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Eleições mudam o início do horário de verão deste ano

Por Nill Júnior

As eleições vão causar mudanças até no cronograma do horário de verão. Tradicionalmente, o início é a partir da meia-noite do terceiro domingo de outubro, mas neste ano foi adiado para dia 4 de novembro – primeiro domingo após o segundo turno. Com 15 dias a menos, o novo horário durará cerca de três meses, até o dia 6 de fevereiro de 2019.

No entanto, é possível que essa data ainda sofra modificações. O Ministério da Educação (MEC) solicitou ao presidente Michel Temer o adiamento do início do horário de verão em razão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A avaliação do MEC é que a alteração no horário poderia gerar confusão, fazendo com que candidatos possam perder o exame devido à alteração no horário.

Alterações

A decisão de adiar o início do horário de verão ocorreu no final de 2017, quando Temer atendeu a um pedido do ministro Gilmar Mendes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e assinou um decreto para reduzir o período com o objetivo de evitar conflitos com as eleições.

A expectativa é que a medida dê mais agilidade à apuração dos votos, pois a diferença máxima de fuso horário em relação a Brasília, também durante o segundo turno das eleições, continuará sendo de duas horas e não de três horas, como ocorre a partir da entrada em vigor do horário de verão.

Outro reflexo da medida deve ser percebido na divulgação dos resultados parciais da votação para presidente da República, que só pode começar após a conclusão da votação em todo país.

Estados

Neste ano, municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, Espírito Santo, de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e do Distrito Federal adiantam em uma hora o relógio.

O leste do Amazonas, Roraima e Rondônia deixam o relógio atrasado em duas horas em relação a Brasília, enquanto Acre e parte oeste do Amazonas atrasam o relógio em três horas em relação ao horário oficial do país.

Provas

As datas das provas do Enem foram marcadas para os dias 4 e 11 de novembro. No dia 4, serão aplicadas as questões de linguagem, ciências humanas e redação, com duração prevista de 5 horas e 30 minutos. No dia 11, será a vez das questões envolvendo ciências da natureza e matemática, com duração de 5 horas. A abertura dos portões será às 12h e o fechamento, às 13h.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não discute a possibilidade de alterar as datas das provas. Caso o pedido não seja acatado, o horário de verão começará à 0h do dia 4 de novembro e terminará em 16 de fevereiro de 2019.

Outras Notícias

Senado aprova PEC do Orçamento em segundo turno

Nova versão da PEC tem impacto dos gastos diluído nos cofres da União Por Daniel Carvalho/Folha de São Paulo Uma semana após ser derrotado na Câmara, o governo do presidente Jair Bolsonaro chegou a um meio termo com o Congresso e aprovou em dois turnos no Senado, na noite desta quarta-feira (3), uma versão da […]

Foto: Folhapress

Nova versão da PEC tem impacto dos gastos diluído nos cofres da União

Por Daniel Carvalho/Folha de São Paulo

Uma semana após ser derrotado na Câmara, o governo do presidente Jair Bolsonaro chegou a um meio termo com o Congresso e aprovou em dois turnos no Senado, na noite desta quarta-feira (3), uma versão da PEC do Orçamento com impacto diluído nos cofres da União.

A proposta de emenda à Constituição que retira do Executivo poder sobre o Orçamento foi alterada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC). Como houve mudanças, o texto terá que retornar à Câmara, onde a tramitação é mais lenta, para então ser promulgado.

A PEC aprovada ainda não era o que o governo queria, mas representou um avanço nas negociações com a Câmara e o Senado.

Os senadores aprovaram um aumento escalonado do percentual obrigatório das emendas coletivas: 0,8% da RCL (Receita Corrente Líquida) em 2020 e 1% no ano seguinte. O governo queria um escalonamento em quatro anos.

A partir de 2022, o valor alocado em emendas será corrigido pela inflação.

Atualmente, este percentual está fixado em 0,6%. O texto que saiu da Câmara na semana passada elevava na Constituição este percentual para 1% já no primeiro ano, o que representaria, de partida, um aumento de R$ 4 bilhões.

Além disso, a PEC leva para a Constituição a obrigatoriedade do pagamento das emendas de bancada. Hoje, a Constituição obriga apenas o pagamento das emendas individuais.

“A decisão sobre o montante destinado às emendas de bancada estadual perpassa pelo contexto econômico atual e pela necessidade que o valor seja suficiente para viabilizar as emendas de bancada estadual”, argumentou Esperidião Amin.

Em menos de 12 horas, a PEC foi aprovada na CCJ (comissão de Constituição e Justiça) do Senado e em dois turnos no plenário da Casa. O texto passou por 58 votos a 6 no primeiro turno e 59 a 5 no segundo.

Outra alteração feita a partir do acordo entre Câmara, Senado e Executivo é a determinação de que emendas de bancada terão que ser apresentadas também no ano seguinte, até que a obra seja concluída. O governo temia que a redação aprovada pela Câmara criasse um cemitério de obras inacabadas.

Também foi estabelecido que, se for verificado que a reestimativa da receita e da despesa poderá resultar no não cumprimento da meta de resultado fiscal estabelecida na LDO (lei de diretrizes orçamentárias), as emendas individuais e de bancadas também serão alvo de contingenciamento.

De volta à Câmara, a PEC tem que passar pela CCJ, por uma comissão especial para, só então, ser votada em plenário. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a aprovação da nova versão da proposta só acontecerá depois da Páscoa.

A versão mais dura do texto havia sido aprovada pela Câmara na semana passada, quando a relação entre a Casa e o Palácio do Planalto estava estremecida. Por isso, foi entendida por governistas como uma resposta de Rodrigo Maia. O texto passou com ajuda dos votos do PSL, inclusive do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro.

A nova versão também teve apoio do PSL no Senado. O líder do partido na Casa, senador Major Olímpio (PSL-SP), disse que seu apoio era oriundo de declarações do ministro Paulo Guedes (Economia).

“Me causou extrema preocupação, no momento da votação desta PEC lá na Câmara, sob o ponto de vista de promover um engessamento maior e impossibilitar o governo de desenvolver ações programadas e compromissos assumidos com a população brasileira”, disse Olímpio.

O líder do partido de Bolsonaro, no entanto, disse que Guedes afirmou haver preocupação, mas que era preciso “ter uma sinalização com o Congresso, mais especificamente com os parlamentares”.

“Quem sou eu para contestar questões econômicas que brilhantes homens da área econômica do governo estão dizendo que são suportáveis?”, indagou o líder do PSL.

Ciro critica Lula e Câmara

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), candidato à Presidência nas eleições de 2018, afirmou ontem que foi enganado pelo governador Paulo Câmara nas articulações do pleito do ano passado. Segundo o pedetista, o gestor pernambucano teria prometido a ele o apoio na disputa pelo Palácio do Planalto, quando, segundo Ciro, o PSB teria feito a aliança […]

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), candidato à Presidência nas eleições de 2018, afirmou ontem que foi enganado pelo governador Paulo Câmara nas articulações do pleito do ano passado.

Segundo o pedetista, o gestor pernambucano teria prometido a ele o apoio na disputa pelo Palácio do Planalto, quando, segundo Ciro, o PSB teria feito a aliança com o PT em troca da neutralidade na disputa presidencial.

Ciro defendeu ainda a unidade do PDT em Pernambuco para que, em 2020, sejam apresentadas candidaturas em Caruaru e no Recife, caso quadros da sigla queiram disputar as eleições municipais.

Em visita ontem ao Diario de Pernambuco, Ciro criticou o governo Bolsonaro pelos cortes na educação e ainda disse que a gestão federal precisa investir em três pilares para alavancar a economia e reduzir a desigualdade do Nordeste: infraestrutura, capacitação profissional e acesso a terra.

Ala do PSB resiste à recomposição e vê Miguel Coelho como melhor adversário

Se há, na Frente Popular, uma ala que não descarta uma recomposição com o grupo liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho, há outra que, resistindo a essa hipótese, elege, nos bastidores, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, como melhor adversário para o conjunto comandado por Paulo Câmara.  Em outras palavras, um grupo de socialistas argumenta, […]

Se há, na Frente Popular, uma ala que não descarta uma recomposição com o grupo liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho, há outra que, resistindo a essa hipótese, elege, nos bastidores, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, como melhor adversário para o conjunto comandado por Paulo Câmara. 

Em outras palavras, um grupo de socialistas argumenta, em conversas reservadas, que enfrentar o gestor da cidade sertaneja seria o melhor caminho de implementar a tática do “nós contra eles” como já foi aplicado, na corrida de 2018, quando o chefe do Executivo estadual adotou a expressão “turma do Temer” para se referir aos Oposicionistas que, à época, tinham representantes em ministérios do ex-presidente da República, Michel Temer. 

Foram titulares de pastas na gestão do emedebista: Bruno Araújo (Cidades), Fernando Filho (Minas e Energia), Raul Jungmann (Defesa) e Mendonça Filho (Educação).

Em Pernambuco, reduto petista, essa tese repisada pegou e acabou beneficiando a campanha de Paulo Câmara, então candidato à reeleição. 

À coluna, em reserva, um socialista advoga disse o seguinte: “Se a campanha vai ser plebiscitária, Lula versus Bolsonaro, para a gente é melhor que Miguel Coelho fique lá”. 

A leitura da fonte tem a ver com o fato de o pai de Miguel, Fernando Bezerra Coelho, ser líder do governo Bolsonaro. “Nem Raquel Lyra, nem Anderson Ferreira proporcionam tanta clareza sobre essa ligação com o Governo Federal”, prossegue a mesma fonte. 

Em paralelo, outro integrante do PSB, que segue essa linha de raciocínio, questiona ainda o fato de que um entendimento com FBC poderia subtrair uma vaga na chapa majoritária, minando espaço de aliados mais antigos. 

Essa corrente entende que “trazer os Coelho e Miguel quebra a narrativa política do nós contra eles”. E vaticina: “Agora, vai ser a turma de Bolsonaro”. A análise é da jornalista Renata Bezerra de Melo, para a Folha Política.

Afogados da Ingazeira lamenta o falecimento do ex-vereador Zé Ioni 

A cidade de Afogados da Ingazeira acordou neste sábado (4) com a triste notícia do falecimento do ex-vereador José Ioni de Almeida, aos 73 anos, vítima de um infarto. Zé Ioni será lembrado não apenas pelo seu trabalho político, mas também pela sua personalidade cativante e suas histórias marcantes. Segundo a Nota de Falecimento divulgada […]

A cidade de Afogados da Ingazeira acordou neste sábado (4) com a triste notícia do falecimento do ex-vereador José Ioni de Almeida, aos 73 anos, vítima de um infarto.

Zé Ioni será lembrado não apenas pelo seu trabalho político, mas também pela sua personalidade cativante e suas histórias marcantes.

Segundo a Nota de Falecimento divulgada neste sábado durante o programa Rádio Vivo da Rádio Vivo, José Ioni veio a óbito por volta de 01h deste sábado, em sua residência, onde vivia na Rua Valdevino José Praxedes, em frente à Secretaria de Transportes de Afogados da Ingazeira, próximo à AIS 20.

Pai do músico Waguinho dos Teclados, Zé Ioni era uma figura querida e respeitada na comunidade, conhecido não apenas pelo seu trabalho como vereador, mas também por sua trajetória como caminhoneiro. Seu famoso jargão “Fala Sério” era uma marca registrada, e suas histórias sobre as estradas e vivências rendiam boas conversas nas rodas de amigos.

Era irmão do cantor Anjinho dos Teclados e da falecida compositora Genedi Almeida.

Ele deixa sua esposa Cida e seus filhos Yonara e Waguinho.

Em sua residência o corpo vai ficar até às 7 horas da manhã deste domingo (05/05), e logo depois vai para a câmara de vereadores, onde será velado até às 9 horas da manhã, e logo depois o cortejo segue para o cemitério São Judas Tadeu, onde será sepultado.

Zé era também ouvinte de carteirinha da Rádio Pajeú. Nossos sentimentos aos familiares.

Fábio Luiz escreveu:

Zé Ioni se foi?
“Fala Sério” meu blogueiro!
Partiu o vereador,
Cidadão, caminhoneiro.
A Waguinho dos Teclados
E aos parentes consternados,
Meus sinceros sentimentos.
Zé que fez tantas viagens,
Recebe agora homenagens
E o céu lhe dá aposentos.

Em parceria com o governo Lula, Márcia anuncia obras do Novo PAC

A prefeita Márcia Conrado anunciou em parceria com o Novo PAC Seleções uma creche/escola de educação infantil, um CEU da cultura e uma Unidade Odontológica Móvel (UOM). A cerimônia foi realizada na manhã desta quinta-feira, 7 de março, em Brasília. Com a presença do presidente Lula, o evento anunciou mais de R$ 23 bilhões para […]

A prefeita Márcia Conrado anunciou em parceria com o Novo PAC Seleções uma creche/escola de educação infantil, um CEU da cultura e uma Unidade Odontológica Móvel (UOM).

A cerimônia foi realizada na manhã desta quinta-feira, 7 de março, em Brasília.

Com a presença do presidente Lula, o evento anunciou mais de R$ 23 bilhões para 3.270 municípios, dentre eles Serra Talhada.

Os investimentos do governo federal serão executados em áreas como Saúde, com a UOM; Educação, com a creche; e Cultura, com a construção do CEU, um centro cultural de 300 a 500m², com um modelo de implantação idealizado para dialogar com a diversidade cultural da Capital do Xaxado.

“É com trabalho que a gente resolve. Estou muito feliz em saber que o nosso presidente Lula, mais uma vez, prioriza Serra Talhada. Teremos investimentos na Educação, na Cultura e na Saúde. É Serra Talhada cada vez melhor”, frisou a prefeita.