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Eleições 2020: MP Eleitoral promove seminário virtual para jornalistas

Por André Luis

O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco convida os profissionais de imprensa para participar do seminário virtual “O papel do MP Eleitoral nas eleições de 2020”, que será realizado pela plataforma Google Meet, no próximo dia 23 de julho, das 14h00 às 15h30.

O evento contará com a participação do procurador regional eleitoral em Pernambuco, Wellington Cabral Saraiva, do Ministério Público Federal, e do Procurador-Geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, do Ministério Público de Pernambuco.

Durante o encontro, os procuradores farão breves apresentações com conteúdo destinado a auxiliar os profissionais que atuarão na cobertura do processo eleitoral. Wellington Saraiva falará sobre “Atuação do Ministério Público Eleitoral” e Francisco Dirceu tratará do tema “Estrutura do Ministério Público Eleitoral e da Justiça Eleitoral”. Haverá ainda um espaço para o esclarecimento de dúvidas dos jornalistas.

Para participar do evento, basta preencher o formulário disponível no endereço http://bit.ly/SeminarioMPEleitoralPE. As inscrições estarão abertas até as 12h00 do dia 23 de julho. O link para acompanhar a videoconferência será informado aos inscritos 30 minutos antes do evento.

É fundamental que todos os inscritos leiam o guia para participação no seminário, que traz orientações importantes para o bom andamento do evento. O arquivo está disponível no endereço http://bit.ly/GuiaSeminarioMPEleitoralPE

Outras Notícias

Carnaíba: vereador cobra iluminação pública

O vereador Irmão Adílson enviou requerimento a prefeitura de Carnaíba cobrando do prefeito Anchieta Patriota e do Secretário de Obras do munícipio, Edvaldo Morato [Fafinha], providencias urgentes quanto a situação de iluminação pública do Distrito de Ibitiranga. De acordo com os argumentos do vereador no documento de número 75/2019, faz pelo menos dois meses que […]

O vereador Irmão Adílson enviou requerimento a prefeitura de Carnaíba cobrando do prefeito Anchieta Patriota e do Secretário de Obras do munícipio, Edvaldo Morato [Fafinha], providencias urgentes quanto a situação de iluminação pública do Distrito de Ibitiranga. De acordo com os argumentos do vereador no documento de número 75/2019, faz pelo menos dois meses que a população da localidade está abandonada no escuro.

A situação pode mesmo ser classificada como um abandono ou um descaso da gestão, pois segundo apuramos, o mesmo vereador já havia enviado alguns dias antes oficio endereçado aos mesmo destinatários do requerimento de agora, expondo o problema e pedindo solução. Não teve resposta, disse Irmão Adilson.

Devido a esta situação surge na população local o temor de que isso contribua para as mais variadas formas de violência, além do problema afetar diretamente a qualidade de vida das pessoas que residem neste importante distrito do município.

PF erradica 21 mil pés de maconha em Floresta

A Polícia Federal, através de sua Delegacia em Salgueiro/PE, vem promovendo ações de rotina de identificação e consequente erradicação de plantios de maconha no sertão pernambucano. Tais medidas fazem parte das estratégias adotadas pela Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio, e Facções Criminosas-CGPRE, Órgão Central da Polícia Federal em Brasília/DF e […]

A Polícia Federal, através de sua Delegacia em Salgueiro/PE, vem promovendo ações de rotina de identificação e consequente erradicação de plantios de maconha no sertão pernambucano.

Tais medidas fazem parte das estratégias adotadas pela Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio, e Facções Criminosas-CGPRE, Órgão Central da Polícia Federal em Brasília/DF e Superintendência Regional em Pernambuco, com o objetivo de reduzir a produção e oferta de maconha no sertão Pernambucano.

Desta vez, foram erradicados e destruídos no último dia 14/04 (sexta-feira) cerca de 21 mil pés de maconha que estavam em um plantio situado na cidade de Floresta/PE.

O plantio foi localizado através de levantamentos feitos pela Polícia Federal. O ciclo produtivo da cannabis é acompanhado de perto por policiais federais e quando vai se aproximando o período da colheita, novas ações são realizadas coibindo assim a secagem e a consequente introdução ao mercado consumidor.

Afogados: Começa hoje Feira de Leitura e Conhecimento

Terá início nesta quarta (29), a 12ª edição da Feira Interativa de Leitura e Conhecimento (FILCO). A abertura será às 17h, na Praça Alfredo de Arruda Câmara. Na ocasião, o Prefeito José Patriota fará a entrega de novos veículos para a Secretaria Municipal de Educação. A Filco tem por objetivo apresentar à sociedade, os trabalhos […]

Terá início nesta quarta (29), a 12ª edição da Feira Interativa de Leitura e Conhecimento (FILCO). A abertura será às 17h, na Praça Alfredo de Arruda Câmara.

Na ocasião, o Prefeito José Patriota fará a entrega de novos veículos para a Secretaria Municipal de Educação.

A Filco tem por objetivo apresentar à sociedade, os trabalhos de leitura desenvolvidos pelos alunos em sala de aula, durante todo o ano. A novidade para esta edição, e a realização, no local, da 2ª Feira de Ciências e Inovação, promovida pelo IFPE.

Na quinta, a Prefeitura apresentará um espetáculo com o grupo teatral de Arcoverde, “Teatro de Retalhos”. E na sexta, no encerramento, haverá o desfile inaugural da grife de moda, Dona Fulô customização, que trabalho com material reciclado e com foco na preservação do meio ambiente.

“Estamos bastante animados com os resultados dos projetos de leitura desenvolvidos este ano nas nossas diversas unidades de ensino, e na expectativa de mais uma grande feira,” destacou a Secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Veratânia Moraes.

Todas as atividades ocorrerão na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. Confira a programação na íntegra:

FILCO Programação

Alcolumbre critica “caça às bruxas”, indica veto à CPI do Judiciário, e é acusado de “mudar de lado”

Do Congresso em Foco Pressionado pelo governo a enterrar a CPI da Lava Toga, que pretende investigar tribunais superiores, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), acusou os defensores da ideia de querer fazer uma “caça às bruxas”. Ouviu, por outro lado, que “mudou de lado” e está “seguindo o mesmo caminho dos últimos presidentes […]

Marcos Oliveira/Ag. Senado

Do Congresso em Foco

Pressionado pelo governo a enterrar a CPI da Lava Toga, que pretende investigar tribunais superiores, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), acusou os defensores da ideia de querer fazer uma “caça às bruxas”. Ouviu, por outro lado, que “mudou de lado” e está “seguindo o mesmo caminho dos últimos presidentes do Senado”, embora eleito ao cargo sob um discurso de “alternativa à velha política”.

Esse bate-boca aconteceu na reunião de líderes na tarde de terça-feira (19), que durou quase três horas. Pouco antes foi protocolado um segundo pedido de criação de comissão parlamentar de inquérito para investigar tribunais superiores, dessa vez, com apoio de 29 senadores (duas acima do mínimo das 27 necessárias) – um primeiro pedido de criação da CPI com o mesmo objeto já foi rejeitado por Alcolumbre.

O texto fala em “investigar condutas ímprobas, desvios operacionais e violações éticas por parte dos membros do Supremo Tribunal Federal e de tribunais superiores do país”. No STF são citados o presidente da Corte, Dias Toffoli, e também os ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux.

Num primeiro momento da reunião, Davi Alcolumbre tentou se justificar pelo argumento jurídico, colocando a explicação do Regimento do Senado, no artigo 146, “Não se admitirá comissão parlamentar de inquérito sobre matérias pertinentes: à Câmara dos Deputados; às atribuições do Poder Judiciário; aos Estados”. Disse também que uma “guerra entre poderes” não faz bem ao Brasil e que é necessário manter a harmonia entre Legislativo, Executivo e Judiciário, discurso que tem adotado publicamente desde semana passada.

Além disso, clamou aos senadores, grande parte deles aliados do presidente Jair Bolsonaro, que uma CPI desse porte tiraria o foco da reforma da Previdência, a principal agenda do governo nesse momento. O tom do debate, contudo, foi se elevando. Em um dos momentos mais quentes, afirmou que os colegas querem fazer “uma caça às bruxas sem sentido” e que isso é muito “perigoso”, conforme relatos de três senadores que não assinaram o pedido de criação da CPI, mas estavam presentes no encontro.

Do outro lado, foi “emparedado” por aliados que lhe acusaram de “mudar de lado”. O senador foi eleito ao cargo de comando da Casa com um discurso de “mudança” e alternativa à “velha política” representada pelo adversário, à época, Renan Calheiros (MDB-AL).

“Acho que ele [Alcolumbre] deveria respeitar 27 assinaturas de colegas dele que o ajudaram a sentar na cadeira de presidente. Em mesmo, Álvaro [Dias], que somos signatários ali, deixamos na última hora de ser candidatos [na eleição à Presidência do Senado], porque senão ele não venceria a eleição. Ele vai só fazer o que todos os outros fizeram aqui desde 1950”, afirmou o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), quando questionado horas antes da reunião sobre os indícios de que o presidente não acataria o pedido de criação da CPI.

Luciano Torres: “só faz festa quem pode”

Presidente do Cimpajeú, o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que cerca de cem prefeitos devem assinar decretos de calamidade pública por conta da situação financeira dos municípios. “A situação é difícil. Tem gente achando que esse dinheiro da recomposição das perdas já está nas contas, mas ainda […]

Presidente do Cimpajeú, o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que cerca de cem prefeitos devem assinar decretos de calamidade pública por conta da situação financeira dos municípios.

“A situação é difícil. Tem gente achando que esse dinheiro da recomposição das perdas já está nas contas, mas ainda não chegou”, disse.

No caso de Ingazeira, Luciano confirmou que, em virtude do decreto, não fará festa de emancipação política, em dezembro.  Prefeitos que decretarem situação de calamidade pública por situação financeira não poderão contratar novos colaboradores no período, além de buscar reduzir despesas,  e mais: durante sua vigência, devem reduzir gastos com eventos festivos.

“Não vamos fazer festa de emancipação. A prioridade é pagar fornecedores e servidores efetivos e contratados. faz festa quem pode”, disse.