Duque sobre decisão de Márcia: ‘Se não tem comando vira casa de mãe joana’
Por Nill Júnior
Farol de Notícias
Pré-candidato a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), visitou neste final de semana o município de Ingazeira, Sertão do Pajeú, onde conta com apoios de lideranças, entre elas, o vereador Josias Carvalho, que percorreu algumas localidades ao lado do petista.
Um dos destaques da visita ocorreu durante uma entrevista a rádio Ingazeira FM, onde o assunto da demissão do ex-secretário Carlito Godoy, exonerado pela prefeita Márcia Conrado, veio à tona.
A provocação partiu do blogueiro e fotógrafo Marcello Patriota, que pediu para Duque analisar a demissão de Carlito, que atacou o PT e defendeu o nome do presidente da República, Jair Bolsonaro. Mais umas vez, o ex-prefeito defendeu a atitude de Márcia, por não transformar o governo ‘numa casa de mãe joana’.
“Você não tem que ter preconceito na construção política. Quando construímos a candidatura de Márcia, tínhamos um leque de apoios da extrema direita à extrema esquerda. Do Psol ao Patriotas. Isso fez com que a nossa candidata, Márcia Conrado, tivesse uma das maiores votações da história recente de Serra Talhada. Ela teve quase 18 mil votos de frente. Isso foi fruto de um construção onde eu, como prefeito e maestro do grupo, construímos um governo plural que dialogasse com a sociedade. Na medida em que se ocupa um cargo público, tem que ter respeito ao governo, mas fundamentalmente a quem está à frente do poder, no caso, a prefeita”, disse Luciano Duque, reforçando:
“O secretário confundiu a sua posição política, com a posição do governo. Começou a criticar o presidente Lula, que é o candidato da prefeita, esta não é melhor postura. Márcia tomou a posição correta, pois onde não se tem comando, vira casa de mãe joana. Chamou o feito à ordem no tempo certo. Quando a gente estar num conjunto de forças, tem que ter respeito. Márcia agiu corretamente”.
Empresário afirma que revelação foi feita a ele em 2018 pelo filho do presidente, que demitiu assessor para tentar prevenir desgaste O empresário Paulo Marinho, 68, foi um dos mais importantes e próximos apoiadores de Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2018. Ele não apenas cedeu sua casa no Rio de Janeiro para a estrutura […]
O empresário Paulo Marinho. Foto: Ricardo Borges/UOL
Empresário afirma que revelação foi feita a ele em 2018 pelo filho do presidente, que demitiu assessor para tentar prevenir desgaste
O empresário Paulo Marinho, 68, foi um dos mais importantes e próximos apoiadores de Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2018. Ele não apenas cedeu sua casa no Rio de Janeiro para a estrutura de campanha do então deputado federal, que ainda hoje chama de “capitão”, como foi candidato a suplente na chapa do filho dele, Flávio Bolsonaro, que concorria ao Senado. Os dois foram eleitos.
Em dezembro daquele ano, com Jair Bolsonaro já vitorioso e prestes a assumir o comando do país, Flávio procurou Paulo Marinho. Estava “absolutamente transtornado”, segundo o empresário. Buscava a indicação de um advogado criminal.
O escândalo de Fabrício Queiroz, funcionário de Flávio no seu gabinete de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio, não saía das manchetes. Havia acusações de “rachadinhas” e de desvio de dinheiro público. O senador recém-eleito temia as consequências para o futuro governo do pai —e precisava se defender.
As revelações que Marinho diz ter ouvido do filho do presidente nesse encontro são bombásticas: segundo ele, Flávio disse que soube com antecedência que a Operação Furna da Onça, que atingiu Queiroz, seria deflagrada.
Foi avisado da existência dela entre o primeiro e o segundo turnos das eleições, por um delegado da Polícia Federal que era simpatizante da candidatura de Jair Bolsonaro.
Mais: os policiais teriam segurado a operação, então sigilosa, para que ela não ocorresse no meio do segundo turno, prejudicando assim a candidatura de Bolsonaro.
O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Fabrício Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete de deputado federal de Jair Bolsonaro em Brasília.
Os dois, de fato, foram exonerados naquele período —mais precisamente, no dia 15 de outubro de 2018.
Queiroz estava sumido em dezembro. Mas, segundo Marinho, o senador Flávio Bolsonaro mantinha interlocução indireta com ele por meio de um advogado de seu gabinete.
Nesta entrevista, Marinho, que é pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSDB, começa falando da cidade que pretende governar, dos planos para a campanha presidencial de João Doria em 2022 —e por fim detalha os encontros com Flávio Bolsonaro.
Segundo ele, as conversas podem “explicar” o interesse de Bolsonaro em controlar a Superintendência da Polícia Federal no Rio, causa primeira dos atritos que culminaram na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça. Leia a íntegra da entrevista na Folha de São Paulo.
Muitas cidades sertanejas tiveram celebrações em memória de Eduardo Campos. Em Brejinho, a missa aconteceu na Igreja Matriz da Paróquia São Sebastião em Brejinho (PE) e foi presidida pelo padre Cicero. Estavam presentes o prefeito José Vanderlei, o presidente da Câmara Inácio Teixeira os vereadores Guega, Emanoel Sidney, Lisekson, Ronaldo Delfino e Naldo de Valdin. Secretários […]
Muitas cidades sertanejas tiveram celebrações em memória de Eduardo Campos. Em Brejinho, a missa aconteceu na Igreja Matriz da Paróquia São Sebastião em Brejinho (PE) e foi presidida pelo padre Cicero.
Estavam presentes o prefeito José Vanderlei, o presidente da Câmara Inácio Teixeira os vereadores Guega, Emanoel Sidney, Lisekson, Ronaldo Delfino e Naldo de Valdin.
Secretários do governo municipal estavam presentes;Marta Cristina, Elizângela Lucena,Das Dores,João Bento, Ivaldo Machado, Secretários e funcionando.
Em Itapetim, amigos, políticos e admiradores participaram da missa presidida pelo padre Daniel Gomes com a presença do prefeito Arquimedes Machado e do ex-prefeito e presidente do PSB itapetinense, Adelmo Moura.
Itapetinenses lotaram a Igreja Matriz de São Pedro. A missa também aconteceu em memória do assessor de imprensa Carlos Percol, do fotógrafo Alexandre Severo, do cinegrafista Marcelo Lyra, do assessor Pedro Valadares e dos pilotos Geraldo Magela e Marcos Martins. Eduardo foi homenageado pelo poeta Zé Adalberto.
Em Tuparetama, o prefeito Deva Pessoa e o vice Ivaí Cavacante estiveram na missa na Igreja Matriz de Tuparetama.
Em algumas cidades, houve fatos curiosos: em Flores, como os dois grupos eram ligados a Eduardo, o templo ficou dividido: de um lado, a prefeita Soraya Murioka e equipe de governo. Do outro, o prefeito Marcone Santana e correligionários. A celebração foi presidida pelo Padre Clodoaldo.
Foto: Farol de Notícias
Em Serra Talhada a missa que celebrou memória do ex-governador Eduardo Campos foi na Concha Acústica. O prefeito Luciano Duque e o ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro estiveram na celebração, mas como em Flores, estiveram “cada um no seu quadrado” na missa, segundo registro do Farol de Notícias. Duque e Carlos usaram a palavra e se desmancharam em elogios a Campos, na missa presidida pelo Padre Custódio.
Em Afogados da Ingazeira a missa foi celebrada pelo Padre Orlando. O prefeito José Patriota e auxiliares estiveram na missa, na Capela de São Sebastião.
Sertão de PE tem ampla rejeição a Bolsonaro Essa foi uma péssima semana para o presidente Bolsonaro em se tratando de números. Primeiro, o Datafolha aferiu que a maioria da população o acha desonesto, falso, incompetente, despreparado, indeciso, autoritário, favorece os ricos e mostra pouca inteligência. Na sequência, sua rejeição bateu os 51%, a mais alta […]
Essa foi uma péssima semana para o presidente Bolsonaro em se tratando de números. Primeiro, o Datafolha aferiu que a maioria da população o acha desonesto, falso, incompetente, despreparado, indeciso, autoritário, favorece os ricos e mostra pouca inteligência.
Na sequência, sua rejeição bateu os 51%, a mais alta da série histórica. E o ex-presidente Lula o bate com 58×31% num eventual segundo turno, uma lavada.
Mas aparentemente o dado ainda é fichinha perto da avaliação de Bolsonaro no Nordeste. No Pajeú por exemplo, a Coluna compilou pesquisas nas rádios Pajeú, Cultura FM e Gazeta FM. Com mais de 400 participações, a pesquisa tem mais ouvidos que muitas pesquisas de opinião na região.
A pergunta foi: qual a primeira característica que lhe vem à mente sobre o presidente Jair Bolsonaro? Um total de 90,5% atribuiu adjetivos negativos ao presidente. O mais comum, para 41,6% indica que, segundo a população, Bolsonaro é louco, doido, bipolar, precisa de tratamento.
Ele é ruim, mal para 6,7%. Para 6,1% ele é péssimo, mesmo percentual de quem o acha desumano e incompetente. Para 4,1% Bolsonaro é burro. Apenas 3,4% o taxam de genocida, provando que aqui a alcunha não pegou. Empatados em 2%, os adjetivos mal educado, despreparado, sem noção e corrupto. Na casa dos que o acham ridículo ou falador, 1,4%. Para 0,7% cada, ele é monstro, palhaço, terrível, decepcionante, abestalhado, sem futuro, covarde e anti Cristo.
Os que ainda o tratam como mito, o melhor presidente da história, não rouba e não deixa roubar ou melhor ele que Lula, o PT e o comunismo estão 9,5%. Ou seja , o núcleo bolsonarista desidrata ainda mais na região.
Claro, esses dados deveriam servir de parâmetro para o presidente mudar urgentemente seu modus operante, rever a conduta, os atos, xingamentos e agressões, além da forma como encarou a pandemia. Mas é certo dizer que o presidente continue sendo atrelado à defesa da cloroquina, voto impresso, não à vacina e continue se enrolando a cada capítulo da CPI. Bolsonaro vai se atolando nos próprios erros…
Primeiro “damo”
A prefeita Márcia Conrado revelou que o marido, o cirurgião bucomaxilofacial Breno Araújo, está dando um suporte maior no apoio à sua gestão, diante das tarefas e exigências da missão. Ao contrário da mãe, Lisbeth Souza, Secretária de Saúde, Breno não ocupará função. ele acompanhou a prefeita no debate em que esteve com Luciano Duque na Rádio Cultura.
Porque não eu?
Já o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, não deixou de tirar uma casquinha da notícia sobre a reunião de trabalho entre o Deputado Sebastião Duque e o Secretário da gestão Márcia, Carlito Godoy. “Infelizmente não contei com esse apoio”, brincou. Registre-se, tanto Duque quando Márcia agradeceram ao gesto do Federal, de discutir com a municipalidade emendas para a área de desenvolvimento econômico.
Cadê a água?
Moradores de Brejinho relataram à Coluna que parou a obra de construção da estação elevatória que vai garantir a distribuição de água da Adutora do Pajeú para abastecer o município. A Presidente da COMPESA, Manuela Marinho, prometeu averiguar o que houve para a interrupção dos trabalhos.
Luz, câmera, ação
Na noite deste sábado houve o primeiro teste do som 5.1 do Cine São José. A transmissão gravada de um smartphone pela rede social do cinema, não consegue traduzir plenamente a sensação de um som que percorre toda a sala, mas já arrepia. O trabalho foi conduzido pelo especialista Tomi Terahata, Arthur Abdon (Cine São Luiz), William Tenório e Richard Soares (Pajeú Filmes). Agora a etapa de instalação do projetor, com Alexandre Barros.
Amigo, olhe a poeira, olha a estrada…
Depois do anúncio do governador Paulo Câmara e do prefeito Anchieta Patriota da construção da PE 380, a Estrada de Ibitiranga, restam no Pajeú aguardando o mesmo rumo a PE de Ingazeira à 275 – chamada de 49 – e a rodovia PE 310, que liga Iguaracy a Custódia.
Mais dois
O Diretor da Faculdade Vale do Pajeú, Cleonildo Lopes, o Painha, acredita que além de Medicina Veterinária, São José do Egito ganhará os cursos de Enfermagem e Psicologia com vestibular nesse segundo semestre. Já Medicina deve esperar até 2 anos. A atuação da Faculdade na área de Direito já gerou a chegada de um Procon à Capital da Poesia.
Frase da semana: Quem se colocar contra esse direito de livre escolha do cidadão terá a nossa mais firme oposição. Dos partidos DEM, MDB, PSDB, NOVO, PV, PSL, SOLIDARIEDADE e CIDADANIA, contra os arroubos antidemocráticos de Bolsonaro.
Exclusivo O Ministro das Cidades, Jader Filho, e a governadora Raquel Lyra estarão na próxima quinta-feira em Serra Talhada. A agenda está praticamente confirmada. Eles participam ao lado da prefeita Márcia Conrado do ato que marca a retomada das obras do Residencial Vanete Almeida. Outros temas estarão na pauta, pelo que apurou o blog, segundo […]
O Ministro das Cidades, Jader Filho, e a governadora Raquel Lyra estarão na próxima quinta-feira em Serra Talhada. A agenda está praticamente confirmada.
Eles participam ao lado da prefeita Márcia Conrado do ato que marca a retomada das obras do Residencial Vanete Almeida. Outros temas estarão na pauta, pelo que apurou o blog, segundo uma fonte.
A vinda foi costurada pela própria Márcia Conrado e pelo Deputado Federal Fernando Monteiro junto ao governo Lula. Márcia esteve com o presidente semana passada. Os detalhes da agenda ainda estão sendo fechados. A articulação também envolveu a aliada e governadora Raquel Lyra.
Há poucos dias, Márcia destacou a retomada da obra, parada em virtude de problemas de ordem técnica e também por conta da falta de interesse institucional do ciclo Bolsonaro. Ela agradeceu ao governo Federal e a Raquel Lyra. Serão 902 famílias atendidas.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, por meio da sua agência delegatária, AGB Peixe Vivo, elegeu a empresa Instituto Gesois como executora da mobilização social para o processo eleitoral de renovação do colegiado do comitê federal, que se dará em agosto de 2016. Os trabalhos, que se iniciam neste mês de março, […]
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, por meio da sua agência delegatária, AGB Peixe Vivo, elegeu a empresa Instituto Gesois como executora da mobilização social para o processo eleitoral de renovação do colegiado do comitê federal, que se dará em agosto de 2016. Os trabalhos, que se iniciam neste mês de março, terão duração de três meses.
Os interessados em participar do processo de renovação dos membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco têm o prazo até 31 de maio para efetuarem suas inscrições. Ao todo, serão renovados os 62 membros que compõem o colegiado, sendo eles responsáveis pelo debate sobre o melhor uso das águas do rio São Francisco.
A empresa contratada realizará a mobilização social visitando e convidando para participar do processo as entidades e instituições relacionadas à gestão de recursos hídricos e gestão ambiental nos estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Dois encontros regionais acontecerão em cada estado, além das 20 plenárias eleitorais setoriais previstas. O objetivo é divulgar não só as atividades do CBHSF, mas, também, os projetos executados com os recursos da cobrança pelo uso da água do São Francisco.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. A diversidade de representações e interesses torna o CBHSF uma das mais importantes experiências de gestão colegiada envolvendo Estado e sociedade no Brasil.
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