Presidente do Cimpajeú, o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que cerca de cem prefeitos devem assinar decretos de calamidade pública por conta da situação financeira dos municípios.
“A situação é difícil. Tem gente achando que esse dinheiro da recomposição das perdas já está nas contas, mas ainda não chegou”, disse.
No caso de Ingazeira, Luciano confirmou que, em virtude do decreto, não fará festa de emancipação política, em dezembro. Prefeitos que decretarem situação de calamidade pública por situação financeira não poderão contratar novos colaboradores no período, além de buscar reduzir despesas, e mais: durante sua vigência, devem reduzir gastos com eventos festivos.
“Não vamos fazer festa de emancipação. A prioridade é pagar fornecedores e servidores efetivos e contratados. faz festa quem pode”, disse.
Reeleita com um dos palanques mais amplos de Pernambuco, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), enfrenta um desafio proporcional ao tamanho de sua base política: acomodar os aliados no chamado governo 2.0. A análise publicada pela Coluna do Domingão, do Blog, neste domingo (8), aponta que a composição do primeiro e segundo escalões […]
Reeleita com um dos palanques mais amplos de Pernambuco, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), enfrenta um desafio proporcional ao tamanho de sua base política: acomodar os aliados no chamado governo 2.0.
A análise publicada pela Coluna do Domingão, do Blog, neste domingo (8), aponta que a composição do primeiro e segundo escalões do próximo mandato não será suficiente para contemplar todos os grupos que apoiaram a prefeita. O cenário exige uma gestão cuidadosa para evitar descontentamentos e manter a unidade da ampla coligação que garantiu sua reeleição.
Márcia Conrado terá que lidar com as expectativas dos diferentes setores que integram sua base, equilibrando interesses e evitando desgastes políticos. O processo de distribuição de cargos e funções será fundamental para consolidar seu segundo mandato e manter o apoio necessário para a continuidade de seu projeto de gestão.
Afirmação foi feita pelo presidente da Câmara de Vereadores, Valdemir Filho Chamou atenção a afirmação feita pelo vereador Valdemir Filho, presidente da Câmara dos Vereadores de Tabira, sobre os deputados apoiados pela prefeita Nicinha Melo na última eleição. Valdemir cobrava o envio de emendas para Tabira por parte do deputado federal Carlos Veras e foi […]
Afirmação foi feita pelo presidente da Câmara de Vereadores, Valdemir Filho
Chamou atenção a afirmação feita pelo vereador Valdemir Filho, presidente da Câmara dos Vereadores de Tabira, sobre os deputados apoiados pela prefeita Nicinha Melo na última eleição.
Valdemir cobrava o envio de emendas para Tabira por parte do deputado federal Carlos Veras e foi questionado o porquê que os deputados da prefeita também não mandam.
Segundo o parlamentar tabirense, o motivo de Fernando Filho e Fernando Monteiro terem virado as costas para Tabira seria o fato de que eles estariam magoados porque não foram majoritários no município.
“Eles mandaram milhões pra cá e perderam para um que não mandou nada”, disse Valdemir fazendo uma referência a Carlos Veras que foi o deputado federal mais votado em 2022 em Tabira.
Fernando Filho teve 1.467 votos e Fernando Monteiro obteve 1.330, mas segundo o entendimento do vereador tabirense nada disso valeu e os deputados devem continuar magoados com a cidade das tradições. As informações são de Júnior Alves.
A ausência do filho da terra Igor Alves da programação do Natal Triunfo 2021 gerou estranhesa. Orgulho local, ele não foi incluído na grade que vai até 25 de dezembro. Igor e muitos que admiram seu trabalho esperavam ter seu novo show Christmas Concert na programação, agora agenciado pela Virtus Produções. “Não sei o que […]
A ausência do filho da terra Igor Alves da programação do Natal Triunfo 2021 gerou estranhesa.
Orgulho local, ele não foi incluído na grade que vai até 25 de dezembro.
Igor e muitos que admiram seu trabalho esperavam ter seu novo show Christmas Concert na programação, agora agenciado pela Virtus Produções.
“Não sei o que motivou não terem me incluído na grade. Mas sigo meu caminho e tenho recebido pessoas que perguntam”, disse ao blog.
A programação tem várias atrações inclusive de outras cidades, além da Cantata Natalina, no Cine Guarany. Não precisa ser produtor do evento para imaginar o quão belo seria a participação do tenor na Cantata.
O blog procurou a prefeitura de Triunfo e o setor de turismo e eventos. Está aguardando um posicionamento sobre o assunto.
Por Magno Martins Choveu no Sertão, o verde floresce, a caatinga renasce. A paisagem de vidas secas vai dando lugar ao cenário da profecia do beato Antônio Conselheiro – o Sertão vai virar mar. Banidas pelo calor agonizante da estiagem, voltam as andorinhas trazendo alegria num barulho ensurdecedor sem canto, mas encantador. Voltam a povoar […]
Choveu no Sertão, o verde floresce, a caatinga renasce. A paisagem de vidas secas vai dando lugar ao cenário da profecia do beato Antônio Conselheiro – o Sertão vai virar mar. Banidas pelo calor agonizante da estiagem, voltam as andorinhas trazendo alegria num barulho ensurdecedor sem canto, mas encantador.
Voltam a povoar igrejas, fios em postes, casarões e praças. As andorinhas voltaram, eu também voltei. Pousar no velho ninho que um dia aqui deixaram. Nós somos andorinhas, que vão e que vêm. À procura de amor, às vezes voltam cansadas, feridas, machucadas, diz a canção.
De onde vêm? São aves migratórias, fazem um percurso de 8 a 20 mil quilômetros entre a América do Norte, onde vivem e se reproduzem, e a América do Sul, para onde vêm no inverno em busca de temperatura mais amenas. No inverno, as andorinhas abandonam os locais frios, a procura de alimentação farta e migram para locais mais amenos e no final do inverno voltam em bandos barulhentos à sua região natal. Este retorno anuncia que a primavera está chegando.
As andorinhas, além de poéticas, são santas. Aparecem citadas na Bíblia. “Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá”, diz o provérbio 26-2 da palavra sagrada. Esses belos pássaros carregam no nome a lenda de uma fugitiva da Grécia Antiga – a jovem Procne que, enquanto escapava de seu malvado marido Tereu, foi transformada pelos deuses do Olimpo em uma andorinha. Em referência a ela surgiu o nome Progne, que designa o gênero de aves a que pertence a andorinha-azul.
Observando as andorinhas a planar no Sertão fico a divagar. Existem as que voam por voar, e as que voam mesmo por prazer.
Pousadas nos fios do poste, não é que elas formam uma partitura com o som que fazem! Fico a perguntar também: que vôo provisório as andorinhas ensaiam nos telhados da casa? Seus ventres são falantes. No voo, vão ensaiando as montanhas distantes. Vão lembrando o futuro, exercitando as asas. Voltarão a cada invernada, até que não encontrem uma casa branca sinalizando o nevoeiro.
As andorinhas voltaram. Amanheceu, olhei o céu, e elas vieram. O seu vôo formando uma dança na felicidade infinita do viver. A alegria de vê-las assim eufóricas, no cruzar incessante de asas e bicos, me fizeram lembrar de dar as boas vindas, como elas, ao novo dia e à vida que se inicia a cada acordar. Porque todos os dias é um renascer das esperanças e dos sonhos, como o esvoaçar das andorinhas a cada verão.
Por André Luis – Com informações do Ministério dos Transportes O Ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou nesta terça-feira (5), a ordem de serviço para dar continuidade às obras de adequação na BR-230/PB, no trecho entre Cabedelo e João Pessoa, um dos principais polos econômicos da Paraíba. Essa medida está alinhada com o compromisso do […]
Por André Luis – Com informações do Ministério dos Transportes
O Ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou nesta terça-feira (5), a ordem de serviço para dar continuidade às obras de adequação na BR-230/PB, no trecho entre Cabedelo e João Pessoa, um dos principais polos econômicos da Paraíba. Essa medida está alinhada com o compromisso do Governo Federal de retomar empreendimentos paralisados em todo o país.
O ministro Renan Filho, durante a cerimônia de assinatura, destacou a importância da obra, afirmando que ela beneficiará aproximadamente 1,3 milhão de pessoas na capital e na região metropolitana. A BR-230/PB é a terceira maior rodovia em extensão do Brasil e desempenha um papel crucial no escoamento de grãos e mercadorias no Nordeste.
As melhorias na rodovia, também conhecida como Transamazônica, abrangerão o trecho entre os quilômetros 2 e 13,38, com investimento de R$ 151,3 milhões por parte do Governo Federal. Estão previstas a construção de dois viadutos, a execução e conclusão de seis passarelas de pedestres, a ampliação da terceira faixa de rolamento e a restauração e manutenção ao longo da via. Essas melhorias também facilitarão o acesso ao Porto de Cabedelo, que movimenta até 70 mil veículos diariamente.
A cerimônia contou com a participação do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabrício Galvão, do governador da Paraíba, João Azevêdo, dos prefeitos de João Pessoa, Cícero Lucena, e de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, além de parlamentares representantes da bancada federal do estado no Congresso Nacional.
Além da continuação das obras na BR-230/PB, também foi assinada uma ordem de início de serviço de manutenção e conservação em 80,8 quilômetros da BR-101/PB, no trecho norte, com um investimento de R$ 88,2 milhões ao longo de três anos. Essa iniciativa reforça o compromisso do governo em manter as rodovias em condições ideais de tráfego e segurança para os usuários.
A infraestrutura de transporte terrestre da Paraíba está passando por um período de expansão significativa, com investimentos maciços por meio do Novo PAC, que inclui dez projetos, sendo seis obras públicas e quatro estudos para concessão à iniciativa privada. No total, serão investidos R$ 1,6 bilhão nas intervenções prioritárias para o estado, como parte de um plano mais amplo de investimentos de R$ 49,1 bilhões em toda a região Nordeste.
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