvaro Dias (Podemos-PR) citou os possíveis impactos no seu estado, o Paraná. Ao compartilhar notícia sobre esses impactos, ele lembrou que os portos do estado são a principal porta de entrada dos fertilizantes no país e que mais de 20% das importações desse tipo de produto vêm da Rússia.

Paulo Paim (PT-RS) lembrou que a pandemia da covid-19 já matou quase 6 milhões de pessoas no mundo e que os conflitos podem agravar ainda mais a crise humanitária. “Com todo esse cenário de horror e de agressão aos direitos humanos, ainda há aqueles que acreditam em guerras, conflitos armados, ódio, violência. Isso é irracional, inconsequente, desumano. Poderemos ter uma das maiores crises humanitárias de todos os tempos”, lamentou.

Posicionamento

Também pelas redes sociais, os senadores continuam a cobrar do governo brasileiro que saia da posição de neutralidade e emita uma posição oficial sobre o conflito. Para Leila Barros (Cidadania-DF), não condenar a escalada militar seria mais um desastre da diplomacia brasileira, que se dissocia da comunidade internacional.

“O governo brasileiro não pode permanecer evasivo diante da invasão russa à Ucrânia. As principais democracias do mundo já manifestaram seu repúdio, diante da violação da soberania territorial ucraniana”, cobrou a senadora.

Jorge Kajuru (Podemos-GO) comentou a notícia de que o presidente da República, Jair Bolsonaro, desautorizou integrantes do governo que emitiram manifestações sobre o conflito. “Relações exteriores do Brasil terão de ser reconstruídas!”, disse o senador.

Para Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a posição de Bolsonaro está cada vez mais irrelevante, tanto fora do país quanto internamente, “As pessoas cobrando posicionamento do Bolsonaro sobre a invasão da Ucrânia. É sério? Claro que tem toda a questão humanitária e diplomática, mas na real a posição dele é 100% irrelevante lá fora. Aliás, é cada vez mais irrelevante aqui dentro também, pois quem manda é o Centrão”, publicou. As informações são da Agência Senado.

Advogado critica censura a delegados nas investigações sobre o caso Yasmim, em Carnaíba

O advogado Cláudio Soares, assistente de acusação no caso do assassinato da menina Yasmim, de seis anos, em Ibitiranga, zona rural de Carnaíba, defendeu em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, que a Polícia Civil tenha liberdade para se comunicar com a imprensa e com a sociedade sobre o andamento das investigações. Durante […]

O advogado Cláudio Soares, assistente de acusação no caso do assassinato da menina Yasmim, de seis anos, em Ibitiranga, zona rural de Carnaíba, defendeu em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, que a Polícia Civil tenha liberdade para se comunicar com a imprensa e com a sociedade sobre o andamento das investigações.

Durante a entrevista, Soares afirmou que considera “uma arbitrariedade e uma censura” a orientação da Secretaria de Defesa Social (SDS) para que delegados evitem conceder entrevistas.

“Os delegados têm competência para dar entrevista, para conversar com a imprensa. A imprensa é o canal adequado para manter a sociedade e as famílias informadas”, declarou.

O advogado destacou que tem acompanhado de perto o trabalho da equipe de investigação comandada pelo delegado Thiago, responsável pelo inquérito.

“Estive duas vezes em Ibitiranga acompanhando o caso e pude constatar o empenho da equipe policial. Acredito no trabalho que vem sendo desenvolvido”, disse.

Soares ressaltou ainda que espera a identificação e responsabilização dos verdadeiros culpados pelo crime, e que os resultados das perícias devem ser concluídos nos próximos dias.

“Acredito que em até dez dias teremos respostas mais concretas, com base nos laudos periciais. Toda a sociedade espera Justiça”, afirmou.

Ele também pediu o apoio da população local às investigações:

“Se alguém tiver informações sobre o crime, deve procurar a polícia. A identidade será preservada. Essa colaboração é fundamental para que o caso seja esclarecido”, completou.

O assassinato de Yasmim causou grande comoção em Carnaíba e em toda a região do Pajeú. A criança foi encontrada morta após ter desaparecido em Ibitiranga, e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

 

Luiz Alberto volta aos braços do grupo de Anchieta Patriota

Convidado pelos vereadores Everaldo Patriota, Antônio Chico e Cícero Batista por orientação do Prefeito Anchieta Patriota (PSB) o ex vereador e candidato a vice pela oposição nas últimas eleições, Luís Alberto disse que sentiu-se a vontade para voltar a integrar a Frente Popular de Carnaíba. “Eu sou presidente do PTC e a direção estadual me […]

Convidado pelos vereadores Everaldo Patriota, Antônio Chico e Cícero Batista por orientação do Prefeito Anchieta Patriota (PSB) o ex vereador e candidato a vice pela oposição nas últimas eleições, Luís Alberto disse que sentiu-se a vontade para voltar a integrar a Frente Popular de Carnaíba.

“Eu sou presidente do PTC e a direção estadual me deu carta branca para aceitar o convite feito pelo então candidato a prefeito em 2016 José Francisco Filho, o ‘Didi’. Perdemos as eleições, acabou nossa coligação e cada um segue seu caminho. Então resolvi aceitar o convite para assumir a Secretaria de Articulação interna”, frisou.

Luís Alberto disse que houve divergência no campo político com Anchieta no último pleito, mas nada pessoal. Ele já começou a trabalhar na nova função e disse que já há a possibilidade da ida de mais três suplentes do PTC e provavelmente o PT de Anchieta Alves e membros do partido. “Fui porque o povo pediu”, disse à Rádio Pajeú.

Eliana Lapenda Guerra é eleita primeira corregedora do MPCO 

A procuradora geral adjunta Eliana Maria Lapenda de Moraes Guerra foi eleita, nesta sexta-feira (26), como primeira corregedora geral da história do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO). A eleição, por aclamação e unanimidade, ocorreu em sessão do Colégio de Procuradores do MPCO. O procedimento de eleição foi presidido pela procuradora geral do MPCO, […]

A procuradora geral adjunta Eliana Maria Lapenda de Moraes Guerra foi eleita, nesta sexta-feira (26), como primeira corregedora geral da história do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO). A eleição, por aclamação e unanimidade, ocorreu em sessão do Colégio de Procuradores do MPCO. O procedimento de eleição foi presidido pela procuradora geral do MPCO, Germana Laureno. 

Devido ao crescimento do MPCO nos últimos anos, os procuradores entenderam pela necessidade de criação da Corregedoria Geral no órgão, tendo sido proposto um projeto de lei na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O projeto foi aprovado e a lei foi já foi promulgada pelo presidente da Assembleia, deputado Eriberto Medeiros (PP), estando publicada no Diário Oficial desta sexta (26). 

Eliana Lapenda Guerra será a responsável pela implantação da Corregedoria Geral no MPCO. 

Emocionada com a aclamação dos pares, Eliana destacou momentos de sua trajetória pela consolidação do Ministério Público de Contas como órgão independente no controle externo brasileiro. Eliana recordou momentos de sua atuação nacional e em Pernambuco na defesa do Ministério Público de Contas, inclusive perante o Congresso Nacional, na discussão da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público. 

“A luta foi muito dura, muito árdua, para chegarmos até este momento. Enfrentamos muitas resistências, mas vencemos e hoje somos um grupo unido na defesa do Ministério Público”, disse a nova corregedora do MPCO. 

A nova corregedora lembrou das lições que aprendeu desde sua casa paterna. Eliana Lapenda Guerra é filha do falecido Procurador Mayr Maranhão Lapenda, que foi procurador geral de Justiça do Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE). Eliana, em seu agradecimento aos pares, disse que se orgulha de ter aprendido com o pai a lutar pelo Ministério Público. 

Decana na carreira do MPCO em Pernambuco, Eliana Lapenda Guerra ingressou nos quadros do órgão em 1977, atuando perante o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). Assumiu a Procuradoria Geral da Instituição pela primeira vez em 1992, sendo também a primeira mulher a chefiar o MPCO em sua história. Ocupou por várias outras vezes o cargo máximo da Instituição, sendo eleita procuradora geral pelas últimas vezes em 2011 e 2012. Foi também a responsável pelo primeiro concurso de procuradores da história do MPCO, realizado em 1993.

Em dezembro de 2020, Eliana Lapenda Guerra recebeu uma homenagem pública da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (AMPCON), pelos seus 43 anos de carreira na Instituição. Foi agraciada na ocasião com a comenda nacional “Medalha do Mérito Institucional Antônio Maria Filgueiras Cavalcante”, pelos revelantes serviços prestados à Instituição e ao controle externo brasileiro.